Se Jesus Cristo é Deus, e se Deus mandou o seu filho à Terra para morrer por nós, então isso quer dizer que Jesus Cristo (Deus) se enviou a si próprio à Terra para morrer.
Isso chama-se suicídio.
O padre Maximilian Kolbe, no holocausto nazi, ofereceu-se para morrer em subsituição de Franciszek Gajowniczek, que tinha sido condenado como represália pela fuga de outro preso.
Para o Luís Rodrigues, na sua lógica ateísta, esse acto heróico e de suprema generosidade também deve ser considerado como suicídio,
Para o Pateta Falante, já teria sido eutanásia.
Não há mesmo dúvidas, o ateísmo transforma certos homens em débeis mentais.
Se o padre Kolbe se colocou voluntáriamente numa situação em que sabia que ia morrer, óbviamente que foi suicídio.
O suicídio não implica necessariamente que a pessoa se mate a si mesma, com a suas mãos, mas também que se coloque em situação em que a morte é inevitável.
Se tu, para provar a tua outra teoria cretina de que o homem não faz parte da cadeia alimentar, te atirares para o fosso dos ursos no jardim zoológico, são os ursos que te matam, mas não é menos suicídio por causa disso.
Porque até tu sabes que estás a mentir quando dizes que o homem não faz parte da cadeia alimentar, logo sabes que vais morrer se te atirares ao fosso, logo, se o fizeres, estás-te a suicidar. Embora sejam os ursos que, efectivamente, te limpam o sebo.
Kolbe, ao oferecer-se voluntáriamente para morrer, obviamente que se estava a suicidar.
As razões podaim ser altruístas, mas existem muitas razões para o suicídio. Até as altruistas.
Existem inúmeros exemplos de suicídios altruístas, em que pessoas se matam para salvar outras.
Kolbe foi precisamente um kamikaze, que se suicidou por uma boa causa.
O que se passa aqui é que a tua igreja tem o tabu irracional do suicídio. Ao mesmo tempo contradiz-se completamente, fazendo o culto dos mártires que se deram á morte pela igreja.
Se fosse a única das vossas contradições estava o mundop cheio de sorte.
Vocês andaram a torturar pessoas até á morte em nome do “amor” e acreditam num deus que inflige as torturas amis escabrosas, mas é um bacano à mesma, porque lá terá as suas razões.
Claro que, tal como o teus deus, os serial killers também lá terão as suas razões, mas por muito menos do que o teu deus faz, consideramo-los uns tarados. Assim como quem os defende. Como tu.
Carlos
Pelo que vejo, de quem sabe do assunto, a questão levada a sério e com inteligência, é muito diferente do que os ateus ignorantes e muito parcos de capacidade racional, aqui dizem.
1 – Jesus não veio ao mundo para morrer, pois é filho de Deus e não morre.
2 – A sua função na Terra era transmitir a mensagem de Deus aos homens, demonstrando-lhes o verdadeiro caminho, e não para ser condenado. A condenação e morte de Jesus é a consequência da brutalidade, da malvadez e da ignorância dos que o rodeavam, e que se diziam sábios, mais certos que os outros e cheios de certeza.
Estes comportamentos são hoje protagonizados pelos ateu. Ninguém duvida que eles fizessem o mesmo hoje, se Jesus voltasse.
Basta ver a estupidez do Luís Rodrigues a afirmar que as vítimas do nazismo são todos suicidas, que as vítimas do franquismo são todas suicidas, etc.
“1 – Jesus não veio ao mundo para morrer, pois é filho de Deus e não morre.
2 – A sua função na Terra era transmitir a mensagem de Deus aos homens, demonstrando-lhes o verdadeiro caminho, e não para ser condenado. A condenação e morte de Jesus é a consequência…”
Então, afinal, o teu Jesus morreu ou não???!!!
Estes religionários são muito confusos, complicados e… contraditórios…
Há uns anos que lido de perto com ateus. Todos têm um grave problema de raciocínio. Este é um dos exemplos.
Não vou repetir o que já disse, mas a falta de capacidade de raciocínio e mantém-se, como já vi no outro comentador.
Procure-se e vê-se que é muito comum.
Inicialmente julguei que os trocadilhos dos ateus eram mera semântica ou até mesmo humor. Hoje posso provar pela longa recolha que fiz, ao longo de uns dez anos, que não é assim. Os ateus têm mesmo uma baixa capacidade racional e um baixíssimo nível intelectual.
