Uma nova Marie Simon Pierre, a qual, segundo a ciência médica sofria da incurável doença de Parkinson, que, no entanto, apareceu subitamente curada depois de ter apelado para João Paulo II ?
Já estás a ficar melhor. Já vais assumindo que Deus cura este e não aquele.
Ou melhor, tu assumes tudo o que seja para contrariar. Nem que te metas a ridículo. O que é preciso é sabotar, não é verdade?
Uma coisa eu admiro em ti: tu consegues ter mais lata que um penico. A forma como tu reages mesmo depois de seres posto a ridículo, fazendo de conta que não é nada contido, é admirável. Só conheço um tipo de crentes que, mesmo depois de postos a ridículo, se mantêm impávidos e serenos como tu, e voltam a investir calmamente: são as Testemunha de Jeová.
Finalmente, deixaste cair a máscara.
Onde é que eu assumi que ” Deus cura este e não aquele”, tótó ?
Já ando aqui há tempo bastante para me estar a borrifar para que uma certa ralé ateísta pensa sobre mim.
Eu sigo sempre o meu rumo e gentalha como tu vive sempre atrás da minha sombra.
Mas reservo-me o direito de ir coligindo todas as bacoradas que tu e gentalha da tua igualha vão debitando ao nível mais baixo e indigno do pensamento humano.
A Cartilha da Maralha vai aumentando de dia para dia e isso dá-me um gozo imenso, confesso.
Também me dá uma satisfação enorme ver-vos aqui a rolar como umas desesperadas baratas tontas.
A tua intervenção está ao nível do cérebro do pequeno insectívoro que és.
Vieste aqui tentar fazer mais um ” número”, utilizando, como é habitual em na teu medíocre ser, mais uma distorção àcerca daquilo que eu exactamente penso.
Onde está grande pateta, no meu inicial comentário, que eu disse que ” Deus cura esta e não aquele” ?
Gentalha da tua igualha pensava que podia andar aqui a insultar e a tentar achincalhar todos os crentes, a vomitar os ditos mais porcos e abjectos, sem que alguém lhes respondesse à letra.
Houve um dia em que me fartei de uma certa ralé ateísta e decidi retorquir-vos na única linguagem que vocês merecem.
Mas faço algumas justas distinções:
Sempre tratei aqui com respeito quem sempre me mereceu respeito:
Jovem 1983, papapaulo, Ludwig Krippahl e João Vasco Gama.
Discordando habitualmente deles, reconheço-lhes elegância na escrita e correcção de carácter.
O resto, Carpinteirada e maralha da mesma igualha, trato-os como merecem:
És um triste, pá.
És um triste.
O que te vai valendo é a tua mulher ateia e o melhor amigo, também ateu.
Mas ganhgaste ao penico; tens mais lata do que ele.
Na razão inversa da vergonha, aliás. Como boa TJ, não terns nenhuma.
Mas pode ficar tranquilo: eu também me estou tricagando para o que tu escreves.
Então fofinho, perdeste as estribeiras ? Onde ficou essa tua calma imperial,tótó ?
Eu até poderia voltar a estampar aqui a Cartilha da Maralha, nos seus actuais 116 números, onde aliás apareces muito bem cotado.
É um conjunto exemplar de quão baixo pode descer uma certa ralé ateísta em matéria de discurso idiota e obsceno.
Mas essa Cartilha é muito boa para me avivar a memória, quando vos dou as respostas certeiras que merecem.
O vosso problema, pateta, é que estavam muito mal habituados. Pensavam que poderiam aqui vir vomitar todo o vosso esterco mental, sem receberem essas respostas.
Ficam furibundos ? E eu ralado.
Joao Coutinho
Se o João Paulo II a curou, porque não curou os outros incuráveis? Ou será que essa Marie fazia penitências que nem lembravam ao Diabo?
O alemão Ratzinger chegou hoje a Cuba. Está nesta altura a percorrer as ruas de Santiago de Cuba.
A polícia política da ditadura castrista prendeu dezenas de opositores, proibiu a outros a saída de casa, cortou telefones, durante os dias da estadia do Papa para que estes não pudessem estragar a unicidade política da ditadura comunista.
O Governo proibiu a amostragem de cartazes pelo que não se vê as pessoas a mostrarem mensagens de “boas vindas” a Ratzinger. Só têm autorização para levarem pequenas bandeiras.
A questão que coloca poderá parecer ser justa, mas eu vejo-a como forma de manutenção da segurança do Papa que foi convidado por um Estado a visitar o país. E o Estado será responsável pela sua boa estadia.
Toda e qualquer pessoa, que tentar criar um conflito durante a sua estadia potência desacatos com consequências imprevisíveis. Aqui entrará em acção a Segurança que não permitirá os cartazes anti-Papas. E pode-se compreender que se queremos a liberdade religiosa teremos de aceitar que os chefes religiosos variados visitem o nosso país para estarem com os seus fiéis clientes e façam essaa visita sem perturbações e interrupções.
