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  • 18 de Abril, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

A Igreja católica e os feriados privativos

Tal como previ, os tartufos, hábeis na dissimulação, depois de conseguirem eliminar o 5 de outubro e o 1 de Dezembro, do calendário dos feriados, começaram por protelar o fim de dois dias litúrgicos para, agora, contestarem o fim dos feriados religiosos, que os bispos aceitaram, e de que o Papa discorda com refinada duplicidade.

O respeito devido aos crentes não pode estender-se ao Vaticano, onde o diretor-geral da multinacional da fé, herdeiro da política das concordatas, continua a considerar países laicos como protetorados. O envio a Lisboa de monsenhor Fabio Fabbri, para afirmar que “não se pode deitar fora” o feriado do 01 de Novembro (Todos-os-Santos), a “festa da família”, e questionar os motivos “por que se atacaria a celebração da Assunção de Maria” (15 de Agosto), é um ato de hipocrisia e de chantagem sobre um Governo que não impõe ao Vaticano, num elementar ato de reciprocidade, que celebre o 25 de Abril.

O 5 de outubro não é apenas a data que mudou o regime, que vivia do contubérnio entre o trono e o altar, é o marco histórico que transformou os vassalos em cidadãos, acabou com os títulos nobiliárquicos e recusou a sharia romana, instituindo o registo civil obrigatório, permitindo o divórcio e tratando com igualdade todas as religiões.

A Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) que transformou em Estado um bairro de 44 hectares, graças ao tratado de Latrão, negociado com Moussolini, a quem o Papa de turno chamou enviado da Providência, está a seguir os passos do fascismo islâmico que pretende submeter o mundo a Maomé.

O proselitismo deve ser contido com a laicidade, e a honra de um país não se troca pelo Paraíso que alguns governantes almejam com a capitulação perante as sotainas.

41 thoughts on “A Igreja católica e os feriados privativos”
  • Anarca

    Acho óptimo ficarem os feriados do 1º de Novembro e do 15 de Agosto.São mais dois dias de merecido descanso. Vocês aqui no Diário Ateísta são masoquistas ou quê ? Queriam mais dois dias para trabalharem ? Ainda são de bom tempo. Deixem de ser parvos, aproveitem mas é a vida.Mais dois dias de descanso já ninguém mos tira, quero lá saber das vossas guerras de alecrim e da manjerona.

    • UmGajo

      Hehehe.
      Por um lado até concordo. Mas a manter era todos já que todos servem para descansar. 
      Mas no caso de ter de escolher, o estado que é laico, republicano e democrático, devia optar por descartar aqueles cujo significado pouco ou nada lhe diz e não fazer esta triste figura de “negociar” com os representantes de uma das confissões religiosas existentes no país.

    • Triangulo Da Laranja

      Em absoluto acordo!… Já expressei aqui essa posição. Porque, como se dizia em 68, “Trabalhar muito é viver pouco!”
      Lamentável é ter-se cortado – já – dois. O seu significado político pouco me interessa. O que me interessa, realmente, é o ter-se perdido dois dias de descanso.
      E isso é grave.
      Mas, tendo em conta que as religiões podem mais que a população votante… Espero que cada religião, a sacar dinheiro aos seus fieis neste país, exija que os seus dias “santificados” passem a feriados.
      O resto é treta, só entra para o clube deles quem quer. Como diria o Grouxo Marx: “Recuso-me ser sócio dum clube que me aceite como sócio”….

      • Icarocristao

        Em acordo e desacordo ao mesmo tempo. Concordo que não nos deviam tirar feriados… se é pelo critério meramente económico basta fazer uma comparação do PIB português num ano com mts feriados a meio da semana com outro em que os feriados calham todos no fim de semana para rapidamente se concluir que não há qualquer influência… qt ao facto de se viver numa sociedade em que 8 em cada 10 pessoas é Católica… acho que dão alguma importância aos feriados em que se festejam datas Católicas. abr

