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Oração

26 thoughts on “Oração”
  • Anónimo

    Tch tch,

    Vocês não podem queixar-se da agressividade dos crentes e depois fazer o mesmo.

    Cada um come do que quer.  Muitas das actividades importantes para alguns, são não fazer nada para outros.  E daí ?  

  • João Pedro Moura

                Orar é pedir uma benesse ao seu deus, é pedir um favor, é pedir algo feliz, que contrarie uma infelicidade vigente.            Mas, então, o tal deus não sabe o que se passa, não vê a desventura, não difunde a ventura?! Pelos vistos, tem que se pedir…            É como um médico ou outra qualquer pessoa ver um acidentado, em premência de socorro, e esperar que a vítima peça ajuda…            Enfim, quem vira as costas a uma vítima cai na alçada do código civil de qualquer país……Mas tem que se impetrar a deus por ajuda…As secas, as chuvas torrenciais, os acidentes de viação e aviação, os terramotos e maremotos são consequência da estrutura da matéria biológica, geológica e climatológica, matérias essas criadas por deus, segundo os crédulos. Logicamente, é deus o responsável por tudo, pois tudo antevê… há biliões de séculos…Pelo que, pedir a deus qualquer coisa é sumamente ridículo e estúpido!Imaginemos a cena burlesca do pedido: – Meus Deus, estamos a passar uma seca enorme… já chega… manda-nos uma chuva!Ou…Meu Deus, manda-nos uma seca, porque já estamos há muito tempo com chuva!Ou…Deus meu, rei dos reis, salvador da Humanidade, faz-me regenerar a minha perna (ou o meu braço…), que foi amputada! Ora, será que deus não sabe o que a pessoa precisa?! Então, para que é preciso pedir?!Pedir a deus é a mesma coisa que lhe pedir que modifique as condições que ele criou. Mas, então, se ele é deus, faz algum sentido pedir-lhe que modifique coisas?!É a mesma coisa que esperar de deus uma resposta do género: – Ah, está bem, eu não tinha reparado. Já vos mando uma chuvada (ou uma seca…)Ou…- Ah, certo, não tinha reparado, já te vou regenerar a perna (ou o braço…) amputada… Donde se infere que a oração não serve para nada e é tratar deus como um ignorante, que não sabe o que faz e precisa de pedidos para conhecer o que se passa e que contrariem o que ele provocou… Bem digo eu, que a religião é a coisa mais estúpida do mundo e …arredores!…

    • Anónimo

      Afirmar que ” a religião é a coisa mais estúpida do mundo”, envolvendo indistintamente nessa generalizante apreciação, todas as religiões, todos os crentes, todos os teólogos, equivale a dizer que a Filosofia seria a ” coisa mais estúpida do mundo”, só porque há teses filosóficas com as quais não se concorda.

      Enquanto crente, reconheço que a oração, nos termos que você censura, não faz sentido.

      Mas Gandhi dizia que ” a oração é a respiração da alma” e não estaria a evocá-la certamente como instrumento de preces específicas.

      Infelizmente, esse seu tipo de asserções biliosas é que se transformam no género mais estupidificante de tiradas bacocas e você perdeu uma boa ocasião de não debitar desprestigiante asneiredo.

      • Anónimo

        E só porque Gandhi disse, já passa a ser verdade? E se ele dissesse que os impertinentes deviam morrer, tu suicidavas-te?

      • João Pedro Moura

        IMPERTINENTE disse:
         
        1- “Afirmar que ” a religião é a coisa mais estúpida do mundo”, (…) equivale a dizer que a Filosofia seria a ” coisa mais estúpida do mundo”, só porque há teses filosóficas com as quais não se concorda.”
         
        Não equivale nada! Filosofia é uma coisa. Religião é outra. Esta é  parte daquela. O que eu ataco é a religião, concretamente, neste caso, a oração.2- “Mas Gandhi dizia que ” a oração é a respiração da alma” (…)
         
        Nem “oração” nem “alma”: zero!
        De Gandhi, pouco se aproveita, a não ser, quiçá, alguma filosofia política…3- “…e você perdeu uma boa ocasião de não debitar desprestigiante asneiredo. “
         
        Qual “asneiredo?!
         

