Ateia desde sempre, venho pela primeira vez comentar no Diário Ateísta. E tão-somente para manifestar a minha palavra amiga e solidária a Ricardo Pinho, o qual, num só texto-denúncia, com que inteiramente concordo, fez muito mais pelo ateísmo do que milhões de asquerosas edições do Luís Grave Rodrigues.
Proponho que censure também o seguinte texto “asqueroso”.
O seu pai era duas pessoas –
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque nem era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E que nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!
Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar para o chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espirito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou –
“Se é que ele as criou, do que duvido.” –
“Ele diz por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres.”
Felizmente descobri aqui neste blog alguns comentadores que me enchem as medidas e que pensei não existirem. Apesar de seres agnóstico, és um deles. Parabéns!
Venho aqui deixar a mensagem que aparentemente já foi deixada por Maria Luísa. Faço follow no Facebook da Associação Ateísta Portuguesa, que faz frequentemente repost dos conteúdos aqui colocados neste dito “Diário Ateísta”. Ao mesmo tempo, sigo também a Atheist Alliance International. A diferença de mentalidade é evidente.
Vejo neste site alguns comentários a posts como “Os ateus gostam de gozar com as pessoas que vão à missa por causa da sua superioridade intelectual e moral. Os ateus nunca desafinam, nunca violam os filhos nem dão porrada na mulher.” (em resposta ao vídeo da missa da TVI).
Eu sou ateu e não me revejo nesta infantilidade e ódio irracional. Ser ateu não é colocar imagens que gozam com a Igreja. Desculpem, mas envergonho-me ainda mais se uma dita “Associação Ateísta Portuguesa” patrocina tais mensagens (que o faz ao repostar). Penso que terei de fundar outra Associação, porque com esta não me revejo de certeza, bem como com estes conteúdos.
NÃO SE ATREVAM a denominarem-se ateus.
Vocês são só pessoas com ódio.
Nada vos dá o direito de serem mesquinhos, infantis, odiosos.
Irei ainda hoje fazer unfollow da AAP. E a quem lê este post e se revê naquilo que digo… Aconselho a seguirem a Atheist Alliance International. Para além de se verem conteúdos de qualidade (como debates do Dawkins, Hitchens e outros demais), eles não odeiam. Eles respeitam. É aí que está a diferença de mentalidade.
Não vou tão longe a pontos de colocar toda a gente no mesmo saco. Bastaria retirar as “contribuições” deste senhor e o ar era muito mais respirável.
Nem é uma questão de mostrar respeito, é uma questão de que os “contributos” não contribuem para nada ser ser para denegrir a imagem deste espaço que já foi para mim dos locais essenciais em termos de cultura, inteligência e informação.
A Associação Ateísta Portuguesa faz muita falta no nosso país para denunciar e combater os abusos daqueles que não respeitam a nossa Constitução. A verborreia oca, inútil e de mau gosto que o Luís Grave Rodrigues tem mostrado aqui não faz falta nenhuma.
E digo isto sendo um fervoroso ateu anti-religioso.
O Ricardo Pinho tem todo o meu apoio, como é óbvio. Mais triste do que isto é ainda aparecerem “artigos” como estes de alguém que devia olhar para o espelho e repensar o mal que está a fazer. Mas não, nós todos é que estamos errados e ele vai continuar a fazer o que bem lhe apetecer.
Peço desculpa se dou a entender que estão todos no mesmo saco.
A crítica só vai para quem tem colocado os conteúdos que menciono. Olhando assim de repente para a página principal não vejo só uma pessoa a postar desse conteúdo de mau gosto, daí ter falado no plural.
Não quero, no entanto, incluir todos aqueles que contribuem para este blog.
Acrescento: o discurso está no plural, mas não é para todos. Falo para alguns ditos “ateístas” portugueses, que muitos tenho visto de pouca retórica, só de desprezo pelos demais.
Os posts de Luís Grave Rodrigues chegam e sobram para destruir o Diário Ateísta. Será que resultam de mera falta de senso ou sob a capa de um ateísmo feroz se esconde um crente amargurado ?
