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  • 27 de Dezembro, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • AAP

Associação Ateísta Portuguesa (AAP)

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP) lamenta o encerramento do único diário ateísta, para além do DIÁRIO DE UNS ATEUS.
Pessoalmente, agradeço ao Ricardo Pinho o contributo que deu para a causa ateísta e o seu apelo a favor da Associação Ateísta Portuguesa.
Até breve, Ricardo Pinho. Tens o teu nome no Diário de uns Ateus e espaço para escreveres. Os ateus têm divergências e dúvidas. Bastam os crentes para terem certezas e cultivarem os dogmas.

Em 1999 fundei um sítio web para que se juntasse uma comunidade de ateus e agnósticos para a socialização, informação, e eventual criação duma associação ateísta. Em 2005 foi finalmente criada a primeira associação ateísta em Portugal.

 

Agora, sem recursos para manter uma comunidade e uma publicação neste endereço, encerro-o dignamente. Ateus e agnósticos que achem importante continuar a participar numa comunidade secular, são convidados a inscreverem-se na Associação Ateísta Portuguesa.

 

Quanto a nós, para já é um adeus.

 

@ricardo

10 thoughts on “Associação Ateísta Portuguesa (AAP)”
  • luishgr

    Uma coisa eu tenho de admitir: o Ricardo Pinho é uma pessoa coerente….

    • cínico

      Não é uma pessoa coerente, mas chegou para ti. Ricardo Pinho teve a hombridade e a personalidade suficientes para te pôr a ti e a outros da tua igualha de malas aviadas para o diário de uns ateus. Depois perdeu a face quando, designadamente, editou no Diário Ateísta alguns textos abjectos do Onofre Varela.
      No entanto, o tempo em que ateus da tua estaleca, do kavkaz e do ateu sim e daí, falavam sozinhos, acabou. Esse tipo de ateísmo badalhoco e primário está a chegar ao fim. Foi o tempo do panfletarismo bacoco do Richard Dawkins, Sam Harris e Christopher Hitchens, velho, caduco e reaccionário. Hoje, ateus como André-Comte Sponville, Alain de Botton, Terry Eagleton ou Zizez apresentam uma forma evoluída de pensamento ateísta, bem longe do primarismo intelectual confrangedor de que tu és um risível e caricato arauto. O asco do comentário do JPM, mais acima publicado, é apenas isso: o estertor purulento daqueles que só sabem vomitar bílis pútirda em vez de argumentos medianamente elaborados. O vosso tempo, dos ateus medíocres e intelectualmente indigentes, está a chegar ao fim.Convençam-se disso. Vocês passaram à história bem pela porta dos fundos.

      • Nuno

        Ó antoniofernando, olha que o teu ídolo, o JesusdeNazaré, há quase dois mil anos também disse qualquer coisa no género “está a chegar ao fim”. Chegou?

        Deixa-te de merdas, e muda de droga.

        Experimenta vinho sem ser de missa.

  • João Pedro Moura

    1- Esse verme, esse parvalhão, esse desorientado do Ricardo Pinho lançou um vitupério, aqui há uns meses, extremamente ultrajante contra o Diário Ateísta, onde estava o essencial da comunidade ateísta portuguesa.
    Diário Ateísta esse de que tal verme fazia parte, como colaborador e até fundador, mas que nunca escrevia nada, nem a criticar nem a enaltecer.
    Para aí uma vez por ano, é que esse censor vermicular, com tendência para a obscuridade, sacudia o langor tórpido que o tolhia e fazia um artiguelho qualquer…

    2- De repente, aqui há uns meses, o sandeu Pinho teve o ataque anual de articulação e publicou um artiguelho, simplesmente abjeto, contra o Diário Ateísta, increpando, em abstrato, todos os colaboradores e artigos, com pretensão arrasadora do diário, numa linguagem soez, provocatória, subversiva e desatinada.

    3- Perante tal desfaçatez, a boa gente do DA emigrou e fundou o Diário de Uns Ateus, deixando o desequilibrado verme entregue às inocuidades intelectuais do seu DA, que, parece-me, passou a copiar artigos do Diário de Uns Ateus, e abrindo-se à colaboração doutros parvalhões censórios doutra casa…

    4- Agora, o tolaz Ricardo Pinho, vendo o seu DA decadente e sem préstimo, à maneira do dono, fechou as portas por insolvência intelectual…
    Vai-te embora, toleirão, desaparece, censor espúrio e vermicular!!!

    5- E que tal se se restaurasse o Diário Ateísta?
    Sempre é um nome mais adequado…

  • kavkaz

    Os PALHAÇOS que bateram palmas ao Ricardo Pinho e o abandonaram de seguida ficam caladinhos que nem ratos da sacristia?

  • Provocador

    O Diário Ateísta é poluição intelectual; um desperdício de energia eléctrica; uma tasca de asco e cuspo.

    Num dos seus melhores dias, pode-se ler uma resenha ao Religion for Atheists por alguém que não leu o livro, nem faz ideia sobre o que se trata. Eu repito: uma resenha escrita por alguém que não leu o livro. Claramente, alguém que leu o título na forma Religião→Ateus, e assumiu que o autor poderia dalguma forma mais remota defender a religião orientando o seu discurso para ateus, e, nessa aflita halucinação, escreveu um artigo inteiro. Mas, claro, isto é o Diário Ateísta no seu menos pior.