Vejamos o exemplo de Cuba. Ontem, um jovem gritou na missa do Papa “Abaixo o comunismo”. Foi logo preso e “bem tratado”. O jovem não o deveria ter feito, pois estava a infringir o acordado entre o estado cubano e o Vaticano. Não haveria perturbação política. Não estou a falar da questão do jovem ter ou não ter razão que até o compreendo muito bem. Na viagem de avião, ainda no México, o Papa teria dito que “O comunismo não funciona”. E foi bem recebido, pois não repetiu a mesma frase em Cuba. Há um equilíbrio difícil que o Papa e o Estado cubano vão manter para ambos ganharem com a visita.
Os ateus devem continuar a dizer o que pensam dentro das suas possibilidades, nas suas organizações, nos contactos com o exterior, mas não podem ultrapassar toda e qualquer barreira que atinja a actividade dos outros. Não será correto, pois ficarão mal vistos e serão travados, e não lhes será permitido fazê-lo em nome da Segurança e da Democracia, da Liberdade religiosa. Temos de saber conviver com a realidade actual e ela envolve muita gente confundida que acredita seriamente nas patranhas da religião.
nota.. na ilha existe um grupo chamado “Damas de Branco” que protestam contra o governo. Curiosamente elas nao foram sacrificadas.
que me espanta é que a UE.. que ´´e tão zelosa com Cuba… é tão mãezona da Arabia Saudita. e até mesmo com a China.
nunca vi um órgão de imprensa tratar d emaneira pejorativa Hu Jin Tao ou rei Abdullah da mesma forma que tratam as lideranças cubana e venezuelana.
Democracia?? olha.. cuidado que existe pseudodemocracias que tme eleições e mais de um partido. em suma… é trudo jogo de marionetes.
Como é que as “Damas de Branco” não são sacrificadas???
Muitas delas são mulheres de presos políticos, o que é inadmissível num Estado democrático. Muitas delas foram proibidas de assistir á missa do Papa. Pediram audiência ao papa e não lhes foi ainda concedida.
As “Damas de Branco” são pessoas de uma valentia e coragem espantosas. Toda a sua actividade tem sido na direcção de reformar o país no caminho das liberdades democráticas. E têm pago com prisões e perseguições as suas acções que em qualquer país democrático são perfeitamernte aceitáveis e naturais.
Eu já conheçia esse vídeo. Ele é a demonstração de que o regime ditatorial arregimenta pessoas para atacarem outras que pensam de forma diferente!
Uma ditadura é um regime de um só partido político e de uma só ideologia permitida. É o que se passa em Cuba. É o que se passou em Portugal com o regime fascista de 1926 a 1974.
Não se pode negar às pessoas o direito de dizerem o que pensam publicamente, mesmo que não estejamos de acordo com elas.
stefano666
ke engraçado.. os revolucionarios de abril em Pt. eram os mesmos que haviam servido a Salazar. vai entender
Kavkaz
Os militares de Abril eram OBRIGADOS a servir o regime fascista. Quando conseguiram libertaram-se dele!
stefano666
olha.. Cuba tem seus pecados.. mas possui o melhor IDH da America Latina e é referencia mundial em saude e educação
Kavkaz
Isso não chega para darmos autorização para ROUBAREM os direitos dos cubanos. A liberdade individual NÃO pertence ao Estado. Já expliquei isso acima bem. Você não consegue garantir educação e saúde sem tapar a boca aos cidadãos e mandá-los para a prisão se pensarem de forma diferente da sua? Você estará mal. E quantos Prémios Nobel da Medicina conseguiram em Cuba? E sabe as condições em que se encontram os serviços hospitalares cubanos para a população de lá? Sabe quanto ganham os médicos e os professores em Cuba? Misérias!
Acabou a missa de Ratzinger. Este não disse uma só palavra em público pelos presos politicos cubanos para não incomodar e desrespeitar Raul Castro e seus camaradas. Há que manter as boas relações…
Ainda foram ditas algumas indirectas. O arcebispo de Santiago disse “Chegámos à violência entre cubano”; ou aquela frase idílica que as pessoas gostam de ouvir, mas não passará das palavras “Procurar o bem de todos com a participação de todos”.
Há que manter as boas relações da Igreja Católica com o Poder. Assim deve ser a linha mestra em todos os países. Tanto faz que sejam comunistas ou fascistas, repúblicas ou monarquias, ditaduras ou democracias, liberais ou conservadores.
As pessoas começam a abandonar a praça onde terminou a missa. Os comunistas obrigados pelo regime a ir à missa do Papa regressam a casa. Os crentes emocionados pela missa abraçam-se…
Compreendo a sua questão tendo em conta os seus comentários aqui deixados ao longo dos tempos.
