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Fraude no Novo Testamento

Independentemente de todos os equívocos e erros nos 27 livros do Novo Testamento, também podemos dizer que ocorreu fraude deliberada em pelo menos 11 deles.
Uma exposição sobre a razão porquê:

12 thoughts on “Fraude no Novo Testamento”
  • Xpto

    O palestrante quer fazer concorrência ao JRS, mas este é mais finório e sabe-a toda.

  • Xpto

    Bart Ehrman, no debate com William Craig também sustentou à José Rodrigues dos Santos, que os evangelhos foram escritos algumas dezenas de anos, depois da morte de Cristo, em grego e por pessoas que nunca tinham conhecido Jesus de Nazaré. JRS limitou-se a copiá-lo. Mas ambos são uns acentuados ignorantes. O primeiro evangelho, a ser escrito, foi o de Mateus, redigido pelo próprio Mateus em lingua hebraica. O resto é mentira, má-fé ou ignorância crassa:

    “Mateus compôs sua
    história [a respeito de Jesus] em dialeto hebraico e cada um traduzia segundo a
    sua capacidade” (Papias – História Eclesiástica de Eusébio)

     

     
    O bispo de Lyon, na França,
    declarou o seguinte a respeito deste evangelho e seu autor:”Mateus, de fato,
    produziu seu evangelho escrito entre os hebreus no dialeto deles…”
    (Irineu – História Eclesiástica de Eusébio)

     

     
    “Segundo aprendi com a
    tradição a respeito dos quatro evangelhos, que são os únicos inquestionáveis em
    toda Igreja de Deus em todo o mundo. O primeiro é escrito de acordo com Mateus,
    o mesmo que fora publicano, mas depois apóstolo de Jesus Cristo, o qual,
    tendo-o publicado para os convertidos judeus o escreveu em hebraico”
    (Orígenes – História Eclesiástica de Eusébio)

     

     
    O bispo de Cesaréia, que herdou a
    formação teológica de Orígenes, aceita o testemunho antigo e aprova a autoria
    de Mateus neste evangelho:”…de todos os
    discípulos, Mateus e João são os únicos que nos deixaram comentários escritos
    e, mesmo eles, foram forçados a isso. Mateus tendo primeiro proclamado o
    evangelho em hebraico, quando estava para ir também às outras nações, colocou-o
    por escrito em sua língua natal e assim, por meio de seus escritos, supriu a
    necessidade de sua presença entre eles.” (Eusébio – História
    Eclesiástica)

    “estudos da evidência externa relacionadas a esse Evangelho mostraram que, entre os Nazarenos e os Ebionitas, existia um evangelho comumente chamado de Evangelho dos Hebreus. Ele foi escrito em aramaico com caracteres hebraicos. Sua autoria foi atribuída a São Mateus. Com efeito, enquanto o Evangelho dos Hebreus estava sendo distribuído e lido, os Pais da Igreja
    se referiam a ele sempre com respeito, muitas vezes com reverência.
    Eles aceitaram esse evangelho como sendo um trabalho de Mateus.”

    “Em 1953, Parker colocou uma primeira versão de Mateus (aramaico M) como
    uma fonte primária. Os Pais da Igreja identificavam essa fonte como o
    Evangelho dos Hebreus.”

     http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_dos_Hebreus

     

    • Ateu sim, e daí ?

      Putz !!
      Deve haver centenas de escritos provando que a terra é plana; outros tantos fornecendo receitas para fabricar ratos; mais diversos mostrando como construir um cômodo com exatos 2 metros cúbicos…
      Sabemos que todo isso é bobagem.
      Bem como a historieta do deusinho de merda.
      O que interessa se mateus era amigo / irmão / amante / baba-ovo do infeliz do tal de jesus. E daí ?
      Outra coisa, a icar é cheia de tretas por que essa não seria apenas mais uma ?
      Quem garante que o tal mateus era o mesmo mateus ? Sabe que não havia grande diversidade de nomes à época, não sabe ? E mesmo que seja. e daí ?

    • Ateu sim, e daí ?

      ”   se referiam a ele sempre com respeito, muitas vezes com reverência. …”

      haha       Tudo na icar é santo, não reparou ?  santa cruz , santa ‘bribia’, santo trono, santo padréfilo, santo padrerasta, santa latrina, santo esgoto.
      O zé ruela levanta pela manhã e lava a santa fuça, em seguida senta no santo trono, solta a santa cagada, toma o santo café matinal (será que ele lavou as mãos ? ou os católitos tem receio deste gesto ?), vai para a santa sala …etc, etc.

