O Vaticano sob ameaça
A segurança da Basílica de S. Pedro foi reforçada na sequência da ameaça de um ataque terrorista e o embaixador do Iraque comunicou à Imprensa italiana que os jihadistas querem matar o Papa.
Os jihadistas são assaz chanfrados para tentarem eliminar a concorrência e não restam dúvidas de que o Papa era um troféu simbólico importante para a corja, mas ficaria mal visto o Vaticano se as bênçãos de sucessivos papas não tivessem o poder de esconjurar tão diabólicas intenções num local repleto de santidade.
Uma teocracia, a transbordar de água benta e incenso, não pode deixar que demonífugos secularmente usados com eficácia se transformem em placebos.
Há, pois, um duplo receio na ameaça, a concretização de um crime e o desprestígio para a parafernália pia com que se invoca a proteção divina.
Esperemos que a cruz, capaz de repelir demónios, afaste os criminosos que deviam estar no manicómio ou na prisão.
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