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  • 26 de Junho, 2013
  • Por David Ferreira
  • Ateísmo

Da doutrinação religiosa infantil

A formatação intelectual de crianças na mais que questionável veracidade de determinadas crenças primitivas desconformes ao conhecimento hodierno, para além de desconexas da realidade cognoscível, e que acarretam uma carga emocional desproporcionada à sua capacidade cognitiva extremamente moldável, crenças essas fundamentadas numa fé utópica, vazia de racionalidade e razoabilidade, mesmo que façam parte do imaginário sociocultural vigente, deveria ser considerada como uma forma de abuso infantil.

As crianças não são dotadas de um sentido crítico desenvolvido e tendem a crer em tudo o que os seus formadores lhes ensinam, mimetizando e absorvendo conceitos e práticas independentemente da sua real significação.

As crenças religiosas ministradas na infância são, na maioria dos casos, uma forma encapotada de coação repressiva ao normal funcionamento do Eu; são como teclados de um computador aos quais se subtraíram as teclas “Escape” e “Delete”, condicionando e manipulando o normal funcionamento do todo.

 

50 thoughts on “Da doutrinação religiosa infantil”
  • orenascido

    DARWINISMO, UMA VERDADE ESTANQUE E INVIOLÁVEL ?

    • Apolo

      Onde é que esta tirou o curso? Na Universidade do relvas?

      • orenascido

        Fraco, muito fraco, como contra-argumentação.
        Não consegues melhor ?

      • Moloch Baal

        Não vês que o travesti católico está a tentar desviar a conversa da fanatização que eles infligem às crianças?

        Existem muitos católicos que aceitam o darwinismo, tudo isto não passa de conversa da treta.

    • David Ferreira

      “Independentemente de todas as críticas de carácter estritamente científico que fazemos a esta obra de Rosine de Chandebois que, como atrás referimos, se reportam apenas a alguns aspectos da sua exposição, a qual mereceria, a nosso ver, uma refutação mais detalhada, quase que parágrafo a parágrafo, fica-nos contudo uma dúvida: Será que a autora está convencida que um Deus Omnipresente, Omnipotente e Omnisciente, necessita de ser defendido da maneira violenta como ela o faz, aliás sem qualquer fundamento científico? Não será essa defesa tão veemente, mera presunção de um simples ser humano? Esse Deus, seja qual fôr a ideia que se tenha dessa Entidade, não poderá fazer cumprir os Seus Desígnios através das mais variadas vias?. Não será que os poderia perfeitamente fazer cumprir através da via defendida pelos darwinistas (e neodarwinistas)? O que o impediria de o fazer? Para Deus não há Acasos …, não há limites…, tudo é possível!”
      Próximo crente!…

      • orenascido

        Mas onde é que ficaram as ” críticas de carácter estritamente científico” às objecções científicas da Rosine Chandebois ? No tinteiro ? Foram substituidas, à falta de consistentes argumentos, por uma linguagem ressabiada e meramente panfletária ?

        Afinal, parece que, para alguns sectários ateus, há verdades estanques e invioláveis. Curiosamente, esses ” novos ateus” acabaram por se transformar numa espécie de religiosos do tempo inquisitorial de Torquemada, para os quais também havia verdades estanques e invioláveis. Por isso é que, sob a capa falaciosa de “”pensamento racional”, os novos, mas caducos, ateus dão provas do mais primário troglodotismo pseudo-intelectual.

        • David Ferreira

          Está aqui a crítica completa de caráter científico para você se deliciar.
          Você só arranja cientistas crentes. Nada de novo.
          O que eu gostaria era de ler as suas opiniões, a sua verborreia não panfletária mas séria de um autêntico “Homem Honesto”. Acho que bem posso esperar sentado…
          Delicie-se:

          http://www.triplov.com/crespo/rosine.html

          • orenascido

            Já me deliciei com a leitura do citado livro de Rosine Candebois, que vivamente recomendo. Mas mais abaixo, tem mais um texto de Karl Popper com que se deliciar. Se não chegar, arranjo mais, estou bem documentado.

