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  • 18 de Fevereiro, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Um pouco de história – uma história mórbida

Estêvão VI

Papa morto é interrogado e castigado.

Esse mesmo Papa, tomado por uma insanidade, desenterrou o corpo do Papa Formoso (891-896), morto fazia nove meses. Estêvão VI vestiu o cadáver e o sentou no trono e procedeu a interrogá-lo pessoalmente em junho de 897.

O cadáver de Formoso foi culpado de subir ao Papado por meios espúrios e por pertencer ao bispado de outro lugar, o que invalidava sua possibilidade de eleição como bispo de Roma e anulava sua autoridade. Como castigo, o cadáver de Formoso teve três dedos decepados e o corpo jogado no rio Tibre.

No caso do Papa Sérgio III (904-911), quem após assassinar seu antecessor, desenterrou mais uma vez o corpo do Papa Formoso e o fez condenar novamente. Este Papa, contando na época com 45 anos, teve como amante uma jovem de 15 anos, Marozia, da família dos Teofilato, com quem teve um filho.

22 thoughts on “Um pouco de história – uma história mórbida”
  • antoniofernando

    Esta é quase verdadeira. A do CSF falsa como Judas. É o que faz editar-se textos e fotos recebidos por email à trouxe-mouxe.

    Mas neste episódio, o papa que presidiu ao “sínodo do cadáver” foi Estêvão VI, não Bonifácio VI, como consta no sub título.

    ” Um pouco de história de uma” também é um título giro, embora totalmente imperceptível.

    À terceira há-de ser de vez. A do Atenágoras I falhou. A do Bonifácio VI também.

    Continuem a tentar,pois já vão no ano de 897…

    • Carlos Esperança

      Obrigado, António Fernando, pela colaboração preciosa. Peço desculpa aos leitores pelas incorreções cuja emenda devo ao diligente colaborador AF.

  • Anónimo

    a igreja teve um monte de papas pedofilos

  • antoniofernando

    “Eu sou ateu, mas um ateu gentil. Não sinto necessidade de debochar
    daqueles que têm fé. Por isso realmente discordo do tom duro com que
    alguns ateus abordem a religião, como se ela fosse uma fábula suja.
    Respeito profundamente a religião, embora não acredite em nenhum de seus
    elementos sobrenaturais. Portanto, minha posição talvez seja incomum:
    eu sou um ímpio que respeita a fé”

    Alain de Botton

    Já ouviram falar, tótós, de Alain de Botton, Terry Eagleton e André Comte- Sponville ?

    São filósofos ateus. Figuras de grande referência intelectual. E todos eles severos críticos do trauliteiro Dawkins e dos seus muchachos.

    O novo ateísmo já tem fortes adversários no próprio campo ateísta e a ” pancada” ideológica que vão levar de homens como Botton, Eagleton e Comte-Sponville não vai ser pequena não.

    Gajada do estilo cavascado ou do pletórico ramone já fazem parte do trogloditismo passadista.

    O futuro do movimento ateísta está nas mãos de homens polidos e inteligentes como os que citei.

    Os arruaceiros Dawkins e seus muchachos vão ficar na história desse movimento como exemplos estupidificantes de uma certa forma primária e imbecil de se ser ateu. Ao nível menor dos cavascados e pletóricos ramones desta confraria.

    Entretenham-se, tótós, o “novo ateísmo” está já em queda livre

    http://www.45graus.com.br/leia-a-entrevista-com-andre-compte-sponville,periscopio,17009.html

    http://provocacoesteologicas.wordpress.com/2012/01/09/o-debate-sobre-deus-razao-fe-e-revolucao-terry-eagleton/

    http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/religiao-para-ateus.shtml

    http://g1.globo.com/platb/maquinadeescrever/2011/12/03/ateismo-2-0-de-alain-de-botton-mostra-o-lado-bom-da-religiao/

    • Kavkaz

      É bom que comeces a ler os tais nomes que citas. Nunca leste nada deles. Mas não aprenderás nada. És mais asno que os burros! 

      • antoniofernando

        Tu és um caso típico de solipsismo. Só te consegues ver a ti próprio ao espelho, burro que nem uma porta, imbecil que nem o mais anormal dos imbecis, grunho que nem o mais abjecto dos badalhocos.Eu, claro, vou-me divertindo imenso com ralé como tu. Já estava à espera aqui aqui viesses dar mais uma demonstração taralhoca da tua imbecilidade. E não é que mais uma vez acertei ?  Aqueles autores ateus que eu citei representaram três grandes murros no teu estômago, não é verdade taralhoco ? Nem imaginas a ” coça” intelectual que eles vão dar a Dawkins, seus muchachos e a ralé como tu… 🙂

        • Kavkaz

          Continua a ladrar, PALHAÇO!

