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A Mitologia do Natal


Estando noiva de José, e antes ainda de com ele ter coabitado, Maria apareceu grávida por acção do Espírito Santo.

Quando José se preparava para a repudiar, apareceu-lhe em sonhos um “anjo do Senhor” que lhe ordenou que recebesse Maria em sua casa e que aceitasse o filho que ela carregava como obra do Espírito Santo.
Quando a criança nasceu, e tal como o anjo lhe havia ordenado, pôs-lhe o nome de Jesus.

Todas as culturas antigas, sem excepção, tinham um horror profundo e visceral à esterilidade. O que é absolutamente compreensível, face à óbvia conexão entre a própria sobrevivência da tribo ou de uma determinada sociedade e o seu fortalecimento face aos povos vizinhos e rivais, por exemplo, em disputas territoriais.
Não é, por isso, de estranhar que desde a sua origem todos os cultos religiosos revelem nas suas mitologias e iconografias não só esse temor, como muito principalmente uma óbvia preocupação pela fecundidade.

De tal forma que nas mais remotas manifestações de religiosidade o lugar de Deus foi ocupado por uma mulher.
Só muito mais tarde a mulher foi relegada para um papel de mãe, esposa ou amante do Deus, sempre com a responsabilidade da renovação e da reprodução, mas também obviamente virgem, como convém a toda a terra que vai receber uma nova semente e de quem se espera a máxima fecundidade.

Por isso, também, só de uma divindade é possível esperar o dom da fecundidade, principalmente quando se trata de uma mulher estéril que acaba por dar à luz, um milagre que obviamente só está ao alcance de Deus.
Ao mesmo tempo, constitui prova inequívoca da proximidade de um homem a Deus o facto de ter nascido do milagre da concepção de uma mulher virgem.

Assim, vemos que essa associação entre uma concepção milagrosa e a deificação do filho nascido de um fenómeno que só está ao alcance de Deus (sempre após uma história mais ou menos fantasiosa de uma «anunciação» feita por um anjo ou qualquer outra entidade celestial, seja ao vivo ou em sonhos), é afinal perfeitamente vulgar e recorrente em todos os cultos religiosos da antiguidade e, curiosamente, nas mais distantes regiões do planeta.

Aparecem então como filhos de mães virgens tanto deuses como grandes personagens, como os imperadores Chin-Nung, da China, ou Sotoktais do Japão, ou como os deuses Stanta, na Irlanda, Quetzalcoatl do México, Vixnu da Índia, Apolónio de Tiana da Grécia, Zaratustra da Pérsia, Thot do Egipto, ou como Buda, Krishna, Confúcio, Lao Tsé, etc., etc.
O mito vai mesmo ao ponto de Gengis Cã ter um belo dia determinado que também ele era filho de uma mulher virgem, para se deificar aos olhos do seu povo e dos povos que ia conquistando, e para se fazer obedecer e respeitar cegamente como um Deus pelas suas tropas.

Entre os mais famosos homens filhos de mulheres virgens está, como é sabido, Jesus Cristo.
É também muito curiosa a mitologia comum relacionada com o nascimento destas personagens deificadas pelo seu nascimento de mulheres virgens, como sejam a existência de estrelas ou sinais celestes que os anunciam ou comemoram: uma milagrosa luz celeste anunciou a concepção de Buda, um meteoro o nascimento de Krishna, uma estrela o nascimento de Hórus e uma «estrela no Oriente» o nascimento de Jesus Cristo, embora somente o evangelho de Mateus se lhe refira, sendo pacificamente aceite que não mais do que para corporizar ou fazer concretizar (quase um século depois da morte de Jesus Cristo) profecias messiânicas do Antigo Testamento.

Ao mesmo tempo, é também absolutamente natural que faça parte dos cultos de fecundidade a adoração de deuses relacionados com o ciclo solar e com a renovação anual das estações do ano e, com estas, as colheitas ou a produção de gado, com especial incidência e manifestação em festas, mitos, cerimónias e ritos religiosos comemorativos, realizados normalmente nos Solstícios, preferencialmente no Solstício de Inverno.

A corporização mais comum destes Deuses de renovação e de fecundidade é feita em relação ao Sol, símbolo perfeito da sucessão regular e infalível dos dias e das estações do ano, quer seja adorado como um Deus em si, e em praticamente todas as civilizações conhecidas, das Américas Central e do Sul, ao Egipto, passando pela Suméria ou Mesopotâmia, quer também através de outros deuses «solares», como o Deus-faraó egípcio Amenófis IV, que reinstalou o culto de Áton (Sol) e mudou mesmo o seu nome para Aquenáton, ou como Deuses que resultam da antropomorfização do Sol, como os Deuses Hórus, Mazda, Mitra, Adónis, Dionísio, Krishna, etc.

Destes Deuses, um merece especial referência: Mitra.
Mitra é um dos principais deuses iranianos (anteriores a Zaratustra), simbolizado com uma cabeça de Leão (representação típica dos deuses solares) e conhecem-se manifestações do seu culto já com mais de mil anos antes do nascimento de Cristo.
Mais tarde os romanos adoptaram o seu culto e incluíram-no mesmo no seu panteão.

Enquanto divindade, as funções de Mitra eram carregar com a iniquidade e os males da Humanidade e expiar os pecados dos homens.
Mitra era também visto como meio de distinção entre o bem (Ormuzd) e o mal (Ahriman), como fonte de luz e sabedoria e estava ainda encarregue de manter a harmonia no mundo e de proteger todos os homens.
A mitologia do Deus Mitra tinha-o como um «enviado», ou um Messias, que voltaria ao mundo para julgar toda a humanidade.

Sem ser o Sol propriamente dito, Mitra era tido como seu representante, sendo invocado como o próprio Sol nas cerimónias do seu culto, onde era tido como espiritualmente presente no interior de uma custódia, por isso colocada em lugar de especial destaque.
Todos os Deuses solares depois de expiarem os pecados dos homens acabam por morrer de morte violenta, acabando depois por ressuscitar ao fim de três dias e de ascender aos Céus ou ao Paraíso.

Hórus morre em luta com o mal, corporizado no seu irmão Seth (identificado com Satanás), que o coloca num túmulo escavado numa rocha, ressuscitando ao fim de três dias para subir ao Paraíso.
O Deus hindu Xiva sacrifica-se pela humanidade, e morre ao ingerir uma bebida corrosiva que causaria a destruição e a morte de todo o mundo, acabando também por ressuscitar ao fim de três dias.
O Deus Baco foi também assassinado, tendo ressuscitado três dias depois, através dos seus pedaços recolhidos por sua mãe.
O mesmo acontecia aos Deuses Ausónio, Adónis ou Átis, que morriam para salvar os homens ou expiar os seus pecados e acabavam por ressuscitar ao fim de três dias.
E todos eles a 25 de Dezembro.

Uma vez mais, um dos mais famosos «ressuscitados» é Jesus Cristo, embora este tenha ressuscitado em metade do tempo dos restantes Deuses, talvez somente um dia e meio depois, embora a sua mitologia continue a mencionar os três dias.
Ou seja: a figura de Jesus Cristo, e toda a religião e mitologia cristã, foram construídos com base num modelo pagão dos deuses solares que então se conheciam.

A própria escolha da data de 25 de Dezembro para comemoração do nascimento de Jesus Cristo é disso um inequívoco exemplo.
Aliás, esse dia 25 de Dezembro (o dia das festividades dos Deuses Mitra, Baal e Baco) só foi adoptado pela Igreja Católica já no século IV, por decisão do Papa Libério, com o óbvio objectivo de “cristianizar” os cultos solares, então ainda muito populares e difundidos e de os fazer confundir e “absorver” pelos próprios ritos cristãos, dada até a proximidade com a data do Solstício de Inverno – data da “morte” do Sol no horizonte – e a data em que o Sol “ressuscita” e se eleva novamente horizonte três dias depois, exactamente no dia 25 de Dezembro.

Merece especial referência o facto de todos esses Deuses solares serem representados fisicamente com a cabeça rodeada de um disco ou uma auréola amarela, como ainda hoje acontece com os Deuses e até com os santos católicos.
Aliás os próprios imperadores romanos que governaram no auge do culto destes deuses solares faziam-se representar devidamente aureolados, por exemplo nas moedas que mandavam cunhar.
O imperador Constantino, a quem se deve a criação da Igreja Católica Apostólica Romana (e que nunca se converteu ao cristianismo, antes o tendo adoptado como religião oficial do império, sem nunca proibir as restantes, para melhor o unificar), mandava realizar regularmente sacrifícios em honra do Sol e as moedas que mandou cunhar continham a inscrição «Soli Invicto Comiti, Augusti Nostri».

Não obstante a oficialização do cristianismo no seu império, Constantino manteve a obrigatoriedade de as suas tropas rezarem e prestarem culto ao Deus Sol todos os Domingos, isto é, «O Dia do Sol».
Também neste dia do Sol se pode ver a óbvia influência destes cultos na formação dos ritos católicos, com a mudança do «Sétimo Dia» ou «Dia do Senhor» bíblico do Sábado para o Domingo, uma vez mais com o objectivo de fazer “absorver” as festividades e os ritos solares, nem que para isso se tenha tido de “aldrabar” a própria redacção de um dos mandamentos trazidos por Moisés do cimo da montanha.

Como se não bastasse a óbvia coincidência ritualística dos cultos solares com os cultos cristãos, como a morte violenta e ressurreição três dias depois, da presença física do Deus na custódia, no nascimento de uma mulher virgem, do «Dia do Senhor» como «Dia do Sol» (Sunday, em inglês), da auréola solar a coroar as divindades, da designação e da forma radiada do chapéu dos bispos católicos, ou «mitra», é precisamente com este Deus Mitra que se dá o mais curioso aproveitamento dos ritos e cultos solares por parte da Igreja Católica.