    • Zeca-portuga

      “Bem digo eu, que a religião é a coisa mais estúpida do mundo e …arredores!…”

      O cavalheiro JPM é entendido nestas coisas. 

      Do ponto de vista de um ateísta há uma coisa a que chamam “acaso” e que governa todas as coisas. Um acidente acontece por “acaso”, uma inundação acontece por “acaso”, uma seca acontece por “acaso”, a própria ciência acontece por “acaso”, já que ele não pode impedir o curso do “acaso”  e limita-se a ver o que o “acaso” faz, explicando como funcionam as forças que estiveram envolvidas nas obras do “acaso” (interpreta, usa e copia, mas não faz nada que não o “acaso” não tenha colocado ao seu alcance), além de que a ciência é construída pelo Homem, que está na Terra por “acaso”…
      Ou seja, a ordem do universo e tudo o que nele existe é obra de uma figura impessoal, ilógica, abstracta e indefinida,  chamada “acaso”. 

      É, sumamente, mais estúpido atribuir tudo “ao acaso” do que a uma entidade divina dotada de uma inteligência superior.  

      Mas a questão continua – então Deus faz coisas “más”?

      “Más” é um adjectivo humano. Demonstra a ridícula pequenez de um ente. 
      Eu mato as formigas… é uma coisa má do ponto de vistas delas (acho eu). Mas como eu sou todo poderoso e  omnisciente frente às formigas, mesmo que elas  me julgassem como o JPM, eu estava-me borrifando para o que elas “sentem” ou “pensam”. Mas, se uma delas, uma comunidade inteira, um uma família de formigas me pedisse clemencia, eu podia muito bem reavaliar as minhas intenções. 

      Como um Homem é infinitamente muito mais pequeno ante Deus do que as formigas ante mim… que preocupação merece um ridículo humano, porventura de “maus fígados”, ante Deus. 

      Evidentemente que os ateístas de “maus fígados” têm afirmações espantosas como esta:


      “(…)
      – O Sr.  não acredita em Deus nem coloca a hipótese dele existir?
      – Evidentemente que não acredito de forma alguma, apenas acredito na ciência. .
      – Suponhamos que a ciência evolui ao ponto de poder demonstrar a existência de Deus. Nesse caso o Sr. mudava de opinião, certamente?
      – Não, de forma alguma. Se a ciência demonstrasse que Deus existia eu continuaria a opor-me a Ele e esperava que a ciência criasse forma de o combater e destruir.
      – Então um ateu é anti-Deus ou anti-crença infundada num “suposto” Deus?
      – Bem… genericamente, um ateu combate crenças em divindades porque não pode atingir, no seu combate, a essa divindade como um alvo destrutível. A única forma de atingir aquilo que é inacessível é combater as suas manifestações, os seus sintoma, o que os perpetua ou quem os difunde. 
      – Portanto trata-se de uma forma de fobia à crença. Mas, sendo a crença um atributo de um crente, essa fobia não é dirigida ao crente?
      – Enquanto não acabarem os crentes haverá crença. A preocupação de um ateu é com o bem de todos e só existirá paz  quando os crentes e as crenças desaparecerem. Eu só odeio os crentes enquanto forem crentes. Se virarem ateus são gente purificada e devem ser respeitados…”

      Valeu Sr. Manolo!… vossemecê é um bom exemplo do ateísmo! Palavra d’honra!!! 

      • André

        isso veio de onde? gostava de saber que é o autor sff.. apesar de esse texto ser uma estupidez

      • Anónimo

        Eu não acredito! Eu não acredito que um ser que se diz racional tenha sido capaz de escrever o que acabo de ler.
        Mas, enfim, se calhar, Deus existe mesmo: só assim se justifica a existência de “zecas-portugas, jotacês, impertinentes/toinos/BBB//antoniofernandos, etc. Enfim, de gente capaz de escrever enormidades deste género “que preocupação merece um ridículo humano, porventura de “maus fígados”, ante Deus”
        Que Deus é filho-da-puta, já se sabia; que tivesse quem o imitasse….

