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Data a recordar

Há 102 anos (28 de agosto) os deputados do Movimento Republicano ganharam as eleições nos círculos de Lisboa, Porto, Aveiro e Setúbal.

Foram os arautos da epopeia que, menos de dois meses depois, teve lugar na Rotunda. Foram os heróis civis do 5 de Outubro, a data que os analfabetos desconhecem e os ressentidos querem fazer esquecer.

O clero, comprometido com a monarquia, teve nestes quatro círculos eleitorais a primeira derrota significativa.

16 thoughts on “Data a recordar”
  • Citadino

    Monarquia e religião sempre andaram de mãos dadas. Ambas se justificam com a irracionalidade.

    • Bassárida

      Ai Fredinho, nem imagina o quanto me tenho rido com esse seu desabrido comentário. O Fredinho é fogo, todo pêlo na venta.Então isso faz-se aos milhões dos seus companheiros ateus monárquicos, britânicos, suecos, noruegueses, dinamarqueses ? Chamar-lhes irracionais ?Ou seja, estúpidos ou imbecis ? O Fredinho é danado, quando lhe chega a mostarda ao nariz , leva tudo à frente, até os súbditos ateus das mais refinadas monarquias europeias. Com um amiguinho assim como o Fredinho, quem precisa de inimigos ? Ai Fredinho, o que eu me diverti com esse seu rasgado comentário…: )

      • Citadino

        A Grã-Bretanha, Suécia, Noruega e Dinamarca, só são nominalmente monarquias para fins turísticos. A instituição real não tem qualquer poder nesses países! São mais repúblicas do que a maioria dos países que se intitulam republicanos.
        Não me diga que não sabe que até os discursos feitos pela raínha de Inglaterra são escritos pelo primeiro-ministro…
        Não chamei de irracionais a esses povos. De facto são os povos que mais admiro e pertencem ao leque dos países mais evoluídos do mundo. Apelidei de irracionais sim, a monarquia e a religião porque ambas se baseiam na crença em Deus, ou seja num fantasma.
        Monarquias são, por exemplo, Marrocos e Arábia Saudita. Os países que citou são de facto repúblicas democráticas com familiazinhas reais para atrair turistas e vender revistas do coração.

        • Citadino

          Ah e esses países são dos menos religiosos do mundo. O que não admira porque são dos países mais avançados…

          • Citadino

            …ao contrário de Marrocos e Arábia Saudita, que são ultra-religiosos!

        • Bassárida

          Ai Fredinho, o menino não pára de me surpreender. Então ” a Grã- Bretanha, Suécia, Noruega e Dinamarca, só são nominalmente monarquias para fins turísticos” ?! Ai Fredinho, já há tanto tempo que não me ria com as suas exóticas piadas. O Fredinho tem uma veia humorística absolutamente arrasadora. Depois de chamar irracionais aos seus coleguinhas ateus e monárquicos, o fofinho não deixou os seus créditos por mãos alheias e, vai daí, pumba: “a Grã- Bretanha, Suécia, Noruega e Dinamarca só são nominalmente monarquias para fins turísticos” . Fenomenal ! Monarquias mesmo só ” Marrocos e Arábia Saudita”. Ó Fredinho fofinho, da próxima vez que se lembrar de dissertar sobre a natureza mais ou menos nominalista das monarquias,veja se consegue equilibrar a medida do tintol. O Fredinho é tão, mas tão inteligente, que, à custa do excesso da pingarola, ainda vão pensar que é tontinho. Não lhes permita essa ” vingança” Fredinho, mostre aos seus detractores o intelectual de fina água que o fofinho é…:)

          • Citadino

            Não contra-argumentou a nada do que escrevi. Limitou-se a baboseiras tentando imitar o estilo de uma comentadora deste blog (Pitonisa). Só que você não tem graça nenhuma.
            O fulcro da questão está em que a legitimidade dos soberanos nas monarquias advém do poder que lhes é, supostamente, transmitido por via divina, já que o não recebem pela via democrática. Ora nos países que citou, essa “transmissão” não existe porque os “soberanos” não têm poder algum. São apenas um símbolo. Daí que, de facto, sejam repúblicas, porque quem detém o poder é o parlamento, este sim eleito pelo povo.
            No dia em que os ingleses chegarem à conclusão que os gastos com a familia real são superiores aos benefícios turísticos daí resultantes, acabam com a palhaçada. Eles não são parvos.