Não entrei anteriormente em debate de ideias consigo, o que me parece interessante e estimulante e faz parte da liberdade de pensamento dos ateus, pela simples razão de que há inimigos da liberdade bem agressivos que aqui vêm todos os dias provocar-nos. Esses impedem-nos de um diálogo sério e uma troca de ideias benéfica entre os ateus. Acabam por ocupar o nosso tempo e espaço sabotando e impedindo o nosso diálogo enriquecedor que os deixará envergonhados e ridicularizados.
A questão central parece-me ter de ser colocada ao nível dos “Direitos Humanos”. As pessoas precisam de ser respeitadas e poderem dizer o que pensam, poderem viajar, tratar da sua vida, rezar se o desejarem, conseguirem obter rendimentos e condições de vida tão dignas quanto possível e serem felizes o melhor que conseguirem.
Partindo da ideia apresentada acima, há uma diferença radical entre viver num país com um regime de ideologia única e viver num país democrático onde as pessoas podem escolher, eleger quem acham que mais lhe convém, o que não significa necessariamente ser o melhor, o mais capacitado ou o mais inteligente a mandar.
Em Cuba há um regime monopartidário há mais de 50 anos. A família castrista manda em tudo e ela é que sabe o que é bom para todos os cubanos. Quem não estiver de acordo vai para a prisão ou arranje um barquito e emigre. Podem não lhe dar o visto para sairem do próprio país.
Em Portugal, paíis parecido em tamanho e em quantidade de população, as pensam manifestam-se, dizem o que pensam, vão para onde querem, e têm um nível de vida e rendimentos bem superior e não precisam da autorização do Estado para tomarem as suas próprias decisões.
A diferença na política dos dois estados está na abordagem ideológica do papel do Estado. Enquanto em Portugal o Estado reconhece que não pode fazer tudo pela vida de cada um e tem uma política social que actua mais ou menos intensamente conforme os recursos disponíveis, o que pode ser pouco em determinadas alturas para chegar a todos os pedintes. O Estado português permite aos seus cidadãos resolverem individualmente os seus problemas de vivência, conforme as suas próprias escolhas.
Em Cuba é o Estado que pensa pelos cidadãos. É ele que planeia a vida de todos e cada um só pode fazer aquilo que for planeado pelo Estado. Como este não pode satisfazer as necessidades todas de cada um ficam os cidadãos adiados de conseguirem aquilo que lhes falta. Não podem agir por si e para si. Têm de esperar pela decisão e autorização do Estado cubano, controlado pela família Castro, que acha que sabe o que é o melhor.
A História mostrou-nos o colapso de tais regimes. É uma questão de tempo. As pessoas querem ser livres e não precisam sempre do papá estado a dizer-lhes o que devem fazer e como. Porque assim terão uma vida dependente, inferiorizada e irresponsável.
Um Estado, seja qual for o regime, pode ajudar os mais necessitados, mas nem todos querem e precisam da ajuda dele. Simplesmente precisam que o Estado os deixe em Paz e não os atrapalhe na vida e/ou prenda. Os cidadãos não pertencem ao Estado. O Estado é que deve ser dos cidadãos. Aqui reside a diferença fundamental do entendimento…
monopartidario. Sim… mas vou te advertir… os paises ditos democraticos na pratica são monopartidarios… pois os partidos vigentes na pratica sao a mesma coisa. a UE por exemplo .. impõe uma tirania bancaria ke asfixia boa parte de seus cidadãos. Acho espantoso o sistema nos fazer criticar Cuba mas tolerar .. por exemplo a Arabia Saudita só pq essa tem petroleo pra dar e vender.
Até as criticas contra a China tem sido reduzidas nos meios de comunicação massivos em virtude dos negocios.
Portugal? sugiro que PT. saia da UE.. pois esta só tem aaruinado seus membros.
e mais… os estados considerados democraticos tambem seus pecados.
Se essa cura à Fernanda é verdadeira, trata-se de uma grande injustiça para com todos os outros que não são curados! A não ser que ela tenha feito penitências que não lembram ao Diabo…
Pois… Aliás, repara que todos os “milagres” são exclusivos de uma ou de outra pessoa. Repara que não há “milagres” colectivos – excepto, claro, quando a equipa de futebol ganha; mas é inevitável que a outra perde.
No entanto, e para, de uma vez por todas, eu perder esta mania do ateísmo, sempre gostava de ver um milagre colectivo. Por exemplo, a erradicação de TODOS os cancros do mundo (embora admitisse a excepção de deixar os cancros que vão aparecendo aqui no DA).
Isso sim, é que era milagre…
Uma sugestão ao governo português ( que ainda acredita no gzuis e no pai natal): colocar esses milagreiros na recepção dos pronto-socorros; economizariam médicos e equipamentos. Tal procedimento ajudaria muito aos cofres da nação.
Sempre que me falam de milagreiros eu faço esta sugestão; até hoje nenhum se prontificou. Parece que preferem certos lugares onde sente-se mais tranquilos para enganar os coitadinhos dos crentezinhos tão infantizinhos
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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35 thoughts on “No ramo dos milagres”