Já todos repararam que és o único palhaço que cá anda! Ficaste sozinho a fazer figuras imbecis. Até os outros crentes têm vergonha de ti e desapareceram todos. Ficaste isolado e ninguém te apoia nem te aprova. Todos já perceberam que o cristianismo faz as pessoas ridículas e transforma-as em palhaços!
Carlinhos, espero que não se incomode com mais esta impertinência, cinismo ou provocaçãozinha, mas já reparou que, com essa tentativa de controlar os comentários, este DduA irá definitivamente por água abaixo ? Custa assim tanto a perceber? Pense bem, quem é que se vai dar ao trabalho de usar o disqus? O Carpinteiro, nem pensar, esse há muito que deu à sola. O David Ferreira, aquele que já lhe passou a mão pelas costas quando afirmou que “a lucidez e a mestria com que o Carlos Esperança escreve não precisa de comentários. É como virarmo-nos para o mar apenas para o contemplar”? O adorador de sacrifícios de crianças, com aquele tipo de patetices, de que “o black metal é um dos movimentos culturais dos que tentam recuperar e actualizar muitas das tradições antigas que formam a nossa matriz cultural” e que coze as couves com a água com que lava o rabo? Ou o Jorge Chim-Pan-Zé, quando afirma que ” essa juíza é uma boa fdp!”, com o Carlinhos caladito como um rato,a olhar para o lado, como se não fosse nada consigo? Diga aí ao pessoal quem acha que vai ficar a clicar no disqus ? Aquele brasuca que se veste com a bandeira cubana , afirmando que “uma mulher que aborta não está matando”? Ou aquele grunho que escarrou aquela frase torpe “Jesus rabeta” ? O Sr. Moura ? Aquele que foi sujeito à invectiva do Kavkaz, dizendo que ele estava a “limpar os crimes do FDP do cardeal católico da Escócia” e que não teve tomates para lhe responder à letra ? Vá, seja sincero,Carlinhos, consegue topar aqui no DduA algum ateu minimamente culto e civilizado, com dois dedos de testa, capaz de continuar a clicar no disqus e não abandalhar ainda mais este DduA?
P.S. Sabe Carlinhos, fartei-me de me divertir com essa maralha tontita. Bem haja por tudo isso.
Ai, menino, eu não acredito, não acredito, não acredito!
Então o rico abre uma conta no disqus para se despedir? O menino está mesmo bom da cabecinha? Não podia continuar a entrar no blogue como as pessoas?
Olhe, rico, eu acho que me vai dar uma coisa. Agora que a maralha ateísta já começava a gostar do Antoninho, e o menino já começava a ter empatia com os ateus, é que o Nandinho vai embora? Parece impossível! Sim, menino. Empatia. Veja lá, que o rico até já insultava com todas as letras, em vez de usar as suas famosas metáforas.
Mas que ferro! Noventa e três anos, quem diria! A sério, não parece, e olhe que estou a ser sincera, que eu não sou de bajulices. Pelos seus comentários, pelo seu raciocínio, pela lucidez, pela forma, enfim, de estar na vida, eu disse cá para comigo que o menino devia ter nascido algures entre o Jurássico e o Cretácico. Enganei-me, mas acontece aos melhores e eu não sou excepção.
Olhe, menino, eu estou zangada consigo. No seu comentário, o menino mencionou a maralha toda, todos os que estiveram sempre contra si, e não teve uma palavra que fosse para esta que sempre o defendeu com unhas e dentes, contra ventos e marés. Um ingrato, é o que o menino é. Mas olhe, eu nestas coisas até nem me importo de parafrasear, quando me dá jeito. E vou parafrasear o seu patrão: perdoo-lhe, porque o menino não sabe o que faz.
Apesar de tudo, eu tenho esperança, com minúscula, a que o rico chama, com elegância, “letra pequena”, que é para não haver confusões, dizia eu que tenho esperança de que o Toninho ainda não se vá desta. Pelo menos até que os ateus aprendam, de uma vez por todas, que os relógios não se constroem sozinhos. São uns ingratos, que nem sequer agradecem o esforço que o menino tem feito para lhes mostrar como foi que os deuses foram inventados. Pois foi assim
mesmo: o relógio apareceu na praia? Quem o pôs lá? Não se sabe. Então, foi Deus.
E logo o menino, que até tem um deus privativo.