          • David Ferreira

            Ai agora já não lhe interessam as críticas de carácter estritamente científico? Cobardia intelectual?

          • David Ferreira

            E claro que está bem documentado. Até tem uma extensa base de dados de tudo o que os ateus aqui publicam e comentam. Tudo bem organizado, por indivíduos, por temas, etc. O seu disco rígido deve estar a transbordar de tanta informação útil. Pena que o seu outro disco não seja rígido e regravável. Um desperdício.

          • orenascido

            Eu não me chamo David Ferreira. Você deve estar a olhar ao espelho. Cobardia deve fazer mais o seu tipo. Venham então os argumentos contrários à tese da Rosine Candebois, que são ?

          • David Ferreira
    • Moloch Baal

      Mas o que é que tem o darwinismo a ver com o ateísmo fifi?

      Muitos católicos acreditam no darwinismo.

      Agora, além de decidires que temos de acreditar no teu deus, ainda nos queres escolher quais as doutrinas científicas em que temos de acreditar?

      • tt

        “Mas o que é que tem o darwinismo a ver com o ateísmo”

        Não sei o que o destinatário da pergunta responderá, mas, a minha constatação é simples:

        De forma ignorante e por mediocridade intelectual, os ateus invocam o darwininsmo como uma prova da inexistência de Deus.

        Aqui é que a estrutura cognitiva está em causa!

        • Anti tolo

          Antolo coloca a máscara de TT (Todo-o-Terreno) e contra-ataca:
          “os ateus invocam o darwininsmo como uma prova da inexistência de Deus…”

          Não prova a inexistência de Deus, mas destrói por completo os escritos sagrados das 3 religiões de Abraão.
          O que prova a inexistência do teu Deus é a sua própria…inexistência, a sua ausência, a sua invisibilidade, a mitologia que lhe deu origem…enfim.

    • Anti tolo

      Antolo recebe o doutoramento honoris asnus.

  • Deusão

    Manipular as mentes infantis é um crime comparável ao estelionato; em verdade é um estelionato intelectual.
    A religião – seja qual for – enoja-me.

  • orenascido

    DARWINISMO, UMA METAFÍSICA NÃO CIENTÍFICA

    “Quero agora apresentar algumas das razões que me levam a ver o darwinismo em termos de metafísica e de programa de pesquisa.

    É metafísico por não ser suscetível de prova. Poder-se-ia pensar o contrário. Parece que ele assevera que, se algum dia encontrarmos nalgum planeta vida que satisfaça às condições (a) e (b), então (c) surgirá e trará, com o correr do tempo, uma rica variedade de formas distintas. O darwinismo, porém, não assevera tanto. Com efeito, admitamos que em Marte haja uma vida que consista em exatamente três espécies de bactérias com equipamento genético semelhante ao de três espécies terrestres. Estaria refutado o darwinismo? De modo algum. Diremos que essas três espécies, dentre as muitas formas de mutação, eram as únicas suficientemente bem ajustadas para sobreviver. E asseveraríamos o mesmo, se houvesse apenas uma espécie (ou nenhuma). Desse modo, ocorre que o darwinismo realmente não prevê a evolução da variedade. E, portanto, não pode explicá-la. Quando muito, pode prever a evolução da variedade “sob condições favoráveis”. Entretanto, dificilmente se poderá descrever, em termos gerais, o que sejam condições favoráveis — só se poderá dizer que, estando elas presentes, surgirão formas várias.