Estive a ler atentamente o Ricardo Pinho, e devo dizer que não concordo minimamente com ele. Realmente as suas opiniões aproximam-no mais a um crente do que a um ateu.
Sobre as críticas aos posts do Luís Grave Rodrigues, acho que este está a ser mal entendido. Após séculos de intimidação, repressão e violência religiosa sobre toda e qualquer mínima suspeita de crítica à religião, aparece alguém que fura a redoma e desmistifica a auréola do sagrado com que a religião se procura proteger da verdade!
Não esqueço que ainda há não muitos anos, para dar só um exemplo, o “Evangelho Segundo Jesus Cristo” foi considerado pelo Governo como «ofensivo dos sentimentos profundos do povo português».
Era o que faltava que após o nosso prémio Nobel da literatura ter escancarado a porta da liberdade aos ateus, LGR não pudesse brincar com a religião como bem lhe aprouver!
Não conheço o Luís Grave Rodrigues, nem o Ricardo Pinho, de lado nenhum, mas pelo que aqui li de ambos, acho que aquele deve continuar a desmistificar o “sagrado” sempre que lhe apetecer, e que o segundo, de facto, não está aqui a fazer nada.
Mas esta é só a opinião de um ateu «desde que me conheço», é claro…
Eu também sou ateu « desde que me conheço»». Pelo menos quando deixei de exercer as funções de sacristão e de emborrachar com o vinho Lágrima, destinado às missas em que cumpria a minha função de ajudante atento e submisso. A partir daí, vejo crentes em todos os ricardos pinhos. Mas, claro, na minhas dembulações citadinas, o ateu « desde que me conheço»» sou eu e só eu…
Então deixem que vos diga: estão todos muito bem juntos.
Porque é possível não acreditar na existência de Deus E não gozar das crenças dos outros. É barato e fácil, não é de quem se julga “intelectualmente superior”, é de quem tem uma mente pequena. Tão pequena como julgam que os crentes têm.
Como colocou no plural, incluiu-me.
Particularmente, o único crente do qual debocho constantemente é o Antolo. Debocho da religião, da patetice na crença no et taradão e desaparecido. Do livreco conhecido como gibibibria e do monte de asneiras contidas naquela obra. Eu “obro” todos as dias no banheiro e uso as folhas do livreco para limpar-me. Considero que “obro” bem melhor.
Quanto as “crenças dos outros”: não são dos outros. São das igrejotas, dos pastutos e do padréfilos. Sem ficar irritado comigo, gostaria que pensasse o quê na sua crença é realmente seu ? nada. Tudo lhe foi enfiado na cachola desde a mais tenra infância.
Isso é o que mais irrita na religião: enfiam as besteiras nas cabeças das inocentes crianças e as coitadas passam a crer no monte de lixo. Aí crescem e dizem ” a minha crença”. E mesmo sua ?
Pufff… que cheirete vem das tuas bandas. Vai-te lavar porcalhão.
Ateu sim, e daí ?
Antolo, deixe de ser pateta (é possível ? será ?) Todos já sabem de quem se trata.
Você é digno de dó.
Aí, crentes, é por causa desse palerma que vocês acabam achando que os ateus odeiam todos os crentes. Não odiamos.
Só detestamos o palhaço plantonista do DA.
cínico
Pufff… que cheirete vem das tuas bandas. Vai-te lavar porcalhão.
gozão
Tu não fazes mais nada do que ” obrar”, pastelão.
gozão
Tu não fazes mais nada do que ” obrar”, pastelão.
Ateu sim, e daí ?
Sim. Obro em ti e na tua religião, antolo.
Citadino
Ora aqui está um respeitável crente o qual todos os ateus deverão reverenciar respeitavelmente. Mas isso de “dar a outra face” é em sentido parabólico não é?
Citadino
Exacto! É essa técnica da lavagem do cérebro das crianças que também mais me irrita na religião.
