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Hóstia dominical – V

Portugal não é um país católico, tal como não é um país benfiquista. Não
é a maior percentagem de adeptos de uma determinada organização que define a
identidade do que se conceituou ser o conjunto de todas as realidades
socioculturais existentes num determinado território delimitado por fronteiras.

39 thoughts on “Hóstia dominical – V”
  • orenascido

    Portugal é um país predominantemente católico, qualquer pessoa medianamente instruida o sabe. Afirmar que Portugal não é um país católico, como faz o David Ferreira, valeria exactamente o mesmo que sustentar, por exemplo, que o Afeganistão não é um país islâmico porque ” apenas” 99% dos afegãos são muçulmanos, existindo, contudo, uma pequena percentagem de sikhs nesse país, que traduz uma distinta realidade sociocultural.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_do_Afeganist%C3%A3o

    O David Ferreira gosta de se cobrir constantemente de ridículo, desde o tempo em que se abalaçou a escrevinhar esta ” pérola” ateísta do anedotário nacional:

    “Nesse breve e eterno momento em que me deixo envolver espontaneamente
    na memória mofenta de fogueiras a carbonizar gritos desesperados e de
    cães enraivecidos em condicionada convulsão a espumar ignorância das
    gengivas apodrecidas a escorbuto e devoção”

    Que falta de tino…

    • David Ferreira

      Portugal é um país “predominantemente” católico. Ponto. Não “é” um país católico. Ponto. Entenda se quiser. Ponto. Se não quiser entender vá destilar os seus sermões para o Portal Anti Ateu. Ponto.

      PS: Nenhum exagero linguístico com que possa tentar descrever o que sinto perante a realidade do passado ou do presente do catolicismo consegue descrever a estupidez, o sofrimento e a manipulação coletiva que essa decadente instituição tem espalhado pelo mundo.

      PPS: A hipocrisia de um crente da sua estirpe só lhe permite ver o que lhe interessa ver e sempre de uma forma deturpada. O que lhe vale é a satisfação de ver as igrejas sempre cheias.

      PPPS: O Afeganistão é o exemplo do que acontece quando uma instituição religiosa toma conta dos destinos de um país. A estupidificação completa. Por isso é tão importante a laicidade. Para prevenir que loucos (dos quais você é apenas um pequeno exemplo) imponham aos outros a sua conceção alucinada e irreal do mundo.

      • orenascido

        O Afeganistão também não é um país islâmico, porque ” apenas” 99% dos afegãos são muçulmanos ? Porque ainda existe uma residual realidade sociocultural de 1% de sikhs afegãos ? O Afeganistão não é um país islâmico, ponto ? Tu é que és um ponto e uma autêntica anedota, Ferreirinha. As tuas ” pérolas” já fazem parte do anedotário nacional. Continua a divertir-nos, bobo da corte ateísta. Até os teus colegas ateus devem sentir vergonha de ti.

      • Carlos Sampaio

        “Nenhum exagero linguístico com que possa tentar descrever o que sinto perante a realidade do passado ou do presente do catolicismo consegue descrever a estupidez, o sofrimento e a manipulação coletiva que essa decadente instituição tem espalhado pelo mundo.”

        Qual é o principio católico que legitima tudo aquilo de que acusa o catolicismo, ou mesmo o cristianismo?

        Não encontra no catolicismo base para a resposta. A razão é simples. Vocês, os ateus, ignorantemente, acusam a religião dos actos particulares das pessoas.

        Nesse caso, podemos comparar os regimes de ideologia ateia com os ideologia religiosa.

        Não creio que isso seja uma forma séria de tratar o assunto.

        Podemos comparar os valores instituídos (escritos e instituídos legalmente) como princípios universais do catolicismo, e os mesmos para o ateísmo. Então podemos comparar qual dos dois tem os princípios mais correctos.

        Para começo de conversa, não existem princípios universais que sejam normativos, legalmente instituídos, para o ateísmo.

