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  • 5 de Setembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

A fé, o pescoço e a civilização

A demência da fé tem fortes motivos que a agravam. Não se ignoram as circunstâncias de natureza económica, social e política que agravam a patologia, mas não podem servir de álibi as maldades de que se foi alvo quando se exerce nos jornalistas a vingança e se recorre à decapitação como método.

Não é aceitável a prática do terror como instrumento diplomático nem a crueldade como punição e, muito menos, executar quem cumpre um dever profissional e não é parte no ódio que se cultiva e na represália que se exerce.

O Estado Islâmico é a execrável esquizofrenia onde uma teia de cumplicidades encontra o fanatismo mais primário reunido ao mais primitivo dos instintos, em feras à solta.

Há quem ambicione a morte e odeie a vida, única e irrepetível, e quem pense no prémio de um ser hipotético, desprezando os elementares deveres de humanidade. As feras que surgiram, ansiosas de um califado, são um bando anacrónico de terroristas, beatos de um credo maldito, que investem com a cegueira do touro e a sensibilidade de um réptil.

É preciso pará-los. Está em causa a civilização.

15 thoughts on “A fé, o pescoço e a civilização”
  • João Pedro Moura

    As ações facinorosas da hedionda escumalha islâmica ultrapassam a nossa previsão, até hoje, do que é ser cruel e facínora!…

    Nos últimos telejornais da RTP1, às 20 h, em reportagem do Iraque, da autoria do conhecido jornalista, José Rodrigues dos Santos, exibiram-se imagens, colocadas na Internet por tais hediondos subespécimes de gente, em que os celerados seguiam de carro, em estradas do Iraque e, ao ultrapassarem ou aproximarem-se do carro da frente, de automobilistas indiferenciados, metralhavam-nos, implacavelmente, numa fúria demencial e sanguinária, sem qualquer nexo.

    É matar, por matar! Porque querem!

    Nem sabem quem vai no carro metralhado! Até podiam ir familiares ou mesmo islamitas simpatizantes da causa… nada! Aproximavam-se dos carros e disparavam rajadas de metralhadora, matando toda a gente que seguia nas viaturas…e danificando essas viaturas, que até podiam reutilizá-las…

    É um desconcerto total!!!

    Já há 20 anos, na guerra civil da Argélia, os hediondos do GIA invadiam aldeias e matavam toda a gente! O máximo foi cerca de 400 pessoas, numa só vez! E foram dezenas de vezes que chacinaram pessoas assim! Noutras vezes, era nas estradas: faziam operações de ”stop”, parecendo operações militares e fuzilavam toda a gente que seguia nos carros.

    Numa dessas chacinas de aldeia, as bestas islâmicas decapitaram um bebé, deixando o corpo dentro dum forno e a cabeça no telhado!

    Mas que sanha assassina e sanguinária é esta, destas horrendas criaturas???!!!

    Não há qualquer possibilidade de, minimamente, dialogar com tais seres monstruosos!

    A única maneira de lidar com eles é fustigá-los impiedosamente, a ferro e fogo, até à destruição total!

  • João Sousa

    o espetáculo da “decapitação” foi mal feito…
    Hollywood precisa caprichar mais nos efeitos especiais !

  • João Pedro Moura

    Hoje, dia 5 de setembro, no canal televisivo RTP Informação, às 22h 30m, será exibida uma edição especial sobre o avanço da hedionda escumalha islâmica, no Iraque.

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