Canonizações
Não é o ridículo dos milagres que mais desacredita a Igreja católica, que os atribui por razões políticas e inventa à medida das necessidades. Curiosa é a forma de os certificar, “por não haver provas científicas”.
Na Igreja católica não são determinantes os factos e as provas, determinante é a sua ausência.
Já na política é mestra. A canonização simultânea de João Paulo II, o cúmplice e amigo de todos os ditadores de direita, e de João XXIII, um homem que prezava a democracia, apesar de ser papa, é a manifestação da duplicidade de Francisco.
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