    Entendo, todavia, que focalizei a teoria por seu melhor aspecto — quase pelo aspecto em que ela é mais suscetível de prova. Poder-se-ia dizer que ela “quase prevê” uma grande variedade de formas de vida. Em outros campos, seu poder preditivo ou explicativo é ainda mais desapontador. Concentremo-nos na “adaptação” À primeira vista, a seleção natural parece explicá-la e, em certo sentido, isso realmente ocorre; mas não de maneira que se possa considerar científica. Dizer que uma espécie hoje viva está adaptada a seu meio é, em verdade, quase tautológico. Com efeito, empregamos os termos “adaptação” é “seleção” de modo tal que se torna cabível afirmar que, se a espécie não se houvesse adaptado, ela teria sido eliminada por seleção natural. De outra parte, se uma espécie foi eliminada, isso deverá ter ocorrido pelo fato de ela se adaptar mal
    às condições. A adaptação (ou aptidão) é definida pêlos modernos evolucionistas
    como um valor de sobrevivência, e pode ser medida em termos de êxito efetivo quanto à sobrevivência: dificilmente haveria possibilidade de submeter a prova uma teoria tão frágil quanto essa”

    Karl Popper, filósofo da ciência, agnóstico, ” Autobiografia Intelectual”, págs

    179- 181

    • David Ferreira

      O seu Karl Popper andou a tomar demasiados cogumelos. O problema da interpretação dele é que a “adaptação” que ele refere não é uma teoria frágil. É um facto, ela acontece, é real e não necessariamente espaçada no tempo.

      “É metafísico por não ser suscetível de prova.”…

      O texto morre à nascença e, não contente, tropeça numa série quase risível de contradições.

      Escolha outro, este está ultrapassado. Talvez um William Lane Craig.

      • orenascido

        Tão fraquinho esse comemtário. Atirar com o William Lane Craig contra o Karl Popper, à falta de poder de argumentação só mesmo de quem começa a fugir ao debate de ideias.

        • David Ferreira

          Você realmente atira para aqui muitas ideias. Mas nenhumas são suas, originais, o que muito agrado me daria contra argumentar. Pena.
          Por outro lado, acho que o tema deste post não tem nada a ver com o darwinismo. E sobre ele você nada comentou. Pena, de novo.

          • orenascido

            Pena que você não tenha dado o exemplo de se circunscrever ao tema do post. A coerência não é propriamente o seu forte.Já chegou a hora de fugir Ferreira ?

            Que pena, e logo agora que eu gostava de saber a sua opinião sobre o ” What Darwin Got Wrong”

          • David Ferreira

            What Darwin Got Wrong? Nothing, or just a little bit.

            Estamos em 2013. As teorias de Darwin já foram bastante aperfeiçoadas e comprovadas. Quanto ao seu Jerry Fodor, já falamos dele recentemente. É um filósofo mais que refutado e muito pouco credível.

          • orenascido

            Jerry Fodor é um filósofo mais que refutado e muito pouco credível ? Deixa-me rir. E quais os argumentos, Ferreira ? Ouça lá: como é que um individuo que nem sequer sabe qual é o programa do Darwinismo, e que incorre no enorme disparate de afirmar que ” a teoria do Darwin não é necessariamente espaçada no tempo” se pode permitir pôr em causa o Jerry Fodor ? Você mostra não ter a menor noção, sequer, dos fundamentos do próprio Darwinismo,pois a teoria da selecção natural assenta precisamente no postulado de que a evolução ocorreu aleatoriamente em largos períodos de tempo.

            P.S. Estamos em 2013 e as teorias do Darwin já foram bastante aperfeiçoadas e comprovadas ?. Mas comprovadas quando existe tanta controvérsia no mundo científico sobre a validade da teoria da selecção por processo meramente aleatório ? Quando um agnóstico conceituado e respeitado, como o Karl Popper, a põe em causa ? Quando até um filósofo ateu, como o Jerry Fodor, põe em causa o Darwinismo ?. Quando até o próprio Richard Dawkins passou a ser aplolgista do Design Inteligente dos extraterrestres ? Francamente, você deve ser mesmo cego ou então usa óculos para não ver a luz da razão.

            2º P.S. O “aperfeiçoamento” da teoria do Darwin ( como você lhe chama) põe precisamente em causa o postulado básico de que a selecçao natural ocorre por processo meramente aleatório e por mero acaso. É assim tão difícil de entender ?