        • Triangulo Da Laranja

          Estes feriados estão a ser “tirados” por imposição externa. Alega a chefona do IV reich que temos muitos feriados.
          Mentira!…
          Basta comparar com a alemanha, França ou Espanha (temos menos)… Para além de termos os vencimentos menores da Europa.
          Elegemos estes gajos para quê? para lamberem as botas aos chefes dessa coisa dita UE.
          Aqui o problema não passa (apenas) pela pressão religiosa… a questão é de falta de “espinha” dos governos que temos tido. Sabendo disso a ICAR aproveita-se. Recusa o corte…
          OK! que recuse…
          Alguma vez havia de estar de acordo com os corvos. É desta!…

        • UmGajo

           Estás a dizer que 8 em 10 portugueses festejam ou sequer sabem o que significam essas datas católicas?

          • Ícaro Cristão

            UmGajo, eu disse exactamente aquilo que queria dizer. Ponto final. abraço

          • UmGajo

             Que maldade ó icaro. Podias ajudar-me um bocadinho. É que se calhar eu entendi mal.

            Ora… 8 em cada 10… eu devo fazer parte desses 8 porque para mim também são muito importantes esses feriados embora não faça ideia do que sejam nem porque são mas a verdade é que gosto muito deles…

            OK se calhar percebi 🙂

            Um abraço para ti também

  • Citadino

    O Estado não é “tendencialmente laico”. è totalmente laico! Atr.41º, nº4 da Constituição da República Portuguesa: «As Igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado…».Todos os feriados religiosos deveriam ser abolidos, sendo substituídos por dias de férias para cada um usar como bem entende, incluindo os que desejassem usá-los nos dias hoje ocupados por esses feriados. Só deixava o 25 de Dezembro,o do deus da coca-cola, porque esse tornou-se na festa da família.Para quando o fim desta vergonha?

    • GriloFalante

      Caro Citadino: o que está escrito na Constituição, não conta para nada; ou só conta quando interessa.
      A Constituição também diz que a saúde é tendencialmente gratuita…
      Apesar do que diz a CRP, o estado é laicatólico, sempre pronto a ajoelhar-se ante a poderosíssima multinacional que é a ICAR.
      Aliás, esta cena do “corta-feriado-não-corta-feriado” tem mais aspectos mafiosos que religiosos.
      Embora a linha divisória seja muito ténue…

      • Citadino

        Sim, na prática esta Constituição vai-se cada vez mais parecendo com a de 1933…

        • Ícaro Cristão

          Laico=Leigo. Ou seja, separado institucionalmente da Igreja. 100% Laico como eu ou como outra pessoa que não seja Padre ou Freira… será assim tão difícil entender este conceito básico?

          • Citadino

            Bem, você insiste em fazer-se de parvo…depois o Hamonbal é que é o mau da fita…
            Sabe perfeitamente que essa separação torna o Estado neutro em matéria religiosa. Por isso é que é ilegítimo que institua feriados religiosos. A religião é um assunto privado e não deve ser promovida pelos meios públicos.
            Lembro-me que no dia 13 de Maio de 2010 o Governo de Sócrates deu tolerância de ponto a propósito da visita do papa. Isto foi um absurdo! Quem quisesse ir ver o papa que metesse um dia de férias!
            Eu, como ateu, recusei a oferta e fui trabalhar. 

          • Ícaro Cristão

            Ainda bem que trabalhou meu caro. Assim eu e mais uns milhares de pessoas pudemos estar sempre a acompanhar o Santo Padre. Quanto à neutralidade ou manifestações públicas da Fé não misture laicidade com ateísmo. Os ateístas preferem a realidade toda sem Deus… esquecem-se da esmagadora maioria que põe Deus no centro dessa realidade. viva a democracia e a liberdade de expressão… pública!

          • Citadino

            Ainda bem que estamos de acordo nalguma coisa! Viva a democracia e a liberdade de expressão pública! (não sei se tem alguma coisa contra a liberdade de expressão privada…eu não!).
            O problema é quando alguém, no uso da sua liberdade de expressão pública, crítica a ICAR. Aí logo chovem os lamentos sobre a «ofensa aos sentimentos profundos do povo português».
             

