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Interrogar-se.

Parece que a história do rabino, o advogado e o cão (1), afinal, é treta (2). O que até vem a calhar. O Alfredo Dinis disse que «gostava de ver o espírito crítico dos não crentes aplicar-se também às suas próprias ideias»(1). Aqui tem. Julguei que fosse verdade – estava na BBC e tudo (3) – mas não era. Enganei-me, e admito-o. Mas quando o Alfredo diz que «Na Igreja Católica não se considera uma virtude que alguém tenha fé sem que se interrogue sobre aquilo em que acredita», está a falar de um “interrogar-se” muito desenxabido. Porque só vale a pena interrogarmo-nos acerca da verdade de qualquer alegação se estivermos dispostos a mudar de ideias quando as evidências a revelam infundada. Caso contrário, é só interrogação a fingir. E isso, tanto quanto sei, é tradição da Igreja Católica desencorajar.

A interrogação também só vale pelas perguntas que fizermos. Por exemplo, se um rabino disser que o cão tem a alma do advogado, importa perguntar “como raio sabe ele?” Quem deixar escapar essa pergunta de pouco lhe servirá perguntar se é sincero, se falou alto ou se outros acreditaram no que ele disse. E se disse ou não disse nem sequer é o mais fundamental. Temos relatos segundo os quais Maomé disse ter falado com Alá e os apóstolos alegaram ter conhecido o criador do universo encarnado em Jesus. Talvez estes relatos sejam verídicos e essas pessoas tenham mesmo afirmado o que lhes atribuem. Ou talvez sejam tão treta como a história do rabino e do cão. Mas, se tivermos o pensamento crítico que o Alfredo pede, vemos que não faz muita diferença. Porque mesmo que tenham dito tais coisas não tinham forma de saber se era verdade ou não. Como é que Maomé sabia que era Allah que lhe falava? Como é que os apóstolos determinaram que o filho do carpinteiro tinha mesmo criado o universo? Ninguém que pense criticamente pode aceitar o testemunho – e muito menos a autoridade – de alguém que não tem como saber se o que diz é verdade.

Finalmente, o Alfredo disse também que «Infalibilidade por infalibilidade prefiro a do Papa à de Dawkins, Hitchens, Harris… » Pois eu prefiro nenhuma. Acreditar numa autoridade infalível não é compatível com a interrogação ou com o pensamento crítico. Se admito que posso errar, e de pouco vale interrogar-me se descartar essa possibilidade, tenho de admitir que posso errar quando julgo alguém infalível. E se posso estar enganado acerca disto não posso considerar infalível o que essa autoridade me disser. Afinal, podemos estar ambos enganados. Portanto, para o Alfredo Dinis poder considerar o Papa infalível é preciso que o Alfredo Dinis se considere também ele próprio infalível, pelo menos nisto. Este é outro caminho por onde a fé o leva mas por onde eu não o consigo acompanhar.

1- Treta da semana: justiça divina.
2- Harry’s Place, The Dog That Didn’t Die
3- BBC, Jerusalem rabbis ‘condemn dog to death by stoning’

Em simultâneo no Que Treta!

80 thoughts on “Interrogar-se.”
  • Anónimo

    Ludwig

    Tinha-me parecido treta e levantei a questão no seu texto anterior, colocando as objecções que então se me afiguraram pertinentes. A história, donde quer que ela tenha vindo, estava muito mal contada. As incongruências eram óbvias.

    Você aqui emendou a mão. Posso concordar ou discordar consigo, mas este já é um texto bem medido.

    O seu anterior texto, do meu ponto de vista, era deplorável. Neste,você parece ter-se recordado dos tempos em que escrevia de forma assaz séria e consistente.

    • Kavkaz

      Ó Impertinente, você manifestou falta de fé no ilustre ateu Ludwig Kripphal. Espírito fraco. Foi uma recaida na sua fé… Mas ficará perdoado rezando três vezes todo o post que ele escreveu!

    • Ludwig

      António,

      O facto do rabino não ter dito aquilo é irrelevante para os pontos que eu fiz. Apenas lhe parece relevante porque decidiu fingir que não percebia o que interessava. Nomeadamente, que não faz sentido aceitar o testemunho ou a autoridade de quem afirma aquilo que não pode saber e que, por isso, o mais sensato é rejeitar as muitas alegações que inúmeras religiões fazem acerca dos deuses. E, também por isso, é intelectualmente desonesto afirmar que se sabe o que os deuses querem, como são, o que fizeram e afins.

      • Anónimo

        Ludwig

        Você obviamente pode dizer o que muito bem entender. Quanto às razões, devidamente explicitadas, porque sustentei que o seu anterior texto é absolutamente deplorável e de um primarismo intelectual confrangedor, já oportunamente as afirmei e, quanto a elas, nem uma vírgula retiro.

        Neste novo texto, você, pelo menos, mostrou ter aprendido a lição a que o conduziu o seu panfletarismo insuportável e veio pressurosamente emendar a mão.

        Só lhe fica bem.

        • Jesus Cristo

          Aqui está neste comentário do Toninho uma das falácias mais típicas dos crentes.

          Diz ele:
          “E eu contraponho-lhe de seguida vários exemplos de crentes com elevado gabarito intelectual e não menor estatura ética, e depois, seguindo a sua falaciosa conduta discursiva generalizante, virei então dizer que as religiões são maravilhosas.”

          O Toninho começa por estabelecer que os crentes a que se refere e que ele conhece são gente “de elevado gabarito intelectual”.
          Então, estabelecido o axioma, ou melhor o dogma, que por definição não carece de
          demonstração e é irrefutável, aceita como bom tudo aquilo que eles dizem.
          Um bocadinho menos de fé e um bocado mais de raciocínio talvez lhe fizesse ver a cretinice do argumento e como ele pode ser refutado e virado ao contrário.
          Pois se os ilustres crentes que o Toninho conhece dizem que as religiões são maravilhosas e que foi um carpinteiro judeu quem criou o universo, então o que é verdade é que podem ter tudo menos um “elevado gabarito intelectual”.

          E que não me venha com exemplos de reputados pensadores e cientistas famosos que acreditavam nessas patranhas para demonstrar que elas não são patranhas.
          Primeiro, porque o são.
          Segundo, porque se um cientista brilhante, como, por mero exemplo, Newton afirma que crê que o tal carpinteiro judeu criou o universo, isso pode continuar a fazer de Newton um brilhante cientista, mas um autêntico pateta no que respeita à sua filosofia e à racionalidade que lhe deve estar subjacente, por oposição à imbecilidade da teologia.
          E se soubermos um pouco do legado cientifico que nos deixou Newton, desde logo saberemos o quão mais longe ele poderia ter ido nas suas descobertas e explicações se não tivesse o cérebro obscurecido pela irracionalidade da fé!

          • Jesus Cristo

            Já agora:
            Este argumento do Toninho faz-me lembrar o argumento típico de quem defende a causa monárquica e que perante o argumento de que uma monarquia não é uma verdadeira democracia, pois não garante a igualdade de todos os cidadãos no acesso à chefia do Estado, dizem:
            – Então a Inglaterra, a Espanha, a Suécia, a Holanda… etc., não são verdadeiras democracias?
            Pois a resposta é esta:
            – Não! Porque se fossem verdadeiras democracias, garantiam a todos os cidadãos o acesso à chefia do Estado.
            A definição de democracia deve ser estabelecida antes de se citarem países monárquicos e só depois de ela ser definida se podem qualificar esses países.
            De facto, esses países citados são para mim democracias incompletas ou imperfeitas precisamente por isso: porque não se encaixam na definição de democracia, tal como ela deve ser entendida, isto é, um regime que trata TODOS os seus cidadãos por igual e não concede a alguns direitos especiais em razão da família em que nasceram.

            Mutatis mutandis, e quanto ao tema em apreço, o que temos de fazer é em primeiro lugar definir quem devemos considerar como uma pessoa de “elevado gabarito intelectual”. Obviamente que para isso teremos de buscar muitos critérios e elementos de análise.
            Simplesmente não creio que caiba na definição de alguém com “elevado gabarito intelectual” alguém que acredita em dogmas improváveis e em alegações inverosímeis como essa de que foi um carpinteiro judeu quem criou o universo.
            O argumento deve começar pela definição dos conceitos em que estamos a trabalhar, para daí partirmos para as pessoas que se lhes encaixam.
            Não o contrário!!!