        Isto significa que, se o catolicismo torna obrigatórios estes princípios: não matarás, não roubaras, não serás falso, ajudarás quem precisa sem esperar recompensa, respeitarás todas as pessoas, etc., tal não acontece, institucionalmente, com o ateísmo, aceitando como procedimento toda a negação de Deus, independente da foram e dos valores subjacentes.

        Não está em causa o comportamento particular, mas o normativo institucional.

        Portanto, eu não entendo como, em pleno século XXI, ainda há gente que defende uma ideologia sem regras institucionalizadas.

        Outra calinada é a referência ao Afeganistão. Este país, sendo religioso, não é pior do que a Coreia do Norte, que não é religiosa.
        É um erro discutir as coisas desta forma.

        Evidentemente que o ateísmo é muito mais perigoso e permissivo do que as religiões. Disso não há dúvida.

        • Anti tolo

          “não matarás, não roubaras, não serás falso, ajudarás quem precisa sem esperar recompensa, respeitarás todas as pessoas”… Tudo o que a tua amada ICAR tem feito ao longo de 2000 anos. Tu, como desertor desse bando de mentirosos, devias ter vergonha de a defender.

          “Portanto, eu não entendo como, em pleno século XXI, ainda há gente que defende uma ideologia sem regras institucionalizadas.”

          O ateísmo é a rejeição ou ausência da crença na existência de divindades e outros seres sobrenaturais, não é nenhuma ideologia, toninho. Quando é que vais aprender isso de uma vez por todas?

          A Coreia do Norte é governada por uma família de loucos que substituíram os próprios deuses. Eles são deuses, fazem milagres e tudo! Quando é que vais perceber isto, Fifi? Os ateus repudiam o regime da Coreia do Norte.

          Quando acabarem de vez essa corja de mentirosos mais o seus deuses invisíveis que nunca fizeram sinal de vida, essa corja de oportunistas que não fazem nenhum e vivem à custa das esmolas de tolos como tu, não há necessidade de haver ateísmo. Uma sociedade puramente secular é perfeitamente viável e mais saudável que uma sociedade que passa a vida a prostrar-se a deuses inventados por embusteiros.

          • stefano666

            o antolo fala da coreia do norte e ignora estas fotos contra a igreja.

          • Carlos Sampaio

            “estas fotos contra a igreja”

            Estas fotos são contra a Igreja, por que razão?
            Espero que todas as fotos que tu tenhas contra alguém, incluindo contra ateus, sejam tão más e violentas como estas.

            Vejo aqui a Igreja a desempenhar o seu papel. O não está?

          • stefano666

            esta sim… e muito… cumpre o papel de cumplice de assassinos !

          • Carlos Sampaio

            Quem está a assassinar alguém na fotografia, para tu poderes acusar?

            Um pessoa só pode denunciar crimes de que é testemunha.

            O facto de tu seres amigo de um assassino não faz de ti cúmplice dele.

            Além disso, a Igreja está, nestas fotos, a desempenhar as suas obrigações legais e institucionais. No cumprimentos das suas funções legais, ninguém é considerado criminoso.

            Pergunto:
            O que fizeram os teus familiares antepassados para combater estes “assassinos”? Se não fizeram nada, também são cúmplices.

          • stefano666

            tá… sabichão.. e se fossem religiosos se confraternizando com medicos que praticam aborto.. que voce diria?

            voce nao sabem qm sao essas pessoas dessas fotos ?
            obrigações legais… ah claro… compactuar com o III Reich era algo muito normal, né?

            Meus familiares ?? voce quer comparar minha familia com uma organização influente que nem o Vaticano?? deixe de ser patetico.

          • Moloch Baal

            “Os ateus repudiam o regime da Coreia do Norte.”

            ???????

            Deves estar a esquecer-te dos ateus comunistas que a apoiam.

          • Carlos Sampaio

            Não me conheces de lado nenhum para me alcunhar de “toninho” e de “Fifi”.