    Nos outros, são fotomontagens de péssima qualidade, que nem méritos estéticos têm, feitos na pressa de ofender crentes, justapondo símbolos religiosos a elementos escatológicos, ou recortes de notícias em que se demonstra cabalmente que a fé é apanágio dos estúpidos e dos deficientes morais.

    Embaraça-me ver o meu nome no whois dum domínio de internet que, fundamentalmente — e fundamentalisticamente, se isto for uma palavra — é a voz histérica da parolice ateísta.

    Afinal de contas, isto serve para quê? Os ateus já sabem que Deus não existe (estes, daqui, parecem que não, para precisarem de repetir tanto esta ideia), e os crentes, quê?, irão ser subitamente Iluminados com uma ofensa à sua crença, levando-os subitamente a ver que estão errados os seus caminhos? Qual é a estratégia, qual é o objectivo disto tudo?

    Fundei o ateismo.net quando cheguei a Portugal e sentia que o ateísmo era, no final dos anos 1990, ainda discriminado. O objectivo principal era, e o conjunto dos seus objectivos foram pelo menos em texto transpostos para os estatutos da Associação Ateísta Portuguesa, «a despreconceitualização do ateísmo». Passados estes anos todos, é ele próprio um antro de preconceito.

    A norma aqui é ser-se um «ateu verdadeiro»: tem de ter uma posição hostil contra tudo o que é religioso — nem sequer ouvir as missas de Mozart, Bach, nada (porque um bom fundamentalista é um bom ignorante).

    E, claro, rir-se dos crentes. Isso é importante.

    Não creio em Deus, nem tenho religião, mas pelos vistos não sou um ateu verdadeiro eu próprio.

    Já não me identifico com esta página que abandonei há muitos anos atrás — porque pessoas muito mais inteligentes que eu me disseram que não poderia ter dúvidas
    sobre a IVG, que a minha fé ateísta não era suficientemente forte — mas que
    continua a ter o meu nome nos registos de Internet.

    Ainda pensei que se poderia salvar esta página mudando-lhe o nome para Tasca Ateísta, mas até numa tasca há coisas boas. Mais acertado seria chamar-lhe Ódio Ateísta.

    Num meio destes, é natural que os moderados e os bem intencionados tenham fugido daqui, e da AAP, e que, inversamente, tenha havido uma densificação da massa vil: e os odiosos acabaram por gravitar para onde há outros odiosos. Ganharam. Agora espero pela implosão, para que fiquem presos no buraco negro.

    Por mim, continuarei ateu-ateu-mesmo-ateu, mas só que noutros lados, fora deste meio. Não sou suficientemente inteligente e erudito, aparentemente, para tais notáveis filósofos desta freguesia.

    Ricardo Pinho

    • kavkaz

      antoniofernando / Provocador / multiniks:

      O Ricardo Pinho quis ver-se livre de ti. Já não tiveste lata de o acompanhar até ao desfecho rápido do “Diário Ateísta”.

      Bateste palmas ao Ricardo Pinho, mas quem se ri ainda são todos os ateus que continuam no “Diário de uns ateus”. Agora bates palmas ao Ricardo Pinho neste blogue. O teu querido não terá coragem para aparecer e escrever… Vens tu fazer de papagaio dele! É o teu “desígnio inteligente” da vida de vigarista que o cristianismo te ensinou!

      Aprende que os deuses não existem… Isso é a lição do Ricardo Pinho! E a de todos os ateus!

  • Mateus

    “Até breve, Ricardo Pinho. Tens o teu nome no Diário de uns Ateus e espaço para escreveres. Os ateus têm divergências e dúvidas.Bastam os crentes para terem certezas e cultivarem os dogmas” ( Carlos Esperança)

    Com efeito, os ateus também têm divergência entre eles ?Têm dúvidas ? Ora vejam:

    “Esse verme, esse parvalhão, esse desorientado do Ricardo Pinho” ( João Pedro Moura)

    “Esse censor vermicular, com tendência para a obscuridade” ( João Pedro Moura)

    “O sandeu Pinho” ( João Pedro Moura)

    “O desequilibrado verme entregue às inocuidades intelectuais do seu DA”

    “O tolaz Ricardo Pinho” ( João Pedro Moura)

    “Vai-te embora, toleirão, desaparece, censor espúrio e vermicular!!! ( João Pedro Moura)

    Ódio Ateísta ? Tasca Ateísta ? Que ideia, nem pensar…:)

  • kavkaz

    Lá apareceu o antoniofernando / provocador / multiniks a papaguear, como bem sabe, o Ricardo Pinho. Papaguear é o que bem sabe fazer, pois raciocinar não é um dom que possua.

    O “Diário de uns ateus” continuará a mostrar que a religião é um feudo de vigarice e de vigaristas. E o Ateísmo continua a marcar presença e os descrentes são cada vez mais. isso ficou bem marcado na mensagem de Natal do Sr. Policarpo que se dirigiu preocupado aos descrentes, pois tem falta de clientela.

    Os deuses NÃO existem! Os deuses são inventados pelos seres humanos e cada pessoa tem uma representação própria do seu “Deus”, que não é mais do que uma extensão “imaculada” dela própria.

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