        • Ze2

          “que preocupação merece um ridículo humano, porventura de “maus fígados”, ante Deus” , perfeito e omnipotente.
          Isso é o que tu acabas de demonstrar com o teu comentário malcriado e com ares de fundamentalista.
          Depois ainda te queixas que as pessoas querem combater os ateus. Evidentemente que, com comentários como o teu, a eventual violência sobre os ateus fica explicada e quem se lixa é quem nada tem a ver com o assunto. Estavas tão bem calado se não sabes o que dizes. 

          • Anónimo

            Mas olha lá, ó rapazinho: tu não estás a generalizar nem nada? É que isso das generalizações é contra a tua maneira de ser. Ou será a do antóniofernando? ou a do BBB? ou a do impertinente? ou a do…?

          • Ze2

            Estou pouco preocupado com as tuas observações, mas ressalvo que a tua falta de educação te leva a chamar-me o nome de outros comentadores. És desonesto e hipócrita, coisas que não aprecio. 

            Genericamente posso definir o comportamento alguns comentadores, tu és um deles, como muito agressivo, provocar e desonesto. Os teus comentários são ofensivos para os crentes todos e para os ateus responsáveis que querem viver em paz e ser visto como gente de bem. 

            Pode alguém fazer um comentário de grande profundidade e valor, mas não será apreciado se não for insolente e ofensivo para os crentes, ou tão infantil como desonesto.

            Nenhum crente me fez mal algum. 
            Alguns até rezam por mim. Não acredito que faça algum efeito, mas registo a atitude que é de maldade como a vossa. 
            Claro que, com gente como vós, tenho que engolir a afirmação: “o ateísmo é um dos piores males do mundo”.  Eu posso mostrar quem sou e o que faço, mas não posso, em boa verdade, dar-lhes alguma razão. 

            Estou a imaginar hoje em Madrid. Os católicos de todos o mundo juntaram-se, pacificamente e de forma educada, sem ofender ninguém. Lá vieram uns arruaceiros que se dizem ateus, provocar  insultar e ofender. 
            Assim, quem pode exigir respeito se não sabe respeitar. 

            Uma notícia dava conta da detenção de um jovem mexicano que, alegadamente, se preparava para provar um atentado entre os manifestantes anti-católicos. 
            Queres saber a minha opinião: era muito bem feito, para aprenderem a comportar-se como gente crescida e educada. Se não têm educação tem que ser dada à força. 
            Ana daí criticar a minha opinião e dizer que era terrorismo a atacar inocentes e pacifistas!

          • Anónimo

            Nem pensar em criticar a tua opinião! Há muito tempo que deixei de contrariar dementes. Por isso,
            tens razão.

          • JoaoC

            És um idiota! Até crentes envergonhas, quanto mais ateus, como dizes ser…

            Mentiroso, apenas.

            Como sempre foste.

          • JoaoC

            Tu não és ateu. És um mentiroso cobarde Sou crente, como é sabido, e até podia aproveitar o teu discurso para os meus lados. Mas não gosto de compactuar com mentiras, ainda que me beneficiassem os argumentos. Esse gajo que queria impedir a manifestação anti-católica é doido e deve estar preso uns poucos de anos. Tu não passas de um mentiroso. Portanto, mesmo crente (e por ser crente e tentar ser honesto), lamento apenas o teu comentário e pior, desonestamente assinado como “ateu”…

          • Ze2

            Não estou aqui para captar adeptos, muito menos admiração dos crentes de alguma religião.
            Apareci aqui por mero acaso, e só aqui permaneço, se me apetecer, enquanto estou de férias. 
               Também deves estar a querer dizer que me chamo AntonioFernando e coisa parecida, mas estás, também, a ser desonesto. Evidentemente que há aqui comentadores desonestos dos dois lados da barricada. A diferença é que os que se dizem ateus são mais malcriados e mais provocadores.Sou, realmente, ateu. Não sou anti-católico, nem anti-religioso, nem anti-clericalista, mas não sigo nada disso de religiões. Para mim as religiões são os “antepassados vivos” dos partidos políticos. Para mim o Vaticano é como Bruxelas e a Santa-Sé é igual à União Europeia: estão a borrifar-se para nós. Por isso não voto, nunca votei, nunca votarei. Acho as ideologias políticas  pouco recomendáveis como filosofia de vida de gente honesta. O mesmo penso das religiões.
            Não sou crente, nunca fui e nunca serei. 