  • stefano666

    o encontro de 2 velhos inimigos… o líder do American Empire com o lider Islamic Empire.
     

  • Matheus

    Muito me interessa debates acerca do ateísmo e do aspecto religioso.

    Gostaria de compartilhar esse postagem: Grupo de Ateus excomunga participante!

    http://david-m-m.blogspot.com.br/2012/04/grupo-de-ateus-excomunga-participante.html

    • Triangulo Da Laranja

      Tolerância ou intolerância… um grupo ou associação tem interesses comuns. É normalmente intolerante em relação aos franco-atiradores… o sentido grupal aposta na máxima autoritária: “quem não é por mim, é contra mim”…. esse estar está bem patente entre religiosos e não religiosos e, muitas vezes, certos “não religiosos” travestem-se de religiosos e uma nova seita nasce…!
      ah…!
      o meu clube é melhor que o teu!!!!!! Não é? Pois é!

    • Citadino

      Isso é estranho! O normal é o contrário porque a religião não tem defesa possível!

      • José

        A religião não tem defesa possível ? É uma respeitável opinião. Em Portugal, 3 ou 4% de ateus terão essa respeitável opinião, mas é muito pouco para se transformar em verdade universal.

        • Ateu sim, e daí ?

          A religião não tem defesa possível. É uma verdade. Não há como defender a posição religiosa; nesse espaço os crentes ora negam a treta, ora dizem que é literal. ora que jesus não era um deus, ora era,ora…como defender uma posição se nem mesmo se sabe qual é essa posição ?
          Em tempo: assisti um debate envolvendo o padre fábio de melo; primeira vez que vejo um padre possuidor de uma mente esclarecida, sem fanatismos, e levando a religião para um lado mais humano e espiritual. Nada de : “faça isso porque deusão ou gzuis quer.”
          Se a religião fosse dirigida por sujeitos assim, eu não teria nojo dessa treta.

        • Citadino

          O falso não se torna verdadeiro pela percentagem de pessoas que acredita nele. O problema é a demonstração de que os deuses não são mera ilusão para quem acredita neles.

    • Ateu sim, e daí ?

      retirei o texto abaixo do blog que você indicou:
       ”  Na disciplina de ciências, geralmente a única teoria que é passada aos alunos sobre a origem do universo, é a teoria do Big-Bang.”

      Existe outra teoria ? 
      O autor diz-se ser não prosélito…hehehe
      Os crentes são tão doidões que nem conseguem mais compreender o que dizem…

      • Matheus

        Prosélito só por dizer que a teoria
        do Big Bang não é a única? Muito estranho. Tendo em vista, que em uma pesquisa
        muito rápida no nosso amigo Google, encontrei dois cientistas que desafiam a
        teoria pelo menos na forma em que ela está posta, João Magueijo e Martin
        Bojowald.

         

        Você disse: “Os crentes são tão
        doidões que nem conseguem mais compreender o que dizem…”

         

        Não me
        considero crente nesse sentido pejorativo que dizes, no entanto antes todos
        fossem “doidões” e conseguissem ter o discernimento de saber que
        existem mais de um tipo da teoria de origem do universo, do que levantar
        opiniões fechadas, simplistas, e sem sustância como a sua.

        • Ateu sim, e dai ?

          Aqui, teoria significa levantamento de hipóteses, premissas e testes de contradições. Se uma “teoria” sobrevive ao teste inicial passa a ser chamada de teoria – sem aspas. Não é o caso do “cria_cinismo”.
          O termo doidão é porque o indivíduo se contradisse e nem mesmo se apercebeu disso. Falei em relação ao sujeito e não em relação aos crentes em geral. Há alguns ( muito poucos) que merecem o respeito dos ateus: são crentes, e não doidões.

