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  • 31 de Outubro, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Vaticano – bairro pouco recomendável

“Embora o Vaticano seja o centro espiritual da Igreja Católica Romana, também é uma cidade repleta de paradoxos, palco de disputas políticas e de carência de habitações. Uma cidade onde a célebre guarda suíça é proibida de carregar armas, onde o jantar dos cardeais é constituído de pratos franceses servidos por freiras com vistosas roupas coloridas, onde a desconfiança reina em todos os níveis da cúria e onde para sobreviver é necessário ‘manter o nariz limpo’ e, sobretudo, não falar com jornalistas.”

Essa concisa e profícua análise a respeito do dia a dia dos moradores do palácio apostólico foi publicada em um domingo, no dia 20 de março de 1982, pelo jornal O Estado de S. Paulo).

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3 thoughts on “Vaticano – bairro pouco recomendável”
  • Haddammann

    Se
    os leitores deste espaço compilaram os comentários de Shere W.,
    Lindinha, Milba, Huni

    (Hunig),
    Zunido, são comentários que refletem discussões severas, intensas,
    com garotos e

    garotas
    sobre as coisas que vêm acontecendo em todas as áreas da Sociedade.
    Alguns são

    transcritos
    literalmente do “nervo” da discussão, vem cru, outros mais
    talhados, etc.

    E
    chegamos até este.

    Vou
    tratar de uma posição e de uma decisão, pessoal e de cunho social,
    pela espécie humana e

    por
    demais seres vivos nessa imensa Natureza.

    Como
    já sabem, optei pelo apelido Athan (tirado de um desenho de TV, que
    era o amigo de uma

    menina
    do desenho — depois vi que o interpretavam com nome muçulmano;
    assim também como

    fazem
    confusões equivocadas ou deliberadas mesmos sobre desenhos de
    “metades” de quadrados e

    curvas
    várias que ponho e/ou estão nos estudos que faço, e danam a dizer
    que são isso e

    aquilo
    e que sou o tudo de ruim avessado e só o que faço é que presta, “é
    bom”) em alguns

    procedimentos,
    enquanto estava sob dramática perseguição, até que o tropelho de
    covardes

    teo-pulhíticos
    retiraram de mim trabalhos que com muitos esforços consegui
    desenvolver.

    Meu
    nome é Haddammann (agá sem som, também não tem nada de muçulmano)
    sou o homem que

    idealizou
    a Cenografia-Show Passos da Natureza, um modelo de diretrizes
    lógico-espaciais que

    é
    ensaiado por garotas e garotos que fazem movimentos que mostram como
    a Natureza faz

    formas,
    vestígios estruturais, e claro, como é a maneira dessa operação.
    E isso entra um

    pouquinho
    de Matemática, também de Física, Química, Eletricidade, e mais
    uns poucos. É

    divertido,
    um entretenimento esportivo-educativo, com muito interesse turístico,
    cultural e

    científico.

    Mas
    ainda que tenha levado tanto tempo da vida em pesquisas, já tive
    momentos de ingenuidade

    de
    fazer até as garotas do Projeto Passos da Natureza pasmarem. Como a
    de quando perguntado

    pela
    Inteligência do Exército sobre a amizade com rapaz que eduquei caro
    como filho, se ele

    era
    “íntimo”, eu respondi “sim” (sem notar a
    conotação desse termo para eles; pra mim

    significava
    pessoa para conversa confidencial, pessoa de uma casa, amigo de todo
    tipo de

    conversa,
    etc). Essas derrapadas sociais costumam ser coisa desses meio
    distraídos com

    estudos
    e fora um pouco dessas malandragens que todo mundo “carta”
    de ser “bamba”.

    Por
    outro lado, prefiro não dispensar mesmo algum jeito um tanto singelo
    para com a vida,

    gosto
    de um pé na grama, um peito sem camisa, caldo de cana, mel, laranja,
    coisa tipo

    caipira,
    mas a gente tem de colocar um tipo de roupa “fina” às
    vezes, e endurecer o tom em

    algumas
    situações.

    Essa
    de “filósofo das novas eiras” quantas lá que for, nada
    tenho com essas patetices de

    bôca
    de fíéis-crentes COVARDES-LACAIOS de chefetas-mandantes-de-crenças.

    á
    começo assim pra eles nem lerem o que escrevo, pra mim não passam
    de dejetos amontoadores

    de
    vírus, como a poluição de cocõ de cachorros-bibelôs que adoram.


    dentro de crenças, não é gente, é menos até de que cachorro,
    pois até como babá de

    cachorro
    se arrasta no arremêdo drastico e sequelado de ser vivo, na doença
    psicológica de

    seu
    estado socio-pessoal falido.

