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A ditadura espanhola e o catolicismo

“O direito de professar e praticar a religião católica, que é a do Estado espanhol, gozará de proteção oficial. Ninguém será molestado pelas suas crenças religiosas nem pelo exercício privado do seu culto. Não se permitirão outras cerimónias ou manifestações exteriores às da religião católica”.

19 thoughts on “A ditadura espanhola e o catolicismo”
  • orenascido

    O AGNÓSTICO DO REVIRALHO

    “Eu sei que todos somos ateus, no sentido de não acreditar em deus.”

    Moloch Baal

    Teísmo, Ateísmo e Agnosticismo, DduA, 30/9/2013

    P.S. O franquista do lili a queimar a suas convicções agnósticas…

    • Molochbaal

      Fifi, tenho a impressão k o teu problema é mesmo falta de literacia.

      Não consegues perceber nem os textos mais simples.

      Bem, vou tentar explicar o óbvio, devagarinho, embora desconfie que isto não passa de tua conversa da treta habitual, fazer um caso á volta de uma parvoíce qualquer, só para tentar irritar alguém.

      Sim, no sentido em que não acredito em deus, sou ateu.

      Nesse sentido, um agnóstico é ateu.

      Isto porque não há provas da existência de deus.

      Mas como admito que possa existir, distancio-me dos outros ateus, ressalvando que sou agnóstico.

      Um agnóstico é isso mesmo, não acredita em deus, tal como os ateus, mas admite que possa existir, pelo que convém ressalvar que é agnóstico, porque os ateus não admitem sequer a possibilidade.

      E sim, não há provas contra a existência de deus.

      Mas também não há a favor, pelo que não acredito, mas admito que possa existir, eventualmente.

      Daí ter dito que não há provas contra a existência de deus, mas, como também não há a favor, obviamente não acredito que exista.

      É que existe uma diferença entre ACREDITAR que exista ou admitir que possa existir.

      Qual é a palavra que não percebes ?

      Acreditar – Ter a certeza que existe.

      Admitir que possa existir – é exactamente isso, admitir que possa existir. NÃO é o mesmo que acreditar.

      Tudo isto é obvio, mas já percebi que é mais uma das tuas palhaçadas, inventadas à pressão, como a do “franquista” e vai dar para andares a fazer de palhaço mais uns meses com este não assunto.

      Bom proveito.

      PS

      Se pensas que me irritas com este tipo de idiotices, estás enganado, apenas me divirto quando fazes de idiota.

      • orenascido

        “Sim, no sentido em que não acredito em deus, sou ateu.

        Nesse sentido, um agnóstico é ateu.

        Isto porque não há provas da existência de deus.

        Mas como admito que possa existir, distancio-me dos outros ateus, ressalvando que sou agnóstico.”

        Moloch Baal, versão revisionista da sua anterior versão revisionista.

        Eu não disse que o lili salta-pocinhas dá para todos os lados ? Ele é capaz de dizer tudo e o seu contrário. Até enaltecer Oscar Romero e Franco ao mesmo tempo.

        • Molochbaal

          Caro fifi.

          Proponho que ponhas o link onde eu “enalteço” Franco.

          Mas sim, eventualmente, até podia concordar com Franco numas coisas e com Romero em outras.

          Não estou a ver quais, neste momento, mas é perfeitamente possível.

          Eu não sou um lacaio como tu e não dou razão apenas pela cor das camisolas.

          Franco com certeza que terá feito alguma coisa certa e Romero com certeza que poderá ter feito algo de errado.

          Não preciso de investigar, é uma inevitablidade estatística.

          Não há NINGUÉM que faça tudo certo ou tudo errado.

          Claro que um fanático de merda como tu nunca poderá perceber isso.

          Mas as pessoas são humanas e o maior dos assassinos pode ter feito algo bem e o maior dos humanistas pode ter metido a pata na poça, ou simplesmente ter-se enganado a respeito de algo.

          Tu pensas que os gajos de quem gostas são deuses, que nunca se enganam, nem nunca, por definição, poderiam fazer nada de mal.

          Foste criado assim, a ser um capacho.

          É questão de berço.

          • orenascido

            Queres mais links, lili ? Queres as tuas próprias provas, patarata ? É só pedires, lili:

            “A igreja pode apoiar Franco ? Pode.

            Se acha que faz bem, EU ACHO MUITO BEM QUE APOIE

            A questão não será bem uma maldade intrínseca da aliança com o fascismo – podiam ter muitas razões para isso.