          • David Ferreira

            Me parece que quem ainda não conseguiu perceber patavina do que é o darwinismo, a seleção natural, o evolucionismo, etc, foi você. É óbvio que a constatação não lhe agrada, da mesma forma que não agrada aos mais fanáticos seguidores de seitas religiosas mais fanáticas, pois entra em contradição com os escritos “sagrados”. Aliás, nem entra em contradição; são elementos que nem sequer estão presentes.

            A evolução acontece diariamente, pode ser observada anualmente com, por exemplo, o vírus da gripe. Foi isso que eu pretendi dizer com “a teoria do Darwin não é necessariamente espaçada no tempo”.

            Só não sabia que o darwinismo tinha um programa…

            A seleção natural é uma realidade. A evolução acontece. Nós próprios, reles humanos, conseguimos controlar o processo, basta ver as variadíssimas raças de cães e animais domésticos que criámos. Somos deuses, nós. Manipulamos vida.

            A seleção natural, sendo algo muito complexo, está sujeita a diversas interpretações. Mas é um facto. Praticamente todas as espécies animais selecionam os elementos mais adaptáveis para se reproduzirem, aperfeiçoando-se ou adaptando-se ao meio ambiente. Nos dias que correm, não reconhecer este facto só pode ser considerado como analfabetismo.
            Deixe lá os filósofos em paz. E sobretudo os medíocres e mais especulativos. Precisamos de provas, confirmações, não de conjeturas aleatórias. E faça um esforço por, de uma vez por todas, tentar compreender o que o Richard Dawkins quis dizer com a afirmação cujo significado você continua a deturpar.

          • orenascido

            Você anda completamente desnorteado Ferreira. Dá uma no cravo e outra na ferradura. Mais acima disse que as minhas intervenções não estavam de acordo com o post publicado, mas nunca deixou de ir emitindo as suas considerações. Coerência não é propriamente o seu forte, pois não Ferreira? É consoante dá jeito.É como aquela de que não há verdades imutáveis, exceptuando as suas, não é Ferreira ?

            Quanto ao darwinismo, por agora estamos conversados.

            Você, na sua ignara petulância, é que ainda não conseguiu entender que o darwinismo assenta essencialmente no postulado da selecção natural aleatória. E que é esse postulado que tem vindo a ser criticado por vários e conceituados cientistas e filósofos.

            No fundo, o que eles não aceitam como cientificamente demonstrado é que vida tenha evoluído por mero acaso, não que a vida não tenha evoluído a partir de diversas espécies animais

            Quanto à abiogénese, informe-se: nem o Darwin reconheceu que a vida orgânica tenha surgido de estruturas materiais. Ou seja, a chamada geração espontânea, como a teoria da selecção natural, não têm validade científica reconhecida: são meras crenças materialistas, nada mais.

            Vale isto por dizer que, em questões fundamentais da origem da vida, vocês, ateus, estão mancos de certificação científica.

            Afinal, são tão crentes como os demais.

          • Pedro Aires

            Mas este gajo é burro ou come fezes à colherada? Querem ver agora que um filósofo é um cientista? Mas o que é que a abiogénese tem a ver com o darwinismo?

            “a chamada geração espontânea, como a teoria da selecção natural, não têm validade científica reconhecida: são meras crenças materialistas, nada mais.” ?????????????? Não, desculpem lá qualquer coisinha… O gajo é burro mesmo. Está todo consumido pelo excesso de hóstias e água benta enquinada.
            Este anormal bem tenta manipular o discurso a seu favor mas farta-se de dar tiros nos pés. E esses filósofos de treta que aponta são os bobos dos cientistas. Esta crentalhada mais fanática não tem emenda!…

          • orenascido

            A Cultura é um direito até para mentecaptos como tu…

          • tt

            ” o darwinismo assenta essencialmente no postulado da selecção natural aleatória. E que é esse postulado que tem vindo a ser criticado por vários e conceituados cientistas e filósofos”

            Correctíssimo!

