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  • 4 de Maio, 2012
  • Por Administrador
  • AAP

Assembleia Geral 2012 e Convívio do 4.º Aniversário

AG 2012
1 thoughts on “Assembleia Geral 2012 e Convívio do 4.º Aniversário”
  • Athan Gene

    Coloquem na pauta, em tom informal, que em NY acaba de ser proibido que professores comuniquem-se com alunos em redes sociais. Pois bem: Tem várias garotas que ensinei que hoje têm muita, mas muita gurizada em seu perfil do Orkut. Sabemos que a mera curiosidade se vai em dois ou três recados, “Oi, fessôra!’, mais uma fotinha no álbum, etc.
    Não sei muito de professores que tenham muitos alunos em seus perfis; sei de pelo menos um, que é bamba em Matemática, o Lino, que tem edições de livros muito boas, e a galerada vai lá e adiciona mesmo, e até seguem o blog dele; mas é muita gente, estudantes a dar com pau. E agora vem essa daí. Pensem um pouquinho. No meu tempo de guri, todos os professores eram bons. exceto uma mulher que apareceu falando embolado, e toda cheia de empáfia enrolou quase a escola toda com suas aulas fajutas de música; o negócio dela era conversê de crença, e querer saber coisas das garotas, e dos garotos, de preferência conduzia a conversa pra ditames sobre sexo pecador. Ela tinha uma predileção por um garoto loirinho, desses que falsinhos cabisbaixos que só vivia enfurnado dentro de igreja; o moleque só tirava nota alta, mas inteligente ele não era. E era um entra e sai com aquele garoto da diretoria, pra sala, beijos, abraços, e tal.
    Se o moleque passava a ripa nessa prefessora (seria corajoso até, porque a bicha era feia que só cão do avêsso.e uma voz horrível). Isso foi logo que começou a bandalheira do PT, no Brasil. Aulas, quase não tinha mais, era um tal de “liberados” pra amontoar “greves” não se sabe das quantas, e sempre com puxa-saquismo dos professores. 
    Muito bem. Hoje, mal se anunciou na mídia que o Brasil deu um passo para a liberdade de imprensa, e, sabemos que os professores bons discutem MESMO com alunos sobre problemas sociais, principalmente, os/as de Geografia (geralmente são todos bons, exceto quando são partidários de “socialismos” e outros “ismos”); então o que querem de fato, com essa lenga de proibição? “Marcar” os professores discriminadamente, olhando-os antecipadamente com a insinuação de que são pervertidos? 
    Se a coisa for assim, por aí, então é já mais que hora de se impedir cabalmente que garotos e garotas sequer pisem em calçadas onde haja igrejas, porque é mais que sabido o assombroso número de ocorrências por parte dos dirigentes e lacaios dessas várias denominações que estão alastradas em tudo que é canto.
    Sabemos que vez por outra um ou outro professor — e pelo que consta, de memória, mais casos de professora e alunas — é processado por interações sexuais com alunos; sei de professores que não são professores mesmo, que encostaram-se na profissão como lambões desqualificados, e esses, quase regra, são uns deploráveis. Mas os alunos, em dois tempos os mandam pastar. Vigaristinhas e vigaristinhos ‘estudantes’ existe, até os que se fazem de “amigos” para “tirar” coisas dos outros, geralmente são repetentes, ou vivem nas graças de diretores, via de regra, fiéis de crenças ( o falsinho e o dirigentezinho).  É o mundo como está.  Mas a pior coisa, está sendo o enjaulamento de alunos nas escolas, grades e “firmas” de segurança, mais “associações de moradores” entupindo os conselhos das escolas, com pretextos esquisitos.
    A Sociedade desgraçada por crenças está nas últimas, de seus dias falidos, temos de reverter essa situação. 
    Os ateus são a berlinda politicamente, nem são os homossexuais, nem o racismo, são os não-crentes (que aumentam a cada dia), que estão sob mira, pois estão agindo.
    Sei de pessoas que lêem regularmente blogs e sites interessantes, que abrem páginas até na hora do cafézinho, para os amigos lerem também.
    E isso está surtindo efeito, muito efeito. 
    O Larry Page da Google já acenou que “forças” com fachada de “protetoras” estão ávidas para detonar a Internet, mas agora vejo que estão também em cima dos professores.
    Impeçam os professores de serem professores, enxertem de pulhas com cartilhas divinas a zanzar dentro das escolas, e nós teremos acabado de vez com tudo de valor que construímos como Sociedade.

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