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  • 2 de Outubro, 2013
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Novo método de conversão!

Após aneurisma cerebral, muçulmano se converte ao Cristianismo

Ele lança livro para contar sua jornada de 20 anos de transição entre o islamismo e o cristianismo

Karim Shamsi-Basha – que foi criado no islamismo, como a maioria da população de Damasco, capital da Síria, no sudoeste da Ásia – reconheceu os ensinamentos de Cristo em sua vida, em um processo que durou aproximadamente 20 anos. Em 1992, ele ficou em coma, em consequência de um aneurisma cerebral e as palavras do cirurgião sobre sua recuperação o fizeram refletir sobre seu caminho. “Vejo muito poucas pessoas se recuperarem, como você fez. Você tem que descobrir por que você sobreviveu”, disse o médico.

6 thoughts on “Novo método de conversão!”
  • João Pedro Moura

    E quem foi o(a) santinho(a) taumaturgo que o recuperou?
    Normalmente, no linguajar católico, há sempre um defunto, já com uns anos de (de)função, especialista em milagres, a quem se impetra a benesse da cura…

    Por estranho que pareça, nunca aparece um “miraculado” que diga que foi Deus e seu ectoplasma filial, Jesus Cristo, a fazer o milagre…
    … Donde se infere a estranhíssima conclusão que o principal protagonista do aprisco, Deus e sua metamorfose cristã, nunca fazem milagres ou rarissimamente o fazem, no dizer dos seus sequazes…
    Agora vem o sírio dizer que foi uma graça de Deus…
    Bravo! Já não era sem tempo! Certamente que o deus sacudiu o langor tórpido que o tolhia e deu um ar de sua graça…

    Já chega de santinhos mortos, mas taumaturgos, que têm essa estranha propriedade físico-química, digo alquímica, de fazerem milagres depois de mortos e longo tempo mortos, já só sobrando meras ossamentas ou vestígios suspeitos em relicário purpurado, em vez de operarem prodígios benéficos ao vivo…

  • orenascido

    Então o Lili agora anda fugido ? Voltou à sua toca ? Ao seu refinado berço de origem ?
    Ó, fico tão desiludido. E eu que pensava vir aqui ler o Lili a dizer algo do estilo:

    ” Quando estou na minha fase ateísta, não acredito em milagres. Mas depois, na minha fase agnóstica, admito que possam existir.”

    Anda Lili, volta à liça, mostra novamente ao pessoal a tua especial característica de TOLO-MOR deste site.

    • Molochbaal

      Caro fifi.
      Calma.
      Não tentes pensar muito, k não estás habituado.
      Existem dois tipos de agnosticismo.
      – O agnosticismo teísta, o que acredita em deus, mas considera impossível conhecê-lo.
      – O agnosticismo ateísta, k NÃO acredita em deus, mas aceita que deus possa existir.
      Isto é, ACAEITA A POSSIBILIDADE da sua existência, embora considere não haver provas contra ou a favor, k permitam acreditar – ter a certeza k existe – ou declarar a certeza da sua inexistência.
      É neste sentido que um agnóstico é ateu.
      O k é muito diferente do ateísmo tout court, que declara a certeza da não existência de deus.
      Já te expliquei isto umas dez vezes, mas tenho todo o prazer em continuar a explicar.
      Embora tenha a ligeira sensação k isto é como a cena do “franquista” i.e, sabes perfeitamente k o que estás a dizer é uma palhaçada, mas dizes na mesma, porque pensas k me estás a irritar.
      Mas graças aos meus exercícios espirituais – fixar intensamente um poster a Samantha em topless, tenho reservas psicológicas k me permitem aturar a tua chico espertice de seminarista falhado.

  • Molochbaal

    O meu grande medo é esse.
    Um dia cair para o lado com um AVC e acordar inscrito no opus dei.

  • kavkaz

    O médico tentou disfarçar a incapacidade dele para explicar a recuperação do doente. Daí tirou da manga a carta escondida… Não ia dizer que era ele, o cirurgião, quem precisava de descobrir e explicar porque é que o doente recuperou.

    O ataque é sempre a melhor defesa. O cirurgião mandou o doente descobrir a causa da recuperação dele próprio e depois dizer-lhe. É uma boa técnica do cirurgião!

    • Molochbaal

      É como ir à padaria, o padeiro aceitar o pagamento e a seguir mandar-nos fazer o pão, k não é nada com ele.
      E há idiotas k vão na conversa.

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