          • Mr X

            Ainda há quem diga esta estupidez: 

            “- Então a Inglaterra, a Espanha, a Suécia, a Holanda… etc., não são verdadeiras democracias?
            Pois a resposta é esta:
            – Não! Porque se fossem verdadeiras democracias, garantiam a todos os cidadãos o acesso à chefia do Estado. ”

            A definição de democracia usada pela Wikipédia, uma das poucas definições que está, sem dúvida bem formulada na Wikipédia, diz o seguinte:

            “Democracia (“demo+kratos”) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista,republicano ou monárquico.” – sic

            Logo na primeira linha há que reter os seguintes conceitos chave: “governo” (e não Estado) e “decisões importantes”. O chefe de estado não faz parte do governo. As decisões importantes, na nossa democracia (em Portugal, por exemplo) nem sempre são tomadas por pessoas eleitas. 
            Pela observação ignorante do comentador (que ignorantemente se assina por Jesus Cristo), nós não vivemos num sistema democrático. Em Portugal nem sequer o governo é eleito pelo povo. Dos que tomam decisões importantes (aliás, quem tem a última palavra na nossa democracia), o Tribunal Constitucional (como todos os tribunais) não é eleito e nem todas as pessoas podem ocupar o cargo. O TC tem o poder de anular decisões daqueles que foram eleitos pelo povo.    

        • Jesus Cristo

          Aqui está neste comentário do Toninho uma das falácias mais típicas dos crentes.

          Diz ele:
          “E eu contraponho-lhe de seguida vários exemplos de crentes com elevado gabarito intelectual e não menor estatura ética, e depois, seguindo a sua falaciosa conduta discursiva generalizante, virei então dizer que as religiões são maravilhosas.”

          O Toninho começa por estabelecer que os crentes a que se refere e que ele conhece são gente “de elevado gabarito intelectual”.
          Então, estabelecido o axioma, ou melhor o dogma, que por definição não carece de
          demonstração e é irrefutável, aceita como bom tudo aquilo que eles dizem.
          Um bocadinho menos de fé e um bocado mais de raciocínio talvez lhe fizesse ver a cretinice do argumento e como ele pode ser refutado e virado ao contrário.
          Pois se os ilustres crentes que o Toninho conhece dizem que as religiões são maravilhosas e que foi um carpinteiro judeu quem criou o universo, então o que é verdade é que podem ter tudo menos um “elevado gabarito intelectual”.

          E que não me venha com exemplos de reputados pensadores e cientistas famosos que acreditavam nessas patranhas para demonstrar que elas não são patranhas.
          Primeiro, porque o são.
          Segundo, porque se um cientista brilhante, como, por mero exemplo, Newton afirma que crê que o tal carpinteiro judeu criou o universo, isso pode continuar a fazer de Newton um brilhante cientista, mas um autêntico pateta no que respeita à sua filosofia e à racionalidade que lhe deve estar subjacente, por oposição à imbecilidade da teologia.
          E se soubermos um pouco do legado cientifico que nos deixou Newton, desde logo saberemos o quão mais longe ele poderia ter ido nas suas descobertas e explicações se não tivesse o cérebro obscurecido pela irracionalidade da fé!

        • HE-MEN

          Quer dizer, tu que constantemente minimizas os crimes dos crentes, agora vens choramingar por o Ludwig fazer o mesmo mas ao contrário.

          Lindo.

          Para mim tão desonesto és tu como ele.

          Quando vos acusam de encobrimento dos vossos crimes os dois choram lágrimas de crocodilo.

          Tadinhos.

          • HE-MAN

            Um exemplo de hipocrisia e falta de carácter.

            “Ficaríamos empatados na falácia generalizante, não lhe parece ?Você seleccionaria os seus epifenómenos e eu os meus.”

            Fernandinho dixit

            Isto em relação à afirmação do Ludwig de que os religiosos extraem doutrinas, conclusões, condenações  (até sentenças judiciais) baseados em pura especulação totalmente infundada.

            A isto o Fernandinhoconversadatreta responde que tais caos são epifenómenos que não se podem generalizar !

            Como se toda a actuação das igrejas desde a sua aparição não se baseasse eme speculações infundadas !!!!!

            Que deus exista ou não exista, são apenas possibilidades.  

             Agora decidir unilateralmente que deus não só existe, mas que não gosta de preservativos, homosexualidade, sexo oral, minisaias, calções no recinto de Fátima, partidos de esquerda, sexo anal, coito interrompido, masturbação, divórcio, voltar a casar depois do divórcio, pornografia, criticas à igreja, sexo antes do casamento, sexo depois do divórcio, casamento homosexual, etc etc etc.

            Já que gostas de listas enormes ó fernandinho, vê lá a lista dos autores já proibidos pela igreja no index da igreja católica :

            Rabelais (CW) Montaigne (Essais) Descartes
            (Méditations Métaphysiques et 6 autres livres, 1948)La Fontaine
            (Contes et Nouvelles) Pascal (Pensées) Montesquieu
            (Lettres Persanes, 1948) Voltaire (Lettres philosophiques; Histoire
            des croisades; Cantiques des Cantiques), Jean-Jacques Rousseau (Du
            Contrat Social; La Nouvelle Héloïse) Denis Diderot (CW, Encyclopédie)
            Helvétius (De l’Esprit; De l’homme, de ses facultés intellectuelles
            et de son éducation ) Casanova (Mémoires) Sade (Justine,
            Juliette) Mme De Stael (Corinne ou l’Italie) Stendhal (Le
            Rouge et le noir, 1948), Balzac (CW) Victor Hugo (Notre
            Dame de Paris; Les misérables jusqu’en 1959) Gustave Flaubert (Mme
            Bovary; Salammbô) Alexandre Dumas (divers romans) Emile
            Zola (CW) Maeterlinck (CW) Pierre Larousse (Grand
            Dictionnaire Universel), Anatole France (prix Nobel en 1921, CW à
            l’Index en 1922), Andre Gide (prix Nobel, CW à l’Index en 1952)
            Jean Paul Sartre (Prix Nobel (refusé), CW à l’Index en 1959).

            Peter Abelard, ErasmusNicholas. MachiavelliJohn CalvinJohn
            MiltonMalebrancheBaruch SpinozaJohn. LockeBishop
            BerkeleyDavid HumeCondillacd’Holbachd’AlembertLa
            MettrieCondorcetDaniel. DefoeJonathan.
            SwiftSwedenborgLaurence. SterneEmmanuek. KantH. HeineJ. S.
            MillG. D’AnnunzioH. Bergson.

            NOVELISTS IN THE INDEX

            AUTHOR
            Samuel Richardson (ENG)
            Laurence Stern (ENG)

            Stendhal (FR)
            Victor Hugo (FR)

            George Sand (FR)
            Honore
            de Balzac (FR)
            Eugene Sue (FR)
            A. Dumas pere (FR)
            A. Dumas fil (FR)

            Gustave Flaubert (FR)

            Gabriele D’Annunzio (IT)
            Alberto Morovia
            (IT)
            YEAR
            1744
            1819

            1828
            1834-1869

            1840
            1841-1864
            1852
            1863
            1963

            1864

            1911
            1952
            WORK BANNEDPAMELAA SENTIMENTAL JOURNEY THROUGH
            FRANCE & ITALYAll his love storiesLES MISERABLESNOTRE DAME DE
            PARISAll her love storiesAll his love storiesAll his love
            storiesAll his love storiesAll his love storiesMADAME
            BOVARYSALAMMBOAll his loves storiesWOMAN OF
            ROME

            SOME NON-FICTION WRITERS IN THE INDEX

            Thomas Hobbes (ENG)
            Rene Descartes (FR)
            Francis
            Bacon (ENG)

            Michel de Montaigne(FR)
            Benedict Spinoza(NETH)
            John
            Milton (ENG)
            Joseph Addison (ENG)
            Richard Steel (ENG)

            John Locke
            (ENG)

            Emanuel Swedenborg (SW)
            Daniel Defoe (ENG)
            David Hume
            (SCOT)
            Jean-Jacques Rousseau (FR)
            Edward Gibbon (ENG)

            Blaise
            Pascal (FR)
            Oliver Goldsmith (ENG)
            Immanual Kant (GER)
            Giovanni
            Casanova (FR)
            John Stuart Mill (ENG)
            Ernest Renan (FR)
            Emile Zola
            (FR)
            Andrew Lang (ENG)
            Henri Bergson (FR)
            Benedetto Croce (IT)

