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Assim vai o negócio da superstição

Carmelitas criam página na Internet dedicada à irmã Lúcia

Dar a conhecer a vida e a mensagem da vidente de Fátima é um dos objectivos da página criada pelas carmelitas de Coimbra
As carmelitas de Coimbra criaram uma página dedicada à irmã Lúcia, com o objectivo de dar a conhecer a vida e a mensagem da vidente de Fátima.

A página do Carmelo de Santa Teresa foi criada no âmbito da passagem dos 95 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos e pretende igualmente oferecer “informações sobre o desenvolvimento do seu processo de beatificação”.

Informação do Diário de Leiria

4 thoughts on “Assim vai o negócio da superstição”
  • Milba

    Com aquela capinha ‘avoando’ sem tá nem aí pra gravidade, o super-homem é muito mais legal. Gente! O Super Homem é um sem-crença e pulou pros blogues!
    Essa foi boa1 Shuashuashus … quando o Haddammann escreveu no livro A Sabedoria da Física Sem Fio, que a Imprensa era o Super-Homem da América, e aí a teo-pulhítica foi correndo em cima da Imprensa para torná-la mascarada e injusta e desinformativa, então os fatos reviraram; e as pessoas tomaram nas mãos o pulso da liberdade, e vieram os blogues, e o Superman refez o uniforme. Quadrinhos é o máximo mesmo. Os quadrinhos superam as crenças; eles dão toques no imaginário, sem impor ditames. Pra falar sério, são grandes instrutores de cientistas. Até em centros de pesquisas avançadas, tem uns quadrinhos jogados lá em cima de alguma mesa. É divertido; aqueles caras fodas, de vez em quando lêem um gibi.O Haddammann disse que tá faltando mesmo é um filme do Cinco Por Infinitus. Vai ser show.
    Esperança. fala com os caras lá de Hollywwood pra fazerem isso!

  • kavkaz

    Segundo o livro de João Ilharco “Fátima desmascarada” Lúcia
    nasceu no lugarejo de Aljustrel “pequeno aglomerado de casas térreas humildes e
    escuras, escondido no meio de montes que fazem parte da Serra de Aire.

    Afastada de Aljustrel cerca de dois quilómetros, existia uma
    pequena depressão, cavada entre montes pedregosos, conhecida pelos nomes de
    Cova de Iria ou Lagoa de Carreira. Era uma região de bom vinho, apaladado e
    forte. À época das aparições esta região montanhosa estava privada de bons
    meios de comunicação, numa zona onde se consome vinho de elevada graduação
    alcoólica, segundo a opinião do Dr. Binet-Sanglé, que foi lente de psicologia,
    citado por João Ilharco.

    Os habitantes de Aljustrel eram profundamente religiosos e,
    na sua quase totalidade, analfabetos. A dureza da vida, como sempre aconteceu,
    torna a fé mais viva.

    Lúcia viva rodeada de pessoas ignorantes e crendeiras, que
    revelam acentuada tendência para a crença no sobrenatural, a única instrução
    que recebe é de carácter religioso. A acreditar no que foi escrito no livro
    “Jacinta” pelo Padre Galamba de Oliveira, aos dez anos (altura das aparições)
    Lúcia não compreende o que sejam meses e anos e não sabe distinguir uns dos
    outros os dias da semana. O bispo de Leiria chama-lhe “criança sem instrução de
    espécie alguma e duma rudimentar educação” /Provisão do Bispo de Leiria, de
    3-5-1922.

    O pai de Lúcia era António dos Santos e tinha a alcunha do
    “Abóbora”. Era mole e arrastado, deixando por isso atrasar as suas terras e não
    tirando delas quanto podiam dar. Prestava culto a Baco, gostava muito da pinga
    e quando não andava no campo a labutar, era na taberna.

    A mãe de Lúcia, aos serões, à luz da candeia, lia aos filhos
    episódios do “Velho Testamento” – nos quais a divindade está em contacto
    directo e permanente com os homens – e a “Missão Abreviada”, que relatava a
    aparição de La Salette.
    Lúcia, por consequência considerava facto trivial a aparição
    de entes sobrenaturais a qualquer pessoa.

    Nenhum dos 3 pastorinhos sabia ler. É neste ambiente e com
    estas crianças que se prepara o fenómeno que transformaria a vida daquela
    região e da ICAR, deixando os 3 protagonistas com uma vida apagada e sem
    futuro.

  • kavkaz

    «Lúcia, aos 10 anos, era uma mocetona robusta, rude e áspera
    como o ambiente em que vivia, de feições grossas e carregadas, com beiços
    carnudos, boca larga e nariz chato. A beleza passou de largo por ela» – escreve
    Costa Brochado em «Fátima à Luz da História», pág. 158.

    Leopoldo Nunes, no seu livro “Fátima”, em pinceladas mais
    breves, conserva-lhe o perfil: «Era uma rapariga forte, de rosto grosseiro e
    largo, modos acanhados de criança inculta».

    Antero de Figueiredo, dá mais uns retoques, mas o retrato
    permanece fiel:

    «Lúcia, a menos criança das três, na idade, no corpo e no
    tento, tinha aspecto duma serrana rude: face trigueira, boca larga, lábios
    grossos, as sobrancelhas espessas e quase travadas, sobre o olhar duro,
    davam-lhe o aspecto trombudo de arrenegada» /“Fátima”, pág.29/.

    O bispo de Leiria chama-lhe «criança sem instrução de
    espécie alguma e duma rudimentar educação». /Provisão do Bispo de Leiria, de
    3-5-1922/.

    … … …

    … um reparo feito pelo Padre João di Marchi a respeito de
    Lúcia, no seu livro “Era uma vez uma Senhora mais brilhante que o Sol” /pág. 27/. Diz ele:

    «Qualquer fisionomista ter-lhe-ia atribuído um carácter
    grosseiro, senão perverso.»

    Fim de citação do livro de João Ilharco, “Fátima desmascarada”.

  • Carpinteiro

    E ainda há quem duvide?
    Está aqui a prova!

    http://www.youtube.com/watch?v=zpDpK692rPc

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