Até o aldrabão de merda residente é asqueroso. Diz-se deísta, como se um deísta andasse atrás da igreja católica. Até o culto das relíquias aquele tarado papa.
Qualquer dia, o “deísta” está a tentar vender-nos indulgências.
O Brasil tem milhões de deístas… mas o censo as vezes os considera erroneamente católicos (ou protestantes)..
conhece várias pessoas deístas que detestam a igreja.
Um mês antes de morrer, encontra-se novamente com João
Paulo II: “Senti que o Papa está de acordo com tudo o que
eu digo. No final, ele me abraçou muito fraternalmente e disse-me
que rezava todos os dias por El Salvador. Naquele momento, tive a sensação
de que o próprio Deus confirmava e dava forças ao meu pobre
ministério”
O problema é que vocês são uns ignorantes, Mandam umas bocas e aldrabam o que vos dá na gana. Mas, enquanto vocês são uns grandes caluniadores, eu faço o meu trabalho de casa.
E com esta vos arrumo:
” A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO É NÃO SÓ OPORTUNA MAS ÚTIL E NECESSÁRIA.Ela deve constituir uma nova etapa – em estreita
conexão com as anteriores – daquela reflexão teológica iniciada com a Tradição
apostólica e continuada com os grandes Padres e Doutores, com o Magistério
ordinário e extraordinário e, na época mais recente, com o rico património da
Doutrina Social da Igreja, expressa em documentos que vão da
Rerum Novarum à
Laborem Exercens”
João Paulo II,carta de 9/4/1986 aos bispos da Conferência Episcopal do Brasil.
Entretanto, lá por algumas das vitímas de Hitler o terem saudado como chefe, na hora da morte, ninguém coloca em dúvida que foi Hitler quem os mandou matar.
Apenas se coloca em dúvida, se aquela lealdade estaria bem colocada, Se Hitler merecia a lealdade de quem mandou matar.
Evidentemente que nem Hilter nem João Paulo II mereceram a lealdade das suas vitímas – eles ENGANARAM-NAS.
Tal como tu nos tentas enganar falsificando nicks.
e só pra lembrar…. Pacelli (futuro Pio XII ) e Pio XI ordenaram o Partido Católico a votar na Lei que plenos poderes a Hitler apesar da relutância dos membros do Partido. Foi uma traição do Vaticano aos seus subordinados… o Vaticano se portou de maneira similar na Itália ao ordenar o Partido Católico se dissolver para deixar caminho livre pra Mussolini impor o totalitarismo…
Foi como uma jogada de xadrez… sacrificar peça(s) pra ganhar o jogo ou ficar em vantagem.
Claro que o Vaticano não fez isso gratuitamente… o Duce e o Führer retribuiram economicamente o papado.
kavkaz
Uma pergunta:
– A que horas é que “Deus” previu que o “Filho dele” devesse morrer?
É que preciso de preparar o lençol para as lágrimas.
Kavkaz, terás de ler, bem lidos, os evangelhos. Depois, como todos eles relatam horas diferentes, terás de fazer o favor de escolher a hora que mais te convier. Como vês, mais democracia não existe.
Ler os evangelhos outra vez será um Calvário. Aquilo é de doidos: o pai quer matar o filho para depois o ressuscitar de seguida. Seria melhor que tivesse mandado o filho trabalhar!
Ai, a minha cabeça! Passados dois mil anos já está adiantada um dia! Deve ser da folga que tive…
Onde é o acontecimento para assistirmos? Já passaram dois mil anos? Então, vou ao cinema!
Eles não têm muito bons exemplos para seguir. A começar pelo Peter Singer que defende a legalização do assassinato de crianças deficientes e acabar no Sam Harris, que defende a tortura dos muçulmanos. Por isso, acaba por ser compreensível que se revejam nos bons exemplos da teologia da libertação. Coitados, também não têm mais outros exemplos edificantes na área ateista.
Acho que até deveriam criar no facebook o grupo dos ATEUS AMIGOS DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, com o Molochbaal a c* as suas postas de m* e o Esperança a atirar setinhas ao Richard Dawkins.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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22 thoughts on “Ó cavalheiro, vai um tirinho?”