De facto, segundo a sua mitologia, muito popular por volta de 1.000 a.C., Mitra nasceu de uma virgem; nasceu no dia 25 de Dezembro; nasceu numa cova ou numa gruta; foi adorado por pastores; foi adorado por três magos ou sábios 12 dias depois do seu nascimento, a 6 de Janeiro, que interpretaram o aparecimento de uma estrela no céu como anúncio do seu nascimento, pregou incansavelmente entre os homens a sua mensagem de bem por oposição ao mal; fez milagres para gáudio dos que o seguiam; foi perseguido; foi morto; ressuscitou ao terceiro dia; o rito central do seu culto passava pela distribuição de pão e vinho entre os iniciados presentes, numa forma de eucaristia de composição e fórmula em tudo idênticas à que a Igreja Católica viria a adoptar.

Já na mitologia de Hórus, que teve o seu auge cerca de 2.000 aC., se passa exactamente mesma coisa. Hórus é filho de Osiris e de Isis, a sua mãe virgem que engravidou de um espírito com a forma de um falcão, com a curiosidade ainda de ter um pai terreno com a profissão de carpinteiro.
Também foi traído, torturado e morto, ressuscitando ao terceiro dia, o mesmo dia 25 de Dezembro.

Em suma:
Independentemente da bebedeira consumista que se apodera das pessoas, o que actualmente se comemora como o nascimento de Deus, na forma de «Deus Filho», ou de «Menino Jesus» (como se sabe, um dos deuses da Mitologia cristã), não é mais do que a apropriação de um culto pagão, de um «Deus Solar», como tantos houve durante a História dos Homens.

Para um católico, dir-me-ão, este aproveitamento ritualístico será irrelevante, na medida em que o seu significado mítico ou simbólico, qualquer que seja a forma ou a data em que se realiza, continuará sempre a ser (actualmente) o nascimento de Jesus Cristo, como referi um dos (muitos) deuses da mitologia cristã.

É certo.
Mas é também certo que esta apropriação existiu de facto, e o seu significado como fenómeno antropológico não pode ser ignorado.
Como também não pode ser ignorado, ainda assim, o manifesto significado simbólico, mítico e até místico dessa mesma apropriação.

Até por que uma coisa mais terá de ser realçada, essa sim, talvez a que contenha uma maior valoração simbólica deste aproveitamento e apropriação ritualísticos:
– É que, como não podia deixar de ser, toda esta transformação e apropriação foram feitas sob a égide de um Papa, mais exactamente do Papa Libério (352-366) e sob a força legislativa e fortemente repressiva do Imperador Constâncio II que, com mão de ferro e com uma ferocidade inaudita e que ficou na História, as impôs pela força das armas.

E assim, uma vez mais, vemos que também o ritualismo desta nova mitologia cristã, mesmo esta que se refere ao próprio nascimento do seu Deus, deste «Menino Jesus» deitado nas palhinhas, uma vez mais teve de ser impiedosamente imposta aos Homens pela força.

Obviamente depois do conveniente e costumeiro… banho de sangue…

65 thoughts on “A Mitologia do Natal”
  • Pedro

    -|-          -|-
    M         MA
    -|- St. Filomena

    O ateismo é um mito, uma vez que não se consegue justificar a si próprio.

    • Bruno

      O que justifica o ateísmo é a falta de necessidade para a crença em deuses, assim como a falta de evidências para acreditar em qualquer coisa sobrenatural.Quem precisa se justificar são aqueles que têm fé em qualquer coisa  sem ao menos uma evidência.

      • Ateu sim, e daí ?

        “O ateísmo não é uma filosofia; não é sequer uma visão do mundo; é simplesmente o reconhecimento do óbvio. Na verdade ateísmo é um termo que não deveria existir. Ninguém precisa se identificar como “não-astrólogo”, ou “não alquimista”. Não temos palavras para definir pessoas que duvidam que Elvis Presley continua vivo, ou de que alienígenas atravessaram a galáxia só para incomodar fazendeiros e seu gado.” – Sam Harris

        • Brant

          A gente só queria que se encantassem com a graça da moda para o carnaval de 2012.

      • Pedro

        -|-          -|-
        M         MA
        -|- St. Filomena

        Bruno:
        O homem não é autosufeciente, nem um sabe tudo: “a falta de necessidade para a crença em deuses”, não é justificável.
        O ateismo não se justifica e navega na dúvida porque não prova a inexistencialidade.
        Aquilo a que chamas de sobrenatural não significa que não seja natural, assim como a existência de Santos Anjos, é que por não se estar ver a gravidade não significa que ela não seja existencial.
        Se dizes que tens uma crença, neste caso o ateismo, por alguma justificação te o leva a acreditar. Tantos os crentes como os da crença ateista se justificam com algo.
        A realidade é que evidências existem, os ateistas é que dizem não acreditar, muitos tentam justificar-las dizendo que a ciência é tudo, mas…
        #########
        LIBER GENESIS [1:1-1]:
        1 In principio creavit Deus caelum et terram.
        2
        Terra autem erat inanis et vacua, et tenebrae super faciem abyssi, et spiritus
        Dei ferebatur super aquas.
        3 Dixitque Deus: “Fiat lux”. Et facta est lux.

        Fonte: http://www.vatican.va/archive/bible/nova_vulgata/documents/nova-vulgata_vt_genesis_lt.html
        #########

        Se tu talvez o quizeres realmente, faz-lo, a resposta acho que tu próprio talvez já a saibas e está por ai.
        Talvez existam coisas que tenhas de as saber por ti próprio.
        Pax et Bonum.

      • Brant

        Evidência é isto: TODAS AS FOTOS FORAM PROCESSADAS POR VARREDURA ELETRÔNICA, E TODAS APRESENTARAM OS MESMOS ESPECTROS; completamente diferentes de fotos colhidas alestoriamente de pessoas também na  Internet. 
        A compilação abaixo, em anexo a este comentário, demonstra a maquinação que estraçalhou nossa Sociedade de 1980 pra cá. Temos de parar isso. Temos de rever essa realidade e ver as condições disso; COMO PASTO é que o ser humano não pode  continuar.
        Os fiéis-crentes agora podem rir à vontade; não precisam se matar de vergonha, tristeza, etc. Foram enganados; nós temos sido enganados.
        Copiem a imagem antes que detonem. Ponham-na no Youtube, é o mínimo que alguém consciente pode fazer.
        É a nossa sobrevivência.

        • Pedro

          -|-          -|-
          M         MA
          -|- St. Filomena

          Crux sancta sit mihi lux Non draco sit mihi duxVade retro satanaNumquam suade mihi vanaSunt mala quae libasIpse venena bibas

      • HAMONBAAL

        Pois.

        Só que a partir do momento em afirmas a certeza de não existe mesmo, tal asserção deveria ser baseada em algo. 

        É esse algo que os crentes e os agnósticos te pedem que expliques.

        Se essa certeza na não existência não é baseada em nada então é tão baseada na fé quanto a certeza na existência em nada baseada.

        Basicamente crentes e ateus são irmãos na fé, embora uma fé de sinal contrário.

        Se algum dos presentes disser que está a teclar com um papagaio no ombro a única coisa que eu posso dizer, em verdade, é que é possível mas que não faço a mínima ideia se é mesmo verdade.

        • Pedro

          -|-          -|-
          M         MA
          -|- St. Filomena

          A crença move-se pela fé e o ateismo pela negação através da dúvida mas a realidade é que evidências existem, os ateistas é que dizem não acreditar.

          Estudo
          científico italiano alega Santo Sudário como autêntico.
          Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/religion/8966422/Italian-study-claims-Turin-Shroud-is-Christs-authentic-burial-robe.html

          Pax et Bonum

          • HAMONBAAL

            O relatório sobre o sudário apenas conclui que a equipa não conseguiu descobrir como foi feito.

            E existem outros estudos contraditórios.

            Dizer que isso é uma “evidência” é como pretender que um sinal de trânsito tapado ajuda imenso a circulação.

            Se existisse mesmo um deus omnipotente e omnipresente que quisesse salvar a humanidade e dar-se a conhecer, com certeza que não ia entrar nessas charadas de mistérios sobre mistérios, de adivinhas e jogos de esconde-esconde.

            Simplesmente revelava-se de maneira a que ninguém pudesse ter dúvidas.

            Quando são necessárias equipas científicas e mesmo assim nunca conseguem chegar a acordo ou conclusões definitivas, só podemos concluir que esse deus apenas queria brincar conosco.

          • Pedro

            -|-          -|-
            M         MA
            -|- St. Filomena

            HAMONBAAL:
            O relatório descobriu que as marcas não poderiam ter sido forjadas com a tecnologia mediaval, ou seja: Descobriu que não poderia ter sido feito “forjado” e que foi feito, logo autêntico.

            Em relação aos estudos contraditórios, se aquilo é mesmo de Jesus Cristo, logo provavelmente ficava admirado por não os haver.
            Podemos asemelhar de uma certa forma ao caso da imagem de Guadalupe e outros mais.

            Mateus [27:51-54]
            #########
            51Então, o véu do templo rasgou-se em dois, de alto a baixo. A terra tremeu e as rochas fenderam-se. 52Abriram-se os túmulos e muitos corpos de santos, que estavam mortos, ressuscitaram; 53e, saindo dos túmulos depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. 54O
            centurião e os que com ele guardavam Jesus, vendo o tremor de terra e o
            que estava a acontecer, ficaram apavorados e disseram: «Este era
            verdadeiramente o Filho de Deus!»
            #########
            Fonte: http://www.capuchinhos.org/biblia/index.php?title=Mt_27

            Parece-me sufeciente esta parte de Biblia e a “resurrectione” de Jesus Cristo para responder um pouco a tua questão sobre a salvação da humanidade.

