Um vídeo que recomendo sem reservas.
Centra-se na realidade do Reino Unido, mas grande parte do que é dito diz respeito ao princípio da Laicidade em geral.
Com o apreço que nutro pelas suas cordiais intervenções,faz-me rir. Você vem falar de laicidade tomando como exemplo o Reino Unido, um país semi-democrático, onde a chefe do estado não foi eleita e é simultâneamente líder da Igreja Anglicana.É mesmo para rir não é ?
É um bom exemplo de desrespeito pelo princípio da laicidade – como é dito no vídeo, e portanto um bom ponto de partida para falar sobre a importância desse princípio.
Eu rio-me sempre quando reparo no exemplo do Reino Unido, como referência para as questões da laicidade pelas razões que já invoquei. Se há país no mundo que menos pode falar na separação de poderes, na laicidade e na democraticidade da organização do estado é exactamente o Reino Unido. Tudo aquilo que é por demais evidente, mas que o britânico Richard Dawins faz de conta que não vê. Se ele tivesse o mínimo pudor, começava por censurar o que se passa no seu país.
«Se há país no mundo que menos pode falar na separação de poderes, na laicidade e na democraticidade da organização do estado é exactamente o Reino Unido»
A Arábia Saudita está pior, mas concordo com a ideia, no geral: sempre considerei o Reino Unido um caso vergonhoso de desrespeito pelo princípio da separação entre a Igreja e o Estado.
O que não me parece é que isso obste à mensagem do vídeo, pelo contrário. Torna-a particularmente pertinente.
Tem razão João Vasco Gama no que diz, concordo consigo.
Ateu sim, e daí ?
baba ovo !
Ateu sim, e daí ?
A separação entre baboseiras religiosas e o estado deverá se dar por atos e não por textos. Na lei do Brasil há a separação apenas na lei ( até no dinheiro há referência ao et ); na Inglaterra, apesar da rainha papa, o estado não promove a religião e há total liberdade para mandar deus tomate cru.
Tente fazer isso em um pais laitólico…
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7 thoughts on “Laicidade explicada”