          • Matheus

            Concordo com você quando dizes que o criacionismo não é teoria, e sim verdade para quem tem fé. Tanto concordo que não me referi a ele no meu post. E aliás, me parece que não foi eu quem me contradisse, mas você que não interpretou bem o texto. Se quiser dar mais uma olhada, segue abaixo:

            http://david-m-m.blogspot.com.br/2012/04/ensino-religioso-religiao-ateismo-e.html 

            Repito e afirmo, sou contra na disciplina de ciências ser lecionada somente a Teoria do Big Bang da forma que ela é, como verdade absoluta, pois, como já citei em outra resposta minha neste post, em uma pesquisa muito rápida no nosso amigo Google, encontrei dois cientistas que desafiam a teoria pelo menos na forma em que ela está posta, João Magueijo e Martin Bojowald.

          • Ateu sim, e dai ?

            Novamente repito: a contradição é do autor dp blog ao qual você fez referência. Nada disse em relação a você.
            Quanto a teoria do big bang, a mesma encontra-se me análise e sob críticas. Efetivamente há outras teorias, porém, diante dos dados disponíveis atualmente, é a mais próxima da realidade – evidentemente será alterada em caso de contradições – uma coisa que não ocorre com as religiões.
            Seguindo esta linha, há algo do qual discordo profundamente: chamar de teoria a evolução. Os dados disponíveis indicam que seria um verdadeiro milagre – um evento de probabilidade próximo de zero – haver erro no conjunto da evolução. Nesse aspecto, a evolução é uma verdade e o big bang é uma teoria.

          • Matheus

            Primeiramente só gostaria de deixar claro que EU sou o autor do blog. E por isso gostaria de entender aonde eu me contradisse. Concordo em quase tudo com você, porém, só a nível de informação; Qual a base que você utiliza para dizer que a Teoria da evolução não é teoria?
            E sinceramente, afirmar que uma teoria científica passou a ser verdade, entendo que é muita pretensão.

            Abraços!

          • Ateu sim, e dai ?

            Dentro do eu disse sobre a probabilidade de a evolução não ser verdadeira- essa é a base. Acredito que você saiba que algo que tem uma ínfima possibilidade de estar errado é considerado uma verdade científica ( a relatividade ou a física quântica são também exemplos disso).
            A contradição está no que você diz sobre o ensino de ciências. Pelo que li no seu blog, seu interesse é sobre o ensino religioso e a sua colocação sobre o big bang mostra que a separação entre religião e ciência é, para você, inaceitável.
            Não tem sentido explicar teorias que não tem uma base lógica e racional que permita, a partir desta base, realizar inferências – tais teorias seriam nulas por carecerem de utilidade.
            Gostaria que você esclarecesse em quais bases você foi “expulso” da ATEA. Nós não expulsamos ninguém, e nem há previsão dessa punição. 
            Poderia esclarecer ?

          • Matheus

            Se existe uma 
            ínfima possibilidade de estar errado, pode estar errado. Me interesso pelo Ensino Religioso sim, contudo, isso não quer dizer que concordo, muito pelo contrário, da forma com que está posto, eu não concordo. E nas demais de suas conclusões, você interpretou completamente de forma errônea. Se você quiser entender minha excomunhão da página do Facebook da ATEA, leia meu post novamente, pois lá expliquei tudo.

          • Ateu sim, e dai ?

            Eu li o que escreveu. Solicitei esclarecimentos porque NÂO há “expulsão” na ATEA.
            Até prova em contrário, parece-me que você falseia a verdade, ou a interpreta segundo sua conveniência; algo comum em se tratando de crentes.

          • Matheus

            Não quero provar que fui expulso. Mas me parece que você quer provar que não fui. Mas para esclarecer essa questão, leia essa nota da página do Facebook da ATEA: 
            https://www.facebook.com/note.php?note_id=401193736559398 No item 6, você verá que fala em exclusão. Desse modo quem falseou a informação foi você, afirmando que ”
            NÂO há “expulsão” na ATEA.”

            Obrigado, e findo por aqui meus comentários.

          • Ateu sim, e dai ?

            Mais uma coisa: sim, a ciência pode e deve alterar suas verdades à luz dos novos fatos, por isso a colocação de uma ínfima possibilidade de haver um erro.
            A religião, a crença em um ET taradão e jamais visto, tem 10000000 % de estar errada. Portanto, é uma hipótese ordinariamente – no sentido vulgar – FALSA !