António dos Santos
Perdeu-se no meu texto, porque também sou ateu… A minha crença é que a minha “superioridade intelectual” não é para ser gasta no gozo dos demais. Prefiro educar-me a mim e tentar educar os outros do que desprezar altivamente todos aqueles que escolhem ter uma religião.
Citadino
Vou deixar passar a provocação. Afinal anda por aqui a familia do Ricardo Pinho…
Espero não ter sido mal interpretado. O Luís Grave Rodrigues pode fazer o que bem entender, está no seu direito. O meu problema é fazê-lo aqui, dessa forma.
O Diário Ateísta que eu conheci prezava a inteligência e a argumentação. Era um ponto de referência que eu indicava a muita gente para combater o misticismo e os abusos anti-constitucionalistas. O Diário Ateísta era seguido por membros da minha família que eram crentes em deus, mas cada vez menos crentes em religiões organizadas, que é um ponto muito importante para o avanço do laicismo.
Hoje em dia já não posso recomendar o Diário Ateísta a ninguém porque a argumentação que eu tanto prezava foi quase toda substituída por “cheap shots” que em nada contribuem para que este movimento seja levado a sério.
Solidário com o Ricardo Pinho, como disse no comentário ao Post anterior, vou perguntar agora ao Hamonbaal:
Ainda achas que eu sou outras pessoas e sou um crente disfarçado?
Então, o Ricardo Pinho também è?
E as outras vozes que o apoiam, também são crentes disfarçados?
Pessoas como tu, o Luis G. Rodrigues ou Carlos Esperança, têm uma forma de entender o ateísmo que me merece todos os reparos, não porque seja crente mas porque acho que os crentes, na maioria das vezes, têm razão para se queixar.
Canalizem as vossas energias para uma forma positiva de ver e expressar o ateísmo, deixem os crentes em paz e merecerão o respeito do todos.
Quem já chegou ao ponto de usar durante semanas o meu nick, caindo no pormenor de copiar textos meus e alterar-lhes o significado para melhor enganar os outros participantes, é capaz disso e de muito mais.
Não tenho culpa que vocês se comportem como uns animais.
Quanto a tu te referires à minha expressão do ateísmo, apenas indica mais uma vez que vocês estão aqui apenas para provocar.
Nunca nenhum de vocês debateu a sério, o que implica levar em conta o que o interlocutor diz.
Vocês nem ligam ao que é dito, apenas dizem que não quando os outros dizem que sim e que sim quando os outros dizem não.
Pouco lhes interessa o que é verdade ou não, apenas provocam e contrariam tudo o que seja dito.
De outro modo não continuavas a dizer que sou ateu, quando já te disse várias vezes que não só não sou ateu como até já muitas vezes critiquei os ateus.
Mas como isso não te interessa nada continua a dizer o que quiseres, mesmo que saibas que é mentira.
Afinal estás aqui para provocar.
Continua a queixar-te do meu “ateísmo radical” e a negar os crimes comprovados da igreja.
Apenas não esperes ganhar muito respeito com essas aldrabices.
Inteiramente solidário com Ricardo Pinho. Enquanto ateu, também não me reconheço no comportamento constantemente agressivo dos sucessivos posts do Luís Grave Rodrigues o qual, sob o pretexto de legítimo exercício do sarcasmo, descamba normalmente para edições completamente odiosas. Como é sabido, existe um enorme preconceito social contra os ateus e este Diário Ateísta, da forma que está a ser conduzido pelo Luís Grave Rodrigues, só vem pôr ainda mais em causa, de forma injusta, a imagem pública dos ateus. Não é dessa forma ofensiva que o ateísmo, os ateus e ateias vêem as suas posições reforçadas, muito pelo contrário. O texto do Ricardo Pinho foi uma pedrada neste charco de águas poluídas em que se transformou o D.A. Parabéns pela sua frontalidade.
Pois eu estou solidário com o Luís Grave Rodrigues. Vamos a eleições é? O texto do Pinho até foi elogiado, pasme-se, ppor um tal “António Fernando”, que passa o tempo a insultar os ateus e a mudar de nick.
