Ninguém disse que o radicalismo é exclusivo dos mouros. Mas deixe-me fazer-lhe notar que Timothy McVeigh não foi terrorista por motivos religiosos.
Quanto a Jim Jones, não me parece correcto classificar “aquilo” como um acto terrorista. Jim Jones limitou-se a promover um suicídio colectivo; e a verdade é que só se suicidou quem quis, e esses suicídios não causaram danos directos a terceiros. Ou seja, suicidaram-se sozinhos.
Estar a comparar o extremismo religioso, que mata inocentes, a extremismo insane, é a mesma coisa que dizer que a Igreja é culpada pelos que, na Malásia, se autoflagelam e se fazem crucificar, ou que, em Fátima, rastejam até sangrar dos joelhos..
Um pouco de honestidade intelectual só lhe ficava bem, por muito pró-islâmico que o Stefano seja – e que é um direito que lhe assiste.
serio?? e a igreja nao tem culpa por causa de Ruanda ??? os padres ruandeses e belgas incitaram o massacre.. alguns dos padres chegaram pessoalmente a matar . A igreja soube do caso e nada fez contra esses padres assassinos. McVeigh era ligado a seita adventista dos Davidianos. Ele fez o atentado em resposta ao massacre de Waco.
Jim Jones não fez apenas suicidio coletivo… ele mandou matar aqueles que se recusavam a se matar.
me acusa de pro-islamico?? bem… existem pessoas no blog que defendem a igreja em certas situações … qual o problema de se defender o islam ?? nem todo islamico é bruto da mesma forma ke nem todo padre é pedofilo.
Tal como já referi, embora por outras palavras, cada um deve bater-se por aquilo em que acredita.
Pela mesma razão, também se deve bater por aquilo em que NÃO acredita.
a CNN por exemplo… é totalmente mãezona com os crimes do rei do Bahrein…. ao mesmo tempo que demoniza Assad.
stefano666
leia o trecho de “Tratado de ateologia (Michel Onfray)”
“…El tropismo de los cristianos para
los exterminios en masa es antiguo y aún continúa. Así, no hace mucho,
el genocidio de tutsis en manos de los hutus de Ruanda, sostenido,
defendido y apañado por la institución católica en el lugar, y por el
mismo soberano pontífice,mucho más expeditivo en manifestarse a favor de los criminales de guerra genocidas, curas, religiosos o personas involucradas con la comunidad católica para que escaparan a los pelotones de fusilamiento, que en expresar una sola palabra de compasión hacia la comunidad tutsi. Porque en Ruanda, país mayoritariamente cristiano, la Iglesia ya había practicado antes del genocidio la discriminación racial con respecto al ingreso en el seminario, la formación, la dirección de las escuelas católica y la ordenación o los ascensos en la jerarquía eclesiástica. Durante el genocidio, algunos miembros del clero participaron activamente, por medio de la compra y despacho de machetes por miembros de la institución católica, localización de las víctimas y participación activa en actos de barbarie -encierro forzado en una iglesia, a la que incendiaron y luego arrasaron con bulldozers para borrar las huellas-, denuncias, movilizaciones durante las prédicas, arengas raciales… Después de las masacres, la Iglesia católica persistió en su política:uso de conventos para ocultar de la justicia a algunos culpables, activación de redes para facilitar la salida hacia países europeos a varios criminales, suministro de pasajes de avión a Europa gracias a la asociación humanitaria cristiana -Caritas Internacional, caridad bien entendida, etc.-, reubicación de sacerdotes culpables en los curatos de provincias belgas o francesas, encubrimiento de obispos implicados, recurso a posiciones negacionistas: se negaron a utilizar el término «genocida» y optaron por hablar de «guerra fratricida», etcétera. Silencioso durante los preparativos, silencioso durante las masacres – cerca de un millón de muertos en tres meses (entre abril y junio de 1994)…-, silencioso después del descubrimiento de la magnitud del desastre
-llevado a cabo con la bendición de François Mitterrand-, Juan Pablo II
salió de su mutismo para escribirle una carta al presidente de la
república de Ruanda el 23 de abril de 1998. ¿Su contenido? ¿Lamenta los hechos? ¿Se compadece? ¿Lo siente? ¿Culpa a su clero? ¿Se desolidariza? No, en absoluto: pide que no se aplique la pena de muerte a los genocidas hutus. No hubo ni una sola mención de las víctimas.”
