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  • 21 de Setembro, 2011
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Há crimes cujo silêncio é cumplicidade

Um grupo de vítimas de religiosos pedófilos pediu nesta terça-feira, em Roma, que os funcionários de igrejas católicas de todo o mundo denunciem os culpados, a fim de reforçar a denúncia movida contra o pontífice no Tribunal Penal Internacional (TPI), por crimes contra a Humanidade.

17 thoughts on “Há crimes cujo silêncio é cumplicidade”
  • ÍCARO CRISTÃO

    Que denunciem os culpados, sim, claro. Que acusem a Igreja num Tribunal Internacional, pura propaganda que esconde o ataque cobarde a uma instituição que mais faz contra tantos comportamentos desviantes, vulgo pecados, como a Igreja Católica.
    Peço aos caros ateus deste blog (e de outras confissões) que também o façam. Podemos começar pela maioria dos casos que, pasme-se, começa com Pais que abusam de filhos, Médicos Pediatras que abusam dos seus pacientes, Instituições do Estado Laico (Casa Pia?), Camionistas? Eletrecistas?, Professores? Ateus (haverá?), Gays (haverá?) e, sim, também os padres.

  • Stéphanos
    • S Dmt_001

      É igual à cumplicidade dos estados árabes com o terrorismo da al-caeda.

  • Stéphanos

    O Vaticano deveria estar a muito tempo no TPI por crimes contra a humanidade….
    Pavelic, Tiso e os padres de Ruanda não me deixam mentir

  • S Dmt_001

    E por falar em crimes, que tal falar dos crimes dos estados ateus?
    Quando serão julgados os membros vivos do comité do PCUS?

    Ontem foi noticia: 
    O Tribunal de Justiça da União Europeia proibiu hoje o uso do brasão da antiga União Soviética – a foice e o martelo sobre um globo acompanhados de uma estrela vermelha (…)A justificação das autoridades comunitárias foi que o brasão soviético era considerado um “símbolo de despotismo” em alguns Estados membros – nomeadamente os da antiga “Cortina de Ferro”.O Tribunal de Justiça citou a lei húngara, que considera a exibição dos símbolos soviéticos “contrária à ordem pública”.

    • Anónimo

      Os estados ateus não cometiam crimes em nome do ateísmo, mas sim em nome de um ideal que eles chamavam de comunismo. Ja as religiões cometem crimes em nome de Deus. Quando será Deus julgado por tantos crimes em seu nome?

      • Jhtk

        Só por ignorância, má-fé, ou tentativa de branquear a História, se pode fazer essa afirmação. Qualquer pessoa com um grau médio de instrução sabe que o Marxismo é intrinsecamente ateísta e todos os ideológos marxistas-leninistas-estalinistas incentivaram a perseguição aos religiosos em nome de duas vertentes ideológicas: o ateísmo e o comunismo.

        • Anónimo

          Não foi isso que te respondi. O Marxismo é ateísta. O que eu te disse é que nos estados marxistas não se matava em nome de não existir Deus, mas sim em nome de um ideal. As mesmas perseguições que os comunistas fizeram à Igreja, foram as mesmas que a Santa Inquisição fez, ou as Cruzadas, ou os actos de Fé. Queres que continue? O ignorante aqui é o meu amigo, lamento.
          Vamos pois colocar o ultimo Presidente do Partido Comunista da União Soviética no banco dos réus, tal como o meu amigo esta a pedir. Vamos acusa-lo de quê? Vamos ver, de ter destruído o estado socialista, de dar liberdade religiosa, de promover a paz. Continuamos?
          Mas agora vamos fazer outro exercício, vamos colocar o chefe do Estado do Vaticano no banco dos réus. Acusação: Encobrimento de padres pedófilos. Está bem assim?

          • Jhtk

            “Os estados ateus não cometiam crimes em nome do ateísmo, mas sim em nome de um ideal que eles chamavam de comunismo.”