            O estudo chegou a acordo sobre o “Santo Sudário” nesse ponto.
            Não sei bem qual a tua noção de brincadeira mas são fenómenos e evidências e até estudos cientifícos.

  • Ateu sim, e daí ?

    Feliz Mitra a todos !
    Nesse 24 de dezembro de 2011, EC

    • Pedro

      -|-          -|-
      M         MA
      -|- St. Filomena

      Ateu sim, e daí?

      Diz-se que São João Maria Batista Vianney dizia:
      “Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados.”

      Neste caso, o “Ateu sim, e daí ?” parece que já se está a virar para a mitra.

      • Ateu sim, e daí ?

         Não vou responder-lhe de forma grosseira. Você é simples e educado e eu  respeito isso. Não sou adorador de nenhum deus ou qualquer outra coisa parecida. Deveria estar claro pelo meu nick.
        A referência à Mitra é uma brincadeira, um deboche.

        • Pedro

          -|-          -|-
          M         MA
          -|- St. Filomena

          Ateu sim, e daí ?:
          O teu nick diz que és ateista mas o ateismo não prova a inexistencialidade e por isso navegas na dúvida, a realidade é que as evidências apontam justamente o oposto, podes sempre dizer que duvidas e, ou tentar arranjar explicações e por isso dizeres que não acreditas mas elas existem.

          Não foi por mal mas a realidade é o que se costuma verificar, a brincar, a brincar, a brincar…

          Pax et Bonum.

          • Anónimo


            o ateismo não prova a inexistencialidade ”
            A inexistencialidade não tem que ser provada. Tu não consegues provar que eu NÃO TENHO um papagaio invisível em cima do meu ombro direito. Pelo contrário, se eu  afirmo que tenho, EU é que tenho de provar a sua existência. Do mesmo modo, tu afirmas que Deus existe, TU tens de provar essa afirmação.
            Já basta de desafio esfarrapado e inconsequente de os ateus terem de provar que uma coisa não existe. É absurdo e infantil.

          • Pedro

            -|-          -|-
            M         MA
            -|- St. Filomena

            GriloFalante:
            A inexistencialidade não foi provada e não afirmada como inexistencial mas a realidade é que evidências existem os ateistas é que dizem que não acreditam.Como falei anteriormente:”Talvez existam coisas que tenhas de as saber por ti próprio.”Pax et Bonum.

          • Anónimo

            “a realidade é que evidências existem”
            Seria simpático da tua parte começares a enumerar essas “evidências”. Talvez convenças alguém…
            Já agora: acreditas, ou não, no papagaio invisível em cima do meu ombro direito?

          • Pedro

            -|-          -|-
            M         MA
            -|- St. Filomena

            GriloFalante:
            A realidade é que as evidências existem e temos vários casos como este estudo recente do Santo Sudário, a imagem de Guadalupe e outros mais…

            Para que tentar convencer alguém que não quer ser convencido?
            E tu queres realmente saber-lo?
            Como falei anteriormente:”Talvez existam coisas que tenhas de as saber por ti próprio.”
            Em relação ao papagaio, acredito que tu lá o deves saber e por isso mesmo não se oficializa as coisas assim mas pode haver outros recursos, que cada caso é um caso e nem sempre o papagaio está escondido, como por exemplo nos casos que eu referi acima, sobre o Santo Sudário, a imagem de Guadalupe e outros mais…Pax et Bonum

  • Bruno

    Ótimo levantamento.Parabéns.

  • Ateu sim, e daí ?

    Estou surpreso !!
    quer dizer que a pilantríssima igreja católica roubou as bases do cristianismo de outros povos ??
    que é isso !! um povo tão bom. Cada papa bacana e sem falar na ética de gzuis…
    Não é possível. A ladroníssima e safadíssima icar. Tão puta, ops, pura.

    • Pedro

      -|-          -|-
      M         MA
      -|- St. Filomena

      Os islâmicos apareceram mais de 600 anos depois de Jesus Cristo e dizem até que acreditam em ele mas os textos de eles não são iguais aos do Cristianismo e dizem que nem conhecem São José mas sobre Jesus Cristo e sua vida terrena existem 4 livrinhos que estão incluidos no livro mais lido do mundo a “Biblia”, ou seja: os textos de eles sobre Jesus Cristo não são iguais.
      Até os budistas e hinduistas acreditam em Jesus Cristo mas como um iluminado.
      O resto vem tudo do Cristianismo, muitas vezes divisões e heresias.
      Os Judeus é que ainda estão a espera do Messias.

  • Bentoangela

    Muito bom! Feliz renascer do sol para todos vós!

  • Anónimo

    “De facto, segundo a sua mitologia, muito popular por volta de 1.000
    a.C., Mitra nasceu de uma virgem; nasceu no dia 25 de Dezembro; nasceu
    numa cova ou numa gruta; foi adorado por pastores; foi adorado por três
    magos ou sábios 12 dias depois do seu nascimento, a 6 de Janeiro, que
    interpretaram o aparecimento de uma estrela no céu
    como anúncio do seu
    nascimento, pregou incansavelmente entre os homens a sua mensagem de bem
    por oposição ao mal; fez milagres para gáudio dos que o seguiam; foi
    perseguido; foi morto; ressuscitou ao terceiro dia; o rito central do
    seu culto passava pela distribuição de pão e vinho entre os iniciados
    presentes, numa forma de eucaristia de composição e fórmula em tudo
    idênticas à que a Igreja Católica viria a adoptar.”

    Luís Grave Rodrigues

    E onde se encontra a fonte concreta desses relatos atribuídos a Mitra ?
    Em que livros ? Em que documentos ? Em que exacta tradição oral ?…

    • Anónimo

      ↑ Arthur Berriedale Keith, Indian Mythology, Capítulo I, The Gods of Sky and Air, 23↑ a b Heródoto, Histórias, Livro I, Clio, 131

      • Anónimo

        Faltou-te um ” pormenorzinho”:

        O mês de Dezembro só apareceu no calendário romano, e será muito giro saber que cambalhota vão dar aqueles que andam por aí apregoar que, noutras mitologias, nomeadamente a egípcia e grega, uns tantos deuses nasceram a 25 de Dezembro, quando os seus calendários eram substancialmente diferentes do romano, e o mês de Dezembro nem sequer nesses calendários estava obviamente incluído.

        Estás a ver grilinho como mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo ?

        • Anónimo

          Caríssimo XPTO – perdão, antoniofernando2:
          O mês de Dezembro pode ter aparecido quando te der na real veneta, o problema é teu; mas posso-te garantir que não são os meses que fazem os solstícios. Que o solstício de inverno ocorresse no mês que tu quiseres e no dia que tu quiseres, escolhe à tua vontade; mas que já se festejava ainda o JC não era, sequer, um miserável espermatozóide, também é verdade – e tu sabes disso pelo menos tão bem como eu. Só que te apetece contrariar, porque sim. Se o mês se chamava Dezembro, Autocarro,Eucalipto, XPTO, “Put a Keep Are You” ou outro nome qualquer, é irrelevante, e só serve para cretinos como tu manterem as suas “razões”. Se o dia era o 25 ou o 142 ou o que te apetecer, continua a ser irrelevante, estás à vontade para continuar a berrar que os meses só tinham cinco dias, ou 120 dias,. Havia solstício, havia festejos, penduravam-se pedras nas árvores para afastar os maus espíritos – tal como se continua a fazer hoje, só que as pedras foram substituídas por bolas coloridas entre as mãos de uma criança.

          Que tenhas um feliz “Natalis Solis Invictus”, é o meu desejo.
          E que em 2012 o teu deus te ponha alguma razão nessa cabeça formatada – porque a ciência já deve ter-se considerado impotente.
          Cri-cri.

  • Anónimo

    E quanto a Horus, a mesma questão:

    Quais as fontes concretas, de onde Luís Grave Rodrigues, extraiu as alegadas semelhanças entre a mitologia de Horus e Jesus Cristo ?

  • Anónimo

    Renato Groger desenvolveu uma argumentação muito bem elaborada,
    comparando os mitos de Horus e Osiris com a vida de Jesus Cristo,
    chegando às seguintes principais conclusões:

    1- Dentro da bibliografia pesquisada para este artigo, uma leitura das obras que apresentam o Jesus divino do cristianismo como derivando do mito osiriano (desde Massey no século
    19, até, por exemplo, Tom Harpur, que ainda vive nos dias atuais),
    revela uma característica marcante em todas elas: a quase total ausência
    de referências às fontes  documentais originais”;

    2-Sendo assim, o presente estudo permite concluir que a veracidade histórica dos
    eventos narrados nos quatro evangelhos do Novo Testamento acerca da vida de Jesus
    Cristo, adorado como Deus pelos cristãos durante os últimos 2 mil anos de história, não
    pode ser contraditada com base na comparação entre esses eventos e a mitologia egípcia”

    http://www.kerygma.unasp-ec.ed.

    • Nuno

      Os quatro evangelhos do novo testamento são verdadeiros porquê?

      • Pedro

        -|-          -|-
        M         MA
        -|- St. Filomena

        Porque são os unicos livros oficiais sobre a vida de Jesus Cristo, foram passando de gerações para gerações, além de isso ainda hoje continua a haver fenomenos relacionados com Jesus Cristo.
        Os mulçumanos aparecerem mais de 600 anos depois mas não tem lá o São José, isso significa que eles usam outros livros que não esses 4.
        A primeira mulher do fundador do Islão veio do Cristianismo.