          • Bassárida

            Contra-argumentar Fredinho ? Não, Fredinho, ainda nao parei de rir com aquela sua tirada àcerca das monarquias, nominalmente para fins turísticos…LOL…Brilhante Fredinho, mesmo brilhante. Com pingarola a mais ou não, só o Fredinho seria capaz de algo tão fenomenal ! Mas tem toda a razão fofinho. Há monarquias dos feios, porcos e maus, mais ao estilo das de Marrocos e da Arábia Saudita e , depois, há outras, mais selectas, dentro da linhagem aristocrática da imperial Grã Bretanha e reinos afins.Estas, claro Fredinho,são só para vender revistas cor de rosa, com o netinho da Isabel 2ª todo nu ou vestidinho de nazi. Um ” must”, Fredinho, tão selecto e tão fino que nem se vê nenhum movimento ateísta, nessas monarquias tão finas a reclamar por qualquer conversão republicana. Aí sim, Fredinho, está tudo bem,Buckingham Palace é o que está a dar, com a Isabel 2ª simultâneamente na chefia do estado e da igreja anglicana. Tudo muito democrático, não é Fredinho ? Tudo muito ao estilo de ” monarquia e religião sempre andaram de mãos dadas”, com o Dawkins a lamber as pantufas da ” madama” e todos os very bristish ateus de boquinha calada e de cu para o ar. Que lindo não é Fredinho ? Mas por que é que as monarquias dos feios, porcos e maus, não seguem estes very british exemplos ? Arengue mais Fredinho, que eu fico totalmente bem disposta com a sua hilariante erudição:
            ” Daí que de facto sejam repúblicas…”
            Ai Fredinho, você está-se mesma a borrifar para a noção do ridículo. É assim mesmo fofinho, se quer ser o bobo da corte, por que não ? Ainda acabará por sair nas revistas cor de rosa como o escárnio da rubrica das piadas foleiras. Mas se o Fredinho quer ir por aí, não serei eu certamente quem o vai tentar demover…:)

          • Citadino

            Traveste-te como quiseres. Eu sempre usei só este nick. Não tenho necessidade de me esconder. Como vai a tua mulher ateia e o teu melhor amigo ateu?

          • Bassárida

            Então Fredinho, agora anda de cabeça perdida depois daquelas suas exóticas teses sobre as ” monarquias nominais” para efeitos meramente turísticos ? E de que, afinal, o Reino Unido é nada mais nada menos do que a República Unida da Grã-Bretanha ? Pingarola a mais faz mal à mona, Fredinho, cuidado com os seus ricos neurónios, não lhes dê tanto álcool etílico que ainda podem ficar borracholas. O Fredinho é o máximo, dá um colorido a este site verdadeiramente surrealista. Continue assim Fredinho que é para o pessoal desopilar a figadeira.Eu, por mim, tenho rido imenso com as bobagens do Fredinho, são mesmo muito bobas.Agora amuar é que lhe fica muito mal, julguei que tinha mais estaleca para aguentar uma boa dose do meu gozo…:)

          • Citadino

            Qual gozo? Não tens piada nenhuma. Pelo menos poderias tentar ser original em vez de tentares imitar a Pitonisa…

      • Pitonisa

        Ai, rico, lá vem o Nandinho outra vez com essa roupa apaneleirada, faz-me lembra o outro, valha-me Zeus! Como se não bastasse, colocou uma peruca ho-rro-ro-sa, parece um canário, a fazer lembrar a loira das anedotas. Bom, mas tenho de concordar que a peruca lhe assenta como uma luva.
        Olhe, rico, o Nandinho sabe qual é o lema do Reino Unido? Pois olhe, chama-se “Dieu et mon droit”. Está em francês, mas eu traduzo, porque as loiras das anedotas não sabem francês: “Deus e o meu direito”. Percebeu, rico?
        Quanto ao resto, se lesse a História – pelo menos a de Portugal – saberia que os reis só o eram com autorização de
        Deus, que o mesmo é dizer do papa de plantão. Mas as loiras não leem História, pois não, Nandinho?
        Já agora: afine a pontaria, rico. Assim, não vai a lado nenhum. É que você não acerta uma, por Apolo! “Fredinho”? Ora, ora. Será da peruca loira?

        Um ósculo da sua
        Pitonisa

        • Citadino

          Este António Fernando não tem emenda! Pena é não ter sentido de humor nem imaginação.

  • xavier

    Sou ateu e monárquico, mas foi preciso vir aqui para ficar a saber que ” monarquia e religião sempre andaram de mãos dadas”. Até, pelos vistos, em relação aos ateus monárquicos, como eu, que nunca tive qualquer espécie de formação religiosa, ao contrário de outros ateus que já foram crentes. Desde quando é que ser-se ateu implica necessariamente ser-se republicano ou politicamente de esquerda ?

    • Citadino

      Acho uma contradição porque a justificação da monarquia sempre foi o direito divino dos reis. Rei pela graça de Deus…
      Privilégios derivados do nascimento estão ultrapassados na actualidade.
      Mas claro que você se pode considerar o que quiser…

      • Citadino

        Quanto a ser-se monárquico e de esquerda, é outra contradição, porque a esquerda luta para acabar com os privilégios de nascimento e pela cidadania de mérito.

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