            DduA, Apoiantes do genocida Franco 11/5/2013

          • Molochbaal

            Sim ?
            Eu limitei-me a não julgar moralmente uma aliança k a tua igreja fez com Franco.
            Porque não somos todos santos e todas as instituições políticas têm de se haver com a realpolitik.
            Os EUA e o Reino unido, também se aliaram a Estaline, por exemplo.
            O que é que isso tem a ver com um “enaltecimento de franco” ?
            PS
            Já te perguntei umas dez vezes, porque é que, nessa citação, eliminas sempre a frase que vem a seguir, em que eu digo que, se a igreja se aliou a franco, não pode a seguir vir dizer que sempre defendeu os valores da vida ?
            Lá no teu berço não te ensinaram que distorcer o sentido das palavras é aldrabice ?
            Vieste mesmo de um berço de merda.
            PS II
            Porque é, com todas essas acusações de “franquismo”, como se eu te devesse alguma coisa e, se quisesse, até o pudesse ser mesmo e estar a marimbar-me para um merdas como tu, porque é que nunca estendes a mesma acusação aos merdas dos teus santinhos que se aliaram a franco ?
            Podias explicar essa atitude de merdoso ?
            Ou é apenas para nos provar que foste mesmo criado numa pocilga ?

          • stefano666

            todo mundo fala da 2GM… e a realpolitik.

            Vou citar outras realpolitik…
            na 1GM… França e Inglaterra… 2 paises liberais… foram aliados da Russia de Nicolau I… a Russia czarista ortodoxa era feudal ao extremo.

            outro caso de realpolitik… a Comuna de Paris… eclodiu durante a guerra franco-prussiana. “Estranhamente”… as forças francesas e prussianas.. embora inimigas… se uniram para esmagar a Comuna.

            o cardeal Richelieu foi outro adepto da Realpolitik. Ele se uniu aos paises protestantes para derrotar a católica Austria.. (pois esta ameaçava os interesses franceses).

          • Molochbaal

            Isso e o k estás sempre a referir, as alianças dos países ocidentais com os fundamentalistas árabes do países petrolíferos ou até com o Bin Laden, quando combatia os soviéticos.
            E, claro, a aliança de Hitler com Estaline.
            Já, agora, o catolicíssimo Francisco I com os turcos.
            Toda a história está cheia disto, toda a gente o faz.
            Foi nesse sentido, que não julguei moralmente a aliança da igreja com Franco – sabendo nós. claro, que ao contrário dos exemplos dados, existia de facto uma correspondência ideológica da igreja católica com o católico-fascismo de Franco.
            Mas ninguém tem a obrigação de ser santo. Eu não sou.
            Por isso não vou cair em cima da igreja a exigir que seja santa.
            Mas o fifi cai-me sempre em cima, quer defenda, quer ataque os cristãos.
            Se eu me convertesse ao catolicismo, ele tornava-se ateu, só para estar do contra.
            PS
            Entretanto, claro, a citação que ele faz está completamente descontextualizada, porque logo na frase a seguir, que ele nunca coloca, digo que, se é natural que a igreja conservadora se tenha aliado com Franco, depois disso já não pode dizer que sempre defendeu os valores da cultura da vida – porque todos sabemos que Franco foi um assassino de massas.
            Isto é, ninguém tem a obrigação de ser santo, mas também não tem nada de se ARMAR em santo, quando não o é.

          • stefano666

            temos ke recordar da epoca de Primo de Rivera.. ele foi um espécie de “Franco” do anos 20…

          • stefano666

            ou então o conluio da igreja com mafiosos e narcos.

            o filme O Padrinho 3 chegou a abordar esse conluio

      • carlos cardoso

        “Um agnóstico é isso mesmo, não acredita em deus, tal como os ateus, mas admite que possa existir, pelo que convém ressalvar que é agnóstico, porque os ateus não admitem sequer a possibilidade.”

        Inteiramente de acordo coma primeira parte, mas não com a segunda. Os ateus também não excluem essa possibilidade: Dawkins, que é muitas vezes apresentado como um ateu assanhado, escreveu que, numa escala de 1 a 10 em que 1 é a certeza que deus existe e 10 a certeza que não existe, ele se situa no 9. Ludwig Krippahl escreveu há pouco tempo qualquer coisa como “sei que deus não existe mas posso estar enganado”. Todos os ateus que conheço pensam assim, mais coisa menos coisa.

        • Molochbaal

          Ainda bem.
          Digamos então que sou um ateu k numa escala de 10, dá 5 de possibilidade que não exista.
          Simplesmente, devido a dar também 5 de possibilidade de que possa existir, a designação adequada será de agnóstico.

      • João Pedro Moura

        MOLOCHBAAL disse:

        “Um agnóstico é isso mesmo, não acredita em deus, tal como os ateus, mas admite que possa existir,”

        Como é que “não acreditas em deus” e logo a seguir admites “que possa existir”???!!!

        Isso é uma contradição antitética!