    • HAMONBAAL

      Tu tens os evangelhos originais ?

      Espantoso !

      Deves conseguir milhões por eles visto o mundo só conhece cópias escritas séculos depois dos originais que guardas em casa. 

       Provavelmente no frigorifico, ao lado das couves.

      • Anónimo

        Não tenho os evangelhos originais, mas isso para esta discussão é irrelevante. O que é relevante é comparar as supostas mitologias egípcia e grega com os eventos relatados nos evangelhos conhecidos. E a conclusão que se retira é que as supostas mitologias assentam em descaradas deturpações das reais mitologias citadas, nomeadamente a de Mitra ou Horus.

        Provavelmente, no frigorífico, ao lado das couves é que tu enfias a cabeça para procurares fontes originárias das ditas mitologias.

        Procura antes na floresta dos carnutos. Pode ser que lá encontres algum deus grego nascido no mês de Dezembro, apesar de, no calendário grego, não existir esse mês.

        Mas nada que tu, como agnóstico lambe-botas dos ateus, não consigas engolir.

  • Anónimo

    Jesus de Nazaré,Mito ou Realidade ?

    http://www.30giorni.it/articoli_id_21100_l6.htm?id=21100

  • Anónimo

    Jesus de Nazaré será Jehoshua Ben-Pandira, como afirma Gerald Masey ou
    Yeshu Ben Yossef como contrapõe o insuspeito blogue judaico-messiânico ”
    Torat Yeshua” ?

    A tese de Gerald Masey está completamente
    errada. Conclui que Jesus de Nazaré foi uma
     personagem mítica,
    confundindo-o, porém, com Jehoshua Ben-Pandira, quando Jesus de Nazaré
    só poderia ser referenciado por Yeshu Ben Yossef,

    Esta a tese de Gerald Massey:

    1ª “Eu então aceitei os Evangelhos Canônicos como contendo uma história
    humana verdadeira, e assumi, como outros fazem, que a história provava a si
    mesma. Descobrindo que Jesus, ou Jehoshua Ben-Pandira, foi uma figura
    histórica, conhecida no Talmude, eu cometi o erro comum de supor que isso
    provava a existência do Jesus encontrado retratado nos Evangelhos
    Canônicos. Mas depois que vocês ouvirem minha história, e pesarem as
    evidências agora pela primeira vez coletadas e apresentadas ao público, vocês
    não vão se maravilhar que eu tenha mudando meu ponto de vista, ou que eu
    seja impelido a contar a verdade aos outros, como ela agora aparece para mim
    mesmo; embora eu seja apenas capaz de sumarizar aqui, na maneira mais
    breve possível, alguns dos fatos que eu tenha lidado exaustivamente em
    outras ocasiões.
    A existência pessoal de Jesus como Jehoshua Ben-Pandira pode ser
    reconhecida sem sombra de dúvida. Um registro afirma que, de acordo com a
    tradição judaica genuína, “aquele homem (que não é nomeado) foi discípulo de
    Jehoshua Ben-Perachia.” Também diz, “Ele nasceu no quarto ano do reinado
    do rei judeu Alexandre Jannaeus, ao contrário das declarações de seus
    seguidores de que ele nasceu no reinado de Herodes”. Isso seria mais do que
    um século mais cedo do que a data atribuída ao Jesus dos Evangelhos!”

    ( Gerald Massey, em “O Jesus Histórico e o Crístico Mítico”)

    Agora comparem o erro crasso da tese de Geral Massey com a contra-tese que claramente a refuta:

    http://toratyeshua.blogspot.com/2007/08/o-talmud-x-yeshua.html

  • Anónimo

    JESUS DE NAZARÉ – O ” MITO”

    “Naquela época vivia Jesus, homem
    sábio, de excelente conduta e virtude reconhecida.
    Muitos judeus e
    homens de outras nações converteram-se em seus discípulos. Pilatos
    ordenou que fosse crucificado e morto, mas aqueles que foram seus
    discípulos não voltaram atrás e afirmaram que ele lhes havia aparecido
    três dias após sua crucificação: estava vivo. Talvez ele fosse o Messias
    sobre o qual os profetas anunciaram coisas maravilhosas” ( Flávio
    Josefo Antiquidades, VIII, III )

    “Mas o jovem Anano, que,
    como já dissemos, assumia a função de sumo-sacerdote, era uma pessoa de
    grande coragem e excepcional ousadia; era seguidor do partido dos
    saduceus, os quais, como já demonstramos, eram rígidos no julgamento de
    todos os judus. Com esse temperamento, Anano concluiu que o momento lhe
    oferecia uma boa oportunidade, pois Festo havia morrido, e Albino ainda
    estava a caminho. Assim, reuniu um conselho de juízes, perante o qual
    trouxe Tiago, irmão de Jesus chamado Cristo, junto com alguns outros, e,
    tendo-os acusado de infracção à lei, entregou-os para serem
    apedrejados” ( Flávio Josefo,Antiguidades,20.9.1)

    “Depois,
    passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele
    quinze dias. E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão
    do Senhor” (Gálatas 1:18,19)

    “Para destruir o boato (que o
    acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos
    requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a
    multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o
    principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao
    suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava
    de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em
    Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo
    aflui e acha numerosa clientela” (Tácito, Anais , XV, 44 trad. 1 pg.
    311; 3)”

    “Foi então que ele [Proteus] conheceu a maravilhosa
    doutrina dos cristãos, associando-se a seus sacerdotes e escribas na
    Palestina. (…) E o consideraram como protector e o tiveram como
    legislador, logo abaixo do outro [legislador], aquele que eles ainda
    adoram, o homem que foi crucificado na Palestina por dar origem a este
    culto.(…) Os pobres infelizes estão totalmente convencidos, que eles
    serão imortais e terão a vida eterna, desta forma eles desprezam a morte
    e
    voluntariamente se dão ao aprisionamento; a maior parte deles.
    Além disso, seu primeiro legislador os convenceu de que eram todos
    irmãos, uma que vez que eles haviam transgredido, negando os deuses
    gregos, e adoram o sofista crucificado vivendo sob suas leis” ( Luciano
    de Samostata,Passagem do Peregrino, 11 e 13)

    “…o homem que
    foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo
    (…) Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que
    todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido
    o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e
    viver de acordo com as leis que ele deixou” ( Luciano de Samostata,O
    Peregrino Passageiro).

    “Os Cristãos, vocês sabem, adoram um
    homem neste dia — a distinta personagem que lhes apresentou suas
    cerimônias, e foi crucificado por esta razão” (Luciano de Samosata, A
    Morte do Peregrino, 11-13)

    “Os fez amaldiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer” (Plínio,Epístolas X,96)

    “Talo,
    no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa
    escuridão como um eclipse do sol – o que me parece ilógico (é claro que é
    ilógico, pois um eclipse solar não poderia acontecer em época de lua
    cheia, e foi na época da lua cheia da Páscoa que Cristo morreu)” ( Júlio
    Africano)

    “Flêgão mencionou o eclipse que aconteceu durante a
    crucificação do Senhor Jesus Cristo e não algum outro eclipse; está
    claro que ele não tinha conhecimento, a partir de suas fontes, de
    qualquer eclipse (semelhante) que tivesse anteriormente ocorrido… e
    isso se vê nos próprios relatos históricos sobre Tibério César”

    “…
    no museu britânico um interessante manuscrito que preserva o texto de
    uma carta escrita um pouco depois de 73 A.D., embora não possamos
    precisar a data. Esta carta foi enviada por um sírio de nome Mara
    Bar-Serapião a seu filho Serapião. Na época Mara Bar-Serapião estava
    preso, mas escreveu para incentivar o filho na busca de sabedoria, tendo
    ressaltado que os que perseguiram homens sábios foram alcançados pela
    desgraça. Ele dá o exemplo de Sócrates, Pitágoras e Cristo” ( F. Bruce,
    Museu Britânico)

    “Que vantagem os judeus obtiveram com a
    execução de seu sábio Rei? Foi logo após esse acontecimento que o reino
    dos judeus foi aniquilado” ( Mara Bara – Serapião)

    “as
    palavras “’trespassaram meus pés e mãos’ são uma descrição dos cravos
    que prenderam suas mãos e pés na cruz; e depois de o crucificarem,
    aqueles que o crucificaram sortearam suas roupas e dividiram-nas entre
    si. E se tais coisas assim aconteceram, poderás verificar nos ‘Atos’ que
    foram escritos no governo de Pôncio Pilatos” ( Justino, O Mártir)

    “Portanto,
    naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no
    mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da
    divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se
    decidido a favor de Cristo. O Senado, por não haver dado ele próprio a
    aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo
    ameaças contra todos os acusadores dos cristãos” Tertuliano,Apologia,
    V.2)

    “Na véspera da Páscoa, eles penduraram Yeshu (de
    Nazaré), sendo que o arauto esteve diante dele por quarenta dias
    anunciando (YESHU DE NAZARÉ) vai ser apedrejado por ter praticado
    feitiçaria e iludido e desencaminhado o povo de Israel. Todos os que
    saibam alguma coisa em sua defesa que venham e suplique por ele. Mas
    nada encontraram em sua defesa e ele foi PENDURADO NA VÉSPERA DA PÁSCOA”
    ( Talmude,Sinédrio da Babilônia,43a)