            Jean-paul Sartre (FR)
            1649-1703
            1663
            1668

            1676
            1690
            1694

            1729
            unk

            1734-1737

            1738
            1743
            1761-1872

            1762-1806
            1783

            1789
            1823
            1827
            1834
            1856

            1889-1892
            1894-1898
            1896
            1914
            1934
            1948
            All worksAll philosophical worksThe ARRANGMENT
            & GENERAL SURVEY OF KNOWLEDGELES ESSAIESAll posthumous workTHE
            STATE PAPERSREMARKS ON SEV. PARTS OF ITALYACCOUNT OF THE STATE OF THE
            ROMAN CATHOLIC RELIGIONESSAY CONCERNING HUMAN UNDERSTANDINGTHE
            PRINCIPIAHISTORY OF THE DEVILAll the worksTHE SOCIAL
            CONTRACTDECLINE & FALL OF THE ROMAN EMPIRETHE PROVINCIAL
            LETTERSAN ABRIDGED HISTORY OF ENGLANDCRITIQUE OF PURE
            REASONMEMOIRSPRINCIPLES OF POLITICALLIFE OF JESUS, etc..All
            worksMYTH, RITUAL & RELIGIONCREATIVE EVOLUTION
            Philosophy/HistoryAll works

            Vês o teu “epifenómeno” da treta ó aldrabão ?

            Grande parte dos maiores intelectuais e cientistas da história já foram ou ainda são proibidos pela maior e mais poderosa  igreja do mundo, que se gaba de ter um bilião e meio de crentes.

            E depois vem um aldrabãozeco, ainda por cima com pretensões a grande intelectual, dizer que conclusões e sentenças baseadas em especulações infundadas são um “epifenómeno” que “não se pode generalizar”.

            Queres maior especulação não só totalmente infundada mas mesmo totalmente demente que afirmar que deus não gosta da poesia de D’Annunzio ou das teorias de Rousseau ?

            Queres maior generalização do que um bilião de pessoas seguirem os líderes que dizem BACORADAS destas ?

            O episódio do cão do rabi, se fosse verdadeiro era apenas um entre milhões de exemplos, se é falso, é apenas uma parábola de um facto – a CONSTANTE e GENERALIZADA especulação ABUSIVA que os crentes fazem em nome de hipóteses totalmente incomprovadas e as por vezes TRÁGICAS consequências a que esses ABUSOS levam.

          • Jesus Cristo

            Os massacres, as perseguições, as guerras santas, as cruzadas, a promoção da homofobia e da misoginia, a proibição do preservativo, as taradices sexuais, etc., são um epifenómeno?
            Pois se são, então são tudo epifenómenos que duram há dois mil anos…

          • HE-MAN

            Para o fernandinho, tudo o que não lhe convenha é uma raridade, uma coisa nunca vista, um “epifenómeno”.   É o que se passa com a violência religiosa.  Não adianta vermos todos os dias no telejornal dezenas de novas “raridades”, abrirmos os livros de história e estes até escorrerem sangue com milhares de “epifenómenos”.   

            Não lhe convém ?  Então não se pode “generalizar”, mesmo que seja pratica generalizada.  Ele decretou que a violência religiosa é uma coisa raríssima, nada generalizada, mesmo que todos os dias vejamos apredrejamentos, bombas a explodir, prédios a cair, tudo em nome de “deus”.   

            Vemos condenações abusivas, “em nome de deus” de livros, de práticas sexuais, de modas, de corrrentes artísticas, de formas de família e de amor, tudo em nome de um deus qualquer, que eles nem sabem se existe quanto mais se realmente é contra ou a favor de todas essas coisas.   É exactamente a história do cão.  

            Eles não fazem a mínima ideia, mas ABUSIVAMENTE, ESPECULATIVAMENTE decretam que, não só deus existe, como quer isto e aquilo, mas já não quer outra coisa qualquer. 

             COMO SE ELES SOUBESSEM !!!!!!!

            Mas depois chega o senhor doutor das barracas a dizer que é tudo um “epifenómeno”.

          • Mr X

            “Os massacres, as perseguições, as guerras
            santas, as cruzadas, a promoção da homofobia e da misoginia, a proibição do
            preservativo, as taradices sexuais, etc., são um epifenómeno?
            Pois se são, então são tudo epifenómenos que duram
            há dois mil anos…”

             

            i – “massacres, perseguições, guerras…” –  são quase o exclusivos de governos e não fazem
            parte da ideologia doutrinal da Igreja. 
            Numa perspectiva histórica, foram bem mais mortíferos os massacres, perseguições
            e guerras por motivos laicos ou ateus.

             

            ii – as cruzadas foram disputas “politizadas”
            entre facções, neste caso a disputa era, efectivamente, por motivos religiosos,
            mas nunca foi nenhum dogma da doutrina católica.

             

            iii – a “homofobia”, quer no sentido que
            aqui usas quer no seu sentido técnico (e real) é um conceito natural. È natural
            a repulsa, a fobia, a condenação, o nojo… por aquilo que não é natural no ser
            humano, muito mais quando se trata de condutas voluntárias (aprendidas e não
            genéticas) que chocam com a cultura e a normalidade social.

            A “homofobia” está presente em todas as
            culturas e é criminalizada em muitas delas, sejam crentes ou ateias.

            Eu e mais uns 90% da humanidade, incluindo
            ateus, agnósticos, laicistas e crentes de todos os credos, somos homofóbicos naturais.
            Eu seria incapaz de me relacionar sexualmente com uma pessoa do mesmo sexo, só essa
            ideia causa-me arrepios, asco, etc., por isso a condeno.  Deixo a liberdade de as pessoas praticarem
            esses actos, na sua vida privada, de forma que a sua prática não me incomode.

             

            iii –  A “misoginia” poderá ser um movimento ateu, da
            religião católica não é, de certeza absoluta. Poderás falar em “androcentrismo”,
            que é uma noção sociológica com mais de um século, e reconhecida como um facto sócio-cultural.

            A misoginia pressupõe ódio às mulheres.
            Mas a Igreja Católica venera tantas mulheres: 
            Virgem Maria, canonizou e beatificou tantas mulheres… tem instituídas e
            reconhecidas tantas ordem religiosos e reserva tantas atribuições para as
            mulheres … que, com tudo isto, posso chamar IGNORANTE ou MENTIROSO, a todo
            aquele que fale de “misoginia” na Igreja Católica.

            Eu sei, e acho que toda a gente sabe, que estas
            afirmações dos ateus são fruto de ignorância, alias, como a grande parte dos
            textos pândegos e sem o mínimo de inteligência e fundamento (como este do
            Ludwing).

            Independentemente de tudo isso, o “androcentrismo”
             e um facto cultural, produzido e aceite
            em todas as culturas (do Ocidente ao Oriente, do Norte ao Sul), com excepções
            muito pontuais.

             

            iv – Não há uma proibição do preservativo,
            nas sim do não aconselhamento do seu uso. È perfeitamente legitima para quem
            propõe uma alternativa completamente fiável e eficaz.

             

            v – As “taradices sexuais” são defendidas,
            com unhas e dentes, pelos ateus e não pela Igreja, A Igreja condena tudo o que
            sejam taras sexuais, da homossexualidade (que se discute ser uma tara, mas tem
            as caracteristicas das taras), à zoofilia.  

             

            Por tudo isto, mais uma vez tenho que te
            considerar ignorante e burro (isto que fazes afirmações de má-fé, pois se
            estivesses de boa fé eu diria apenas que “estás equivocado”).

          • Jesus Cristo

            Os massacres, as perseguições, as guerras santas, as cruzadas, a promoção da homofobia e da misoginia, a proibição do preservativo, as taradices sexuais, etc., são um epifenómeno?
            Pois se são, então são tudo epifenómenos que duram há dois mil anos…

          • Mr X

            Hoje, para bem da paz, da segurança,
            da democracia e da liberdade, deveria ser a ONU a fazer essa lista e
            teria milhões de entradas: livros, sites, blogues, etc. 

             

            “Queres maior especulação não só
            totalmente infundada mas mesmo totalmente demente que afirmar que Deus não
            gosta da poesia de D’Annunzio ou das teorias de Rousseau ?” – nenhum livro do index estava com a premissa “porque
            Deus não gosta do conteúdo”. 