          • antoniofernando

             Vê se aguentas com este murro no estômago:

            P – O niilismo renuncia aos valores, porém o fanatismo intenta se apropriar
            dos mesmos. Frente a ambos defende você uma espiritualidade laica. Em que
            consiste?

            R – Na defesa dos grandes princípios que a historia selecionou como valores
            de progresso, desde o “não matarás” do cristianismo até os valores de igualdade
            e liberdade da Ilustração. Não se trata de inventar uma nova moral, senão de
            transmitir a moral que recebemos e que se foi elaborando ao largo de milênios.
            Foram milênios de historia acumulada que cada geração transmitiu a seus filhos
            o que em sua opinião era o melhor daquilo que haviam recebido, e isto terminou
            por conformar uma civilização.

            P – Em uma de suas conferencias fez um símil que eu gostei especialmente: “A
            moral é para a civilização o que os genes são para a biologia”.

            R – É assim. Eu quando leio os evangelhos, estou de acordo no essencial com
            seus postulados morais, igual que quando leio a Platão, Aristóteles, Epicuro ou
            aos estóicos.

            P – Na Espanha as sofremos muito ultimamente. Não crê que com esta atitude a
            Igreja corre o risco de ressuscitar o anticlericalismo?

            R – Seria um erro basear-se nisto para declarar a guerra à religião, porque
            para mim o adversário não é a religião. Que as pessoas acreditem ou não em
            Deus, pra mim não me incomoda em absoluto; de fato, muitos de meus amigos são
            cristãos. Os adversarios são o fanatismo e o niilismo. E é muito importante não
            se equivocar de adversário, porque se se luta contra a religião em geral, se
            está metendo a todos os crentes no mesmo saco que os fanáticos, que é o que
            querem estes últimos, obviamente. Eu luto contra os fanáticos e contra o
            obscurantismo, mas me considero aliado de todos os espíritos livres, abertos e
            tolerantes, creiam ou não em Deus.

            André Comte-Sponville, filósofo materialista ateu francês

          • Kavkaz

            Para obteres gozo como deve ser contacta o teu médico de família para te tratar da disfunção erétil.

            Asno convencido!

          • antoniofernando

             Toma tótó, mais este murro no teu estômago:

            “É possível não sentir atração pela doutrina da Santíssima Trindade
            cristã e pelo Nobre Caminho Óctuplo budista e, ainda  assim, interessar-
            se pelas maneiras como as religiões fazem sermões, promovem a
            moralidade, engendram um espírito de comunidade, utilizam a arte e
            a arquitetura, inspiram viagens, exercitam as mentes e estimulam a gratidão
            pela beleza da primavera.

            Num mundo ameaçado por fundamentalistas
            religiosos ou seculares, deve ser possível equilibrar uma rejeição
            da fé e uma reverência seletiva por rituais e conceitos religiosos.

            É quando paramos de acreditar que as religiões foram outorgadas do
            alto ou que são totalmente insanas que as coisas ficam mais interessantes.
            Podemos então reconhecer que inventamos as religiões para servirem
            a duas necessidades centrais, que existem até hoje e que a sociedade
            secular não foi capaz de resolver por meio de nenhuma habilidade
            especial: primeiro, a necessidade de viver juntos em comunidades e em
            harmonia apesar dos nossos impulsos egoístas e violentos profundamente
            enraizados.

            E, segundo, a necessidade de lidar com aterrorizantes
            graus de dor, que surgem da nossa vulnerabilidade ao fracasso profissional,
            a relacionamentos problemáticos, à morte de entes queridos e a
            nossa decadência e morte.

            Deus pode estar morto, mas as questões urgentes
            que nos impulsionaram a inventá-lo ainda nos sensibilizam e
            exigem resoluções que não desaparecem quando somos instados a perceber
            algumas imprecisões científicas na narrativa sobre o milagre da
            multiplicação dos pães e dos peixes.

            O erro do moderno ateísmo tem sido negligenciar a quantidade de
            aspectos que permanecem relevantes após o descarte dos princípios
            centrais
            das fés. 

            Assim que paramos de sentir que devemos nos prostrar
            diante delas ou denegri-las, estamos livres para descobrir as
            religiões como repositórios de uma miríade de conceitos engenhosos, com
            os
            quais podemos tentar mitigar alguns dos males mais persistentes e
            malcuidados
            da vida secular”

            Alain de Botton, filósofo suiço, materialista e ateu.

          • Kavkaz

            Deste os teus murros no meu estômago com a língua?

            – PALHAÇO!

            P.S. – Já lavaste o teu computador que te cheirava mal? Ou foste tomar banho?

            Viste que o teu querido Papa Estêvão VI, inspirado pelo teu Jesus, casou com uma menina de 15 anos e teve um filho com ela? Isto tu não tiveste inteligência para comentar… Continua os copy/past dos ateus. São quem falam verdade: os deuses NÂO existem!