            Chamas-me “mentiroso cobarde” por dizer que um jovem voluntário das JMJ foi detido como de estar a planear um atentado?
            Apenas li na imprensa (aqui, por exemplo: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1953352). Se é mentira não me culpes, mas culpa os jornalistas. 

            Por isso não entendo porque me chamas mentiroso. 
            Fica-te com as tuas crenças, mas não julgues  a  honestidade dos outros apenas com base naquilo em que tu crês sobre as pessoas. 

      • João Pedro Moura

        ZECA-PORTUGA disse:
         
        “É, sumamente, mais estúpido atribuir tudo “ao acaso” do que a uma entidade divina dotada de uma inteligência superior.”
         
        É precisamente ao contrário, Zeca-portuga!
        Repare: nós todos, crédulos e incréus, temos conhecimento da causa das coisas. Compreendemos a causa de maremotos, sismos, acidentes de viação e aviação, a quase totalidade das mortes, etc.
        A ciência vai respondendo ao apuramento dessas causas. É normal. Vemos a matéria em interação, debruçamo-nos sobre ela, observamo-la, intuímo-la, experimentamo-la, enfim, vai-se compreendendo a causa das coisas.
        A divergência fundamental, entre crentes e descrentes, decorre do salto epistemológico descomunal, operado pelos crédulos, quanto à suposta causa primeira, em que afirmam que foi “deus”… sem avançarem qualquer justificação lógica, normal, evidente, para esse deus.
        Enfim, inventaram um colosso omnisciente, omnipresente e omnipotente, criador, governador e justiceiro… e acharam que tais atributos são aceitáveis numa entidade…
        Os incréus procuram investigar e escorar as suas afirmações sobre o mundo, a natureza, as pessoas, enfim, aquilo que impressiona os nossos sentidos, aquilo que realmente existe…
        Os crédulos inventaram “deus”… como causa primeira e, portanto, como causa de tudo…
        Imagine, Zeca-portuga, um debate entre um crédulo e um incréu, em que aquele tenta convencer o ateu de que deus existe, utilizando um argumentário de fé, insistindo que deus existe, porque teria que haver uma causa primordial e que essa causa teria que ser deus, etc.
        O ateu arguiria de que não conhecemos nenhuma causa primordial, a não ser o Big Bang, baseado na sequência da História Natural e na falta de qualquer vestígio ou evidencia que nos remetesse para uma entidade colossal fautora de tudo.
        Ora, compare-se a “argumentação” dos crédulos com a argumentação científica dos ateus, que mais não é do que a dos cientistas…
        Qual é a mais inteligente? Qual é a mais estúpida?

        • JoaoC

          É sabido a causa dos terramotos, secas, inundações, etc etc etc… Há causas e causas. Eu posso muito bem saber todo o fenómeno sísmico e meteorologia e explicá-lo apenas com leis físicas cientificamente demonstráveis. Seria tolo que visse um sinal de Deus ou um castigo de Deus em cada sismo, em cada acidente, em cada inundação, em cada desgraça. Agora, isso não invalida que Deus não aproveite as mesmas leis naturais (ou causas humanas) para tirar algum proveito espiritual para certas almas. Incompreensível para nós, eu sei. Mas acredito que mesmo as desgraças acontecem, não CAUSADAS por Ele, mas PERMITIDAS ou aproveitadas por um qualquer motivo-benefício espiritual (a salvação de muitas almas, uma lição para os que ficam, etc…).

          Quanto à afirmação do Zeca-Portuga “que preocupação merece um ridículo humano, porventura de “maus fígados”, ante Deus”, com quem partilho a maioria das opiniões, desculpa, mas é simplesmente triste desta vez…

          • Ze2

            Até eu percebi a frase do zeca portuga e tu não entendes porque não queres. 