    Cresci
    vendo esse meio, sei o que é, sei na pele, sei por dentro, sei por
    fora; sei o que

    fizeram
    e o que fazem. Sei como mentem e como são “capacitados”
    pra causar desgraças nas

    vidas
    que eles invejam.

    Sei
    que podem botar pais esforçados na cadeia atrás de lengas de
    pastores que querem comer

    suas
    mães, e podem dar tiro rindo nos próprios irmãos, ou acharem nada
    de mais por interesse

    expô-los
    à cobiça da viadagem, e um rol de coisas espúrias que estraçalha
    o coração de

    qualquer
    um.

    E
    de tudo, vão se sair com aqueles “testemunhos” de
    MENTIROSOS copiados com suas bõcas

    mortíferas
    de desdém e falsidade que pregam entre eles.

    O
    parasita mesmo, já não suporta o que falso intento que criou para
    vitimar os parasitados

    com
    crenças. Todo o ritual, todos os ditames encarceraram os próprios
    parasitas atrás de

    suas
    máscaras e mentiras. E eles também não vêem que não têm como
    escapulir. Esse tipo de

    soberba
    e falsa expressão já os sufoca.

    Uns
    poucos doentes terminais atolados em ganâncias e feitio de
    “reis-ditadores” com cacoetes

    divinos
    já são vistos tão obsoletos e daninhos aos anseios de seu próprio
    meio, que seus

    impérios
    desandam e já vão se arruinando.

    Os
    próprios parasitas querem vida, querem contato, querem comunicação,
    querem sociabilizar-

    se,
    não suportam mais o engõdo que os forçou a esconderem-se, com o
    fastio de serem na

    realidade
    desprezados,e falsamente admirados.

    Determinei-me
    a não fazer nada contra eles. Mas sinto que são agora tão vítimas
    de sí

    próprios
    como as vítimas que forçaram a divinizá-los.

    Então,
    pela vida será minha posição e meu empenho em minimizar
    sofrimentos que se espraiam pra todo lado.

    E
    as considerações para tanto posto a seguir …

    • Hona

      “O parasita mesmo, já não suporta o falso intento que criou para
      vitimar os parasitados com crenças. Todo o ritual, todos os ditames encarceraram os próprios parasitas atrás de suas máscaras e mentiras.
      E eles também vêem que não têm como escapulir. Esse tipo de soberba
      e falsa expressão (de divindades) já os sufoca. Uns poucos doentes terminais atolados em ganâncias e feitio de “reis-ditadores” com cacoetes divinos já são vistos tão obsoletos e daninhos aos anseios de seu próprio meio, que seus impérios já desandam e vão se arruinando. Os próprios parasitas querem vida, querem contato, querem comunicação, querem sociabilizar-se, não suportam mais o engõdo que os forçou a esconderem-se, com o fastio de serem na realidade desprezados, e falsamente admirados.
      Determinei-me a não fazer nada contra eles. Mas sinto que são agora tão vítimas de sí próprio como as vítimas que forçaram a divinizá-los. Então,
      pela vida é será minha posição e meu empenho em minimizar sofrimentos que se espraiam pra todo lado.”
      Apoio isto.