            Estava lá por conter material
            lesivo e perigoso para a humanidade segundo a cultura da época.

             

            Se eu ou tu, hoje mesmo, na Alemanha,
             editássemos um livro fazendo a apologia do Nazismo e defendendo ou elogiando
            Hitler e os seus actos, sabes o que acontecia, não sabes? 

            Não era a Igreja Católica,  que proibia o livro e julgava o autor, não
            achas?

            Todo o teu comentário é composto deste material asneirento.

          • HE-MAN

            “Hoje, para bem da paz, da segurança,
            da democracia e da liberdade, deveria ser a ONU a fazer essa lista e
            teria milhões de entradas: livros, sites, blogues, etc. ”
            TU ÈS DOIDO ?????????????????????????????

            Portanto, a ONU devia fazer censura  NÃO SÓ de obras científicas e literárias, mas até de conversas e blogues !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

            Suponho no entanto que TU não gostasses de ser censurado, pelo que essa censura monstruosa só se aplicaria aos teus inimigos.

            Muito conveniente.

            O que seria de se esperar de criaturas completamente imorais como vocês ?

            A minha única dúvida é se a vossa imoralidade mosntruosa se deve á vossa educação cristã, a falhas de carácter ou ás duas coisas combinadas.

            É assustador.  Estes blogs têm servido para abrir os olhos emr elação ao verdadeiro perigo que voc~es são para a sociedade.  Quando são so ateus a falar, tendo a dar um desconto, por serem parte interessada na disputa.  Mas quando vocês falam é verdadeiramente alucinante.  

            Vocês não aprenderam nada em dois mil anos de massacres.  O humanitarismo falso e afectado que apregoram não passa de uma capa de que se descartam na primeira oportunidade.

            Um regime controlado por pessoas como tu não se distinguiria em nada do regime iraniano ou do III Reich.

            “Estava lá por conter materiallesivo e perigoso para a humanidade segundo a cultura da época.”

            Portanto, Descartes, Bacon,  Erasmo, Sartre, Copernico, Giordanno Bruno, Espinoza, deviam ser proibidos porque SÃO “LESIVOS” e comparas estas obras ao nazismo ?

            Podes dizer em que é que Descarte, Espinoza, Sartre, Zola etc atc etc foram lesivos para a humanidade ?

            Eu posso-te dizer sem sombra de dúvida que quem foi lesivo para a humanidade foi quem perseguiu esses autores.  Mais, quem apoia essas perseguições também é lesivo para a humanidade – TU és lesivo para a humanidade.

            “Se eu ou tu, hoje mesmo, na Alemanha, editássemos um livro fazendo a apologia do Nazismo e defendendo ou elogiandoHitler e os seus actos, sabes o que acontecia, não sabes? ”

            O nazismo defende o extermínio de povos inteiros.  

            Comparar o nazismo com Copérnico, Galileu ou Zola é uma MONSTRUOSIDADE.

            O único livro que eu conheça, para além da propaganda nazi, que incita ao extermínio é a Bíblia, aliás, de forma muito mais explicíta do que a propaganda nazi que só o faz muito subrepticiamente.

            Vamos então proibir a Bíblia ?

            “Não era a Igreja Católica,  que proibia o livro e julgava o autor, nãoachas?”

            Se a lista que eu publiquei é a lista de livros proibidos pela igreja, com certeza que era a igreja que proibia os livros.   Enquanto a igreja deteve o poder político as autoridades civis seguiam as indicações da igreja nesses aspectos, pelo que és uma verdadeira ABERRAÇÃO de hipocrisia quando dizes que a igreja não tinha nada a ver com as proibições que ela própria instituía no index.

            Tempos houve em que até era mesmo a igreja que julgava, e até MATAVA no teu querido tribunal da inquisição.

            “Todo o teu comentário é composto deste material asneirento.”

            Ainda não percebi o que é pior.  Se o serem completamente imorais e monstruosamente hipócritas ou terem todos a mania que são muita  bons mesmo quando dizem as piores idiotices.

            Portanto, para ti, a igreja não tem nada a ver com o facto de ela própria ter proibido livros e às vezes até ter queimado vivos os autores.  

            Depois garantes que nada tens a ver com isso mas acrescentas logo que, não só foram muito bem proibidos, como,   AINDA HOJE devia haver censura em larga escala a todos os níveis de comunicação, livros, jornais, blogs etc. !!!!!!!!!!!!!!!!

            E depois ainda dizes que eu é que digo asneiras.  Não sei se reparaste que só disseste idiotices, contradições e imoralidades do pior calibre.   

            Já que queres proibir os blogs dos outros, devias ser corrido deste.  

            Só para ver se gostas do teu veneno.

            Mas de qualquer maneira obrigado.   

            Serves para exemplificar as tretas do outro aldrabão, que diz que casos patológicos como tu são “epifenómenos”, quando neste mesmo blog não falta, às dezenas, quem defenda a inquisição, a censura de obras científicas e literárias – até de simples conversas.

          • Mr X

            ”Portanto, a ONU devia fazer censura  NÃO SÓ
            de obras científicas e literárias, mas até de conversas e blogues” – com certeza
            que sim.

            Em vez de ser a CIA e outras entidades a
            catalogar e depurar a informação (como hoje fazem) deveria ser a ONU.

            E, há muito lixo que deveria ser banido da
            Internet ou das estantes.

            ”Suponho no entanto que TU não gostasses de ser
            censurado” – supões mal. Eu quero ser censurado em igualdade com todos os
            demais. Ou seja, quero que existam regras e essas regras se apliquem a mim e a
            todos de igual forma.

             

            “Imoral” 
            és tu e a tua treta. Eu quero decência, responsabilidade, liberdade e
            moralidade, tu queres indecência, irresponsabilidade, libertinagem e imoralidade.
            Não tens é cultura suficiente para perceber a enormidade daquilo que dizes.   

             

            Atenção a tu burrice e estupidez:

             

            i – “vocês” , é uma generalização absurda e estúpida,
            pois o que eu digo apenas me vincula a mim e a mais ninguém.

            i i  – “Quando
            são so ateus a falar” – e quem te disse que não sou ateu, ou quando é que eu
            declarei aqui alguma crença?

             

            iii – “Vocês não aprenderam nada em dois mil
            anos de massacres” –  Se tua achas que a
            História do Homem começou há dois mil anos, é problema teu.

            Mas, as guerras, os massacres e a violência não
            começou há dois mil anos. Aliás, foi bem mais cruel uns milhares de anos a trás.
            A violência não é propriedade da civilização Ocidental, nem de nenhuma corrente
            ideológica. Infelizmente é transversal a presença do Homem, em todas as
            culturas e em todas a ideologias.

            A propósito, deixa-me lembrar-te que em nenhum
            regime do mundo a censura foi tão apertada e cruel como no comunismo russo e
            chinês, de facção ateísta.

             

            iv – “casos patológicos”  – são palermas como tu que nem percebem que a
            libertinagem e o descontrole são os maiores perigos para a humanidade.

            Um exemplo: se eu poder publicar livremente a
            forma de construir engenhos explosivos com matérias comuns, estou a facilitar o
            terrorismo. Segundo a tua treta, isso interessa-te e se eu eliminar tais sites
            ou livros estou a ser “imoral”.

             
            ”Portanto, Descartes, Bacon,  Erasmo, Sartre,
            Copernico, Giordanno Bruno, Espinoza, deviam ser proibidos porque SÃO
            “LESIVOS” e comparas estas obras ao nazismo ?

            Podes dizer em que é que Descarte, Espinoza,
            Sartre, Zola etc atc etc foram lesivos para a humanidade ?”

             

            Tenho que te chamar outra vez burro. Tu
            confundes as pessoas com a sua obra. Todos o que tu citas, e muitos mais, escreveram
            cosias que merecerem crédito e tem valor,  e outras que merecem ser destruídas e ignoradas
            “ab infinitum”. A tua estupidez leva-te a pensar que um fulano que fez algo de proveitoso,
            é sempre genial e tudo o que faz. Estupidez!!!

             

             “Enquanto a igreja deteve o poder político”- tu andas na lua. A
            igreja esteve no governo onde?

            Talvez na França de Richelieu, que combatia
            protestantes de um lado e apoiava-os noutro. Um católico que combatia católicos
            na Espanha… e por aí fora.

            ” até MATAVA no teu querido tribunal da
            inquisição.” – Burrice tua.