            Chamo-me Carlos Sampaio e, se quiseres que te prove, indica-me o teu contacto telefónico que eu terei todo o gosto em me apresentar pessoalmente e com a minha identificação. Sou uma pessoa pacífica e de bem. E, se tivesse que me exaltar, não seria por causa de uma discussão fútil e que não tenho medo de debater com quem se serve de um discurso imbecilizante e nada civilizado, mas muito frouxo e sem argumentos, para defender o indefensável (o ateísmo).

            Desde já, fica aqui a nota de que não me escondo sobre uma alcunha, pois vivo num país livre e sou responsável pelos meus actos. Talvez por isso tente ser educado, coisa que vocês, os ateus, na generalidade dos casos, não sabem bem o que isso é.

            ” O ateísmo … não é nenhuma ideologia”. Ideologia é, segundo a bibliografia que já citei, “um sistema mais ou menos coerente de ideias que um grupo social apresenta como uma exigência da razão”. Preferia que fosse uma atitude racional, mas se não é, o problema é vosso.

            Que o ateísmo não é “uma ausência de crença”, mas antes uma “anti-crença”, disso não há duvida nem ninguém pode negar.

            Aliás, sem teísmo não pode haver ateísmo. Logo o ateísmo parece por oposição (anti) o teísmo.

            A Coreia do Norte é governada por pessoas. Não são gente decente e são ateus. O Irão é governado por pessoas que não são gente decente e são crentes; os EUA são governados por gente não decente e que se distanciam das suas crenças para cultivar a laicidade.

            As pessoas são o que são, as ideologias não tem que ser marcadas pelas pessoas. As ideologias caracterizam-se pelos seus princípios. Se os seus valores são bons ou maus, se servem o bem comum ou não. Isso é que caracteriza as ideologias. A forma como as pessoas se servem da ideologia não é problema dessa ideologia, mas sim do tipo de pessoa.

            Nesse aspecto, não podes, se quiseres ser honesto e coerente, dizer que o catolicismo é pior que o ateísmo.

            Se excluirmos uma parte do Tibete, todas as sociedades são seculares, ou seja, não clericais. Se estás a confundir “secular” com “irreligioso”, então estás a faltar à verdade. Os poucos exemplos de sociedade fundadas na irreligiosidade, são exemplos para esquecer. A Albânia é um exemplo.

            Quanto a “a deuses inventados por embusteiros”, além de ser uma frase que determina o teu péssimo carisma, há a convicção cientifica de que “a ideia de Deus” não foi nenhuma invenção de “embusteiro”. Mas, a ser assim, “os embusteiros” seriam pessoas que viveram há muitos milhares de anos, e que deram um salto gigantesco na civilização humana, criando as bases de um sistema de valores que serviu de base a toda a civilização humana actual. Recordo-te que quase todas as leis são códigos que transcrevem valores religiosos, e que a Declaração Universal dos Direitos do Homem é, em 99%, um reprodução fiel da doutrina cristã.

        • Moloch Baal

          “Qual é o principio católico que legitima tudo aquilo de que acusa o catolicismo, ou mesmo o cristianismo?”

          O príncípio que vos leva a pensar que são donos da verdade, da moral e do direito ao ponto de, confrontados qualquer contradição, ou até mentira vossa, pensarem que podem “interpretar metafóricamente” no sentido que bem vos convier.

          • Carlos Sampaio

            Para começar, isso não é nenhum princípio inscrito na doutrina católica.

            Todas as correntes ideológicas, sejam religiosas, politicas, sociais, etc. se apresentam com uma validade absoluta sobre todas as outras. Isso é comum a todas. No caso do catolicismo, a moral católica é, sem sombra de dúvida, aquela que melhor responde à necessidade de estabilidade, coesão e pacificação das actuais sociedades do mundo ocidental.

            Negar isto é desconhecer o mundo.

    • Moloch Baal

      Essa “pérola” devia fazer-te corar de vergonha, A TI, se tivesses um mínimo de sentido ético, precisamente porque nos lembra como Portugal se terá tornado um país católico – porque vocês assassinavam quem não o fosse.