    “Mestre, tu deves ter
    ouvido uma palavra de minuth (heresia); essa palavra deu-te prazer, e
    foi por isso que foste preso. Ele (Eliezer) respondeu: Akiba, tu
    fizeste-me recordar o que se passou. Um dia que eu percorria o mercado
    de Séforis, encontrei lá um dos discípulos de Jesus de Nazaré; Tiago de
    Kefar Sehanya era o seu nome. Ele disse-me: Está escrito na vossa lei
    (Deuteronômio 23.18): ‘Não trarás salário de prostituição nem preço de
    sodomita à casa do Senhor teu Deus por qualquer voto…’ Que fazer dele?
    Será permitido usá-lo para construir uma latrina para o Sumo Sacerdote?
    E eu não respondi nada. Disse-me ele: Jesus de Nazaré ensinou-me isto: o
    que vem de uma prostituta, volte à prostituta; o que vem de um lugar de
    imundícies, volte ao lugar de imundícies.’ Esta palavra agradou-me, e
    foi por tê-la elogiado que fui preso como Minuth (herege)” ( Talmude)

    “Abgar,
    toparca da cidade de Edessa, a Jesus Cristo, o excelente médico que
    surgiu em Jerusalém, salve! Ouvi falar de ti e das curas que realizas
    sem remédios. Contam efetivamente que fazes os cegos ver, os coxos
    andar, que purificas os leprosos, expulsas os demônios e os espíritos
    imundos, curas os oprimidos por longas doenças e ressuscitas os mortos.
    Tendo ouvido falar de ti tudo isso, veio-me a convicção de duas coisas:
    ou que és Filho daquele Deus que realiza estas coisas, ou que és o
    próprio Deus. Por isso escrevi-te pedindo que venhas a mim e me cures da
    doença que me aflige e venhas morar junto a mim. Com efeito, ouvi dizer
    que os judeus murmuram contra ti e te querem fazer mal. Minha cidade é
    muito pequena, é verdade, mas honrada e bastará aos dois para nela
    vivermos em paz” ( Carta de Anan, secretário do Rei Abgar, GHARIB, Os
    Ícones
    de Cristo, pág. 43)
     de Cristo, p.43)

  • Anónimo

    PROCESSO DE CRISTO :

    “No ano dezanove de TIBÉRIO CÉSAR,
    Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e
    vinte e um, e Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o
    número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete,
    do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do
    cativeiro da Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo
    governador
    da Judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de
    Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente na Baixa
    Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos
    do Templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules
    romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME E SIXTO RUSTO,
    no mês de março e dia XXV do ano presente – EU, PÔNCIO PILATOS, aqui
    Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arquiresidência,
    julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus chamado pela plebe – CRISTO
    NAZARENO – e galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica –
    contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR. Determino e ordeno por
    esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos
    os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem
    cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS
    e REI de ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo,
    negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos
    e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém.
    Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de
    alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo
    a todos os malfeitores , e que, juntamente com ele, sejam conduzidos
    dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA,
    e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO,
    onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para
    todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas,
    este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando, também, que nenhuma
    pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a
    impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o
    rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião
    contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas
    doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAM JOAQUIM BANICAR, BAN BASU,
    LARÉ PETUCULANI. Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE,
    MANDOANI, BANCURFOSSI. Pelos hebreus: MATUMBERTO. Pelo Império Romano e
    pelo Presidente de Roma: LUCIO SEXTILO e AMACIO CHILICIO””

    ( documento existente no “Archivo General de Simancas”, em Espanha)

  • Anónimo

    EVIDÊNCIAS ARQUEOLÓGICAS DOS EVANGELHOS

    (1) No Evangelho segundo S. João, encontram-se mais vinte localidades concretas do
    tempo de Jesus de Nazaré.

    (2)
    Também em dada altura se perguntou se a localidade de Nazaré não tinha
    sido inventada pelos Evangelhos. Por quê? Porque o Antigo Testamento e
    os antigos comentários hebraicos não falam dela. Críticos e jornalistas
    fizeram disto um romance completo. Mas, na realidade, já em 1962, uma
    equipa de arqueólogos israelitas, dirigida pelo prof. Avi Jonah tinha
    encontrado nas ruinas de Cesareia Marítima uma placa gravada em hebreu,
    datando do século III antes de Cristo e com o nome da aldeia de Nazaré.

    (3)
    Encontrou-se em Jerusalém, a “piscina dos cinco pórticos”, a piscina de
    Bethesda, perto da porta das Ovelhas, que os críticos pensaram ser
    realidade mítica.

    (4) Em 1927, o arqueólogo francês Vincent
    encontrou o lithostrotos ou Gabbatha. Esse espaço lajeado do pretório em
    que Jesus esteve quando compareceu diante de Pilatos (Evangelho segundo
    S. João, capítulo 19, versículo 13). Quanto ao próprio Pilatos, o
    prefeito romano que condenou Jesus à morte e do qual não se encontrava
    rasto concreto ao longo de dezoito séculos, arqueólogos italianos
    encontraram em 1961, também nas ruinas de Cesaréia Marítima, o seu nome
    gravado numa pedra com o seu título exato: praefectus.

    (5) São
    João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (Jo 5,2), o
    Lithóstrotos ou Gábala (Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais que
    somente nos nossos dias que a arqueologia foi comprová-la.

    (6)
    São Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores Cesar
    Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos,
    Herodes, Filipe, Lisânias, Anás e Caifás; todos confirmados
    historicamente (Lc 2,1;3,1).

    (7) A arqueologia confirmou o uso de jarros de água feitos de pedra nos tempos do NT (Jo 2.6)

    (8) A Arqueologia confirma o lugar correto do poço de Jacó (Jo 4:6)

    (9)
    A arqueologia confirma a correcta localização e a descrição de cinco
    entradas no tanque de Betesda (Jo 5.2). Escavações realizadas entre 1914
    e 1938 revelaram o tanque, e ele era exactamente como João o havia
    descrito. Uma vez que essa estrutura não mais existia depois de os
    romanos terem destruído a cidade no ano 70 d.e, é improvável que
    qualquer outra testemunha não ocular pudesse tê-lo descrito com tal
    nível de detalhes. Além do mais, João diz que essa estrutura “está” ou
    “existe” em Jerusalém, implicando que está escrevendo antes do ano 70.

    (10) A arqueologia confirmou a existência e a localização do tanque de Siloé (Jo 9.7)

  • Anónimo

    JOÃO BAPTISTA – O OUTRO ” MITO”

    “Vivia tão austeramente no
    deserto que só se vestia da casca das árvores e só se alimentava com o
    que a mesma terra produz; para se conservar casto banhava-se várias
    vezes por dia e de noite, na água fria; resolvi imitá-lo” ( Flávio
    Josefo,História dos Hebreus, p. 476)

    “Naqueles dias, apareceu
    João Baptista pregando no deserto da Judéia […] Usava João vestes de
    pêlos de camelo e cintos de couro; a sua alimentação eram gafanhotos e
    mel silvestre” (Mateus 3:1,4)

    “Vários julgaram que aquela derrota
    do exército de Herodes era um castigo de Deus, por causa de João,
    cognominado Baptista. Era um homem de grande piedade, que exortava os
    judeus a abraçar a virtude, a praticar a justiça e a receber o batismo,
    depois de se terem tornado agradáveis a Deus, não se contentando em só
    não cometer pecados, mas unindo a pureza do corpo à pureza da alma.
    Assim
    como uma grande multidão de povo o seguia para ouvir a sua doutrina,
    Herodes, temendo que o poder que ele tinha sobre eles viesse a suscitar
    alguma rebelião, porque eles estavam sempre prontos a fazer o que ele
    lhes ordenasse, julgou dever prevenir o mal para não ter motivo de se
    arrepender por ter esperado muito para remediá-lo. Por esse motivo
    mandou prendê-lo numa fortaleza de Maquera, de que acabamos de falar, e
    os judeus atribuíram essa derrota de seu exército a um castigo de Deus
    por um ato tão injusto” ( Flávio Josefo,Antiguidades Judaicas. Livro
    XVIII. Capítulo VII. Parágrafo 781)

  • Anónimo

    TIAGO, IRMÃO DE JESUS DE NAZARÉ- MAIS ” OUTRO” MITO.

    “Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei
    com ele quinze dias. E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a
    Tiago, irmão do Senhor” (Gálatas 1:18,19)

    “Mas o jovem
    Anano, que, como já dissemos, assumia a função de sumo-sacerdote, era
    uma pessoa de grande coragem e excepcional ousadia; era seguidor do
    partido dos saduceus, os quais, como já demonstramos, eram rígidos no
    julgamento de todos os judus. Com esse temperamento, Anano concluiu que o
    momento lhe oferecia uma boa oportunidade, pois Festo havia morrido, e
    Albino ainda estava a caminho. Assim, reuniu um conselho de juízes,
    perante o qual trouxe Tiago, irmão de Jesus chamado Cristo, junto com
    alguns outros, e, tendo-os acusado de infracção à lei, entregou-os para
    serem apedrejados” ( Flávio Josefo,Antiguidades,20.9.1)”

    “Após os apóstolos, Tiago, irmão do Senhor, chamado o Justo, foi feito líder da igreja de Jerusalém.” ( Hegésipo)