Prontes, como o Toninho vai passar a ter mais tempo disponível, uma vez que já não precisa de andar pelas internetes à procura de copypastes, veja lá se vem tomar um chazinho com a sempre sua
O palhaço cristão antoniofernando já é o único cristão que cá anda. Já todos os crentes desistiram da conversão dos ateus… Ganharam juízo e perceberam que a religião deles não tem respostas às questões dos ateus e o exemplo do antoniofernando é revelador das consequências da religião. Resta o último crente, o que disse ter o Jesus Cristo dentro dele e se esfalfa imenso a fazer uma “ginástica”, entre estar ajoelhado e ser ovelha submissa e vir aqui depois ridicularizar-se e em bicos de pés armar-se em touro bravo.
E também não conseguiu perceber que NÃO é preciso usar o Disqus para comentar. Mas, enfim: malefícios de ter o cérebro, ou o que resta dele, formatado pela religião.
Apesar de tão grande esforço, nem o Carlos Esperança, nem Stefano ou algum outro ateu, conseguiram até agora mostrar uma prova da intervenção ou concordância da Igreja com as barbaridades nazis. Mas, se quiserem provas da intervenção directa (pelas próprias mãos) dos activistas ateus na barbárie soviética, chinesa, etc, para além do apoio expresso e incondicional dos lideres políticos ateus às mais horríveis práticas contra os seres humanos, basta uma simples busca na Net e são às centenas.
Portanto, pergunto: O que pretendeis mostrar com fotografias de protocolo, em actos que eram obrigatoriamente assim?
Pretendeis aldrabar as pessoas menos conhecedoras do assunto ou desviar a atenção para não explicar as atrocidades dos ateus?
Sem sair de Portugal, porque não começar na violentamente criminosa intervenção dos ateus da 1ª republica? Não faltam dados, documentos e estudos sobre o assunto?
Se parece que por cá já não perambulam crentes a pregar ou espraguejar é por vergonha por estes dias os pastutos-pastrófilos, chefetas de milícias, estupradores, traficantes, e assassinos estão à lotar o noticiário policial. E ainda tem outras duas razões, uma hilária, outra séria, ou não.
Uma é que o Fran (menos malvado) disse que até os ateus foram “salvos” pelo mito do “salvador” (e até com certeza mesmo, porque nenhum ateus ía apedrejar alguém que dissesse: “Não vão atrás dessa canalha de vendedores de fé, saiam fora disso” — só os crentes não sabem ler).
Outra é que o “menos mau” sacudiu a cabeça de um entrevado para arrancar dele os demônios evangélicos que se enfiaram nos católicos fazendo-os perder a brejeirice em ver a vida.
Nesta razão, está o que já se disse aqui: Nunca os católicos e ateus foram torcidos uns com os outros. Não se sabe de família católica que tenha MATADO um membro ateu. Procure no noticiário, não tem (se tiver postem). Sabemos muito bem que numa casa com toda as fitinhas, e outros badulaques, nunca uma mãe ficou a espezinhar um filho porque ele era largado (porque ela confiava no taco educativo dela, e sabia que ela tem e tinha primazia na casa); de certa forma um ou outro numa família sempre foi mais ou menos ligado à crenças. Isso ía bem até meados dos anos 80. Depois veio a patetice talibá-evangélica; e é o que estamos vendo.
As famílias católicas se deixaram doutrinar pelo ranço mesquinho, interesseiro, covarde, falso, impregnado nos evangélicos por seus pastutos-patifes-ladrões-canalhas. E a Sociedade (Ocidental, exemplarmente no Brasil) descambou.
É esse jogo de samba que fez o Rio de Janeiro uma capital latina livre; e tá hoje um pandemônio.
O desenfaixado foi peça ruim, promovedor dessa patifaria; pela ganância de domínio Nazi-teo-pulhítico.
Isso impÕs no Brasil o nazi-petismo-evangélico, e fez o chavismo na Venezuela, e o kirchnismo na Argentina, e as ditaduras disfarçadas de democracias que estão hoje por aí.
Se o Odilo Scherer tivesse sido eleito papa, ter-se-ía outra postura para com o viver civil; e aí sim, poderíamos até ver um progresso conceitual católico.
Mas é triste podermos ver um ocaso de uma miragem que nos apelou com uma paixão, mas é renitente em sua soberba presunção de encalacrar pastos para domínio “eterno”.
A amizade,às vezes, é melhor do que tentar impor subserviência à seres que já não se dispõem como escravos.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
14 thoughts on “Cristãos protestantes e o nazismo (3)”