1- Carlos, quando se cita ou
se mostra a página dum livro, convém nomeá-lo claramente, até para os leitores
poderem adquiri-lo, se quiserem.
Neste caso, vê-se, pelo menos, parte do título, mas vamos
lá referi-lo corretamente: trata-se da pág. 136, do livro “O Fim da Fé –
Religião, Terrorismo e o Futuro da Razão”, do autor norte-americano, Sam
Harris, Edições Tinta-da-China, Lisboa, 2007.
Sam Harris, com cerca de 45 anos, é um grande estudioso
da religião e respetivas tradições, tanto do Ocidente como do Oriente. Tem
chamado a atenção do perigo que as religiões constituem, nomeadamente, a
islâmica.
Tem um doutoramento, suponho que já o concluiu, sobre a
base neuronal das crenças, da descrença e da incerteza.
Aquele seu livro foi premiado com o Pen Award, em
Não-Ficção, em 2005.
Colabora em diversa imprensa norte-americana e inglesa,
do Los Angeles Times ao Times, de Londres.
2- O que faltou mostrar,
Carlos, é que a página ao lado, a 137, apresenta outro quadro estatístico com o
quesito “Atentados Suicidas em Defesa do Islão – Alguma vez se justificam?”, em
que a percentagem de aprovadores é francamente superior ao outro quadro, o que
denota muito bem o perigo mortal, para a liberdade e democracia, constituído
pela mentalidade vigente nos países onde prolifera a hedionda escumalha islâmica…
gostaria de recordar que Harris se cala ante a repressão vigente em paises islamicos aliados dos U$A. Inclusive a CNN omite essa repressão. Na verdade… a histeria antislam é seletiva… é apenas contra os islamicos que não se curvam ante o poderio dos “bonzinhos”.
Os governos em grande maioria estão ATOLADOS em crenças, acoluinhados até o pescoço em CRENÇAS; e não estão procurando o nosso bem; estão fazendo acordos espúrios para danar a Sociedade e enriquecer uma meia dúzia de SAFADOS, que já se apropriaram da máquina pública e vão fazendo arruaças para desgraçar os povos e mantê-los desesperados sem condições de se defender. Pior é que usam um calhordas encostados em favores para manietar, vigiar, perseguir, as pessoas em todo lugar todo dia, toda hora. Sabemos disso e continuamos a dar bom-dia para esses pulhas que a gente vê logo onde ficam, onde estão, as bengalinhas que usam como vigias de escolas com ligação direta com pastutos SAFADOS CANALHAS VAGABUNDOS e outros asseclas encostados em associações de moradores e creches e administração de praças públicas, etc.
Usam também um chapéuzinho preto tipo malandrinhos para dar sinal de que são escória-lacaia da MÁFIA teo-pulhítica. É a corja espalhadora do vício por cachorrinhos-bibelôs, a corja difamadora que vaga encostada em um dinheiro sujo miserável obtido à custa da desgraça alheia. O dinheiro dos dízimos e o dinheiro roubado dos orçamentos públicos sustenta essa cambada de vagabundos pilantras com fachada de gente “do bem”; capanguinhas escoltando os filhos das pessoas nas escolas, nas universidades, nas ruas, nos condomínios, nos bailes, nas festas. São uns PODRES desgraçados.
São esses mulambos que já não são nem gente mais, que fazem o “fervor” de açular tropinhas de “fiéis-protetores-du-béin” para fazer covardias contra pessoas que apenas querem e têem o direito de viver suas vidas.
Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas.
Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que além de mentirosa e ridícula, essa é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã em toda parte. Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação,
mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos
dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.
Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.
Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas.
O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns
versículos de algumas das suas suras.
Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a
religião de Allah”.
Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã,
(aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os
desventurados.”
Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam
contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.
Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”
Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.
Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus
habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.
Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para
intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros
que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.
Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala
causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.
Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.
Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de algunsfiéis”.
Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para
intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros
que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.
Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala
causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.
Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.
Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.
Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas,
em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.
Qualquer semelhança não é mera coincidência. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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13 thoughts on “É preciso lembrar”