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  • 31 de Outubro, 2013
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

O Islão é recuperável?

Um bebé foi registado no Líbano sem que no registo civil conste a sua religião, facto inédito no país, anunciou o pai de Ghadi Darwich, que considerou o filho “o primeiro bebé nascido livre no Líbano”.

Ghadi Darwich nasceu em 30 de setembro da união civil entre Nidal Darwich, xiita, e Yulud Sukarie, sunita, que em abril foi notícia nos media libaneses por ter sido o primeiro matrimónio civil realizado no Líbano, para além de transpor a tradicional barreira de hostilidade entre as comunidades xiitas e sunitas.

7 thoughts on “O Islão é recuperável?”
  • Tolo_Mor

    Se o Islão é recuperável ? Há gente porreira em todos os lados, como quando o Cristo mandava dar a outra face. A porra toda são cacas como as decretais pseudo-isidorianas.

    • David Ferreira

      O que se pretende “censurar” não são comentários, são discursos obssessivos e mal educados com o propósito de vilipendiar e desacreditar esta página.
      E, já agora, o seu Cristo nunca mandou dar a outra face a ninguém. Nenhum dos que conviveram com ele deixou para a posteridade um testemunho ou documento válido que fosse acerca das suas ações, o que nos leva a ter em conta os estudos e as teorias que apontam no sentido de tal personagem historica não ter sequer existido.

      • Não me peidei

        Hoje ainda não me peidei.

      • Molochbaal

        O fifi está fartinho de saber que é censurado, não por comentar, mas por tentar sabotar o blog.
        Ele teve e tem a possibilidade de participar, mas opta por se excluir a si próprio ao se limitar a provocações idiotas.
        A prova é que tem tempo para milhares de provocações idiotas, mas continua sem responder a centenas de perguntas que lhe foram feitas, todos os dias, ao longo de anos.
        Só essa da outra face deu direita a dezenas perguntas a que ele nunca respondeu.
        Por exemplo, como explica ele, que praticamente nenhum cristão, a começar por ele, que aqui vem apenas provocar os seus “irmãos”, siga esses ensinamentos.
        Ou, como se explica que o mesmo deus que apela ao amor numa página da bíblia, na outra apele ao ódio e ao extermínio e ameace com torturas eternas os seus supostos “queridos filhos”.
        Como sabe que a ideologia dele é só tretas, tem de se refugiar na provocação obtusa.

  • kavkaz

    A ideia de registar a religião de um bebé no registo civil mostra-nos quanto uma sociedade pode ser atrasada e estúpida. É a ideia do controlo ideológico estatal e da divisão das pessoas por grupos e etiquetas, neste caso religiosas. É a base para futuras guerras.

    • Molochbaal

      É como uma marca para toda a vida. No III Reich, a procura dos judeus era feita muitas vezes através da pesquisa das certidões de nascimento, que identificavam a religião dos pais.

      Um excelente livro, que documenta esse facto histórico, é o IBM and the holocaust, que relata o uso de tabuladoras Holerith, antepassadas do computador, para coligir milhões de dados, nomeadamente de certidões de nascimento, para detectar judeus.
      Essa situação prova aliás, que a doutrina nazi, supostamente baseada na raça, na prática se deixou contaminar por preconceitos religiosos.
      Porque, se a gestapo precisava de tabuladoras para encontrar os judeus nos arquivos, era porque eles não podiam ser encontrados, simplesmente a olho nu.
      Isto é, os judeus pertencem à raça branca, a não ser assim, não era preciso procurar um judeu nos arquivos, bastava olhar para ele, para se saber que era judeu. No meio da populaçãop branca da Europa central, os judeus, se não fossem brancos, podiam simplesmente ser apanhados na rua, à vista.
      A trabalheira arquivística foi necessária, precisamente, porque os judeus pertencem à raça branca e apenas o preconceito de origem religiosa levou à sua perseguição.
      http://en.wikipedia.org/wiki/IBM_and_the_Holocaust

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