            Erradíssimo. Você ignora, pelos vistos, que o marxismo-leninismo-estalinismo esteve ideologicamente imbuído de dois pressupostos indissociáveis:o ateísmo e o ideal comunista. Se se der ao trabalho de ler textos sobre o materialismo dialéctico marxista, nomeadamente em Marx e Engels, encontrará passagens em que eles consideram a religião um ” alvo” a abater, incompatível com o ideário do chamado ” socialismo científico” e a perspectiva estritamente materialista da História.

            Lenin, Estaline, Henver Hoxha e Mao Tsé Tung seguiram à letra, de forma ortodoxa, essa fundamentação marxista com os resultados catastróficos que conhecemos, designadamente com as repetidas perseguições religiosas que todos eles empreenderam.

            O marxismo-leninismo-estalinismo sempre foi caracterizado pela referência ao comunismo e à intrínseca anti-religiosidade.

            Por isso, afirmar que ” os estados ateus não cometiam crimes em nome do ateísmo, mas sim em nome de um ideal que eles chamavam de comunismo” é uma afirmação completamente errada do ponto de vista de uma lógica de rigor histórico.

          • Anónimo

             So para concluir que não vou andar a bater sempre na mesma tecla.
            Em primeiro lugar não existe essa coisa de marxismo-leninismo-estalinismo. Marxismo-leninismo ´e uma ideologia, que se o meu amigo soubesse, vem de Hegel.
            E como caracterizaria o comunismo cubano onde existe liberdade religiosa? Esse já não ´e ateísta e marixta-leninista-estalinista?
            E que tal o mui-comunista e devoto cristão Hugo Chavez? Onde ´e que esta aqui a anti-religiosidade, que o amigo refere?
            Tenha um santo dia.

    • Stéphanos

      poderiam proibir tambem simbolos religiosos em geral… afinal as religioes sao sanguinarias

    • Stéphanos

      Na Croácia “Ustasha”(fantoche nazi), a igreja apóia plenamente (e
      ativamente) os crimes de Ante Pavelic (líder Ustasha). Cerca de 1000000
      de pessoas (sérvios, ciganos, judeus, croatas antifascistas etc.) seriam
      brutalmente assassinadas. Os terríveis crimes Ustasha chocariam até
      mesmo os nazistas, aliados de Pavelic.
      Vários padres cooperam com o
      genocídio promovido pelos Ustashas. Os piedosos padres também promovem a
      conversão forçada dos sérvios (cristãos ortodoxos) ao catolicismo, sob
      ameaça de tortura e morte. Várias igrejas ortodoxas são destruídas e o
      clero ortodoxo sofre terríveis atrocidades por parte dos piedosos
      Ustashas.O regime de Pavelic constrói o terrível campo de extermínio de
      Jasenovac, cujo comandante era o sádico padre franciscano Filipovic (O
      “Irmão Satan”). Os carrascos de Jasenovac executam as vítimas com facas,
      machados, marretas e outros métodos medievais. O franciscano Brzica, um
      guarda de Jasenovac, degola mais de 1000 prisioneiros. A crueldade
      Ustasha(e a cumplicidade dos padres) jamais seria condenada pelo primaz
      Stepinac (aliado de Pavelic e beatificado pelo Vaticano em 1998) e nem
      mesmo pelo Vaticano de Pio XII. Pavelic e outros piedosos Ustasha
      conseguiriam fugir da Europa pós-guerra com a santa ajuda do Vaticano.
      Até hoje, o Vaticano nunca pediu perdão por sua cumplicidade com
      Pavelic.

  • S Dmt_001

    Olha aqui um bom exemplo de abusos sexuais, para totós acreditarem e lamentarem:

    ‘Patrícia’ foi vítima do padrasto dos 14 aos 19 anos. E faz ao CM um relato arrepiante: “Tinha dores horríveis e senti que traía a minha mãe”. Ainda não tem paz.

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