    • José Gonçalves

      Eu sou um simples operário emigrante na Holanda desde 1964 e já velhote
      (quase 88 anos),e como ateu que sou,digo que me causa espanto ao ler aqui comentários de gente que sabe redigir português o que prova ser gente com um nível cultural elevado e que em vez de contestarem com argumentos válidos,
      limitam-se a dirigir ofensas uns aos outros.

  • Tic Tac

    Já ouviram falar desse? assassínios em massa nas escolas se deve a ISSO, crianças estão encarceradas nas próprias escolas e vigiadas por câmeras e “seguranças” a mando disso. ISSO  ESTÁ SOLTO!  E nós roubados, parasitados, e as crianças DEVORADAS.
    http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom?gwt=1&uid=3113758799542263985&aid=1&pid=1329539475189

  • Tic Tac
  • Kavkaz

    O relato dos papas que desenterravam os papas anteriores e os interrogavam só nos mostra que o “Espírito Santo” que está dentro deles, segundo afirmam, é um perigoso doente mental.

    A religião está repleta destas anedotas!

  • Kavkaz

    Esse Papa casou divinalmente com uma criança de 15 anos, a que hoje apelidamos de pedófilia, e de quem teve um filho.

    Mas então os Papas podem casar? E a tradição?

    – Ai o “Espírito Santo” que ilumina os Papas anda mesmo contraditório…

    • Tatinha e Milinha

      Cas cavs babaquinha; 15 anos não é “criança”. é uma moça; por isso debuta e tudo o mais. O problema não é esse que como pulhinha disfarçado reforça aqui. Essa palhaçada só serviu para trancafiar as garotas para não namorarem. O problema é que o “código” de “moralista” que ele prega é falso e nem eles seguem. Até as cobras no seu jeito de ser teriam nojo desses tonzinhos, cas cavs, dogzinhos, etc e inundam com sua imundície disfarçada os poucos locais de debates e expressões de pensamentos

      • Kavkaz

        Então és das que darás as tuas filhas a um velho Papa ou a um velho fundamentalista como fazem no Afeganistão…

        Se a estupidez pagasse imposto Portugal não teria défices orçamentais!

  • Tic Tac

    No carnaval os palhaços riem, nas igrejas eles choram. Sem-crenças que andem com cuidado;pois Davi (bebedor risonho ao gosto do “povu”) e Baco (rei dos estupefacientes alucinógenos) é o mesmo mito com duas máscaras. Bem como lula e hitler são disfarces de um mesmo palhaço-parasita.
    Enquanto você joga sua vida fora na bolinha que, como um verdadeiro imbecil é tudo que lhe deram, diviertir um cachorro-bibelô, enquanto as crianças são encarceradas e as escolas atoladas de câmeras, enquanto marmanjos debilóides se acabam com videogames idiotizantes, enquanto as garotas são entupidas de filmes ridículos de mêdo, enquanto o click que você dá num site ou blog contabiliza direto não para o blog ou site em que clicou, mas para fazer fortuna de um pústula no fakeboo ou é redirecionado para aumentar o lucro dum pulha gosspel; enquanto você engole essas coisas “sem querer saber de nada” e “com raiva de quem sabe”, o circo parasita passou as farsas na sua cara, e lhe escravizou, drenou, degernerou sua vida, e você não viu. Você só vê que aconteceu coisa muito ruim com ela quando rasga seu álbum de FESTA DE QUINZE ANOS, carcomido, amarelado … suas bestices, pela quais até matava, não têm mais porquê algum, NINGUÉM se lembra de uma jovem de quinze anos com as rugas dos 80; e você vê que desperdiçou sua vida com uma montoeira de estupidez, num showzinho patético que lhe deram como hipoteca prestações sociais esfareladas como pó, comidas por hipocrisia e sordidez. E você vê que não queria céu nenhum, nem ter aceitado a festa de cobradores ‘morais’ com que lhe venderam e intermediaram —  não se sabe (?) porquê — seu ‘casamento abençoado’; e você vê desgraçada e ludibriadamente que lhe roubaram a vida, você foi escravo(a) de uma palhaçada; em que o maior palhaço, um vil parasita, nisso tudo, posou pra você como “Deus”.
    Você não queria a sandice de eternidade nenhuma, você só queria seus anos de vida, cada ano das fases de sua vida. tê-los vivido livre; satisfeito com sua conta, com seus esforços, sem ser roubado. Aí você pensa em uma Sociedade, sim, Humana.

    (quem escreveu isso não é uma pessoa idosa, aliás muito bem disposta psicológica e fisicamente; mas viu os frangalhos de gente se arrastando em casas bonitas, que só servem para alentar um resquício de empáfia, e tornar voraz o interesse alheio atiçado em cobiça em olhos que desejam apenas e só a morte daquela garota de quinze anos encantada com principezinhos bobiços, preguiçosos, usurpadores das riquezas dos outros)

    Que a sorte da consciência dispense-nos de ser personagens marcados pra esses filmes repetidos. 

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