    “Ora,
    Tiago, o irmão do Senhor que, por haver muitos com esse nome, era
    chamado justo por todos deste os tempos do Senhor até o nosso, recebeu o
    governo da igreja juntamente com os apóstolos. Este era santo desde o
    ventre de sua mãe. Ele não bebia vinho nem bebida fermentada, e se
    abstinha de alimento animal; nenhuma navalha passava pela sua cabeça;
    jamais se ungia com óleo e jamais ia aos banhos. Somente ele tinha
    permissão de entrar no santuário. Jamais vestia roupas de lã, mais de
    linho. Ele costumava entrar sozinho no templo, sendo com freqüência
    visto de joelhos, intercedendo para que o povo fosse perdoado, de modo
    que seus joelhos ficaram duros como os de um camelo por causa de suas
    súplicas habituais, ajoelhando-se diante de Deus. Assim, por sus piedade
    extrema era chamado justo e Oblias ( ou Zadique e Osleã ) que significa
    justiça e proteção do povo, conforme os profetas declararam a seu
    respeito.
    Assim, alguns das sete seitas dentre o povo, mencionados
    acima por mim em meus comentários, inquiriram-lhe qual seria a porta
    para Jesus, e ele respondeu que ele era o Salvador. Pelo que alguns
    creram que Jesus é o Cristo. Mas essas seitas acima mencionadas não
    criam nem na ressurreição nem que alguém viria para dar a cada um de
    acordo com suas obras, mas os que acreditaram nisso, acreditaram por
    causa de Tiago. Ora, desde que muitos, mesmo dos governantes, creram,
    houve um tumulto entre os judeus, escribas e fariseus, dizendo havia o
    perigo de todo o povo esperar Jesus como o Messias. Assim reuniram-se e
    disseram a Tiago: ” Rogamos que refreies o povo que se extravia após
    Jesus como se ele fosse o Cristo. Rogamos que persuadas corretamente a
    respeito de Jesus todos os que vêm para o dia da Páscoa, pois todos nós
    confiamos em ti. Assim coloca-te numa ala do templo para que possas
    estar bem visível no alto e para que tuas palavras possam ser facilmente
    ouvidas por todo povo, já que por causa da Páscoa todas as tribos estão
    reunidas, e também alguns gentios”. Assim, os já mencionados escribas e
    fariseus colocaram Tiago num ala do templo e gritaram para ele: ” Ó
    justo, em quem todos devemos acreditar, uma vez que o povo está se
    desviando após Jesus que foi crucificado, declara-nos: Qual é a porta
    Jesus que foi crucificado?. E ele respondeu em alta voz: ” Por que me
    perguntas a respeito de Jesus o filho do homem? Ele está assentado nos
    céus à direita do grande Poder e está para vir nas nuvens do céu”. E
    muitos foram confirmados e gloriavam pelo testemunho de Tiago dizendo: ”
    Hosana ao Filho de Davi”. Então os mesmos sacerdotes e fariseus
    disseram uns aos outros:” Fizemos mal em conceder tal testemunho a
    Jesus, mas vamos e o lancemos do alto para que temam crer nele”. E
    gritaram dizendo: ” Ah, ah, o próprio justo está enganado”, e cumpriram o
    que está escrito em Isaías: ” Tomemos o justo, pois nos causa repulsa.
    Portanto eles comerão o fruto de suas obras” ( Is 3 ). Assim subiram e
    lançaram o justo dizendo uns aos outros: ” Apedrejemos Tiago, o justo”, e
    começaram a apedrejá-lo, uma vez que não morreu de imediato quando
    lançado, mas virou-se e se ajoelhou, dizendo: ” Imploro a ti, ó Senhor
    Deus e Pai, que os perdoes, pois não sabem o que fazem”. E assim o
    apedrejavam quando um dos sacerdotes dos filhos de Recabe, filho de
    Recabim, de quem testemunhou o profeta Jeremias, clamou: ” Parai! Que
    estais fazendo? O justo está orando por vós”. E um deles, lavandeiro,
    atingiu a cabaça do justo com o malho que usava para bater as roupas.
    Assim Tiago sofreu martírio e o sepultaram no lugar junto ao templo, e
    seu túmulo ainda permanece. Ele tornou-se verdadeira testemunha tanto a
    judeus como a gregos de que é o Cristo. Logo depois disso Vespasiano
    invadiu e tomou a Judéia” ( Hegésipo)

  • Anónimo

    12 APÓSTOLOS DE CRISTO- OUTROS TANTOS ” MITOS”:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ap%C3%B3stolo

  • Joaquim Silva

    JESUS DE NAZARÉ, O ” MITO”:

    http://www.youtube.com/watch?v=DLAhdfLl-wY

  • Ateu sim, e daí ?

    O totonho é muito burro !
    O texto não discute a existência de jesus.
    Discute o mitologia cristã, o gzuis. O filho do sinhô. O caboclo milagreiro – a lenda criada pela icar.
    Contra o texto o asno não postou absolutamente NADA ! 
    Não passa mesmo de um pobre-diabo infeliz.

  • Anónimo

    A verdade tonto brasuca é que, por muita raiva que espumes, todos os comentários que contrapus, em linguagem xadrezista, se chamam: ” xeque-mate” ao texto editado pelo LGR.

    Esse texto discute sim a existência de Jesus, pois fala de ” mitologia cristã”, em paralelismo a outras mitologias, que, aliás, estão incorrectamente situadas, do ponto de vista do seu rigor científico.

    Podias ao menos ter a elementar decência de não vires negar o que de tão óbvio decorre do texto editado pelo LGR.

    Mas, como não tens estaleca para argumentar, ficas- te pelos teus habituais escarros, de ralé. Cospes, vomitas, escarras mas é tudo o que te resta de tão parca capacidade intelectual.

    Aliás, já desafiei o Luís Grave Rodrigues, nos meus primeiros comentários, para ele citar as fontes concretas de onde terá retirado as supostas coincidências entre os diversos mitos que citou e a história de Jesus de Nazaré.

    Mas ele não os vai encontrar, simplesmente porque essas fontes originárias não existem, nos termos desviantes e deturpadores que em que ele incorreu.

    Contra a minha argumentação, profusamente detalhada, tu espumas de raiva.

    Não admira. Os meus comentários tolheram a ” vitória” que tão incautamente anunciaste.

    E nem imaginas o gozo que isso me dá, nesta véspera do Natal Cristão de 2011 da Era Cristã.

    Continua a espumar brasuca… 🙂

  • Kavkaz

    Está um belo sábado de 24 de Dezembro de 2011 da Era Comum.

    Começar a manhã com um sumo de tangerina em pleno inverno é um luxo que faria muita inveja aos deuses se alguma vez estes tivessem existido!

    E viva o Ateísmo enquanto houver religiões dos vigaristas e paralizados do raciocínio!

  • José Gonçalves

    Em face da demonstração histórica e bem descrita por Luiz Grave Rodrigues àcerca dos Deuses da Antiguidade cujos nascimentos,mortes e ressurreição e os cultos a êles prestados,foram adaptados ao lendário judeu Jesus a quem foi dado o nome grego de Cristo,e considerado filho de Javé ou seja o Padre Eterno dos biblico-judaico-cristãos,que veio ao Mundo para sofrer e morrer  e ressuscitar ao terceiro dia,face a toda esta mítica lenda e invencionice,os crentes no Absurdo,em vez de usarem argumentos válidos a contrariar a evidente lógica da Razão dos Ateus,ou seja dos que como eu negam a existência de Deus,limitam-se a ofender pessoalmente o livre pensador que não pode conceber que haja um Deus Senhor Absoluto,Tirano,Cruel,Vingativo e Sanguinário que até exige a morte do «Filho» no Calvário.Um Deus desta natureza só pode ter sido criado pelo Homem,à sua imagem e semelhança e a respectiva Religião segundo os seus interêsses.Ora se isto é uma Vigarice dos Vigários de Cristo,e se a Vigarice é um crime,
    porque é que é reconhecida e aceite como um dos Direitos do Homem?!É claro que eu sei porque é.É porque as Religiões são o ópio dos Povos e os Poderosos sabem que elas são indispensáveis para manter o Povo submisso e ajoelhado acatando os conselhos dos que se consideram Representantes de Deus e que são apoiantes dos Poderosos que governam ou pretendem governar o Mundo.Aqui também o meu Obrigado a Luiz Grave Rodrigues por êste belo texto aqui estampado que foi para mim,mais uma bela lição de História. 

  • JoaoC

    Obra do Demónio. “Todos os deuses dos gentios são demónios”, diz a Sagrada Escritura. Todos esses deuses, tal como as histórias semelhantes à História da Salvação, apareceram por obra de Satanás, exactamente para surtir o efeito que está a surtir: Confundir e enganar os homens, quando a Verdade aparecesse, que é Cristo, e fazer com que não acreditem n’ Ele.

    Deus fez-Se homem, encarnou pelo Espírito Santo no seio puríssimo de Maria Imaculada, Mãe de Deus, sempre Virgem, antes, durante e depois do parto, morreu na Cruz para nos redimir e ressuscitou ao terceiro dia.

    O resto são mitos, estorietas que apareceram há muitos séculos por obra do Maligno (que sabia muito bem que iria aparecer o Redentor no mundo para salvar as almas), mitos que enganam e confundem a muitos e que são usadas para atacar e descredibilizar a história salvífica dos Homens. 

    Vós dizeis-vos livres, mas vivem na pior escravidão possível à face da Terra: São escravos do Mal e prestam serviço ao Pai da Mentira e do pecado.

    Um Santo e Feliz Natal, no Ano do Senhor de 2011, nesta véspera da celebração do aparecimento de Deus na Terra, como Homem, nascido de Maria Santíssima.

  • Anónimo

    Cristo e Moisés estavam a lembrar os velhos tempos.
    – Antigamente é que era bom, disse Moisés. Lembras-te de quando abri o mar vermelho ao meio? Isso é que eram bons tempos!

    – Sim, e lembras-te de quando eu caminhei sobre a água? Isso sim, é que foi uma coisa em grande!

