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  • 19 de Novembro, 2011
  • Por Carlos Esperança
  • Catolicismo

Bélgica combate a pedofilia

Bélgica divulga identidades de padres pedófilos

Em causa estão crimes de pedofilia que, na sua maioria já prescreveram. Apesar disso, a justiça belga divulgou este sábado os nomes e os endereços de perto de cem padres acusados de crimes sexuais com o propósito de evitar que haja reincidências.

15 thoughts on “Bélgica combate a pedofilia”
  • Xpto

    Imaginem que alguém acusava injustamente o sr. Esperança de pedófilo e que depois aparecia uma notícia a referir o nome e o endereço do sr. Esperança a dizer que o seu nome tinha sido divulgado pelo mero facto de, hipoteticamente, ter sido acusado, ” com o propósito de evitar que haja reincidências”. Não ponho em causa a seriedade do sr. Esperança em termos de são comportamento sexual. Estou só a perguntar o seguinte:

    1- Onde fica a presunção da inocência de qualquer acusado, se aparecerem notícias, depois de crimes prescritos, a divulgarem os nomes dos acusados, mesmo que estejam inocentes das acusações que lhes são dirigidas ?

    2- Como reagiria o sr. Esperança se fosse injustamente acusado de actos de abuso sexuais de menores e qualquer instância judicial viesse a divulgar o seu nome depois do crime, de que estivesse objectivamente inocente, ter prescrito; ” com o objectivo de evitar reincidências ” ?

    3- Porque é que o sr. Esperança não exercita um bocadinho as suas faculdades mentais, antes de, sem o menor espírito crítico, colocar este tipo de notícias.

    Será que também ele é adepto da imbecil Teoria do Cego Acaso ?

    • Anónimo

      espero que você respeite a presunção de inocencia dos lideres da anti Republica Espanhola…
      espero que você respeite a presunção de inocencia de qualquer pessoa…. entao…

      • Xpto

        Claro. Se te acusarem de pedófilo, até seres definitivamente condenado por um tribunal idóneo, não seria eu quem te incluiria numa lista de pedófilo, fosses ou não fosses.Se o crime tivesse prescrito, é por demais evidente que não deverias constar em qualquer lista de divulgação pelo mero facto de teres sido acusado. Acusação não equivale a sentença e só as sentenças definitivas dos tribunais quebram o princípio da presunção de inocência dos acusados. A isso se chama Civilização, não sei se sabes o que seja ? Não, não é o exemplo dos teus amigalhaços do Irão…

        • Anónimo

          sei… a igreja a tem tantos crimes… ke seria bom voce ve-los antes de criticar o iran

    • Anónimo

      entoa seja coerente… e respeite a presunção de inocencia destes acusados
      http://comunismoassassino.wordpress.com/2009/11/07/guerra-civil-espanhola-o-massacre-dos-catolicos/

    • Anónimo

      voce é um hipocrita ao reclamar de presunção de inocencia….
      quando o acusado é ligado a igreja… ele tem direito a essa benesse… mas quando nao é da igreja é oposto….

  • João Pedro Moura

    1- Não deixa de ser espantosa a quantidade de padres católicos pedófilos, que tem sido revelada, nos últimos 20 anos.
    Só nos EUA, esse país do paradoxo e do disparate, chegam a ser 5 000 padres, os acusados de pedofilia, desde há 50 anos, o que perfaz quase 10% dos cerce de 45 000 padres católicos, que exerceram o seu múnus, nesse tempo.
     
    2- A pergunta surge, então, imperativa e premente:
    – Por que é que há tanta pedofilia na Igreja católica, relativamente às outras igrejas?!
    É raro, muito raro, divulgar-se um caso de pedofilia, passado com sacerdotes doutras igrejas cristãs.
     
    3- Ainda por cima, não é apenas uma violação do celibato eclesiástico e da lei canónica, pois que, frequentemente, é uma tripla infração: fornicação (com relação oral, vaginal ou anal), homossexualidade e pedofilia.
    3 infrações sexuais para o código disciplinar da Igreja, num só padre!!!
     
     
    4- Donde se infere que haverá qualquer coisa no estatuto disciplinar da ICAR, que favorece a infração…
    É claro que há: a Igreja católica é a única Igreja do mundo que proíbe o casamento dos seus padres e, portanto, as relações sexuais.
     
     
    5- A coisa passar-se-á assim: o candidato a padre entusiasma-se com a ideia de sacerdócio, “servir a comunidade”, servir o seu deus e outras tretas congéneres, tudo imbuído de grande espiritualidade, quiçá, uma libido desviada e distorcida, perturbadora da concupiscência.
    Depois, o candidato é ordenado e enfim lá segue a sua vida “espiritual”, mas constantemente confrontada com a sensualidade do mundo, com os prazeres libidinosos veiculados pela comunicação mediática e outras circunstâncias e ocorrências.
    Acontece, depois, o que é lógico e irreprimível: a carne é fraca e não aguenta a castidade forçada, artificial, estúpida e antinatural e… caem em tentações…
    Isto só demonstra o disparate e a distorção perversa do estatuto de castidade.
     