            Eu nada tenho a ver com o tribunal da inquisição, daí que não me
            seja querido. Olhando para a forma como o invocas, acho-o mais próximo de ti do
            que de mim.

            Mas, o que parece que tu não sabes, é que quem matava não era a
            Igreja Católica mas sim o poder legal de cada país, por vezes, como na Espanha,
            sob protesto da Igreja.

             

            Portanto a igreja não queimou ninguém, limitou-se a condenar e o
            poder civil a executar a sentença. Alguns deles, diga-se, até mereciam.

             

            Sim, sou favorável a regras rígidas e explícitas, rigorosamente
            cumpridas sob o que é publicado e publicável.

            Pior do que haver regras apertadas é, sem duvida, não haver regras.
            E, há muito livro que merecia a fogueira, muito site e blogue que mereciam ser cancelados  e até canais de TV que merecia ser
            encerrados. Neste lote cabe todo o espectro ideológico, da esquerda e da
            direita,  desde ateus a crentes ,
            incluindo algumas correntes cristãs.

            A ti interessa-te o descontrole, a estupidez e anarquia, a mim não.

             

            Repara na tua noção de liberdade, querias que eu fosse corrido
            deste blogue, só porque não te agrado e acusas-me de intolerância.

             

            Mentes quando, me acusa de defender a inquisição
            ou  censura de obras científicas.  O que eu defendo é limitação da estupidez, a que
            tu podes chamar “literatura” ou “conversa”.

            Repara que as obras de divulgação cientificas
            não devem ser proibidas, mas a ciência tem que ter regras e na sua aplicação e limitações
            seu âmbito.  È necessário controlar a ciência
            e a divulgação de técnicas que a ciência pode tornar perigosas.

             

            Tu vives onde? Em que planeta?

            Sabes que as pessoas honestas
            e decentes  detestam o excesso de
            liberdade. O exemplo mais recente: hoje mesmo foram alteradas as regras do “espaço
            Schengan”. Sabe-se agora que mais 70% das pessoas são favoráveis ao controlo de
            fronteiras… ou seja, nada de liberdade a mais.

    • Ludwig

      António,

      O facto do rabino não ter dito aquilo é irrelevante para os pontos que eu fiz. Apenas lhe parece relevante porque decidiu fingir que não percebia o que interessava. Nomeadamente, que não faz sentido aceitar o testemunho ou a autoridade de quem afirma aquilo que não pode saber e que, por isso, o mais sensato é rejeitar as muitas alegações que inúmeras religiões fazem acerca dos deuses. E, também por isso, é intelectualmente desonesto afirmar que se sabe o que os deuses querem, como são, o que fizeram e afins.

  • Anónimo

    Vá, Ludwig, apareça, venha ao debate, não deixe que esta maralha desesperada, tão intelectualmente indigente, o substitua.

    • Anónimo

      Não, Toninho; vem tu ao debate contrariar a argumentação do HE_MAN. Aproveita, que o debate está (finalmente!) a subir de nível.

    • BBB

      António Fernando, vai lavar a igreja, e deixa os debates para quem lê (o Ludwig só lê na praia), não te metas nisso.

      Aproveita para endireitar o pescoço à Maria com a esfregona, que anda sempre tão tristinha nos olhos e com aquela torcida pavorosa no gargalo; e faz o curativo ao menino Jesus, que sangra muito dos costados. És tão pateta.

    • HE-MAN

      Ó grande génio dos blogs.

      Ó grande ser que concentra toda a cultura da humanidade.

      Ó luz dos nossos olhos.

      Como podes ver, com a resposta do X, a tua aldrabice de que “não se pode generalizar” cai no ridículo de neste mesmo blog teres amiguinhos teus cristãos a defenderem a gignatesca perseguição intelectual que a igreja fez, em nome de deus, ao longo de 1500 anos, e ainda a dar-se ao requinte de dizer que HOJE seria muito benéfico manter essa perseguição.

      Ou seja, a maior perseguição intelectual de toda a história da humanidade, sistemática ao longo de 1500 anos, que contou com a activa participação de toda a hierarquia da igreja ao longo de todo esse tempo, ainda hoje conta com apoiantes ao ponto de os encontrares abertamente neste mesmo blog, a saltarem imediatamente em defesa dessa perseguição.  

      Tendo em vista todos estes dados, gostava de saber como é possível manteres MENTIRAS incríveis, como a de que nenhum erro ou crime religioso pode ser generalizado quando vemos que FOI PRÁTICA GENERALIZADA, ao longo de 1500 anos e que ainda hoje está tão GENERALIZADA que conta com apoiantes ao ponto de não teres sequer de sair deste post para encontrar alguns dos mais descarados.

      Podias explicar, tu que és o único inteligente e que lê livros, como é possível haver maior ABUSO ESPECULATIVO do que decidir unilateralmente que deus não gosta de copérnico e de Sartre, mas que gosta imenso dos papas e bispos energúmenos que proibiram esses autores.  

      Baseados em quê, senão na especulação mais alucinada, se pode dizer que papas e bispos obtusos e perseguidores são mais queridos a deus do que os cientistas e intelectuais que tentaram tirar-nos das trevas da ignorância e que eles perseguiram, por vezes até à morte.

      Tendo sido essa perseguição constante ao longo de 1500 anos, tendo envolvido toda a estrutura, toda a hierarquia e todos os meiosda igreja ao longo de 1500 anos, tendo essa perseguição ainda hoje apoiantes por todo o lado, baseado em quê, senão na aldrabice mais desonesta e no pensamento mais bronco e obtuso, podes afirmar que, práticas generalizadas em massa ao longo de 1500 anos “não se podem generalizar”.

      Mais generalizadas do que realmente foram é impossível.   É impossível haver práticas mais generalizadas do perseguições de 1500 anos que mobilizaram toda a igreja e grande parte da massa dos fièis.

      Como é possível que um tipo como tu, ainda por cima sempre armado ao pincareiro, que és um grande intelectual e tal, depois passe pelo maior dos broncos ao negar as realidades mais evidentes ?

    • HE-MAN

      Ó grande génio dos blogs.

      Ó grande ser que concentra toda a cultura da humanidade.

      Ó luz dos nossos olhos.

      Como podes ver, com a resposta do X, a tua aldrabice de que “não se pode generalizar” cai no ridículo de neste mesmo blog teres amiguinhos teus cristãos a defenderem a gignatesca perseguição intelectual que a igreja fez, em nome de deus, ao longo de 1500 anos, e ainda a dar-se ao requinte de dizer que HOJE seria muito benéfico manter essa perseguição.

      Ou seja, a maior perseguição intelectual de toda a história da humanidade, sistemática ao longo de 1500 anos, que contou com a activa participação de toda a hierarquia da igreja ao longo de todo esse tempo, ainda hoje conta com apoiantes ao ponto de os encontrares abertamente neste mesmo blog, a saltarem imediatamente em defesa dessa perseguição.  

      Tendo em vista todos estes dados, gostava de saber como é possível manteres MENTIRAS incríveis, como a de que nenhum erro ou crime religioso pode ser generalizado quando vemos que FOI PRÁTICA GENERALIZADA, ao longo de 1500 anos e que ainda hoje está tão GENERALIZADA que conta com apoiantes ao ponto de não teres sequer de sair deste post para encontrar alguns dos mais descarados.

      Podias explicar, tu que és o único inteligente e que lê livros, como é possível haver maior ABUSO ESPECULATIVO do que decidir unilateralmente que deus não gosta de copérnico e de Sartre, mas que gosta imenso dos papas e bispos energúmenos que proibiram esses autores.  

      Baseados em quê, senão na especulação mais alucinada, se pode dizer que papas e bispos obtusos e perseguidores são mais queridos a deus do que os cientistas e intelectuais que tentaram tirar-nos das trevas da ignorância e que eles perseguiram, por vezes até à morte.

      Tendo sido essa perseguição constante ao longo de 1500 anos, tendo envolvido toda a estrutura, toda a hierarquia e todos os meiosda igreja ao longo de 1500 anos, tendo essa perseguição ainda hoje apoiantes por todo o lado, baseado em quê, senão na aldrabice mais desonesta e no pensamento mais bronco e obtuso, podes afirmar que, práticas generalizadas em massa ao longo de 1500 anos “não se podem generalizar”.

