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  • 30 de Junho, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Não é a fé que perpetua a Igreja, é o dinheiro

Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que as falhas humanas estão na origem do “drama da história do próprio papado” e que a Igreja Católica é mais forte do que “as forças do mal”.

4 thoughts on “Não é a fé que perpetua a Igreja, é o dinheiro”
  • kavkaz

    O alemão diz que o Vaticano “não é uma comunidade de seres perfeitos, mas de pecadores” que precisam de ser “purificados através da cruz de Jesus Cristo”.

    Isto já todos sabem há dois mil anos. É conversa pouco original e já milenar para encher chouriços e os ouvidos dos crentes que gostam de “música” e tretas.

    Quem vai purificar os padres pedófilos? A cruz de Jesus Cristo é a proposta do Papa? Ahahahah! Vão andar a carregar com ela às costas à volta do bairro do Vaticano? Até hoje quantos o fizeram?

    A lavagem de dinheiro no Vaticano vai ser purificada na máquina de lavar que é a cruz de Cristo!

    A simbologia infantil do clero embala e embrulha a mentira descarada aos crentes!

  • snope

    Será?

  • snope

    Pareceu-me já haver lido por aqui o seguinte:
    1º) Ao início considerar-se que J. Ratzinger não era pessoa de fé (suponho que por ser pessoa de alto nível de cultura) ao revés de K. Woytila (polaco, operário, clandestino nos estudos).
    2º) Depois, constatar-se que afinal é homem de fé.
    *
    O salário dos clérigos é baixo. E a reforma chega em idade muito avançada. E muitos vivem em razoável austeridade.
    Que significa dizer que o dinheiro seja assim tão importante?
    Admito a ignorância.

  • Deam S-Klyss Sinn-Klyss

    Defintivamente o “mal” não é um di, nem triabo, nenhum; mas o mal, definitivamente é um interesseiro contrariado em uma sua vaidade fútil qualquer; isso é mesmo O MAL. E não tem um que não tenha noção do quanto ruim se vai por isso. Isso é um síntese de uma conclusão serena, dura, difícil. Em contrapartida, quem agradece à Sociedade o que ela nos dá? Somos instigados a odiar a Sociedade, e amar uma fantasia que usurpa os benefícios que todos nos fazemos a nós mesmos todos os dias. Se ladrões, pulhas, mentirosos, como os corruptos do Mensalão no Brasil, não tirassem vantagem disso; não teríamos “crise” alguma, nem lorotas divinas nenhumas. Nossos romances pela vida seriam mais agradáveis, e entenderíamos melhor o que é a Justiça.

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