     
    6- E a homossexualidade dos padres? Bem, não é coisa gerada nos seminários. É antes disso e fora disso. É estrutural e íntimo de certas pessoas:
    Mas por que há, então, tanto homossexual na Igreja?!
    O Pepe Rodriguez, autor de “A Vida Sexual do Clero”, regista cerca de 30% de homossexuais na Igreja espanhola, percentagem muito acima da vida normal das outras pessoas.
    Enfim, regista-se, então, que há uma estranha atracão pela Igreja, por parte dos homossexuais. Mistérios do organismo. E certamente que os desígnios divinos são insondáveis…
     
    7- E a pedofilia, porquê? Também é um bocado estranho. Todavia, Esses pervertidos do espírito e da carne, sendo criaturas já de si com forte tara, bem patente pela assunção da castidade oficial, têm contactos privilegiados com a juventude que passa pela igreja, nas diversas catequeses e eventos e… fazem-se ao bife…
    Tudo isto é muito estranho e era preciso fazer-se um estudo psicossociológico aprofundado para se conhecer melhor estes sinistros exemplares da religiofauna terrestre…
     

    • Xpto

      Qualquer acto de abuso sexual de menores é altamente reprovável. Mas a sua argumentação redutora não colhe. Você fala de números e percentagens sem sequer citar a fonte informativa onde foi fundamentar as suas informações. Segundo uma notícia do Publico, citando, como fonte, a AMCV, mais de metade dos abusadores de crianças são os seus próprios pais biológicos. E agora pergunto-lhe: tem alguma ideia precisa de como combater esses sinistros exemplares da familiarfauna terrestre ?http://www.publico.pt/Sociedade/mais-de-metade-dos-abusadores-sexuais-de-criancas-sao-os-pais-biologicos-1217954

      • João Pedro Moura

        XPTO
         
        1- A minha referência numérica aos padres católicos americanos foi recolhida duma notícia que li há um ano ou dois, já não sei onde. Infelizmente, nem sempre tomo nota de todas as notícias interessantes sobre a ICAR…
        … Mas vou tomar…
        Certamente que o Xpto, que parece ser um homem informado, há de ter a noção e o conhecimento, via comunicação social,  das muitas centenas de milhões de dólares que a Igreja católica ianque tem pago de indemnizações às vítimas dos padres pedófilos e que tem arruinado algumas dioceses nos EUA (já vão em 7)…
        …E não são casos presumidos…
         
        2- Ninguém põe em causa que mais de metade dos abusadores de crianças são os seus próprios pais biológicos!
                    O que foquei foi a pedofilia na ICAR, a única Igreja do mundo a determinar o celibato eclesiástico, em que, frequentemente, o infrator comete uma tripla…
         
        3- Quanto ao combate aos pedófilos familiares (“sinistros exemplares da familiarfauna terrestre”), enfim, ultrapassa o âmbito deste blogue…
                    … Mas certamente que não é frequentando igrejas nem rezando “Pais-nossos” e “Ave-marias”…

        • Xpto

          João Pedro Moura

          Não sou católico e considero altamente reprovável qualquer acto de abuso sexual de menores. Se é cometido por padres é muito grave, Aqueles que apregoam uma moral não devem ser os primeiros a trair os princípios que apregoam. Mas a verdade é total ou não é. E também é infelizmente verdadeiro que a maior parte dos abusos contra menores ocorrem nas famílias.

          Não gosto de injustiças e não é, pelo facto, de ser cristão, não católico, que vou deixar de me insurgir contra o que considero injusto, independentemente de a injustiça atingir A,B ou C.

          Você acha civilizacional que indivíduos acusados pelo Ministério Público e que não chegaram a ser condenados em tribunal, pelo facto de os crimes de que vinham acusados, terem prescrito , verem agora os seus nomes e moradas devassados na praça pública?

          Eu não acho nada, independentemente de haver na listagem dos supostamente envolvidos padres que tenham cometido esses ignóbeis actos.

          Como é que alguém se pode defender, se o crime de que for acusado tiver prescrito, mas já houver acusação do Ministério Público ? Vamos dar por certa a acusação do MºPº ? Então para que serve o julgamento perante um juiz ? Faz-se listagens dos acusados depois da acusação do Ministério Público e está o assunto encerrado ?

          Isso nem julgamento sumário é. É simplesmente julgamento popular a partir da acusação do MºPº que pode estar certa ou errada.

          Como é que se sabe se os acusados são culpados ou inocentes ? Se devem ser condenados ou absolvidos ?

          Não é após um julgamento imparcial, dando similares hipóteses à acusação e à defesa ?

          E agora como é que os acusados se podem defender ? Como é que podem confrontar os queixosos ? Apresentar testemunhas de defesa, requererem todo o tipo de procedimentos que pudessem eventualmente inocentá-los ?