Sobre a questão do aborto, o Pinho até é mais papista que o Papa!
Não conheço o Pinho mas parece um crente com remorsos ou um ateu arrependido.
Concordo com as colocações do sr Luis Grave. Religião é um lixo, uma porcaria inútil cuja única finalidade é dar vida mansa aos vagabundos que dela se aproveitam. Todo crente é um palerma em potencial; se já não for de fato.
Respeitar a crença no ET por que ?
Todos nós nascemos ateus; a religião em nada contribui para o engrandecimento moral de pessoa alguma; muito ao contrário, torna os que acreditam nessas bobagens vassalos de velhos ridículos e palermas.
Acreditar em deus ? que por*a de deus ?
Algum demente acreditaria em deus se não sofresse uma lavagem cerebral na infância ? é claro, se não sofresse esse abuso intelectual e recebesse educação decente.
Ah, a religião tem uma moral. Qual ? basta ler a merda da gibibibria para ver que somente marginais delinquentes realizariam os atos referenciados naquele monte de esterco.
Para que serve essa porcaria ? para disseminar ódio e preconceito.
O que é mais irritante para um ateu – ou para qualquer um que tenha bom senso – e a frase: deus quis ou sua equivalente “se deus quiser”. O que significa essa merda? se as coisas não deram certo para você é porque não tem fé suficiente ou porque não deu dinheiro suficiente para o pastor ?
Sim. Eu sou ateu, o que é desnecessário dizer. Sim. Eu detesto as religiões. Todas. Sem exceções.
Odeio crentes ? nunca ! Só os que me enchem o saco, os que não respeitam o meu direito de detestar as religiões. Dos outros, tenho dó, muita dó. Lamento por serem escravos contentes com as corretes que os prendem aos pilantras, vagabundos exploradores da religião.
Parabéns, sr Luis Grave. Tem em mim um grande admirador.
Não sejas mentiroso. Cheiras a esterco, que tresandas, por limpares o cu com os dedos das mãos. Estás ao teu nível mais rasco e não admira que admires o sr. Luís Grave. Vocês os dois e o chanfrado do Halucinado estão bem uns para os outros.
Então grande hipócrita Halucinado, não aguentas com uma dose de bom sarcasmo ? Não é isso que o primário do Luís Grave tem vindo constantemente a incentivar com posts de forca para os padres, crucifixo em mijo, bíblia deitada na sanita e posts do mesmo”gabarito”, como o mais recente, sobre o qual, mais uma vez, fechaste a tua boquinha suja de agnóstico conivente ? Não tem sido sempre esse também o teu estilo ao longo de todo o teu tempo de permanência neste ” D.A.” ? Um gajo como tu, que não tem feito outra coisa do que insultar tudo e todos, não aguenta com o sarcasmo alheio ? És um dos mais porcos nojentos que anda por aqui e ainda te vens a armar a falsa putéfia ? Tu, o Rodrigues e o Ateu sim e daí são do piorio. Vocês juntos, com as vossas odiosas intervenções, são dos maiores responsáveis pelo estado a que isto chegou. Borrem-se na merda que vocês criaram que é o que bem merecem.
Olá fifi.
Contrariamente ao que estás a dizer, eu sempre reprovei esses excessos dos ateus.
Apenas digo que animais como tu, que concretamente roubas identidades e enches isto com nickcs falsificados, e outros que defendem a relativização dos crimes da igreja, o internamento dos homosexuais, a falsa interpretação dos textos para por a bíblia a dizer coisas que não estão lá etc, são MUITO piores.
Tu e os teus correligionários são os maiores responsáveis pelo clima agressivo.
O rodrigues ao pé de vocês é um menino de coro.
Citadino
É preciso lata para acusares outros de insultuosos!
Citadino
Peço permissão para assinar por baixo este comentário. Subscrevo-o na íntegra. Muito bem!
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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37 thoughts on “Sarcasmo”