Omnipotente e omnisapiente cria um mundo cheio de sofrimento lancinante e para nos salvar não consegue conceber outra coisa senão um sacrifício humano.
Não sei porquê, mas não consigo conceber este comportamente psico-sado-mazo como o de um criador cheio de sabedoria.
Parece mais um esquizofrénico que fugiu da ala dos doidos homicidas incuráveis.
Se isto é o criador, não admira que o mundo seja a bosta que é.
O mundo, entendido como apenas o planeta Terra, não é composto de sofrimento na sua génese.
O sofrimento advém da forma como os seus utentes se agem.
Desde a maldade do homem às doenças, nada indica que estejam presentes na génese do mundo. Se são um consequência, com Deus ou sem ele, quem tem culpa tem que assumir.
Esta é uma questão que coloco aos ateus.
Deus não existe. Então a génese do mal é humana ou existiu um acaso para o mal e outro para o bem?
Se existiram dois “acasos”, como se explica que vingassem os dois, num mundo tão selectivo (pois esta hipótese nega a ciência evolutiva actual)?
1- “Os ateus acham que Deus só seria bondoso se tivesse criado um mundo de zumbis ou robôs angelicais, sem nenhuma possibilidade de livre-arbítrio.”
Os crédulos acham que um deus pode dar “livre-arbítrio”…
Isto é, cria uns seres e, depois, não os “programa”, pelo que, tais seres farão coisas imprevisíveis, para deus…
Um deus, portanto, que não sabe o que esses seres farão…
Estranha forma de omnisciência…
E é engraçado haver “mal”, sob a forma de sismos, tempestades e outros cataclismos mortíferos, decorrentes do “livre-arbítrio”, que o deus dos crédulos deu à natureza…
… Quiçá, para “servir a finalidade dum bem superior”…
…Mas tudo incognoscível…
2- “E ficam todos irritados porque Deus não lhes fez a vontade.”
Qual é a “vontade” do teu deus?!…
3- “O que eu me farto de rir com esta maralha…”
O que eu sorrio com esta canalha!…
Ao que chega o despautério dos cretinos da credulidade!…
Stultorum numerus est infinitus…
Pois é, destituído, já sei que, na tua especial concepção teológica, Deus deveria ter-nos criado como uma espécie de robocops angelicais, mas completamente manipulados na sua conduta existencial,sem nenhuma espécie de devir histórico ou de evolução espiritual.
Aí sim, para mentecaptos como tu, é que a obra da Criação estaria perfeita e completa.
Deus cria serial killers mas lá terá as suas razões, que, chatice, são incognoscíveis. Muito boas claro, mas incognoscíveis.
Deve haver optimas razões para deus querer que crianças sejam torturadas até á morte.
Como é que sabemos k são boas, se são incognoscíveis ? Ora, são boas porque o fifi quer. Não lhes basta ?
GriloFalante
Molochbaal, mais uma vez, estás enganado. Todas as pessoas que morrem “por vontade de Deus” são candidatas à santificação. Ou julgavas que eram só os papas e o Nun’ Álvares? Ora, como é fácil de compreender, a intenção de Deus acaba por ser boa embora, para isso, deixe que aconteça uma coisa má. Já percebeste? Bolas, ainda não???? Então, vou dar-te outro exemplo mais terreno: o PCoelho faz coisas más – rouba nas pensões e reformas, deixa que haja desemprego e que haja gente, crianças incluídas, a passar fome – para conseguir uma coisa boa, que é a de encher os bolsos dos amigalhaços e tapar buracos bancários. Ora, o Pcoelho podia, perfeitamente, ser adorado como deus, que já não lhe falta nada. Percebeste agora? Ufa!
Alter
Deus cria serial killers?
Algum deles é fruto de Deus?
Tu, um ateu empolgado, também foste criado por Deus, para seres tipo o bobo da corte?
Ou será que Deus não esteve presente na tua opção?
Alter
Os sismos, as tempestades, as cheias, os vulcões, etc, não são um mal. Pelo contrário, são agentes naturais indispensáveis à manutenção do sistema Litosfera – Atmosfera – Hidrosfera.