      Mais generalizadas do que realmente foram é impossível.   É impossível haver práticas mais generalizadas do perseguições de 1500 anos que mobilizaram toda a igreja e grande parte da massa dos fièis.

      Como é possível que um tipo como tu, ainda por cima sempre armado ao pincareiro, que és um grande intelectual e tal, depois passe pelo maior dos broncos ao negar as realidades mais evidentes ?

  • Kavkaz

    Uma boa notícia!

    Geert Wilders, que estava a ser julgado por incitamento ao ódio e à discriminação dos muçulmanos, foi ontem ilibado de todas as acusações pelo Tribunal holandês.

    É, sem dúvida, uma grande vitória para a liberdade de expressão!

    Parabéns a Geert Wilders!

    • Anónimo

      Estes também devem ter ficado muito contentes:

      “Eu não quero alienar os muçulmanos, quero
      eliminá-los”

      Christopher Hitchens

      “Algumas ideias são tão perigosas que seria
      até mesmo ético matar pessoas por acreditar nelas.

      Isso pode parecer uma afirmação extraordinária, mas meramente enuncia um facto
      ordinário sobre o mundo no qual vivemos. Isso é o que os Estados Unidos
      tentaram no Afeganistão e o que nós e outras potências ocidentais estamos
      obrigados a tentar, mesmo a custo maior para nós e para inocentes no exterior,
      em todos os lugares do mundo muçulmano”

      Sam Harris

      • Kavkaz

        antoniofernando2, não sabes “interpretar”! Já te explicaram essa tua dúvida existencial, mas não aprendeste nada! Não é defeito teu, é feitio!

      • HE-MAN

        Ó fernandinho disfarçado, o Harris não está a falar de todos os islâmicos mas está a falar de terroristas que nos tentam matar.

        Se eles pudessem, os teus “epifenómenos” fanáticos religiosos islãmicos, davam cabo da tua família só pelo gozo, pondo uma bomba debaixo da cama da tua mulherzinha “ateia” só para tu teres que apanhar os bocados colados às paredes.   

        Nessas condições abatê-los é simplesmente autodefesa.   

        Mas a tua desonestidade proverbial obriga a que finjas que não percebes nada e que interpretes à “maneira” conforme te apetece.

        • Anónimo

          Olha quem fala, o intrépido carrasco de mulheres muçulmanas, este escarro de grandecíssimo hipócrita do Moloch Baal.

          Ainda te recordas do tempo em que aqui sustentaste a lapidação de
          SAKINED MOHAMMADI ASTHINI ou as beberragens que andaste a emborcar na Floresta dos Carnutos toldaram-te a memória e a tua estaleca só te dá para vires agora armado em cobarde defensor dos ” mericanos” ?

          • HE-MAN

            Se ela realmente assassinou o marido volto a defender a sua execução.   

            Se foi apenas adultério, és TU o CÚMPLICE dessa execução, ao continuares a dizer bacoradas do género de afirmar que crimes como perseguição da sexualidade “não se podem generalizar” quando a tua igreja e todas as monoteístas perseguiram e continuam a perseguir DE FORMA GENERALIZADA, com todos os meios ao seu alcance, a livre expressão da sexualidade humana.

            Se foi por assassinato atiro já a primeira pedra.

            Se foi apenas adultério, és TU que a estás a atirar porque estás a encobrir o sistema de levou ao seu assassinato.  

          • HE-MAN

            Continua a fazer-te de idiota.  Afinal nem precisas d efazer um grande esforço, basta seres tu mesmo.

            Entretanto. volto a dizer, se ela só foi condenada por adultério e não por assassinato, então o assassino és tu, porque ENCOBRES miseravelmente, como miserável que és, a verdadeira extensão do problema.

            Porque, para ti, “não se pode generalizar” o problema da violência na crença.  Somo então obrigados a fingir que casos desses não passam de “epifenómenos” rarissímos e não aquilo que realmente é – uma pratica milenar das igrejas.

            É o mesmo que lançares a primeira pedra meu assassino.

            PS

            Com tanto arguemento idiota ainda não recorrste à tua prática habitual de roubares as identidades para confundir a discussão ?   

            Essa é outro dos teus “epifenómenos” que vemos em toda a parte nos crentes,a começar por ti, o ódio aos interlocutores e à liberdade de discussão.

  • Kavkaz

    Outra boa notícia do Brasil…

    O Rio de Janeiro celebrou hoje a união estável de 43 casais homossexuais.

    A cerimónia coletiva de união foi conduzida pelo desembargador Siro Darlan, que
    defendeu o registro da união entre pessoas do mesmo sexo. “O papel do Estado e
    do Direito é de acolher, não de rejeitar. Já é passado o tempo em que as pessoas
    se incomodavam com a preferência sexual alheia”, afirmou Darlan.

    É mais uma vitória dos “Direitos Humanos” e o fim da discriminação pela orientação sexual.

    Sabe-se que a Igreja Católica portou-se mal neste caso, como esperado, e morde-se de raiva por não conseguir impor-se nas decisões particulares destas pessoas, não conseguindo proibi-las de serem felizes à sua maneira. 

    • Mr X

      “O Rio de Janeiro celebrou…” – quem é o Rio de Janeiro? Olha que não foi o povo do Rio, de certeza.

      • HE-MAN

        O povo votou nos políticos que já vinham a anunciar a necessidade de acabar com a vossa CRIMINOSA discriminação, praticada por CRIMINOSOS como tu.  

