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  • 28 de Outubro, 2013
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Em democracia não tomava posse

O novo secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, recebeu alta nesta sexta-feira após passar mais de dez dias no hospital. A Santa Sé não deu detalhes sobre as condições de saúde do número dois do Papa Francisco, se limitando a dizer que ele foi operado inesperadamente e não pôde assistir à própria posse em 15 de outubro.

3 thoughts on “Em democracia não tomava posse”
  • Tolo_Mor

    Pode ser que, com este papa, as coisas comecem a mudar um bocado. Mas também pode ser que não mudem. E o meu medo é esse.

  • kavkaz

    Já viram que ninguém fez um milagre para curar o número 2 do Papa?

    – Mas que brincadeira é esta? Os deuses e os papas que morreram andam a fazer o quê e não trataram do doente ultra vaticanista?

    Isso de obrigarem o número 2 do Papa a ir a um hospital e ser tratado por médicos é achincalhar e mostrar o desprezo que os deuses e os papas falecidos têm por ele. Valeu-lhe os médicos, a ciência humana para o salvar. Os crentes já podem rezar pela ciência três Pai-nossos e três Avé-Marias.

    Os médicos sim, estes é que fizerem a diferença ao número 2 do Vaticano! Valha a Ciência para o salvar!

  • JoseMoreira


    Em democracia não tomava posse”
    Depende, Carlos. Depende. Sabe, melhor que eu, que há vários tipos de democracias. E de democratas, já agora. A democracia está a tornar-se assim como uma espécie de religião, ou de deus: cada um adapta-a consoante os seus interesses. É o chamado “meu conceito de democracia”.
    Tal como Deus, a democracia é o que nós quisermos que seja.

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