    – E se voltassemos a fazer isso, só para sentirmos de novo aquela sensação?

    – É, vamos fazer isso.

    E foram até ao mar vermelho. Moisés puxou da vara, levantou-a e as águas separaram-se, abrindo o mar em dois.

    Depois, meteram-se num barco e foram até ao meio do mar. Era a vez de
    Cristo. Este saiu do barco e começou a andar sobre a água. De repente
    começou a afundar-se. Moisés remou rapidamente até ele, agarrou-o por um
    braço e puxou-o para o barco.

    – Acho que te esqueceste de uma coisa, disse, agora tens os pés furados!

  • Luís Grave Rodrigues

    Caro António Fernando:
    Reponde do ao seu “desafio”, aqui lhe deixo alguma bibliografia onde poderá ler mais sobre o tema do meu texto.
    Divirta-se!
    Albert Curchwood
    – The Origin and Evolution of Religion
    Acharia S. 
    – The Christ Conspiracy
    Gerald Massey
    – The Historical Jesus and The Mythical Christ
    Thomas Doane
    – Bible Myths

    • Anónimo

      Luís Grave

      É pouco, muito pouco para sustentar a sua estapafúrdia tese sobre a analogia das mitologias de Horus e Mitra com a realidade histórica de Jesus Cristo.

      A bibliografia, que você cita, não responde a coisa nenhuma. Eu gostava é de ver você citar as fontes primárias das mitologias de Horus e Mitra. A prova do que alega compete-lhea si, mas nem sequer foi capaz de enunciar as fontes originárias sobre essas mitologias. Nada que eu já não esperasse.O seu texto é um amontoado de falsidades.

      Faço-lhe mais outro desafio, mas já sei que você não vai conseguir responder:

      “O Deus Baco foi também assassinado, tendo ressuscitado três dias depois, através dos seus pedaços recolhidos por sua mãe.

      O mesmo acontecia aos Deuses Ausónio, Adónis ou Átis, que morriam para
      salvar os homens ou expiar os seus pecados e acabavam por ressuscitar ao
      fim de três dias.

      E todos eles a 25 de Dezembro.”

      Em que fonte originária é que consta que Baco ressuscitou ?

      Em que fontes originárias é que consta que o mesmo sucedeu a Ausónio, Adónis ou Átis ?

      E sabe que mais ? Vá aprender que o mês de Dezembro só surgiu no calendário romano.

      Ou seja, Rodrigues: Era impossível, nas mitologias que cita, haver qualquer referência ao mês de Dezembro…

      Entendido ou quer que volte a repetir ?

      Para melhores aproveitamentos, aprenda aqui, para não andar a dizer disparates à rédea solta:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_grego

      • LGR

        Caro António Fernando:

        Se me diz que os livros que indiquei não são suficientes para sustentar a minha tese, então só me resta elogiar a sua capacidade para os ter lido a todos neste curto espaço de tempo.

        Parabéns!

  • Kavkaz

    ÚLTIMA HORA:

    Amanhã, dia 25 de Dezembro de 2011 da Era Comum, o antoniofernando (ex-antoniofernando2 / Pssst… / Xpto / e outros niks do mesmo sujeito) vai a Belém (freguesia de Lisboa) queimar o Antigo Testamento.

    O Antigo Testamento é a primeira parte da Bíblia que nos conta muitas tretas, entre as quais que as de que andou um fulano a roubar uma costela a outro por causa de uma gaja que faltaria ao Sr. Roubado. As noites frias do assaltado passaram a ser tórridas…

    A fogueira, inspirada no Espírito Santo da Inquisição, libertará muito calor com madeira, incenso e mirra. O Antigo Testamento desaparecerá assim para sempre no Inferno das chamas.

    O antoniofernando será declarado novo Meio-Papa, pois só propagandeará o Novo Testamento a partir daquele momento piedoso.
    Amén

  • Redtuxer

    Bom artigo onde o autor investigou as raízes do cristianismo e que demonstrou que de sagrado nada tem, não passando o cristianismo duma reles cópia doutras religiões ancestrais e que se mantém ainda hoje por uma opção política dum dirigente romano e muita brutalidade e sangue derramado ao longo de 1700 anos.

    Cumps ao Luís Grave
    Red

  • João Pedro Martins

    Muito interessante o artigo. Portanto a dia 25 n nasceu ninguém, o dia 1 é o dia do santo prepúcio, e os reis de 6 não eram reis nem eram 3. Está bonito, isto. Gostamos de ilusões.

  • Carlos

    O seu desconhecimento do panteão egípcio é deveras confrangedor.

  • Daniwl

    Leia Gênesis : Deus criou o homem à sua imagem e semelhança.
    Qualquer invencionisse humana sobre teses contrárias é anátema ao Senhor dos
    Exércitos. E para aproveitar informo ao senhor que o os ossos de dinossauros
    foram postos aqui apenas para testar a nossa fé no Altíssimo. Deus
    misericordioso tenha pena da sua alma.

  • Joaquim Silva
  • Ricardo

    Pq os os Deuses estão silencioso? Pq nenhum se manifesta?  um sinal renovaria a fé de todos e acabaria com as duvidas…. Pq os Deuses qualquer que sejam e de onde forem de qualquer religião que seja estão desaparecidos??? É isso. Estamos sozinhos. Não tem ets não tem deuses não tem nada a não ser nos mesmo. Dificil? Não. Apenas temos que conviver com nossas decisões e atos com nossa consciencia, não podemos jogar os acontecimentos para a responsabilidade de ninguem. Temos que amadurecer como raça. Simples assim.

  • João Pedro Moura

    LUÍS GRAVE RODRIGUES disse:
     
     
    1- “Aliás, esse dia 25 de Dezembro (o dia das festividades dos Deuses Mitra, Baal e Baco) só foi adoptado pela Igreja Católica já no século IV, por decisão do Papa Libério, com o óbvio objectivo de “cristianizar” os cultos solares, então ainda muito populares e difundidos e de os fazer confundir e “absorver” pelos próprios ritos cristãos”
     
     
                Antes do papa Libério (352-366), já o papa Júlio I (337-352) havia instituído o “25 de dezembro”, como a festividade do Natal, para a Igreja do oriente.
                Pelo que, este dia festivo já deveria existir no tempo do papa Silvestre I (314-335), o papa de Constantino, para desvirtuar a celebração do Dies Solis Invictus (O Dia do Sol Invicto), dos pagãos, em honra de Mitra.
    A tática foi a de esvaziar progressivamente a festividade de Mitra, em favor de “Jesus Cristo”…com a força do poder imperial cristão…
     
     
    2- “O imperador Constantino, a quem se deve a criação da Igreja Católica Apostólica Romana (e que nunca se converteu ao cristianismo, antes o tendo adoptado como religião oficial do império, sem nunca proibir as restantes, para melhor o unificar), mandava realizar regularmente sacrifícios em honra do Sol”
     
     
                a) Caro Luís, o imperador Constantino aderiu ao cristianismo, o mais tardar… pelo batismo, nas vésperas de morrer, em 337…
    Este retardamento batismal era corrente na época, pois achava-se que as tentações e imperativos de poder poderiam inviabilizar a pureza e bondade pessoais. Então, lá mais para o fim da vida, a redenção batismal poderia anular melhor os “pecados” duma vida de crueldades e impurezas…
     
     
                b) Constantino começou por aderir ao cristianismo, pelo sonho…
    …Um sonho na véspera do combate na ponte Mílvio, contra o rival Maxêncio, em 312, sonho esse que ele atribuiu ao deus cristão, que lhe inspirou um onírico “In hoc signo vinces” (“com este sinal vencerás”)… e venceu! Deus, em sonhos, ajuda muito…
     
     
                c) Depois, temos o Édito de Milão, em 313, a autorizar o cristianismo, a instituição da “episcopalis audientia”, tribunal de bispos locais, para dirimir litígios, em alternativa ao tribunal estatal; a educação cristã dos filhos; a adoção do “X” e do “P”, primeiras letras gregas do nome  “Jesus Cristo”, sobrepostos, como símbolo imperial (uns séculos mais tarde, houve uma empresa de informática que fez uma coisa parecida…).
     
     
    d) A convocação e intervenção no Concílio de Niceia, em 325, o primeiro concílio ecuménico da História, que definiu o “credo” cristão e instituiu o domingo, como dia sagrado e cristão (“dominus dies”, o dia do senhor).
    Neste concílio, Constantino tomou partido em matéria doutrinária, ainda por cima, fortemente intrincada, como a controvérsia sobre a “consubstanciação” de Jesus Cristo, matéria esta que tinha originado a heresia ariana. Constantino tomou partido pelo lado papal e exilou o sacerdote Ário.
     
    e) Todavia, Constantino usou o título de “pontifex maximus“, primeiro sacerdote, até ao fim e um dia antes de morrer ainda prestou culto ao Zeus pagão…
    Aparentemente, isto contrariaria a fé cristã, mas o “pontifex maximus” era o poder que os imperadores usavam para regular todos os cultos, e estes na época dele tinham curso legal, e havia, portanto, que disciplinar e orientar todas essas religiões, isto é, a imensa massa popular de adeptos.
    Quanto ao culto a Zeus, enfim, nem sei que dizer… mas isto não é uma atitude cristã!
    Constantino não era um modelo de “virtudes cristãs”, o que quer que isto seja, chegando a mandar matar o próprio filho.
    Eram épocas de aceradas conturbações doutrinárias e políticas e, apesar dalgumas dúvidas, pode dizer-se que Constantino foi o primeiro imperador cristão.
     