      Durante séculos quem não se declarasse católico ou fosse à missa, quem fosse de outra igreja ou de nenhuma, estava em perigo de vida.

      Assim é fácil fazer um país católico.

      Foi só retirar-vos o poder de assassinar e os resultados estão à vista.

      Depois de 15 séculos de “unanimidade” católica peninsular, numa geração os verdadeiros católicos, os praticantes, passaram para 30% da população, percentagem sempre a diminuir.

      A manter este ritmo, daqui a um século a igreja católica vai ser um pequeno gurpúsculo.

      Depois de 15 séculos de ditadura católica, bastaram umas dezenas de anos sem repressão para reduzir os verdadeiros católicos a 30%.

      O que fará um século sem repressão?

      Acho que todos já sabemos…

      • orenascido

        Estás muito enganado, cornudo. Eu nunca provoquei dano homicida fosse em quem fosse. Tu é que assassinaste as milhares de crianças que foram sacrificadas ao deus Moloch.E ainda te gabas disso chanfrado.

        • Anti tolo

          “Eu, cristão não católico, nunca provoquei dano homicida fosse em quem fosse”

          Mas tu pensas que o mundo anda à tua volta, Antolo?
          Já falas em nome da cristandade? Julgas-te alguma espécie de exemplo? Vai dormir, patarata, é o melhor que fazes e é quando falas melhor.

          • Moloch Baal

            É.

            Não católico que, por acaso, só por acaso, concorda com tudo o que os chefes da igreja digam.

            Está-se mesmo a ver.

        • Moloch Baal

          Fifi, não achas que é um bocado ridículo baseares 99% das critícas que me fazes no meu nick?

          Não achas que ainda mais ajuda à imagem de completo atrasado mental que tens neste blog?

          Se eu dissesse que era crente em Moloch ainda vá que não vá. Se fisesse a apologia de sacrifícios humanos estava bem.

          Mas um nick?

          Não tens mesmo mais argumentos fifi?

          É triste falar com alguém TÃO limitado.

          Entretanto deixa-te de tretas com essa de não seres católico, porque tu estás SEMPRE de acordo com as chefias actuais da igreja.

          Ora, até a maioria dos católicos discorda com uma ou outra coisa, um suposto não católico que concorda com tudo é bocado farçola.

          Quanto a um eventual nick Torquemada que tu dizes que criticarias, é outro exemplo.

          A tua igreja actual não o usa como nick, faz pior, DEFENDE a memória de Torquemada, apresentando-o como um excelente cristão.

          Mas a esses já não chamas assassinos não é meu hipocritazinho pegajoso?

          PS

          Coloca o link de onde eu tenha defendido o sacrifício de crianças ou admite que és um mentiroso de merda.

          • Moloch Baal
          • Moloch Baal

            Whether Torquemada’s ways of ferreting out and punishing heretics were justifiable is a matter that has to be decided not only by comparison with the penal standard of the fifteenth century, but also, and chiefly, by an inquiry into their necessity for the preservation ofChristian Spain. The contemporary Spanish chronicler, Sebastian de Olmedo (Chronicon magistrorum generalium Ordinis Prædicatorum, fol. 80-81) calls Torquemada “the hammer of heretics, the light of Spain, the saviour of his country, the honour of his order.

            http://www.newadvent.org/cathen/14783a.htm

            Olhem como os católicos justificam os assassinatos de Torquemada.

            Primeiro com o código penal do tempo, como se eles próprios, coitadinhos, não tivessem nada a ver com o código penal que punia os inimigos da igreja…

            E como se eles, supostamente inspirados pelo deus do amor, não devessem dar exemplo disso, em vez de ainda tornar as coisas piores.

            E depois, segundo a enciclopédia católica, PRINCIPALMENTE PELA NECESSIDADE DA MANTER A ESPANHA CATÓLICA!

            Isto é, se o terror era a única maneira de manter a Espanha católica, então não há problema de recorrer ao assassinato.

            E está o fifi sempre a defender estes gajos.

            Assassino!