        Se não acreditas em “deus”, não podes admitir que possa
        existir…

        Se admites que uma coisa pode existir, infirmas o descrédito na mesma, concomitantemente.

        O máximo que poderás dizer é que, muito provavelmente, na tua perspetiva, dificilmente existirá “deus”.

        Acreditar numa não-existência implica desacreditar totalmente na sua existência eventual.

        Vejamos a sequência de afirmações analógicas antitéticas:

        1- Eu não acredito na existência de elefantes voadores, mas admito que possa existir.

        2- Eu não acredito na existência de musaranhos cor de rosa alados, mas admito que possa existir.

        3- Eu não acredito que o João César das Neves seja um ateu
        encapotado, mas admito que possa ser.

        4- Eu não acredito na existência de OVNI`s, mas admito que possa existir.

        • Molochbaal

          Acho k não é muito complicado.
          Quando digo que não acredito, estou a dizer no sentido de não ter a certeza em algo.
          No sentido do acreditar como fé, como certeza absoluta.
          Nesta conversa de religião o sentido só pode ser esse.
          Eu posso não ter a certeza em algo, logo, não acreditar, isto é, não ter a certeza nesse algo, mas achar k esse algo é uma possibilidade, entre várias.
          Porque se eu disser k acredito em algo, estou a dizer que tenho a certeza nesse algo.
          Não estou a ver onde está a tua confusão.
          Keres que eu diga que, por achar que é possível que deus exista, então acredito em deus ?
          Apesar de achar igualmente possível que deus não exista ?
          Mas isso faz algum sentido ?
          Onde tu estas a querer chegar é k, ou se acredita ou nem sequer se admite a possibilidade.
          Do género – nunca me engano e nunca tenho dúvidas.
          Acontece que isso não corresponde à realidade, nem toda a gente tem a certeza absoluta em tudo o que pensa, como tu e o fifi.
          Graças a deus, ou a Descartes, muita gente admite que tem dúvidas.
          A começar por mim.
          Porque o conhecimento que temos da realidade é mínimo.

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            “Eu posso não ter a certeza em algo, logo, não acreditar, isto é, não ter a certeza nesse algo, mas achar k esse algo é uma possibilidade, entre várias.
            Porque se eu disser k acredito em algo, estou a
            dizer que tenho a certeza nesse algo.
            Não estou a ver onde está a tua confusão.”

            É uma confusão completa!
            Então, se dizes “k acredito em algo, estou a dizer que tenho a certeza nesse algo.”…
            …Isto é: acreditar = ter a certeza…
            …Então, simetricamente, como é que podes dizer “não acreditar, isto é, não ter a certeza nesse algo, mas achar k esse algo é uma possibilidade, entre várias.”?!

            “Não acreditar em algo” implica, logicamente, denegar a existência desse “algo” e nunca admitir uma “possibilidade entre várias”.

            Admitir uma “possibilidade entre várias”, ao contrário do que dizes, não é, portanto, “não acreditar em algo”, mas sim, equiparar um conjunto de possibilidades, admitindo, concomitantemente, a sua plausibilidade e
            verosimilhança.

            Portanto, admitir a possibilidade da existência de deus, por um lado, enquanto se o nega, por outro, é uma contradição antitética.

            Pôr no mesmo campo de possibilidades a negação dos fundamentos religiosos de deus, como tu fazes relativamente aos religionários, e admitir
            esses mesmos fundamentos, pela porta abstrusa da abstração, sem firmá-los em nada, para nada serve…
            É uma proposição sem nexo!…

            Se a tua argumentação destroi a dos crédulos, sobre a existência de deus, que argumentação poderias apresentar para admitir a possibilidade da existência de deus???!!!

          • Molochbaal

            Olha, ó Moura, tu percebeste muito bem o que quero dizer.
            Não vou fazer um tratado gramatical sobre as várias utilizações da palavra acreditar.
            Se insistes em que, a gramática obriga, apenas por admitir a possibilidade de algo, que se acredite firmemente nesse algo, então não sou eu k vou estar a escrever kilômetros de textos para te explicar que isso não faz qualquer sentido.
            Já vi que, para ti, é tudo a preto e branco. Qualquer cor intermédia não existe, mesmo que esteja o arco-íris à frente do teu nariz, vais jurar que só vez duas cores e esta conversa é completamente inútil, porque daí não sais e daí ninguém te tira.
            Então está decidido.
            Para ti sou um crente emperdernido, um verdadeiro S. Francisco, apenas por admitir que, eventualmente, se calhar, quem sabe, deus é capaz de existir.
            Tudo o k quiseres.
            Quanto à argumentação em relação à possibilidade da existência em deus, como não acredito que ele exista, não tenho que a dar.
            Simplesmente, atendendo a que desconhecemos uns 99,9999999% da realidade que nos cerca, digo que, quem sabe, talvez seja possível.

