14 thoughts on “Sem tecnologia dão um jeitinho para sobreviver”
cínico
Então aqui no ” Diário Ateísta” já investigaram as acusações de actos pedofilia que recaíram sobre o ateu Arthur C. Clarke, citado pelo Rodrigues na sua anterior posta, alegadamente cometidos sobre crianças do Sri Lanka? Então agora não dizem nada ? Entupiram ?
Qualquer um deve ser responsável por seus atos; ninguém aqui defendeu clemência para pedófilos ateus ou religiosos. Ninguém defendeu que assassinos ateus deveriam ser perdoados ou ter seus atos esquecidos e até mesmo deletados da história.
Agora, já li aqui mesmo crentes dizendo que a inquisição não teve relação com a religião – não foi seu tal disparate – e que a igreja não apoiou o nazismo e que os casos de pedofilia e assassinatos na sacristia foram inventados ou são obra do diabo.
Mas o que deseja com tal questionamento ? Sabe muito bem que não apoiamos vilões. Qual é o objetivo ?
Vamos, Antolo, deixe a muleta de lado e escreva para todos lerem : Vocês tem razão. Minha crença em deus é ridícula e finalmente percebi que foi-me implantada tal tolice na infância e por isso custei a dar-me conta de que tudo não passa de uma grande mentira. Como pude ser tão ingênuo a ponto de acreditar que deveria haver deus para explicar o universo ? sei agora que tal hipótese, além de imbecil, é totalmente inútil; não explica absolutamente nada, apenas transfere o problema.
Não respondes a nenhuma observação que te fazem e tens a lata de dizer isso?
Como é que começaste na religião? Os teus pais eram ateus mas aos 7 anos decidiste pensar pela tua cabeça? Foi a religião que te ensinou a trapacear com a mudança de nicks? Qual é a tua Igreja? Católica, Luterana? Muçulmana? Judaica? Hindu? E como a escolheste? Os teus pais eram hindus mas decidiste-te pelos católicos?
Já tens aí uma série de perguntas. Não vais dizer nada? Vais entupir? Vá lá…
Calma, citadino. O António Fernando, que vai variando de “nicks” para dar um pouco de diversidade ao DA e, também, para exprimir de forma eloquente a sua demência, ainda não recuperou do profundo trauma de saber que tanto a sua delicada (sic) esposa como o seu melhor amigo, eram ateus. Tens de concordar que é demasiada areia para a diminuta cabeça de qualquer religionário!
Por isso, acho que devemos permitir ao antoniofernando continue a debitar a sua inutilidade nestas páginas, não o hostilizando e até, se possível, dando-lhe umas palmadinhas nas costas.
No fim de contas, e ele devemos o verdadeiro milagre da transubstanciação (ele transforma os próprios neurónios em coliformes fecais), assim como se prova de o milagre da multiplicação existe. Olha só como ele multiplica os nicks…
Invejo as pessoas que tentam viver no século XIX em apenas um item: a música clássica. Como seria bom viver em um mundo sem a música atual, sem funk, sertanejo e as barulhos atuais recheados de vulgaridades e pornografia.
Eu nem nesse aspecto, porque podemos evitar esse tipo de “música” actual mas não ter uma boa aparelhagem para poder ouvir música clássica seria um bocado triste.
Quanto à noticia, coitados sabem que as tecnologias são coisas do “demo”
e deixam-nas para os outros que não se importam de ir para o ”
inferno”. As próteses mentais foram-lhes tão bem implantadas que não
conseguem libertarem-se delas.
O Tribunal de Colónia, Alemanha,considerou a circuncisão ritual judaica como um crime, afirmando que
“não cabe aos pais decidir a religião dos filhos”. Na base da decisão, o caso
de uma criança de 4 anos afectada por uma grave hemorragia após este tipo de
intervenção.
– É uma boa “chapada na cara” daqueles que violam a identidade das crianças!
Os judeus contestam a decisão com o palavreado enganador de que estarão a atentar contra a liberdade religiosa. Os judeus devem respeitar a decisão dos Tribunais. E não mexer na pilinha das crianças! Se acreditam em “Deus”, então foi ele que as fez assim, não é para os judeus lhes mexerem.
Porque não acusar os judeus de pedofilia pela circuncisão religiosa?
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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