            “vocês, ateus, estão mancos de certificação científica”

            Nisso e em tudo o demais, pois a ciência não se conecta com interesses, correntes de pensamento ou ideologias. Não serve os propósitos do ateísmo. muito menos pode ser ligada ou invocada, para justificar seja o que for dentro das ideologias.

            Ideologia – sistema mais ou menos coerente de ideias que um grupo social apresenta como uma exigência da razão, mas cujo fundamento se encontra nas aspirações desse grupo social.(in Dicionário Enciclopédico. 1998, pág 776)

          • Anti tolo

            A coerência do Antolo.

          • Youssef Van Eensterkedrank

            o renascido manipulador, consegue fazer divergir o tema da doutrinaçao religiosa infantil ,para o darwinismo. tecnica obvia de contra -informaçao e propaganda religiosa.a doutrinaçao religiosa infantil com o objectivo de formataçao de mentes ,essa sim gostaria q fosse debatida aqui no forum,já q em portugal quase todos nós passamos por isso,como consequencia do dominio ideológico catolico e consequentemente judaico -cristão.parabens ao diario de uns ateus pelo tema lançado.sugestao para o renascido intelectualoide manipulador : frequente foruns religiosos onde todos concordam com suas ideias.

          • carpinteiro

            Caro Youssef.
            O renascido é um Troll.

            Na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trollingfor suckers (lançando a isca para os trouxas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars. O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais

          • orenascido

            Ora viva. Andavas fugido e surgiste de geração espontânea ?

          • carpinteiro

            Formas de agir de um Troll:

            Há trolls de todo tipo, desde o mais ignorante e rude que xinga e provoca, até o mais apto intelectualmente que discursa com o objetivo de desestabilizar o interlocutor e levá-lo à fúria para depois desqualificá-lo, matando seu argumento e abalando sua reputação num forum. Para o troll, a reação a um comentário polémico é considerada uma diversão, uma forma de extrair prazer na indignação das pessoas e observar seu desequilíbrio emocional e mental. Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para actuar num fórum de Internet, entre elas:

            Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem de polêmica muito grande já esperando uma grande reação de cadeia e flame war. Porém o troll não se envolve mais na discussão ele some após a mensagem post original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar noticias polêmicas só para observar a reação da comunidade.Induzir a baixar o nível: alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria. Com isso, o troll “queima o filme”, consegue que a pessoa se auto-difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.

            Repetência de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, vencendo a discussão por abandono do oponente.

            Desfile intelectual: um troll pode ter bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante dos outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes os expondo ao ridículo e questionando sua formação educacional.

            Transpor autoria: é muito comum também um troll acusar sua vítima de ser um troll para tirar de sí a identificação como tal, abrindo caminho para alternativas anteriores.

            Ludibriar o leitor: é usado principalmente por postagens de blogs ou em comentários dos mesmos, onde normalmente o material enviado é de procedência duvidosa, ou falta com a verdade.

          • carpinteiro

            Motivações:

            O que motiva um troll a agir geralmente são, auto-afirmação, ideologia, fanatismo, sacanagem ou simplesmente ociosidade. Em entrevistas na Usenet, trolls famosos confessaram que buscavam apenas um pouco de atenção e combater o tédio do cotidiano. A maioria deles também portava alguma característica mal resolvida de personalidade, como trauma, fracasso financeiro e amoroso e até diagnósticos psiquiátricos.

          • carpinteiro

            Grupos

            Alguns trolls simpatizantes por determinado assunto agem em grupo, muitas vezes numerosos. Dentro desse grupo alguns tem papel na argumentação, outros na ridicularização e outros apenas na concordância, intimidando o adversário emocionalmente e quase sempre o levando a abandonar a discussão. É muito difícil combater trolls em grupo, sendo um Moderador necessário para banir todos em caso de persistência.Em certos foruns esses indivíduos podem ser forjados por uma única pessoa, respondendo por várias pessoas virtuais diferentes para embasar sua própria opinião. Esse recurso é conhecido como clone e sua eficácia depende da eficiência do Moderador de um forum que pode facilmente identificar clones por números IP.