            Como um Homem é infinitamente muito mais pequeno ante Deus do que as formigas ante mim… que preocupação merece um ridículo humano, porventura de “maus fígados”, ante Deus. 

            Limito-me a interpretar e não a concordar.

            O que aqui diz é que, se ele não se preocupa com as formigas que até são maiores à escala humana do que o homem à escala de Deus, por que razão esse tal Deus que, segundo ele,  manda em tudo, há-de ter o homem como uma coisa importante para Deus. Mais uma comunidade ou menos uma comunidade é como mais um formigueiro ou menos um formigueiro. 
            Nesse sentido somos simples formigas de estimação de Deus. 

            Considero esta comparação interessante, sobretudo quando afirma que:
            Mas, se uma delas, uma comunidade inteira, um uma família de formigas me pedisse clemencia, eu podia muito bem reavaliar as minhas intenções.  
            Nesse sentido, do ponto de vista de quem acredita que existem deuses, a oração faz todo o sentido. Acho esta explicação racional e inteligente.   

        • Ze2

          A explicação cientifica é comum aos ateus e aos crentes. Não é propriedade dos ateus. 

          A tal “causa primeira” das coisas, enquanto explicação para a ocorrência de um fenómeno natural ou humano, naquele momento e com aquelas consequências, não pode ser explicada cientificamente.  

          Por que razão caiu uma arriba em Peniche exactamente quando estavam pessoas debaixo e não matou ninguém? As pessoas poderiam estar noutro lugar, ligeiramente ao lado, podia ter caído quando não estava lá gente, ter matado toda a gente, não ferir ninguém, etc. 
          Isto não é explicável cientificamente e, realmente, eu não tenho outra explicação senão o acaso. Para um crente poderá ter sido Deus, o destino, o que ele quiser. 
          De uma coisa não restam dúvidas: o que a ciência explica é tão válido para os crentes como para os ateus.

          Mas  há estudos científicos que nos deixam a pensar.
          Vi no “odisseia”, se a memória não me falha, que um cientista americano apresentou, na sua universidade,  um estudo  que até foi bastante elogiado, donde constava o seguinte:
          Em mais de 160 ocorrências de sismo analisados, a quase totalidade, julgo que mais de 150, ocorrem após observação de objectos não identificados (principalmente as chamadas bolas luminosas) sobre o lugar do epicentro, nas 100 horas que antecedem o sismo. 

          A ciência não rejeita esta hipótese. Se ela for provada algum dia, é tão válida para crentes como para ateus. 

  • António Rodrigues
  • BBB

    (imagem do Rodrigues a beber uma cervejola)

    USAR OS NEURÓNIOS NO PHOTOSHOP
    A melhor maneira de pensar que somos intelectualmente seguros, quando na realidade somos uns imberbes sem cultura e temos os neurónios rotos

    • Anónimo

      O problema é que tu não tens neurónios; os coliformes fecais comeram tudo, e ocuparam o espaço.

    • Anónimo

      Caro BBB/antonino/impertinente/ze2/falsobaal/etc/etc

      Já estava a estranhar antonino, já estava a pensar que tinhas ganho consciência moral e principalmente consciência de que és o palhaço dos blogs.

      Agora estou mais aliviado, vejo que continuas na mesma, o mesmo palhaço.  

      Ainda bem, se não a gente vai rir-se de quem ?  Tu és dos poucos que ainda nos fazem rir neste mundo cão.

      Continua então a fingir que és “ateu”, personificando o BBB e o Ze2, e, principalmente, pondo essas personagens fictícias, ficticiamente “ateias” a fazer discursos contra o ateísmo. No triste mundo em que vivemos, para rir, precisamos mesmo de um GRANDE palhaço.

      • BBB

        «Tu és dos poucos que ainda nos fazem rir neste mundo cão.» «No triste mundo em que vivemos, para rir, precisamos mesmo de um GRANDE palhaço.»

        Oh!, que tristinho que ele é… olhai o que o mau ateísmo faz às pessoas. Muita estúpido, foda-se.

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