  • Kavkaz

    No julgamento de Geert Wilders: discurso da Testemunha Wafa SultanDia 12 de Outubro de 2010, na sessão do Tribunal da Holanda, a examinar ademanda judicial contra o líder holandês do Partido da Liberdade, GeertWilders, o Procurador exigiu encerrar o processo pois, na opinião dele, “aspalavras de Geert Wilders, dirigidas contra a religião muçulmana, não podemser punidas na Holanda”.
    “A comparação do “Alcorão” com o “Mein Kampf” de Hitler, com o Comunismo eo Fascismo podem chocar, mas não representa uma infracção à lei”, diz-se nocomunicado do Procuradoria.
    A Procuradoria esteve desde o início contra a perseguição a Geert Wilderspelas suas afirmações sobre o Islão, acreditando que o autor do filme”Fitna” actuou dentro dos limites da liberdade de expressão. No entanto, oTribunal insistiu na continuação do processo judicial.
    Na qualidade de Testemunha interveio no Tribunal a conhecida escritora eactivista Wafa Sultan, que escreveu diversos livros sobre o Islão nos EUA.
    Propõe-se à vossa atenção as passagens do seu depoimento, lidas no Tribunalholandês e publicado na Internet.
    Pela primeira vez um Tribunal ocidental deu acordo à audição a opiniãosobre o Islão por parte duma mulher muçulmana, na qualidade de peritaoficial, reconhecida pelo Tribunal.
    O Juiz leu perante a câmara a comunicação de Wafa Sultan, a análise delasobre o Islão e o seu apoio directo a Geert Wilders. “Sim, o Alcorão é umlivro fascista. Não, o Islão não é compatível com os valores ocidentais.Não, não existe o Islão moderado”.
    “Eu nasci e cresci numa família muçulmana e fui muçulmana durante 30 anos.Eu nasci na Síria e desde a primeira classe estudava o “Alcorão” duas horaspor dia. Depois estudei na Faculdade de Medicina em Khaled, Síria. Termineio curso em 1981. Com o diploma trabalhei 4 anos num hospital psiquiátricoaté 1989, enquanto não parti para os EUA. Desde aí ocupo-me em pesquisacientífica sobre o Islão.
    Na Síria, mesmo trabalhando como médica, eu estava sobre uma potenteinfluência da ideologia islâmica e não tinha condições de pensar sobre omal que trás a nossa religião. Eu tinha dúvidas, mas receava pensar nisso.O meu trabalho actual é de pesquisa comparativa no domínio da Medicina,Psiquiatria e Islão. Eu procuro justificação para o atraso do mundomuçulmano, pois a fé define em muito o comportamento das pessoas.
    As nossas acções são o produto do nosso conhecimento. Isto é verdade no seuconjunto e, particularmente, para o Islão. Se perguntarem qual é a minhaopinião na discussão do carácter hereditário e obtido no comportamentohumano eu respondo-lhes: 50 % é hereditário e 50 % educação. Com o tempo aeducação deixa a sua marca no DNA e o Islão já tem 1400 anos.
    Perguntam-me sobre as minhas publicações: eu sou uma autora conhecida nomundo árabe e escrevi muitos livros.
    Querem saber qual é mesmo o problema? É que os muçulmanos querem matar osnão-muçulmanos. O Alcorão diz que Maomé deve ser um exemplo de imitaçãopara todos os muçulmanos.
    Perguntam-me pela União Internacional da Liberdade na Dinamarca. Sim,convidaram-me para lá ir em 2009. Eu intervim com um discurso e Wilderstambém. Eu ovacionei-o. Ele saiu logo a seguir à intervenção e não tiveoportunidade de falar com ele. Antes disso eu tinha visto o filme “Fitna” econhecia os pontos de vista dele. Disse-lhe que tinha orgulho nele. Porquê?Porque ele é uma pessoa corajosa e fala verdade. Podem perguntar-me, em queconsiste a verdade? Consiste no problema que está profundamente entranhadono estudo do Islão, no Alcorão e na biografia de Maomé e que se levantaperante a Humanidade.
    Eu não nego que estou do lado de Geert Wilders. Aqui citam o meu discurso.A única coisa que eu não disse foi que o Ocidente deve lançar uma bobaatómica sobre o mundo árabe. Eu disse que o Ocidente deve fazer pressãosobre o mundo árabe. Eu tinha em vista a pressão política e económica. Todaa minha geração e família são muçulmanos e eu não podia lançar-lhes a bombaatómica.
    Perguntam-me se haverá incorrecções entre as intervenções de Wilders. Não,todas elas estão correctas.
    A sua primeira intervenção: “O Islão quer dominar, submeter e destruir acivilização ocidental”. Eu estou de acordo com isto.
    No Alcorão está escrito que o mundo muçulmano irá dominar o mundo. As leisde Maomé demonstram que o Islão tende para isso. Ele destruiu todos os queestiveram contra ele. Assim está escrito na biografia de Maomé, escritadois séculos depois da sua morte.
    Outra citação do filme de Wilders “Parar o Islão”. Os valores islamitas nãoservem para a sociedade ocidental. O Islão não dá qualquer valor à vidahumana. Os muçulmanos existem no mundo para matar ou serem mortos em nomede Allah, a difusão do Islão e a obtenção do bilhete de entrada no Paraíso.
    Perguntam-me de que forma os muçulmanos, a viverem no Ocidente, obtêm avitória do Islão? Eles exigem aos não-crentes a conversão ao Islão e seeles recusarem, matam-nos.
    A citação seguinte “Não existe o Islão moderado”. Na verdade, na Sírianunca ouvi nada sobre o Islão moderado. Há só um Islão. Recentemente, oPrimeiro-Ministro da Turquia disse o mesmo. Ele disse que o “Islãomoderado” é uma “frase repugnante”.
    A seguir, Wilders disse: “O Islão é o Alcorão e mais nada além do Alcorão”. Completamente verdade, são as palavras de Allah.
    Wilders disse que “O Alcorão é o “Mein Kampf” da religião e que tem porobjectivo destruir os outros”. Com isto posso estar de acordo numdeterminado sentido. O “Alcorão” é pior que o “Mein Kampf”, pois o último éum livro político e o “Alcorão” é uma mistura de política e religião. Naminha maneira de ver é mais fácil vencer uma ideologia política do que umaideologia política apresentada em forma de religião.
    “O Islão fascista e é um livro fascista”. Está correcto. Eu apresento umexemplo duma surata do Alcorão: “Eu inserirei terror nos corações dosincrédulos. Eu corto-lhes as cabeças e os dedos”. Isto não é fascismo?Vocês dizem que na Holanda há uma corrente muçulmana que explica este versocomo útil somente no período de guerra. Não é assim. Para um muçulmano o”Alcorão” é a verdade superior em qualquer tempo e lugar.
    Para o muçulmano é a palavra absoluta de Allah e todos eles devemcomportar-se correspondentemente. A Acusação afirma que nem todos osmuçulmanos se comportam dessa tal maneira e exigem-me explicações. Eurespondo: é porque eles não sabem o “Alcorão” suficientemente bem. O”Alcorão” foi escrito em árabe e 80 % dos muçulmanos não são árabes. Nãoexistem boas e justas traduções do “Alcorão”. Isto é assim porque o Islãoproíbe a tradução do “Alcorão”. Em comparação com as traduções árabes o”Alcorão” soa mais “leve”, está “açucarado”.
    O terrorismo é mais propenso aos árabes do que aos outros muçulmanos porqueos árabes sabem bem o que está escrito no Alcorão. Se eles cumprirem o queestá escrito até ao fim, então eles transformam-se em terroristas. NoAfeganistão nunca houve terroristas, enquanto não entraram lá os mujahidsárabes. A Indonésia era outro país há 30 anos atrás.
    Os sauditas arabizaram a Indonésia com os seus petrodólares. Hoje, osindonésios são mais wahabistas e islamitas que os próprios sauditas.  (…)
    “A Holanda é um país de islamismo missionário”. Isto é verdade. Qualquerpaís do mundo é visto pelos muçulmanos como terreno missionário. Dou oexemplo dos EUA. Eles tentam entrar na sociedade. Um professor de Históriado meu bairro inventou um projecto: todo aquele que aceitar, mesmo que sejaum só, fazer o jejum no Ramadão, recebe mais 10 valores na nota.
    “O Islão é uma religião de violência”. É assim. Se vemos no “Alcorão”:”Cortem-lhes as cabeças e os dedos”, é difícil chamar-lhe religiãopacífica. Na infância, na Síria, dizia-me com orgulho que Maomé destruiunuma noite 800 judeus. Ele passou a noite com uma mulher judia cujo pai eirmãos tinha destruído.
    Se então me perguntassem, menina de oito anos, “O que preferes, um rebuçadoou matar um judeu?”, eu, com certeza, responderia “Matar um judeu”.
    Maomé começou em Meca, convertendo em 13 anos 150 pessoas. Depois mudou-separa Medina e começou a implantar violentamente o Islão. Em 9 anos elederrubou todos os que não estavam de acordo. Em Meca o “Alcorão” ainda erapacífico, mas em Medina tornou-se violento.
    O Sr. Wilders disse “Sem os versos a espalharem o ódio, o “Alcorão”transforma-se num pequeno livro do tamanho do “Pato Donald”. É verdade. Eudigo isto com base do conhecimento do “Alcorão”.
    Vocês dizem que no filme de Wilders os muçulmanos exprimem-se negativamenteem relação aos judeus e perguntam-me se isso corresponde às normas doIslão. Sim, respondo eu, corresponde.
    Vocês perguntam-me quando é que me surgiram as primeiras dúvidasrelativamente ao Islão. Eu encontrei o meu futuro marido em 1975. Elenasceu na Síria numa família muçulmana, mas abandonou a religião. Depois damorte do pai ele foi educado em casa de um amigo do pai, muçulmano. Logo noprimeiro encontro ele tentou influenciar-me, mas eu resistia. Em 1978, àminha vista, os “Irmãos muçulmanos” mataram o meu professor. Elesdispararam contra ele aos gritos de “Allah Akbar”.
    Eu comecei a perguntar-me. Eu não tinha coragem de duvidar do Islão, masperguntava-me: “Isto é o Islão que permite tais crimes? Eles entendemcorrectamente o ensinamento ou será o próprio Islão o culpado?”Wafa Sultan é uma psiquiatra americana de origem síria, nascida numafamília alavita. Ela vive em Los Angeles (Califórnia, EUA) onde se instalouem 1989 e mais tarde tornou-se cidadã americana.
    Ela obteve notoriedade depois dos actos terroristas de 11 de Setembro de2001 ao participar em debates políticos sobre a situação no Médio Oriente.Os seus artigos, escritos na língua árabe, foram publicados em diversosjornais. Ela interveio também na televisão, particularmente nos canais”al-Jazeera” e CNN.
    A 21 de Fevereiro de 2006 Sultan, que se encontrava nos estúdios em LosAngeles, participou num debate com Feisal al-Kasem e Ibrahim al-Khuli sobreo tema “O choque das Civilizações”, apresentado pela primeira vez porSamuel Huntington.
    Wafa Sultan criticou os muçulmanos pela sua relação não adequada em relaçãoaos descrentes e o não reconhecimento dos seus êxitos, ao mesmo tempo queos próprios muçulmanos utilizam os recursos e as tecnologias deles. OInstituto de pesquisas jornalísticas do Médio Oriente (MEMRI) publicouexcertos da sua entrevista, que foi traduzida em inglês e depois publicadaem diversos websites.