          Tem resposta para estas ” comezinhas” questões ?

          • João Pedro Moura

            XPTO disse:
             
            1-     “Não sou católico (…)”
             
            Caramba! Que surpresa! E eu a pensar que era!…
            Se não é católico, disfarçou bem… e enganou melhor…
            Vá lá!…
             2- “Você acha civilizacional que indivíduos acusados pelo Ministério Público e que não chegaram a ser condenados em tribunal, pelo facto de os crimes de que vinham acusados, terem prescrito, verem agora os seus nomes e moradas devassados na praça pública?”
             
            Não costumo debater matéria não-religiosa neste blogue. Há que respeitar os ideários editoriais dos mesmos.
            Mas, como isto é decorrente de pedofilia eclesiástica criminal, lá direi a seguir algo, evitando aprofundamentos.
             

            a) Para mim, a prescrição de crimes é o contrário da justiça!
            Crime é crime, independentemente do ano em que foi cometido.
            Seria grotesco e desesperante, mormente para os familiares de vítimas de criminosos, andar-se anos à procura destes e eles serem descobertos 1 dia após a prescrição do crime…
            Olhe se você era um destes familiares…
            Seria difícil que os familiares das vítimas se contivessem… e compreende-se porquê…
            Porque a sensação espontânea, natural e social de justiça é que os crimes não devem prescrever. Mas muitas jurisprudências, parece-me que, mais da Europa do que da América, entendem que os crimes são prescritíveis…
            Adiante…
             
            b) Aparentemente, é uma incongruência judicial anular os efeitos judiciais dum crime, por prescrição, mas salvaguardar a divulgação da identidade do criminoso, quando descoberto posteriormente.
            O efeito pretendido é o da prevenção de mais crimes…
            Punir e divulgar identidades de criminosos estará sempre correto, seja em que momento for.
            Marginalizá-los após o cumprimento de pena poderá não ser correto. Isso é outra coisa…
             3- “Como é que alguém se pode defender, se o crime de que for acusado tiver prescrito, mas já houver acusação do Ministério Público?”
             
                        Daí a incongruência que apontei acima…
                        Daí a minha defesa da improcedência de prescrições para os criminosos.
                        Nesse caso, o criminoso terá que se defender como puder, perante a opinião pública…
             
             
             
             4- “Vamos dar por certa a acusação do MºPº ? Então para que serve o julgamento perante um juiz ? Faz-se listagens dos acusados depois da acusação do Ministério Público e está o assunto encerrado?”
             
            É a incongruência do caso da divulgação das identidades, decorrentes duma acusação, mas não dum julgamento…
            Os responsáveis judiciais só demonstram que são contra as prescrições, mas contornam-nas doutra maneira…
            Acabava-se com isto, acabando com as prescrições…
            Todavia, os denunciados poderão levantar um processo em tribunal contra a divulgação das suas identidades e criar-se um problema jurídico e… judicial…5- “Isso nem julgamento sumário é. É simplesmente julgamento popular a partir da acusação do MºPº que pode estar certa ou errada.”
             
            Eu não digo que é uma incongruência judicial?!…6- “Como é que se sabe se os acusados são culpados ou inocentes ? Se devem ser condenados ou absolvidos?”
             
            Se já prescreveu… não há condenação…7- “Não é após um julgamento imparcial, dando similares hipóteses à acusação e à defesa?”
             
            É! Palpita-me que o Xpto descobriu um grave problema jurídico e judicial…8- “E agora como é que os acusados se podem defender ? Como é que podem confrontar os queixosos ? Apresentar testemunhas de defesa, requererem todo o tipo de procedimentos que pudessem eventualmente inocentá-los ?”
             
            Só podem impetrar a proteção divina…
            Não é para isso que servem as orações?…

          • Xpto

            Se algum dia você for acusado na praça pública de abuso sexual de menores e estiver inocente, se o crime já estiver prescrito e você vier a constar de uma listagem pública, para evitar que ” haja reincidência”, vai  ver que todo o seu artificioso discurso se esboroa como um castelo de cartas, e, como se costuma dizer em linguagem popular, você perde logo o pio…

          • João Pedro Moura

            XPTO

            1- O meu discurso acima não é tão “artificioso”, como você me diz.
            Há de reparar que, no fundo, até lhe dou razão…

            2- Todavia, eu abomino criminosos; discrepo de prescrições judiciais e compreendo que a Justiça queira prevenir, divulgando listas de “criminosos” que, antes de o serem no tribunal… já o foram na praça pública…
            … Mas lá que é uma incongruência judicial e jurídica, é, passível, a meu ver, de procedimento judicial…

  • Sim, sou eu, e daí ?

    A “fina flor” dos lusos ateus ” bem pensantes”:

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_profilepage&v=8yOJzZxfHR4

  • Kavkaz

    É cá uma cambada de criminosos…

    O Vaticano está cheio de bandidos!

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