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O caso do bispo Azevedo

Comecemos pela reacção institucional, da «Comissão Episcopal Portuguesa», que merece ser reproduzida na íntegra. É assinada por Manuel Morujão (jesuíta). Fica ao cuidado do leitor concluir se é um desmentido ou uma confirmação.
Passemos à reacção do bispo Januário Ferreira (tido por «progressista»).
E, já agora, o sucessor de Azevedo enquanto «bispo auxiliar de Lisboa», Nuno Brás (aparentemente «conservador»).

Ouçamos ainda a «Rede de Cuidadores».

[Diário Ateísta/Esquerda Republicana]
7 thoughts on “O caso do bispo Azevedo”
  • Ricardinho

    “Eu não dei por adquirida a veracidade da notícia. E a hipocrisia não é dos menores males deste mundo”

    Ricardo Alves

    • Ricardo Alves

      Como sabe, eu não escrevi a segunda frase. Escusava de tentar atribuir-ma.

      • Ricardinho

        Peço desculpa pelo lapso que passo a corrigir:

        “Eu não dei por adquirida a veracidade da notícia. E a hipocrisia é dos menores males deste mundo”

        Ricardo Alves

  • Adalbataberto Emiliano

    Este cretino ambulante, espécie de múmia paralítica que hoje assume o nome apaneleirado de “Ricardinho”, mas que não é mais do que o travesti António Fernando, prossegue na sua sanha de ataque, e não de debate. O safardana não foi capaz de contradizer uma linha do que está escrito na mensagem; por isso, e como não pôde conter a raiva sarnenta, decidiu atacar o mensageiro. O que é preciso é atacar. Os cães, quando estão furiosos, também atacam o que estiver mais a jeito.

    • jj

      E quem és tu para julgar o “Ricardinho”, achando um superior intelecto de uma certeza inabalável?
      Até que alguém prove o contrário, o homem está inocente.

      • David Ferreira

        Até que alguém prove que Deus existe, todos os ateus têm razão nas afirmações que fazem e as organizações religiosas não têm razão nenhuma de existirem.

  • O Culto Professor

    “Sou do tempo em que ia à missa duas vezes por dia. Às oito da manhã, porque era obrigado, às 5,30 da tarde, porque o padre me dava, por ajudar à missa, uma c`rôa (cinco tostões), que eu usava-os para jogar matrecos.”

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