          • stefano666

            entao vamos desculpar os republicanos espanhois na guerra civil?? afinal… é um mero detalhe a morte de padres.

          • stefano666

            a Iberia ficou muito atrasada em relação a Inglaterra, França, Alemanha em parte .. por causa da “gestapo” clerical

          • stefano666

            os jacobinos franceses guilhotinaram vários padres e nobres…. mas era uma necessidade, pois tinham que manter a França revolucionária !

      • Carlos Sampaio

        Este comentário é uma absoluta enormidade.

        Portugal não deve a sua identidade católica à Inquisição. Aliás, perdeu muita da sua identidade católica quando os nossos monarcas resolveram servir-se da religião em proveito próprio, desprezando, e subjugando, a Igreja. A Inquisição é uma submissão da Igreja ao poder régio e não o contrário.

        Aliás, o motivo porque a Inquisição é criada na Península demonstra isso mesmo.

        Não verdade que “quem não se declarasse católico ou fosse à missa, quem fosse de outra igreja ou de nenhuma, estava em perigo de vida”.

        Isso tem uma validade reduzida no espaço e no tempo. O catolicismo não se circunscreve ao espaço dominado pela Inquisição, e expandiu-se, sobretudo, sem ela. Por outro lado, qualquer católico acusado de heresia, de bruxaria, etc, era incomodado, mesmo sendo fervoroso católico e frequentando a missa.

        Essa estatística dos 30% de católicos é a coisa mais absurda de todos os comentário. Um católico não é praticante por ir à missa (os padres não vão à missa), mas por respeitar os princípios e valores do catolicismo E esses representam cerca do triplo do valor que tu indicas.

        Repara que é uma questão de educação e formação. Tu visitas um país islâmico e os jovens fazem questão de salientar que foram à mesquita e que estiveram a orar.

        Chegas a uma das nossas cidades e jovens envergonham-se de dizer que foram à missa ou que estiveram a orar.

        Por norma até costumam mentir, para dizer que não foram.

        É uma questão de falta de formação e de educação, pois quem não assume isto também não assume outros comportamentos.

        Quanto à evolução, estás inventar e a tentar fazer futurologia, mesmo em desacordo com as mais recentes investigações sobre o assunto.

        Eis um exemplo que mostra que as religiões têm tendência a crescer e o ateísmo a desaparecer:

        “En un nuevo estudio, Robert Rowthorn, profesor emérito de
        economía en la Universidad de Cambridge, ha estudiado el panorama más amplio:
        ¿cómo las altas tasas de fecundidad de las personas religiosas en todo el mundo afectarán el futuro de la evolución genética humana, y por lo tanto la estructura biológica de la sociedad?

        Rowthorn ha desarrollado un modelo que muestra que los componentes genéticos que predisponen a una persona hacia la religión están en la actualidad “enganchando un paseo” en la parte posterior de la práctica religiosa cultural de altas tasas de fecundidad. Incluso si algunas de las personas que nacen de padres religiosos abandonaran la religión y se convirtieran en personas seculares,los genes religiosos que llevan (que abarcan otros rasgos de personalidad, tales como la obediencia y el conservadurismo) todavía se extenderán por toda la sociedad, de acuerdo con simulaciones numéricas del modelo.

        (…)

        Pero mientras que la tasa de fertilidad es determinada por la cultura, la predisposición de un individuo hacia la religión puede verse influída por factores genéticos, además de su educación. En el modelo, Rowthorn utiliza el “gen de la religiosidad” para representar los diversos factores que se combinan y predisponen genéticamente a una persona hacia la religión, ya sea por remanentes de creencias religiosas de la juventud o la conversión a la religión debido a una
        educación laica. Por otro lado, elalelo no religioso de este “gen” hace que una persona sea más propensa a ser o seguir siendo laico. Si ambos padres tienen el alelo de la religiosidad, sus hijos también tendrán más probabilidades de tener el alelo de la religiosidad que si uno o ambos padres
        no lo tuvieran. Sin embargo, los niños nacidos de padres religiosos pueden tener el alelo de la no religiosidad, mientras que los niños nacidos de padres laicos pueden tener el alelo de la religiosidad. Tener el alelo de la religiosidad no hace a una persona religiosa, pero hace que una persona tenga más probabilidades de tener características que los inclinen hacia la religión; lo contrario también es cierto.”