    • Jj Junqueira

      Xpto, 
      Acredita mesmo nesta lenda da bíblia? Algum dia parou para pensar nas tolices ali descritas? Nunca lhe passou pela cabeça que o livro sagrado dos cristãos força demais a barra na catequização? Já questionou a si mesmo porque uma igreja que se diz santa matou tanta gente queimada, apoiou a escravização dos negros e não interferiu na matança dos judeus? É preciso ser muito “crente” para acreditar…

  • Hunig

    Não tinha nenhum ‘anjo’, nem “santo”, na hora em que um helicóptero na Nova Zelândia tentava ajudar a botar em pé uma árvore de natal; talvez a Natureza já esteja saturada de ter de aguentar “santinhos” dependurados nas árvores junto com os presentes que colocamos com sentimentos legítimos e autênticos. Também lá, com uma igreja lotada, a Natureza não deu muita atenção aos fiéis-crentes amontoados lá dentro, rachou com terremoto; sem dar nem bola pros ‘abençoados-escolhidos’, “filhos-do-dono”. A MENTIRA ACABOU, só os crentes penando de ter que aguentar lábia de vigaristas-pastores-parasitas-deitões-vagabundos-inúteis é que ainda não viram.l

  • Kavkaz

    Hoje, dia 23 de Novembro da Era Comum.

    As pessoas têm hoje melhores livros e melhores regras do que as de há milhares de anos atrás. Não precisam das religiões para nada para viverem melhor e serem mais felizes.

    A melhor orientação no século XXI passa pela “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. Em Portugal temos ainda a Constituição e a Liberdade Religiosa. Melhor não há…

  • Kavkaz

    «”Quando um cristão faz a guerra, é importante que perceba que ele está a desobedecer a Cristo. Não foi Jesus que disse que, quando nos batem numa face, devemos dar a outra? Ao recusar-se a dar a outra face e ao optar pela guerra, o cristão está a desobedecer ao seu Profeta, ou não está?
     
    “Claro que sim.”
     
    “Pois essa é uma diferença importante entre o cristianismo e o islão. É que, no islão, quando um muçulmano faz a guerra e mata gente pode estar simplesmente a obedecer ao Profeta. Não se esqueça de que Maomé era um chefe militar! No islão pode acontecer que o muçulmano que se recuse a fazer a guerra seja precisamente aquele que desobedece ao seu Profeta!”
     
    “Está a falar a sério?”
     
    “Registe isto que eu lhe vou dizer”, acrescentou o historiador, quase a soletrar as palavras. “A maior parte do Alcorão é constituida por versículos relacionados com a guerra”.
     
    O rosto da americana manteve desenhada a incredulidade.
     
    “Isso não pode ser!”, exclamou. “Sempre ouvi dizer que o islão é totalmente pacífico e tolerante.”
     
    “E é, se formos todos muçulmanos. O islão impõe regras de paz e concórdia entre os crentes. O problema é se não formos muçulmanos. Está escrito no Alcorão, creio que no capítulo 48: «Muhammad, é o enviado de Deus. Os que estão com ele são duros com os incrédulos, compassivos entre si.» O “compassivo entre si” é lido como uma ordem de tolerância entre os crentes e o “duros com os incrédulos” de intolerância para com os infiéis. No nosso caso, os não muçulmanos, as ordens inscritas no Alcorão ou no exemplo de Maomé são que temos de pagar aos muçulmanos uma taxa humilhante. Se não o fizermos, seremos mortos. Ou seja, se levarmos à letra as regras do islão, a escolha é muito simples: ou nos convertemos, ou nos humilhamos, ou somos assassinados.”
     
    “Mas eu nunca ouvi falar disso…”
     
    – “Nunca ouviu falar nisso porque no Ocidente estes factos são ocultados. A versão do islão que nos é apresentada é uma versão expurgada destes pormenores perturbadores. Dão-nos uma versão cristianizada do islão. É até frequente ouvir líderes islâmicos no Ocidente a citarem textos sufis para mostrar que o islão é só paz e amor. Acontece que o sufismo é um movimento místico islâmico muito minoritário e com forte influência cristã, coisa que não nos é explicada. A ideia que fica é que o islão é muito próximo do cristianismo, o que não é bem verdade. Maomé fazia coisas que, sendo naturais naquele tempo, são hoje inaceitáveis para uma mente ocidental. Essas coisas são-nos cuidadosamente escondidas.”
     
    (do livro “Fúria Divina”, de José Rodrigues dos Santos, pág. 296-297)

  • Kavkaz

    Em Baku, capital do Azerbaijão, faleceu hoje o escritor e jornalista Rafik Tagi. Ele foi atingido por seis navalhadas nas costas e no estômago por radicais islamitas que decidiram vingar-se das suas críticas no artigo “Nós e a Europa” na revista “Sanat”.

    • Kavkaz

      Acrescenta-se que em Novembro de 2006, Rafik Tagi tinha sido preso conjuntamente com o redactor principal do jornal “Senet” (“Arte”), Samir Sadagatogl, depois da publicação do artigo “Nós e a Europa”, o que levantou descontentamento enre os muçulmanos. Em Baku, a capital do Azerbaijão, os muçulmanos realizaram actos de protesto e disseram que o artigo de Tagi afirmava a superioridade dos valores cristãos sobre os muçulmanos. No Irão, os mullahs anunciaram a pena de morte a Tagi segundo as normas da sharia. Em maio de 2007 tanto Sadagatogl, como Tagi, foram condenados, respectivamente, a quatro e a três anos de prisão por acusação de difundirem ódio inter-religioso. Tagi entendeu que os seus direitos constitucionais tinham sido infrigidos e seria um preso de consciência.

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