     
     
                f) Não foi Constantino que adotou o cristianismo como “religião oficial do império”, mas sim o imperador Teodósio, no seu Édito de Salónica, em 28 de Fevereiro de 380. A partir daqui, os cristãos e o seu poder político começaram a destruir os templos pagãos e a perseguir e matar os seus religionários, impondo o totalitarismo político-religioso cristão.
     
    3- “Não obstante a oficialização do cristianismo no seu império, Constantino manteve a obrigatoriedade de as suas tropas rezarem e prestarem culto ao Deus Sol todos os Domingos, isto é, «O Dia do Sol».”
     
    Mas esse culto não significa suspicácia de Constantino em relação ao cristianismo, mas sim uma maneira de controlar os legionários pagãos. Relembre-se que havia liberdade religiosa, só abolida com Teodósio.
     
    4- “Também neste dia do Sol se pode ver a óbvia influência destes cultos na formação dos ritos católicos, com a mudança do «Sétimo Dia» ou «Dia do Senhor» bíblico do Sábado para o Domingo, uma vez mais com o objectivo de fazer “absorver” as festividades e os ritos solares, nem que para isso se tenha tido de “aldrabar” a própria redacção de um dos mandamentos trazidos por Moisés do cimo da montanha.”
     
                Exato! A instituição do domingo, “dia do Senhor”, em vez do sábado, determinado pela Bíblia, é uma clara violação desta.
    Enfim, primeiro, havia a Bíblia, mas depois… veio a Igreja…
                Todavia, a influência do Cristo “ressurreto”, num domingo, lá deve ter influenciado a mudança institucional para o novo Dominus Dies, o dia do senhor, domingo…
     
     
    5- “…toda esta transformação e apropriação foram feitas sob a égide de um Papa, mais exactamente do Papa Libério (352-366) e sob a força legislativa e fortemente repressiva do Imperador Constâncio II que, com mão de ferro e com uma ferocidade inaudita e que ficou na História, as impôs pela força das armas.”
     
     
    Como eu já disse, será mais correto referir o começo das transformações sob a égide do papa Silvestre I e do imperador Constantino, com o reforço totalitário e definitivo do imperador Teodósio (378-395) e do “seu” papa Dâmaso (366-384), que instituiu definitivamente uma nova versão da Bíblia, a Vulgata, ainda hoje adotada pela ICAR, papa esse que também se opôs aos senadores pagãos, eficazmente, e aos hereges arianos, os maiores opositores à ortodoxia papal.
    Esta dupla, Teodósio e Dâmaso, representam o triunfo totalitário e altamente repressivo do cristianismo, o depuramento teórico da doutrina e a consagração da aliança longeva entre o trono e o altar, ainda hoje vigente, sob outras formas, no Ocidente…
     
    Como informação complementar, leia-se o meu artigo: “Jesus Cristo Nunca Existiu”
    (devido a falha informática, os pontos de exclamação foram convertidos em pontos de interrogação)…
    http://www.ateismo.net/2006/12/26/jesus-cristo-nunca-existiu/
     
    …E Deus também nunca existiu…
    http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/
     
     

  • Anónimo

    “Aparecem então como filhos de mães virgens tanto deuses como grandes
    personagens, como os imperadores Chin-Nung, da China, ou Sotoktais do
    Japão, ou como os deuses Stanta, na Irlanda, Quetzalcoatl do México,
    Vixnu da Índia, Apolónio de Tiana da Grécia, Zaratustra da Pérsia, Thot
    do Egipto, ou como Buda, Krishna, Confúcio, Lao Tsé, etc., etc

    .

    O mito vai mesmo ao ponto de Gengis Cã ter um belo dia determinado que
    também ele era filho de uma mulher virgem, para se deificar aos olhos do
    seu povo e dos povos que ia conquistando, e para se fazer obedecer e
    respeitar cegamente como um Deus pelas suas tropas.”

    Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu
    quando ele tinha três anos de idade.

    Krishna era da família real de Mathura – capital
    de um conjunto de três clãs: Vrishni, Andhaka e Bhoja – e o oitavo filho da
    princesa Devak

    Onde estão então os textos que confirmem o que LGR sustenta nessa parte do texto que editou ?

    Em nenhum. Não há também nenhuma referência, no Budismo, que Buda tenha nascido de uma virgem, Nem de Apolónio de Tiana, nem de Krishna, nem de Gengis Cã.

    Tudo uma aldrabice pegada de LGR.

  • Anónimo

    “ou como Deuses que resultam da antropomorfização do Sol, como os Deuses Hórus, Mazda, Mitra, Adónis, Dionísio, Krishna, etc.”

    Ai sim ? Então agora já Krishna não nasceu de uma virgem, como afirma LGR noutra parte do seu texto ? Resultou da ” antropomorfização do Sol” ?

    Decida-se homem. Ou Krishna nasceu de uma virgem ou foi personagem meramente mitológica, resultado da referida antropomorfização. Decide-te Rodrigues, mosta a fiabilidade das tuas fontes .

  • Anónimo

    “Hórus morre em luta com o mal, corporizado no seu irmão Seth
    (identificado com Satanás), que o coloca num túmulo escavado numa rocha,
    ressuscitando ao fim de três dias para subir ao Paraíso.

    O Deus hindu Xiva sacrifica-se pela humanidade, e morre ao ingerir uma
    bebida corrosiva
    que causaria a destruição e a morte de todo o mundo,
    acabando também por ressuscitar ao fim de três dias.

    O Deus Baco foi também assassinado, tendo ressuscitado três dias depois, através dos seus pedaços recolhidos por sua mãe.

    O mesmo acontecia aos Deuses Ausónio, Adónis ou Átis, que morriam para
    salvar os homens ou expiar os seus pecados e acabavam por ressuscitar ao
    fim de três dias.

    E todos eles a 25 de Dezembro.”

    Mais falsidades objectivas do LGR:

    Em que fonte original consta que Horus ressuscitou ao fim de três dias ?

    Em que fonte original consta que Xiva resssuscitou ao fim de três dias ?

    Em que fonte original consta que Baco ressuscitou ao fim de três dias , através dos seus pedaços recolhidos por sua mãe ?

    Em que fonte original consta que que Ausónio, Adónis ou Átia, ressuscitaram ao fim de três dias ?

    E todos eles a 25 de Dezembro ?

    Então, quanto a essas personagens, 25 de Dezembro jánão corresponde à data dos respectivos nascimentos, mas à data das supostas ressuscitações ?

    LGR perdeu a total noção de credibilidade intelectual. Diz o que lhe apetece, sem a menor preocupação de rigor intelectual e sem sequer se suportar das fontes originais que supostamente atestariam o que ele deita da boca para fora. Uma vergonha.

  • Anónimo

    “De facto, segundo a sua mitologia, muito popular por volta de 1.000
    a.C., Mitra nasceu de uma virgem; nasceu no dia 25 de Dezembro; nasceu
    numa cova ou numa gruta; foi adorado por pastores; foi adorado por três
    magos ou sábios 12 dias depois do seu nascimento, a 6 de Janeiro”

    O muito de Mitra proveio da cultura da mesopotâmia, da tradição persa, e posteriormente andoptada pela tradição indiana e greco-romana.

    Em 1.400 a.C é referenciado no norte da Mesopotâmia e só mais tarde foi adoptado entre os gregos e romanos.

    Ora, o mês de Dezembro corresponde apenas ao calendário romano. Na cultura persa ou grega, os meses do ano eram referenciados segundo ciclos diferentes do estritamente solar e não havia o mês de Dezembro, tipicamente romano.

    Como é que então LGR pode dizer que Mitra nasceu de uma virgem, a 25 de Dezembro, foi adorado por pastores e adorado por 3 magos 12 dias depois do seu nascimento, a 6 de Janeiro ?

    Poder pode.Só que, mais uma vez, é tudo mentira. Quanto à identificação das respectivas fontes originais, nada de nada.

    E essa de a personagem mitológica ter nascido a 25 de Dezembro, quando ela provém da Mesopotâmia, onde não havia mês de Dezembro, é mesmo para rir a fartas gargalhadas.

  • Triangulo Da Laranja

      /
    /__ que a santa igreja do capital te perdoe

    Tenho andado por aqui às voltas e… decidi intervir. 
    Precisamente. 
    É sabido que essa coisa do paganismo incomoda crentes. Sobretudo esses. O pavor de ressuscitar deuses com história igual aos da cristianíssima seita (diria seitas), é uma porra… pois é.
    Mas o que é facto é que, se ao poder instituído (seja ele qual for) a religião já não serve os seus propósitos na domesticação do rebanho (que se quer submisso) outra virá (religião, claro) e, enterram-se lá bem para o fundo os santos e deuses de outros tempos – ou são promovidos a diabólicas entidades… assim tem sido. 
    E as aldrabices sucedem-se, umas atrás das outras… há sempre quem acredite na “voz do dono” e haverá sempre quem se está nas tintas para essa treta. 
    Quem tem de provar o quê?
    São os que acreditam ou os que se estão nas tintas?
    No meu modesto ver (nunca assisti à performance de nenhum deus), serão os que acreditam em deuses ou fadas (que ninguém viu) que têm de provar a existência de tais seres, não os que apenas acreditam no que é palpável. 
    Ou estarei errado?… Penso que não.
    Mas atenção, caros crentes uma nova religião está a chegar e, há que mudar de crença a tempo… os profetas da nova era já preconizam a nova ordem, a que será ditada pela “santa igreja do capital”… 
    Por certo o santo Ricardo Espírito Santo Silva será canonizado como taumaturgo da inovadora igreja, a qual impõe – desde já – mais horas de trabalho e muitos cortes nos feriados. Para além de, evidentemente, salários mais baixos.

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