As consequências destes fenómenos naturais, quando conjugadas com as actividades humanas, é que podem ser contrárias os seus interesses, Mas, não são estes fenómenos que estão mal. É a actividade humana que está errada, e o homem que nunca quis aprender nada com estes fenómenos.
Não, antoniofernando. Já está mais que explicado, e tu estás a repetir-te porque não tens mais argumentos. Deus é aquilo que tu e os outros crentes quiserem. Aliás, estou convicto de que a tua dedicada esposa ateia pensa como tu.
“Até amanhã, se deus quiser”. Isto é livre-arbítrio. Por exemplo.
Já percebemos.
Deus ora é incognoscível, ora é um bacano que ele conhece muito bem, para nos garantir que é muito bom. Na mesma frase diz uma coisa e o seu contrário.
Deus é o que eles quiserem que seja. Da maneira que eles querem, quando eles querem.
E, se quiserem, voltam atrás e dizem que é de outra maneira. E se for preciso, depois voltam outra vez a dizer que era como diziam que era no príncípio da conversa.
Deus é um verdadeiro pau mandado destes senhores. Um criado às ordens.
Assim é fácil “ganhar” discussões”. Sem lógica nem moral, “ganha-se” tudo.
Ora bem, palermoide, já estás a evoluir. Já vais dizendo “Deus pode existir”, o que significa que a não-existência também pode acontecer. Dar uns ares de agnóstico só te fica bem, embora não chegue para limpar todas as besteiras que saíram da tua pocilga intelectual. Continua, pode ser que, afinal, ainda te sintonizes com a tua dedicada esposa ateia. Só Deus sabe se ela não estará a precisar de um pouco de cumplicidade… Porque Deus pode existir.
Ou não.
O meu maior pavor é ver um dia o fifi a defender o agnosticismo, falsificando nicks, fazendo ameaças de morte, dando tiros no pé, como esta de dizer que deus é incognoscível mas que já o cognesce muito bem para dizer que é muito bom…
“Pode existir”???!!!
Isso não é coisa de agnóstico?!
Um crédulo tem de afirmar, assertivamente, a existência de tal mostrengo…
…Ou não é crédulo…
Melhoraste da cabeça?
2 – “Deus pode ser omnipotente, omnisciente e omnibenevolente.”
E ainda poderemos acrescentar mais propriedades: omnipresente, omnimalevolente, criador, governador e justiceiro…
Acho que não falta mais nada, em toda a redundância e pleonasmo…
3 – “A mente de Deus é incognoscível.”
Incognoscível???!!! Como é que sabes?!
Mas se nada podemos conhecer do teu deus, para quê prestar culto a semelhante divindade???!!!…
… Ou, sequer, afirmá-lo…
4- “O mal, natural e moral, existe, mas Deus pode ter uma razão de ordem superior e incognoscível, para permitir a sua ocorrência.”
Simetricamente, também podemos afirmar que o “bem, natural e moral, existe, mas Deus pode ter uma razão de ordem superior e incognoscível, para permitir a sua ocorrência.”…
…Para justificar o “bem”, nos intervalos do “mal”…
E o que é que estas afirmações simétricas adiantam, para a eventual cognoscibilidade do mostrengo???!!! Rigorosamente nada!!!
O que é que pode justificar a inflição de males, dos mais suaves aos mais letais???!!!
Matar, esfolar, ferir, fazer penar, através de sofrimentos físicos e financeiros… o que é que isto tem de “finalidade para um bem superior”???!!!
Imaginemos o deus dos crédulos no seu laboratório de finalidades, a fazer o “bem” e o “mal”, ora em plano “superior”, ora “inferior”, em pleno decurso histórico…
Para quê???!!!
O deus dos crédulos, que, por definição, não precisa de fazer nada, pois nada lhe falta, a operar em benevolências e malevolências, quiçá, para se satisfazer…
Alguém consegue imaginar um deus a fazer o que quer que seja???!!! Para quê???!!!
Afirmar deus como agente de operações históricas é de quem não tem a mínima noção do conceito de deus. Um conceito, essencialmente, tão disparatado e desconexo com a realidade, que se esfuma em novelos de retórica balofa…
4- “Querem que repita ? É assim tão difícil entenderem o óbvio ?”
