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  • 29 de Abril, 2013
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Religião incompatível com tolerância

Padre paulista que defende homossexualidade renuncia ao hábito

O padre Roberto Francisco Daniel, que causou polêmica na Igreja Católica por sua defesa da homossexualidade, oficiou neste domingo em Bauru, no interior de São Paulo, sua última missa como sacerdote católico.

14 thoughts on “Religião incompatível com tolerância”
  • stefano666

    engraçado…. e os padres que violam meninos sao banidos da igreja?? o… papa .Don Pancho… deveria responder essa.

  • provocador

    Curioso, e eu que pensava que o ateísmo também é incompatível com tolerância e respeito pelos outros seres humanos. Mas, a avaliar pelos ateus homofóbicos que aqui comentam, o mais provável é estar certo dessa incompatibilidade, intrinsecamente ateísta:

    “Jesus Cristo. Solteiro. De falinhas mansas. Nunca dormiu com uma mulher.Gostava de andar rodeado por doze ” discípulos”. Mas alguém tem dúvidas?”

    “Jesus paneleiro”

    ” Gay não é flor que se cheire”

    “A figura semi-nua do J.C. na cruz, exibindo aquele olhar olhar paneleirote que todos lhe conhecemos”

    “Jesus era rabeta ”

    paneleirote que todos lhe conhecemos.

  • Moloch Baal

    Este post é completamente falacioso.

    Existem crentes que defendem os direitos dos homosexuais, sem deixarem de ser crentes por isso. Se calhar até é o caso deste padre.

    Existem movimentos de renovação da igreja que este blog insiste em ignorar.

    Eu já citei aqui dezenas de vezes o movimento somos igreja, a teologia da libertação e muitos outros casos que os comentadores estão a fingir que não existem.

    Isto também é intolerância e um MAU serviço ao ateísmo.

    • Moloch Baal

      Mais uma vez, já devem ser dezenas, posto uns links para o movimento católico NÓS SOMOS IGREJA.

      Não podem alegar que não o conhecem.

      Mas podem continuar a FINGIR que não o conhecem.

      http://www.we-are-church.org/pt/documentos/LFSantos.html

      http://www.we-are-church.org/pt/

      • Moloch Baal

        Nós Somos Igreja: Beatificação de um Papa controverso e contraditório

        “O autoritarismo espiritual era também visível na tentativa de João Paulo II em suprimir o discurso de

        igualdade de género, o que, entre outras coisas, privou o mundo Católico dos dons que as mulheres teriam

        trazido à liderança eclesial. O seu posicionamento contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT)

        torna-o cúmplice das igrejas locais e governos que continuam a negar a igualdade civil e moral das pessoas

        LGBT.”

        http://www.we-are-church.org/pt/documentos/WAC_BEatJPII_11.pdf

        • David Ferreira

          Este movimento é interessante e deveria fazer-se ouvir mais alto. Se tal não acontece é porque o enorme poder da ICAR consegue quase por completo manipular os media. A própria ICAR deveria questionar-se sobre o porquê de aumentarem as estatísticas de católicos não praticantes de dia para dia, ou de católicos que não se reveem nas posições retrógradas da sua hierarquia.

          Seja como for, é um movimento que acarreta de igual modo toda a mitologia cristã, o seu obscurantismo e as suas incongruências.

          • Moloch Baal

            Não estou a discutir as incongruências deles.

            Eu não sou cristão e sou o primeiro a apontá-las.

            Limito-me a reconhecer que existem muitas pessoas religiosas que são tolerantes.

            Logo, a religião não é incompatível com a tolerância.

            É um facto.

            Reconhecer a verdade, mesmo quando esta beneficia o inimigo é um imperativo MORAL.

            Isto até nos remete ao outro assunto que discutíamos no outro post.

            Muita gente é incapaz de reconhecer a verdade, quando esta não lhe convém.

            Tem a ver com a tal indiferença ao sentimento moral que forma a tal noção de mal.

  • Deusão

    Tenho certeza que havia entre os soldados nazistas alguns que abominavam a guerra…

    • Moloch Baal

      O que significa que a realidade não é redutível a simplificações.
      A realidade é complexa.
      Podemos não perceber, fingir que não percebemos, ou simplesmente admitir a sua complexidade.
      Tem a ver com a tal estrutura moral que muitas pessoas preferem ignorar, mas que outras elevam a princípio de vida, mesmo contra as pressões do meio ou os próprios impulsos.

      .http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7907437.stm

      • Moloch Baal

        ‘Good Nazi of Nanjing’ sparks debate

        A film about a member of the Nazi party who saved thousands of Chinese during the massacre in Nanjing recently opened in Germany.

        • Moloch Baal

          As Germany and Japan were allies, Rabe used his Nazi party membership to do all he could to protect civilians in the zone – including sheltering 650 refugees in his own house and garden.

          With a flash of his swastika armband and through sheer force of personality, he intervened in acts of looting and attempted rape by the Japanese troops.

          • stefano666

            houve soldados nazis que se opuseram a politica de Pavelic…. inclusive alguns chegaram a proteger sérvios.

          • Moloch Baal

            Pois. As coisas nunca são tão lineares como parecem.
            Se muitos nazis como Rabe tivessem subido na hierarquia do partido, se calhar a imagem do nazismo seria hoje completamente diferente.

            Simplesmente quem detinha o poder no partido não tinha a estrutura moral de um Rabe e os resultados estão à vista.Uma mesma ideologia pode ter evoluções completamente diferentes, dependendo da conjuntura dos jogos de poder internos.
            Por exemplo, embora longe do gigantismo moral de Rabe, ainda assim a facção nazi que foi eliminada por Hitler na noite das facas longas, estava centrada na revolução socialista e secundarizava aspetos como o antisemitismo e o expansionismo.
            Embora presentes, esses aspetos eram muito menos virulentos.
            O que significa que, não havendo noite das facas longas, provavelmente não teria existido holocausto nem segunda guerra mundial.

          • stefano666

            veja dentro da propria estrutura do III Reich. Nunca vi ninguém falar mal de Rommel, von Bock, von Kleist, von Manstein…. (generais da blitzkrieg)

            tambem nunca vi ninguém falar mal da Itália do Duce… mesmo se sabendo que esta cometia atropelos e era aliada de Hitler…

            nunca vi ninguem condenar o Japao da mesma forma que condenou Hitler… apesar dos milhoes de mortos pelos niponicos.

            ou seja… Japao… e Italia foram “porreiros” ante Hitler

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