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            1- “Se insistes em que, a gramática obriga, apenas por admitir a possibilidade de algo, que se acredite firmemente nesse algo,”

            A “gramática” não obriga a nenhuma credulidade em algo…
            A lógica é que obriga a admitir diversas possibilidades, se for caso disso, e a selecionar a correta ou verídica, eliminando as restantes, ou a
            selecionar a mais plausível…

            2- Para ti sou um crente emperdernido, (…) apenas por admitir que, eventualmente, se calhar, quem
            sabe, deus é capaz de existir.

            O teu discurso é o de um ateu, que destrói, argumentativamente, os fundamentos dos crédulos, mas que insiste em defender, abstrata e
            infundamentadamente, a possibilidade de existir “deus”…

            3- “Quanto à argumentação em relação à possibilidade da existência em deus, como não acredito que ele exista, não tenho que a dar.”

            Então, se afirmas que “como não acredito que ele exista”, por que é que mantens a possibilidade de “deus” existir???!!! É um contrassenso!

            4- “Simplesmente, atendendo a que desconhecemos
            uns 99,9999999% da realidade que nos cerca, digo que, quem sabe, talvez seja possível.”

            Essa percentagem nada significa e o “talvez seja possível” é o reconhecimento da incapacidade total de
            justificar “deus”…
            Sendo assim, para quê admitir tal possibilidade?!

          • Molochbaal

            “Então, se afirmas que “como não acredito que ele exista”, por que é que mantens a possibilidade de “deus” existir???!!! É um contrassenso!”

            Já te expliquei umas 500 vezes, que não acredito, no sentido de ter fé, de ter a CERTEZA de que existe.

            As palavras têm vários sentidos e significados, de grau e contexto.

            Não podes ver tudo ao nível mais básico, porque se não, a conversa fica ao nível de putos da pré-primária.

            Se eu digo que odeio benfiquistas, é completamente diferente de dizer que odeio serial killers.

            Se eu digo que tenho medo de me molhar com a chuva, é completamente diferente de dizer que tenho medo de ser atropelado pelo camião TIR que vem a 200 à hora na minha direção.

            O discurso tem vários níveis e matizes. Se levas tudo numa combinação binária, sim/não, preto/branco, a conversa acaba já aqui, porque estás ao nível de uma máquina e não adianta discutir filosofia ou religião, com uma máquina de lavar roupa, por exemplo.

            Tu estás formatado para um programa liga-desliga. Ponto.

            “A lógica é que obriga a admitir diversas possibilidades, se for caso disso, e a selecionar a correta ou verídica, eliminando as restantes, ou a
            selecionar a mais plausível…”

            Se for caso disso.

            Precisamente.

            E não obriga a escolher uma ao calhas, sem dados, apenas porque te apetece que seja essa.

            Não havendo dados suficientes, todas as possibilidades se mantêm em aberto.

            Não se eliminam as que tu queres, só porque tu queres.

            “O teu discurso é o de um ateu, que destrói, argumentativamente, os fundamentos dos crédulos, mas que insiste em defender, abstrata e
            infundamentadamente, a possibilidade de existir “deus”…”

            Eu apenas destruo fundamentos k se possam comprovar estar errados. Como os de um deus bom que cria um mundo mau e outras idiotices.

            Mas o fundamento mesmo da ideia de deus, não tem provas contra nem a favor, pelo que NÃO me pronuncio sobre o que não sei.

            “Essa percentagem nada significa e o “talvez seja possível” é o reconhecimento da incapacidade total de
            justificar “deus”…
            Sendo assim, para quê admitir tal possibilidade?!”

            Precisamente por quase nada sabermos do mundo, as possibilidades estão em aberto.

            É uma questão de ética.

            Escolher uma hipótese ao calhas, baseada em caprichos pessoais, é que não significa nada.

            Tu entras a matar, é tudo como tu queres.

            Não sabes nada ?

            Não faz mal, procedes como se soubesses tudo e já não há problema.

            A tua ética é exatamente igual à de um crente.

            O fifi também não se preocupa se não tem provas da existência de deus. Para ele existe e pronto. Porque ele sabe tudo.

            A ti, também nada te preocupa, a começar pela hipótese de estares errado.

            Errado ? Um génio como tu ?

            Impossível !

            Mesmo que não saibas nada, ajes como se soubesses tudo.

            Ainda bem que nem toda a gente funciona assim.

  • stefano666

    muitos protestantes e testemunhas jeová comeram o pão que o diabo amassou durante o nacionalcatolicismo. (o próprio papa foi benevolente com essa intolerância contra os não-católicos).

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