Para repetir disparates não vale a pena…
Onde é que está o óbvio nas inúmeras religiões e, sobretudo, nas centenas e centenas de igrejas, tão assertivas na afirmação divina como na incognoscibilidade interpretativa da vontade do mostrengo???!!!…
O óbvio era haver um deus provado e aparecido, com óbvia doutrina inculcada nas nossas mentes, sem óbvia divergência…
Mas isso seria pedir muito aos néscios e crédulos que o inventaram, obviamente…
…E uma entidade incognoscível, de que se é temeroso, conforta certas mentes e alivia pressões…
A questão não é da existência de um “Ser Supremo”. Isso não é negado, a não ser por uma minoria muito reduzida de alucinados, tantos quantos dizem que o homem nunca foi à lua, ou que vêm marcianos nas fotos da NASA. E, quando a questão se reduz a essa forma de ignorância, nem vale a pena discutir, pois a ignorância impede a discussão séria.
A questão que se coloca é noutra perspectiva: como definir Deus no contexto do conhecimento humano? é um ser com forma humana, não tem forma, é o Deus dos cristãos, dos islâmicos. dos hindus, a suprema rectidão dos budistas, etc., ou não é nada disto, qual é a vontade de Deus, como pode o homem dizer que representa Deus… etc.?
O Ignorante foge ao assunto dizendo apenas que Deus não existe, logo não se discute.
Mas a verdade é que os se dizem ateus passam a vida a discutir Deus, nas perspectivas enunciadas, partindo sempre de um pressuposto: Existe um Ser Supremo, mas quem o “adora está errado”.
Se assim não fosse, um ateu era um demente que se esforça a criar teorias sobre aquilo que diz que não existe.
1 – Se dizes que a mente de deus
e incognoscível mas garantes que deus é bom, és MENTIROSO. Porque, se é incognoscível não podes saber se é bom.
As igrejas também são TODAS mentirosas, porque garantem ser as interpretes da vontade de deus, logo, que a mente de deus é cognoscível.
2 – Se criou o mal no mundo, obviamente deus não pode ser bom. Porque, sendo deus omnipotente, não pode ter nenhuma razão que o obrigue a fazer o mal para um bem maior. A omnipotência é precisamente a ausência de necessidade. Logo, por definição, não há nada que o obrigue a fazer o mal.
3 – Mesmo que houvesse, se deus não fosse omnipotente, visto que alegas que é incognoscível, não podes afirmar que é bom. Porque acabaste de afirmar que é impossível conhecer as suas verdadeiras razões. Ao fazer essa afirmação estás a mentir.
O que se passa é que estás encostado á parede fifi.
1 “- Se dizes que a mente de deus e incognoscível mas garantes que deus é bom, és MENTIROSO. Porque, se é incognoscível não podes saber se é bom.”
O que tem uma coisa a ver com a outra. Por natureza é postulado que determinadas coisas são boas ou más. Sendo “bom” ou “mau” um juizo humano, evolutivo e cultural.
Ninguém sabe porque razão/finalidade existe vida na Terra, mas que é bom existir, ninguém negará.
Ora garantes que deus é bom, ora que é incognoscível.
Mas se é incognoscível como é que tu sabes que é bom ?
Ora dizes que é omnipotente, ora que precisa de praticar o mal para alcançar o bem.
Ou seja, que o mal lhe é um instrumento necessário para chegar ao bem. Automaticamente estás a negar a sua omnipotência.
Deus não necessita de instrumentos para chegar a objectivos. Se quer o bem, simplesmente faz com que aconteça. É suposto ter criado as regras do universo, pode alterá-las ou podia tê-las criado de outra forma. Se o mal é necessário para alguma coisa, é porque deus o quis.
Deus quis que o mal fosse necessário.Não porque, coitado, o tem de praticar para chegar a outra coisa.
Ao afirmares que o coitado tem de fazer uma coisa que não gosta para alcançar outra, isso é a negação da omnipotência, porque é suposto as regras da existencia terem sido criadas por ele.
Podes dizer à merda do teu deus, que pode deixar de torturar crianças que, para perceber o que é o mal, ninguém precisa das suas demonstrações de demência sádica.
Se calhar, para ensinares aos teus filhos o que é o bem, partes-lhes os bracinhos e atira-los para dentro de água a ferver..
Com o tipo de argumentação demente que trazem para aqui, já não me espantava nada.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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42 thoughts on “Suicídio”