          • Matheus

            Minha opinião sobre o tema, segue nesse link:  
            http://david-m-m.blogspot.com.br/2012/01/senso-comum-cientifico.html

            Findo efetivamente meus comentários por aqui.

            Abraços e muito obrigado pelo debate.

        • UmGajo

           Até entendo o que diz, mas a questão não é de quantas teorias existem, mas sim, das que existem, neste momento, qual é a mais amplamente aceite pela comunidade de peritos na matéria (cientistas) e como tal, repito, neste momento, a que melhor descreve o fenomeno.

          Seria um bocado complicado, pelo facto de existir alguém que contestasse uma teoria e apresentasse uma alternativa, de imediato integra-la no ensino como sendo válida.

          • Matheus

            Também concordo com você, mas, me refiro a tendência que me parece que a maioria das pessoas tem de de elevar uma Teoria a verdade absoluta, pois, nas escolas me parece que a Teoria do Big Bang é tratada como verdade absoluta, quando não é, pois, por mais que menos aceitas, ainda existem outras teorias. E é ai que discordo de você, pois somente pelo fato de não serem muito aceitas pelas comunidades científicas não podem ser desqualificas na escola. Como exemplo podemos citar o próprio ateísmo, que em quantidade de adeptos é muito pequeno perto do número de religiosos, porém, nem por isso o pensamento ateísta é menos válido.

            OBS: Acho ótimo podermos debater sobre esses tipos de temas sem ofensas. Só estamos exercendo nossa democracia, e nossos direitos humanos, independente de a partir prisma cada um olhar.

          • UmGajo

             Caro Matheus

            Discordo da ideia que alguma coisa em ciências seja ensinada como verdade absoluta. As coisas nestes casos são sempre relativas. Relativas aos dados disponiveis no momento. E os dados disponiveis podem e devem ser avaliados por quem tem competência parar tal.

            Desta forma, quando algo é largamente consensual entre os pares, mesmo que que existam dissidências, concluimos que essa é a melhor explicação no momento e é assumida como tal.

            Mas esse estado fica sempre à condição. Quem discorda e propõe alternativas, deverá demonstrar e convencer atravéz de evidências. Quando assim é, as novas ideias tomam o lugar das antigas.
            Com novos dados algumas verdades mudam.

            Aquilo que os meus avós ou mesmo os meus pais aprenderam na escola, não foi exactamente igual ao que eu aprendi. E nem por isso o ensino era errado. O conhecimento é que está sempre a evoluir.

            Agora imagine que para além de uma teoria bem sustentada e consensual, existiam mais 50 teorias essencialmente suportadas por um par de cientistas.
            Seria de as colocar num curriculum escolar?

          • GriloFalante

            Deixe-me acrescentar: Uma teoria é válida, até que outra se lhe sobreponha”. O que ainda não aconteceu, relativamente à Teoria do Big-Bang.

          • Matheus

            Acho que estamos chegando a uma ideia comum. hahahaha.

            Concordo com tudo que você colocou, mas, eu me refiro a alguns professores que tratam a teoria do Big Bang como absoluta, sem ao menos informar que existem outras. Entende o que eu quero dizer?

            Abração!

    • GriloFalante

      Curiosamente, há tempos passou por aqui um rapaz que, segundo disse, também foi expulso de um portal ateu brasileiro. Não sei se era o mesmo, porque o rapaz não o identificou.
      Pela “amostra” que o rapaz por aqui deixou, ele também contestava porque sim. E quando se via encostado à parede, insultava. Nunca foi expulso, e de vez em quando aparece por aí, com “nicks” diferentes. 
      Aliás, aqui no DA não há o hábito de expulsar. E muito menos de “excomungar” até porque não temos “comunhão”. Pelo que tenho apreciado, cada um é livre de escrever o que entender, independentemente da sua crença religiosa. Ou não crença. Está sujeito, naturalmente, ao contraditório.

  • stefano666

    “do fascismo islâmico que pretende submeter o mundo a Maomé.”

    ah sei… deve ser uma divisão amigavel do mundo com os EUA né…
     

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