Como sempre as tuas respostas brilham pela inteligência.
Dignas de um puto da pré-primária com dificulades agudas de aprendizagem.Não queres antes comentar alguma passagem do teu querido NT visto que rasgaste o AT ?Vejamos então como o NT é terno, amoroso, compreensivo.Olha, encontrei uma que logo a seguir ao sermão da montanha, que vocês estão sempre a citar.”O Filho do Homem enviará seus anjos, que retirarão de seu Reino todos os escândalos e todos os que fazem o mal e os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes” (Mt 13,41-42)É lá !Isto parece um filme de terror. Devo ter-me enganado. Será um guião para o filme canibais em fúria ?Não. É o livro do “amor” !!!!!É melhor rasgares também esta antes que alguém veja…
O cartaz diz a Verdade. O papel da religião é meter MEDO. Para dominar e manietar os crentes. E estes fazerem o que os dirigentes religiosos “interpretam”…
Com o MEDO os crentes perdem boa parte da sua Liberdade individual e passam a ser instrumentos dos chefes religiosos e seus executantes.
Se eles ficassem com o medinho deles para lá, eu nem me importaria. O que torra o saco é que quando eu digo a alguém que sou ateu, vem logo a baboseira: deveria se penitenciar (nem sei o que é isso, nem eles tampouco ) porque no dia do julgamento o gzuis ( ou outra merda criada pela imaginação desses delinquentes) irá julgá-lo e você será condenado.
Eu sempre respondo: vou para o inferno ? ficarei longe de você ? oba, tô dentro.
Aí o crentóide geralmente põe o rabinho entre as pernas e me deixa em paz.
Isso parece droga. Até parece um traficante forçando alguém a experimentar cocaína, lsd, crack, maconha, religião.
Em face desta gravura,lembrei-me de citar um soneto de Guerra Junqueiro com o título de
PARASITAS
No meio duma feira,uns poucos de palhaços,
andavam a mostrar em cima dum jumento,
um aborto infeliz,sem mãos,sem pés,sem braços,
aborto que lhes dava um grande rendimento.
Oa magros histriões,hipócritas,devassos,
exploravam assim a flor do sentimento,
e o monstro arregalava os grandes olhos baços,
uns olhos sem calor e sem entendimento.
E toda a gene deu esmola aos tais ciganos,
deram esmola até mendigos quase nus,
e eu ao ver este quadro,apóstolos romanos,
Eu lembrei-me de vós,funâmbulos da Cruz,
que andais pelo universo há mil e tantos anos,
exibindo,explorando o corpo de Jesus.
A propósito cito mais uma vez um belo poema de Guerra Junqueiro com o título
O PAPÃO
As crianças téem medo à noite,às horas mortas,
do papão que as espera,hidiondo,atrás das portas
para as levar no bolso ou no capuz dum frade,
não te rias da infância,oh velha humanidade,
que tu também tens medo ao bárbaro papão,
que ruge pela boca enorme do trovão,
que abençoa os punhais sangrentos dos tiranos,,
um papão que não faz a barba há seis mil anos,
e que mora,segundo os bonzos téem escrito,
lá em cima,detrás da porta do infinito !
Calma aí, Zé. Não tarda nada, aparece um palhaço também ele, a berrar que Guerra Junqueiro NÃO era ateu.
Como se isso tirasse algum valor às verdades que o poeta escreveu.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
14 thoughts on “”