Tenho notado, nas caixas de comentários, autênticos manifestos anti Tolo Mor, só lhes faltando o”Morra o Tolo-Mor! Morra! Pim”.
Caríssimos, deixem-me dizer-lhes que tal atitude não é correcta, nem se coaduna com a ética que deve presidir a uma conduta ateísta ou agnóstica. Uma conduta de seres inteligentes, em suma.
O Tolo-Mor, que já usou dezenas de “nicks”, é doente. Só um doente passa horas diante do computador à espera de um “post” para ser o primeiro a comentar. É paranoia, pura e simples. Mas longe de merecer o nosso repúdio, o homenzinho deve ser credor da toda a nossa solidariedade já que, no fundo, ele funciona como um alerta: indica-nos a que ponto pode conduzir o fanatismo religioso. A ele, conduziu-o ao patamar mais baixo da inteligência e do discernimento. Que ele, ingenuamente, considera uma dádiva do seu deus de bolso. E é.
Um não-crente é um ser de inteligência superior, por definição. Ao retorquir às inconscientes provocações do desgraçado, está a eliminar as provas dessa sua inteligência; porque o pobre coitado não tem consciência do que escreve. Como, aliás, se pode comprovar com a reiterada ausência de respostas a inúmeras perguntas que lhe têm sido feitas.
Um livre-pensador é um ser solidário, por excelência; ao retorquir ao coitadinho, está a demitir-se da sua acção solidária, já que obriga o doente a um esforço intelectual que está acima das suas reais capacidades. Ou seja, o rapaz acaba por ficar ainda mais doente, como tem vindo a ser inegavelmente comprovado pelos seus, dele, escritos.
Já houve, aqui, quem lhe tivesse chamado “troll”. Não é! O desgraçado não é “troll”, pela singela razão de que um “troll” tem consciência do que faz, o que não é, manifestamente, o caso do doente “sub judice”. O pobre coitado é, apenas, inimputável em razão de anomalia psíquica.
Nunca riam nem façam chacota da desgraça alheia, por favor; olhai que podeis ficar como ele. Se o doente quer escrever, pois que escreva. Se quer insultar, pois que insulte. Nós, seres intelectualmente superiores, somos imunes a essas minudências mentais.
O discurso dele está cada vez menos articulado. Já não responde a nada e limita-se a provocações cada vez mais infantis, que julga afectar muito os outros, não percebendo que apenas se está a expor a ele próprio como parvo.
Se calhar é mesmo melhor deixar de lhe responder. Começa a ser confrangedor debater comum idiota incapaz sequer de defender as suas ideias.
“Um não-crente é um ser de inteligência superior, por definição”
José Moreira
Só um enorme imbecil seria capaz de debitar esta asneira. Se esta patetice fosse verdadeira, então os grandes camaradas Pol Pot e Kim Jong.Un seriam o supra sumo da inteligência. Ou então talvez o ateu Peter Singer quando propõe o homicídio legal de crianças deficientes. Ou o ateu Sam Harris propõe a tortura selectiva da tortura sobre islâmicos.Tudo gente ” intelectualmente superior” para esse imbecil, está-se mesmo a ver, não está ?
P.S. Agora só falta aparecer outro imbecil, a dizer algo como ” a crueldade é apanágio dos crentes” ou outras imbecilidades da mesma jaez.
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5 thoughts on “A dignidade ensinada aos cristãos”