  • Haddammann

    Se
    os leitores deste espaço compilaram os comentários de Shere
    W.,
    Lindinha, Milba, Huni(Hunig),
    Zunido, são comentários que
    refletem discussões severas, intensas,
    com garotos egarotas
    sobre
    as coisas que vêm acontecendo em todas as áreas da
    Sociedade.
    Alguns são transcritos
    literalmente do “nervo”
    da discussão, outros mais
    talhados, etc. E
    chegamos até este.
    Vou
    tratar de uma posição e de uma decisão, pessoal e de cunho
    social,
    pela espécie humana por
    demais seres vivos nessa
    imensa Natureza. Como
    já sabem, optei pelo apelido Athan (tirado
    de um desenho de TV, que
    era o amigo de uma menina lá no desenho
    animado — depois vi que o interpretavam com nome muçulmano; assim
    também como fazem confusões equivocadas ou deliberadas mesmo sobre
    figuras de “metades” de quadrados e curvas, várias, que
    ponho e/ou estão nos estudos que faço, e daí danam a dizer que são
    isso e aquilo e que sou o tudo de ruim avessado e só o que faço é
    que presta, e “é
    bom”) em alguns
    procedimentos,
    enquanto estava sob dramática perseguição, que
    foi indo até o tropelho de
    covardeo teo-pulhíticos
    retirarem
    de mim trabalhos que com muito esforço consegui
    desenvolver.
    Meu
    nome é Haddammann (agá sem som, também não tem nada de
    muçulmano)
    sou o homem que idealizou
    a Cenografia-Show Passos
    da Natureza, um modelo de diretrizes
    lógico-espaciais que
    é
    ensaiado por garotas e garotos, em treinos que fazem movimentos
    pelos quais se mostra como
    a Natureza faz as formas,
    como são
    feitos os vestígios estruturais, e claro, como é a maneira de
    operar da Natureza.
    E nisso entra um pouquinho
    de Matemática,
    também de Física, Química, Eletricidade, e mais
    uns poucos. É
    divertido,
    um entretenimento esportivo-educativo, com muito
    interesse turístico,
    cultural e científico. Mas
    ainda que
    tenha levado tanto tempo da vida em pesquisas, já tive
    momentos
    de ingenuidade de
    fazer até as garotas do Projeto Passos da
    Natureza pasmarem. Como a
    de quando perguntado pela
    Inteligência
    do Exército sobre a amizade com rapaz que eduquei, caro
    como
    filho, se ele era
    “íntimo”, respondi “sim”
    (sem notar a
    conotação desse termo pra eles; uma vez que pra mim
    significava
    pessoa para conversa confidencial, pessoa de uma casa,
    amigo de todo
    tipo de conversa,
    etc). Essas derrapadas sociais
    costumam ser coisa desses meio
    distraídos com estudos
    e que
    ficam fora um pouco dessas malandragens que todo mundo “carta”
    de
    ser “bamba” Por
    outro lado, prefiro não dispensar mesmo
    algum jeito um tanto singelo
    para com a vida, gosto
    de um pé
    na grama, um peito sem camisa, caldo de cana, mel, laranja,
    coisa
    tipo caipira,
    mas a gente tem de colocar um tipo de roupa “fina”,
    às
    vezes, e endurecer o tom em algumas
    situações. Essa de
    “filórsofu das nova eiras” quantas lá que for, nada
    tenho
    com essas patetices que vazam de bôca
    de fíéis-crentes,
    COVARDES-LACAIOS de chefetas-mandantes-de-crenças. ja
    começo
    assim pra eles nem lerem o que escrevo, pra mim não passam
    de
    dejetos amontoadores de
    vírus, como a poluição de cocõ de
    cachorros-bibelôs que adoram. Tá
    dentro de crenças, não é
    gente, é menos até do que cachorro,
    pois até como babá de
    cachorros
    se arrastam, num arremêdo drastico e sequelado de ser
    vivo, cismados que escondem a doença
    psicológica de seu estado
    socio-pessoal falido. Cresci
    vendo esse meio, sei o que é, sei na
    pele, sei por dentro, sei por
    fora; sei o que fizeram
    e o que
    fazem. Sei como mentem e como são “capacitados”
    pra
    causar desgraças nas vidas
    que eles invejam. Sei
    que podem
    botar pais esforçados na cadeia atrás de lengas de
    pastores que
    querem comer suas
    mães, e podem dar tiro rindo nos próprios
    irmãos, ou acharem nada
    de mais, por interesse expô-los
    à
    cobiça da viadagem, e um rol de coisas espúrias que estraçalha
    o
    coração de qualquer
    um. E
    de tudo, depois vão com aquelas
    “carinhas” bizonhas se sair com aqueles “testemunhos”
    de
    MENTIROSOS, com aqueles jeitos revirados, copiados com suas
    bõcas mortíferas, tortas
    de desdém e falsidade que pregam
    entre si. O
    parasita mesmo, já não suporta o falso intento que
    criou para
    vitimar os parasitados com
    crenças. Todo o ritual,
    todos os ditames encarceraram os próprios
    parasitas atrás de
    suas
    máscaras e mentiras. E eles também não vêem que não têm
    como
    escapulir. Esse tipo de soberba
    e falsa expressão já os
    sufoca. O que resta são uns
    poucos doentes terminais atolados em
    ganâncias e em feitio de
    “reis-ditadores”, com cacoetes
    de “divinos”, que
    já são vistos tão obsoletos e daninhos
    aos anseios de seu próprio
    meio, e que vão vendo seus
    “impérios”
    desandarem e já indo se arruinando. Os
    próprios
    parasitas querem vida, querem contato, querem comunicação,
    querem
    sociabilizar-se,
    não suportam mais o engõdo que os forçou a
    esconderem-se, com o
    fastio de serem na realidade
    desprezados,e
    falsamente admirados. Determinei-me a não fazer nada contra eles.
    Mas sinto que são agora tão vítimas
    de sí próprios como as
    vítimas que forçaram a divinizá-los. Então,
    pela vida será
    minha posição e meu empenho minimizar
    sofrimentos de tantos
    seres vivos que se espraiam já pra todo lado. E
    as considerações
    para posto a seguir …

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