  • Carlos Sampaio

    Não inventes:

    Portugal, mesmo que te custe a aceitar, é um país católico. Podes engolir em seco, porque a Europa é um continente cristão, o que ainda te dói mais.

    O teu esforço de fundamentalista fanático em cruzada contra as religiões, perturba-te tanto o cérebro que nem vês que só dizes asneiras. Evidentemente que nem todos os portugueses são católicos. Mas isso não altera nada.

    Da mesma forma, nem todos os portugueses são democratas ou aceitam a democracia, mas nós somos um país democrático. Nem todos os portugueses são republicanos, mas nós somos um país republicano.

    Não confundas: País é Nação é diferente de Estado. Embora, muitas vezes coincidam, não são a mesma coisa.

    Se procurares num manual académico ou num dicionário enciclopédico, encontrarás uma definição mais ou menos assim (esta é dicionário enc. da Porto Editora): “Nação – conjunto de indivíduos que constituem ou constituíram uma sociedade política autónoma, num território delimitado e ligados, pelo menos, por uma comunidade de cultura e tradições. “

    A palavra “país”, é muito mais recente do que “nação”, e provém do francês (pays).

    A palavra “nação” deriva do latim “natio” (que é sinónimo de “gens”).

    Até com a palavra “Estado” fazeis (vós, os ateus) confusão. A palavra “estado” usa-se, indistintamente, para significar “o conjunto de órgãos de gestão político-administrativa de um território” e, também, “ um dado território soberano”. O primeiro, está sujeito a formalidades socioculturais e legais. Num Estado de direito e democrático, o poder emana da vontade do povo, cabendo ao Estado a obrigação de “governar” em função dos interesses, do bem-estar e da cultura desse povo, seguindo a regra da vontade maioritária.

    A segunda noção é apenas uma definição territorial, por efeito da autoridade soberana.

    Portugal é um país católico, com um Estado laico. Mesmo que o estado não fosse laico, o país continuaria a ser católico – foi isso que aconteceu na Polónia, que era um estado “colonizado” pelo regime marxista-leninista ateu da URSS.

    Acho que deves começar a tomar calmantes ou ainda acabas com uma apoplexia, se antes não te magoares ao rebolar no chão.

    • Anti tolo

      Mais um heterónimo, Fifi? Tu és o maior! Quantas horas perdeste à procura de definições na internet? Sim, que no uso do rato ninguém te bate! Já no uso da rata é que tenho muitas dúvidas.

      Tanto paleio para terminares como começaste?

      Portugal é um país católico, com um Estado laico”. Brilhante dedução. Mas aqui tenho que concordar com o post. Portugal não é um país católico. É um país. Apenas um país com muitas realidades. E acho que já ficou aqui bem vincado que a ICAR é apenas uma organização como outra qualquer, não pode ter a arrogância de se assumir como característica de um país. Quando a conversa não te interessa dás voltas e voltas para tentares ter razão mas continuas sempre a meter a pata na poça. Tu que gostas tanto de provocar cais sempre nas provocações. Acho que o que o David pretendeu dizer é que uma organização qualquer não pode ser apresentada para definir as características de um país. Não interessa estares com pergaminhos de doutor. Toda a gente percebe o que se quer dizer quando se refere a Estado ou Nação ou País. É o todo. Vocês cristãos que são como marias madalenas arrependidas que constantemente se sentem ofendidos por tudo e por nada já pensaram que um qualquer ateu ou crente de outra religião se possa sentir ofendido quando alguém diz que o país onde vive é católico. É católico, é protestante, é TJ, é Judeu, é benfiquista, é portista, etc. O que tu não consegues encaixar é que uma organização não se deve misturar com o conceito de país, ou nação, ou estado, ou seja lá o que tu quiseres encontrar nos teus manuais académicos. Portugal é um país tão católico que a maioria das pessoas se estão a borrifar para a ICAR. Mesmo os que se dizem católicos. Vai bugiar, paspalho.