          • carpinteiro

            Trolls em diferentes tipos de mídia

            A par da evolução das técnicas de trolling, também as contra-medidas evoluiram.Usenet – uma forma típica é o spam ou crossposting. Aqui o troll desrespeita regras de etiqueta importantes do grupo de discussão, sejam elas quais forem. De facto, existem grupos onde medidas drásticas tiveram que ser tomadas para limitar estes abusos;Lista de discussão (a.k.a. mailing list) – facilmente controlável, uma vez que são administradas e o troll pode ser banido (bloqueado);Fóruns – locais de discussão, por vezes intensa (sem necessariamente envolver trolls), é possível em alguns sistemas moderar o troll através do trabalho eficiente da moderação. Geralmente em fóruns são facilmente reconhecidos por suas atitudes, entre elas podemos citar: Uma de suas características em discussões em fóruns e postar ofendendo pessoas que ele não conhece,

          • carpinteiro

            RESUMINDO:

            O renascido TONY,… É UM TROLL.

          • GriloFalante

            O grande problema, Carpinteiro, é que o troll Toni é alimentado. Dá-se-lhe uma importância que, na verdade, o pulha não tem. E é pena dar-se-lhe tal importância, já que as energias despendidas poderiam ser aproveitadas para discussões mais úteis.
            Quanto ao resto, não há a menor dúvida: fizeste uma descrição correctíssima, onde o pulha é perfeitamente retratado. Nem precisa de retoques.
            Lamenta-se, também, que em nome de uma liberdade de expressão discutível, que o pulha nem sequer respeita, o mesmo continue a conspurcar estas páginas, sem que o administrador tome a atitude que já tarda: banir o pulha, como banido já foi de um blogue brasileiro. Porque a liberdade pressupõe respeito – coisa que o pulha nem sabe o que é.

          • carpinteiro

            Não posso estar mais de acordo.

  • orenascido

    DARWINISMO, UMA METAFÍSICA NÃO CIENTÍFICA

    “A evolução precisa de uma teoria convincente, se se quer que a luta pela aceitação do público seja ganha. O What Darwin Got Wrong, de Jerry Fodor e Massimo Piattelli-Palmarini, mostra de forma convincente que a seleção natural não é aquela teoria. Com base na literatura científica que abrange as escalas molecular, comportamental e cognitiva, com excursões sofisticadas na biologia do desenvolvimento evolutivo e da física dos sistemas complexos, os autores realizam um desmantelamento filosófico do modelo padrão da mudança evolutiva que é provavelmente irreversível. A fundamentação inequívoca na factualidade da evolução torna este trabalho um serviço à ciência e um revés para os seus adversários” (Stuart Newman, professor de Biologia Celular e Anatomia, Nova York Medical College).

    Jerry Fodor, filósofo, ateu

    • Anti tolo

      Antolo não acredita na evolução. Antolo surgiu das chamas de um arbusto que Moisés lambeu. Antolo não existe porque a evolução é um engano, uma crença, uma filosofia.
      Antolo, Antolo…Cuida-te, pá. Deixa de beber tanta água benta.

      • orenascido

        A Cultura é, não só um direito, mas também um dever, instrui-te:

        “Este não é um livro sobre Deus, ou sobre o design inteligente.
        Pelo contrário, aqui está um livro notável, um livro que se atreve a
        desafiar a seleção natural, não em nome da religião, mas em nome da boa ciência. A maioria dos cientistas está tão apavorada com os ataques religiosos à teoria da evolução que ela nunca é examinada de forma critica”

        P.S. Jerry Fodor é ateu, mas usa a cabeça para pensar…

        • Apolo

          Instrui-te ou instrói-te? Eis a questão.

          • orenascido

            Andas com azar. Procura antes acerca de ” dirijir” ou”dirigir” para ver se acertas.