      • Carlos Sampaio

        Não te vou responder porque não és decente, nem honesto nas afirmações.

        Não creio que seja só ignorância que te leva a fazer observações tão pouco abonatórias da tua inteligência e cultura sobre esta expressão: “Portugal é um país católico, com um Estado laico.”

        Portugal é um país (um território com pessoas e com um cultura própria) católico, com um Estado (conjunto de órgãos que gerem e administram a nação) laico.

        Onde está o teu problema em perceber uma coisa tão simples.

    • Moloch Baal

      Humm.

      Então a população portuguesa não católica não pertence à nação, mas só ao estado.

      Digamos que os não católicos não temos nacionalidade, somos apenas tolerados por um estado que faz o favor de nos deixar por aqui.

      Lindo.

      • Carlos Sampaio

        Se fosses uma pessoa inteligente não fazias uma observação destas.

        Posso voltar a escrever e sublinhar o que escrevi. Mas antes vais ter que aprender a ler. E, quando souberes ler, vais ver que eu disse exactamente o contrário.

  • stefano666

    Claro que não… os Dragões derrubaram a hegemonia encarnada há “seculos” e possuem mais taças internacionais.
    o catolicismo perdeu espaço pro protestantismo, pro cristianismo sem-igreja, pro ateismo, agnosticismo etc.

    • David Ferreira

      Mas o Benfica ainda tem mais adeptos.
      As estimativas em relação ao número de adeptos apontam para cerca de 14 milhões espalhados por todo o mundo. Segundo o Guinness, o Benfica é actualmente o clube do mundo com mais sócios activos, cerca de 160 000 em 2006, atingindo em 2011 os 235 000 sócios.

  • David Ferreira

    Poder-se-ia, porventura, afirmar que Portugal é um país católico se este fosse uma teocracia. Não é o caso. O tempo da clerocracia já lá vai.
    A ICAR é apenas mais uma instituição entre muitas. O poder que ainda tem vai-se perdendo aos poucos. O proselitismo cada vez mais intenso que meia dúzia de católicos mais fanatizados continua a utilizar para passar a imagem de um país muito devoto deturpa a realidade. E a realidade é que a maioria dos portugueses vive a sua vida completamente alheado da realidade religiosa, preferindo um bom dia de praia ao enfado de uma missa. A juventude, na sua maioria, ignora completamente a religião. As exceções verificam-se em ambientes familiares mais tradicionais e em locais mais expostos às tradições religiosas. Quando assistimos a uma missa, a faixa etária que domina presencialmente é o retrato da própria instituição. Velha.
    No nosso caso, isso não é bom nem mau. Mas já foi muito mau. Há que não esquecê-lo.

    • Carlos Sampaio

      “E a realidade é que a maioria dos portugueses vive a sua vida completamente alheado da realidade religiosa, preferindo um bom dia de praia ao enfado de uma missa. A juventude, na sua maioria, ignora completamente a religião.”

      Estás completamente errado, ou sentes-te bem mentindo para ti mesmo.

      Ao contrário do que pensas ou inventas, a juventude é a faixa etária que mais adere à religião e à religiosidade popular. Os piores “índices de religiosidade” verificam-se entre os 25 e os 55 anos”.

      O poucos estudos sociológicos e antropológicos sobre o assunto, demonstram que após os 55, a maioria dos que antes não expressam a sua religiosidade, voltam a ser assíduos, e por vezes muito conservadores, em termos religiosos.

      Apesar disso, recentemente, numa tese elaborada com dados de Lisboa, Porto e Braga, um académico do nosso país apresentou como resultado que apenas 4,3% (este resultado mais baixo é de Lisboa) das crianças nascidas em 2000 e 2010 não foram. baptizadas.

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