            “Não existe a palavra “instrói”. Depreendo que a sua
            pergunta se relacione com o verbo instruir. Este verbo da terceira conjugação é proveniente do latim e apresenta uma conjugação regular. Assim, o presente do indicativo é: instruo, instruis, instrui, instruem”

            http://www.truca.pt/arquivo/gralhas_material/gralhas_antigas/gralhas4.html

          • Apolo

            Eu sei, fifi, claro que sei. Mas gostei do teu empenho no teclado à procura de dicionários para te fazeres passar por muito culto.
            Nem uma piada percebes. És uma tonta!

  • tt

    A palavra utilizada é “doutrinação”. Ainda bem, porque se fosse “catequização” demonstrava, de forma mais clara, a estupidez de quem faz uma afirmação destas.

    Doutrinar significa transmitir/ensinar uma doutrina ou ideia. Isso coloca o ateísmo em pé de igualdade com a religiões.

    Assim, o texto todo aplica-se integralmente a todas as doutrinas ou ideias que se relacionem com religião.

    O texto representa o que o autor pensa sobre o assunto. Apesar de ser um hino à tolice, uma desconchavante asneirada e de pôr em causa a imagem da integridade intelectual e psicológica do autor, é um direito que lhe assiste. Pode, se assim o entender, divagar sobre a socialização das sociedades humanas, tal como pode defender que as cobras são de origem extraterrestre, como já algures li num blogue de propósitos iguais ao este.

    Se o autor tivesse usado a palavra “catequizar”, a coisa teria outros contornos.

    A menoridade que demonstra na sua prosa é vexatória para o autor. Desde logo a ideia da “formatação intelectual de crianças”. Desconhecedor das mais elementares bases de funcionamento da evolução cognitiva do ser humano, nem imagina a asnice que encerra a sua expressão. Ou se acha um superior intelectual, é aí, julgando pelo conteúdo do texto, entramos no domínio da neuro/psicopatia; ou desconhece o funcionamento das sociedades livres do Ocidente em que vivemos.

    Mais a mais, a catequização – na catequese católica e a essa me refiro – das crianças, acompanha o seu percurso escolar. Antes disso colocam-se duas situações que não vou explanar, pois duvido que o autor entendesse.

    Ora, o processo de aprendizagem apela à racionalidade. Poucas poucas coisas podem ser transmitas à criança que sejam tão racionais, razoáveis, concretas e amigáveis, do que a religião. E, a prova disso está, precisamente naquilo que incomoda o autor: sobreviveram impolutas a milhares de gerações e manter-se-ão assim até ao fim da civilização humana. Sem o pretender, o autor faz uma afirmação muito coerente: são “crenças primitivas”; ou seja, são estruturantes, e inerentes ao ser humano e a sua civilização.

    As crianças são dotadas de sentido critico , e de muito sentido critico. Não dispõem ainda de autocontrole sobre esse sentido critico – daí que seja muito mais genuínas e verdadeiras.

    O último parágrafo é anedótico e, se não fosse apenas um sarcasmo mal conseguido, merecia uma adjectivação particular. Creio bem que a ideia que o autor tem de uma criança “normal” e da sua estrutura cognitiva foi retirada de um video-jogo ou de um outro brinquedo.

    O que deveria “ser considerada[o] como uma forma de abuso infantil” é necessariamente a negação da educação religiosa a uma criança, já que da restante ela tem uma dose bem alargada.

    • Anti tolo

      Foi a tua educação religiosa que te fez ficar assim tão tolinho? Só pode ter sido. Mas olha que nem um crente normal teria paciência para te aturar.
      Quando não te aguentas, destróis e insultas. Só que bates contra uma parede de cimento. És uma tonta. LuisoAntoloFifi.

    • Melo Inf

      Muito bem argumentado.
      E eu direi que ‘formatar’ é hoje sinonimo de apagar tudo, limpar, repor no estado original, preparar para ser usado em estado inicial,

      • David Ferreira

        Formatação: Preparar segundo um dado formato. Repor no estado original a mente de uma criança é não iludi-la com crenças irracionais em entidades mais irracionais ainda.

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