    • Kavkaz

      O filme “Fitna” de Geert Wilders que mostra a influência negativa do Corão pode ser visto aqui:

      Parte I (em português):

      http://www.youtube.com/watch?v=3ShUH3qEDD4&feature=player_embedded#at=15

      Parte 2 (em português):

      http://www.youtube.com/watch?v=1QoIQHWqNCc&feature=related

    • Anónimo

      Mas, Luizeco, esclarece também aí o pessoal do alto da tua sapiência. Isto é literal ou metafórico ? :

      1) “Eu não quero alienar os muçulmanos, quero
      eliminá-los”

      Christopher Hitchens

      2) “Algumas ideias são tão perigosas que seria
      até mesmo ético matar pessoas por acreditar nelas.

      Isso pode parecer uma afirmação extraordinária, mas meramente enuncia um facto
      ordinário sobre o mundo no qual vivemos. Isso é o que os Estados Unidos
      tentaram no Afeganistão e o que nós e outras potências ocidentais estamos
      obrigados a tentar, mesmo a custo maior para nós e para inocentes no exterior,
      em todos os lugares do mundo muçulmano”

      Sam Harris

      • Kavkaz

        antoniofernado2, és o papagaio do costume. Acho que dou importãncia a papagaios desmiolados como tu? Estás aqui só para encher “chouriços”. Vai lavar a igreja que hoje é feriado para a escrava que lá costuma trabalhar!!

        • Anónimo

          Luizeco, palpita-me que és bom a insultar mas um ” pouco” peco a argumentar.

          Porém, naquele comentário lá de cima palpitaste à rédea solta.
          Aqui prendeu-se-te a língua, foi ?

          Bom,Luizeco, pode ser que o outro teu alter ego ” Jesus Cristo” venha aqui dizer de sua justiça…

          • Jesus Cristo

            És muito giro a descobrir alter egos. És, és.
            Como descobriste? Foi a tua fé que te iluminou?
            Deve ter sido a mesma fé que te levou a acreditar que foi um carpinteiro judeu quem criou o mundo, o universo, as galáxias os planetas, a vida e até os percevejos.
            A tua fé leva-te longe, leva, leva!
            Tenta outra, pá!

          • Anónimo

            Ó Dr. Luís, então não te reconheces nos teus vários alter-egos?

            Ah,presta mais atenção ao que vais escrevendo, Luizeco, há expressões em que facilmente te denuncias.

            Em caso de ferreiro espeto de pau, taralhoco ?…

          • Jesus Cristo

            És de facto um imbecil cheio de fé, passe o pleonasmo.

          • BBB

            Ó fofura de Deus e Senhor, o BBB é este que escreve. Não há aqui alter-egos. E quem se apropriar da minha autoralidade ou nick, eu denuncio. Eu sei, António, que tens medo dos vivos!

            Eu sei que tens um medo e respeito incrível por mim, mas escusas de arranjar fantasmas.

            Teu amigo Vivo.

          • Anónimo

            Tu és muito bom a armar-te ao pingarelho mas é só da boca para fora.

          • BBB

            António, já tomaste o chá? Relaxa. Princípio da inveja? Vem em Aristóteles, ou melhor, Kierkegaard? «Já ouviste falar…»; é só espuma e bálsamo para jumentos que tens na porra da cabeça!

            Visto daqui de cima, da vida, as tuas figuras são hilariantes.

            Que gostas de ouvir quando está o Deus a pulsar na cabeça?

    • Mr X

      A sra. Wafa, ao fazer afirmações destas não pode ser levada sério.
      “Sim, o Alcorão é um livro fascista. Não, o Islão não é compatível com os valores ocidentais.Não, não existe o Islão moderado”.

      Eu que não sou islâmico e tenho um bocado de receio dos islâmicos, tenho mais respeito pelos muitos islâmicos moderados (que efectividade existem).como por exemplo ElBaradei. Esta Sra. mente para agradar a alguém, ou paga por alguém. 
      Toda a gente sabe que o sr. Wilders é um medíocre que se serve de algumas patacoadas estúpidas para ser notado. 

      Gente de pouco valor. 

      • Kavkaz

        Você já leu o Corão?

        • Mr X

          li algumas partes, numa tradição francesa.

          Ao contrário do que diz a sra. Wafa, o Alcorão está traduzido, na sua totalidade, em cerca de 50 línguas, por partes está traduzido em mais de 100 línguas.

      • Kavkaz

        Você viu o filme de Geert Wilders, “Fitna”?

        • Mr X

          Não, não vi. Vi apenas pequenas partes, resumos promocionais, na Internet, mas como não tinha nada que interessasse não vi. Achei o filme medíocre e sem interesse. 

      • Kavkaz

        “Gente de pouco valor.” – escreveu você. Ahahahah… Você deve estar a ver-se ao espelho.

        Geert Wilders é deputado do Parlamento Europeu e o partido dele faz parte da coligação do Governo holandês. Se ele é gente de pouco valor, então você é quem?

        • Mr X

          O facto de ser politico não abona nada a seu favor, pelo contrário, se mais nada houve contra, teria já motivo suficiente para não o ter por pessoa “de valor”.  

          • Kavkaz

            Deveria ser você a mandar sem eleições para ter TODO o valor. Também era assim no fascismo.

    • Mr X

      A sra. Wafa, ao fazer afirmações destas não pode ser levada sério.
      “Sim, o Alcorão é um livro fascista. Não, o Islão não é compatível com os valores ocidentais.Não, não existe o Islão moderado”.

      Eu que não sou islâmico e tenho um bocado de receio dos islâmicos, tenho mais respeito pelos muitos islâmicos moderados (que efectividade existem).como por exemplo ElBaradei. Esta Sra. mente para agradar a alguém, ou paga por alguém. 
      Toda a gente sabe que o sr. Wilders é um medíocre que se serve de algumas patacoadas estúpidas para ser notado. 

      Gente de pouco valor. 

    • Mr X

      “na qualidade de perita oficial…”
      Não de forma facciosa foram buscar alguém que é anti-islamita. Por que razão não foram buscar um imã especialista no estudo da religião Islâmica mas alguém que combate o islamismo?

      Um tribunal que alinha nestas palhaçadas de “peritos” não é um tribunal para levar a sério.
      Aliás, se aquilo que aqui se reproduz corresponde às exactas declarações da sra. Wafa,  diga-se que contem imprecisões e mentiras sucessivas.   

      • Kavkaz

        O Tribunal é que escolheu a perita. Você é que quer mandar nos Tribunais? Você não sabe do que fala…

        • Mr X

          Eu não quero mandas nos tribunais, mas tenho o direito de exigir que os tribunais sejam sérios e honestos. 

      • HE-MAN

        Outra coisa meu criminoso.

        Não respondeste em que é que os escritos de Copérnico, Sartre, Espinoza, Zola, etc são perigosos para a humanidade e, segundo um criminoso como tu, devem ser destruídos.

        Não respondeste também, quando deste o exemplo de que tudo o que possa incentivar ao ódio deve ser destruído e eu te respondi que a bíblia e o Corão são praticamnete os ÚNICOS livros que incitam abertamente ao ódio, à guerra e ao extermínio, porque até o Mein Kampf o faz da forma mais discreta possível.

        Devemos então começar por proibir a bíblia e o alcorão ?

  • HE-MAN

    “Pior do que haver regras apertadas é, sem duvida, não haver regras.
    E, há muito livro que merecia a fogueira, muito site e blogue que mereciam ser cancelados  e até canais de TV que merecia ser
    encerrados. Neste lote cabe todo o espectro ideológico, da esquerda e da
    direita,  desde ateus a crentes ,
    incluindo algumas correntes cristãs.”

    Mr X dixit

    Queria chamar a atenção dos autores deste blog para declarações criminosas como esta aqui feitas habitualmente pelos crentes.

    Para além de reduzir a nada a posição de certos crentes  aldrabões que dizem que este tipo de coisas são “epifenómenos” rarissímos, que “não se podem generalizar” quando vemos que foram praticados em massa por todas as religiões ao longo de milhares de anos e que, ainda por cima, até neste blog se encontram criminosos destes, aos montes para defender os mesmos crimes.

    Eu vinha sugerir aos autores que aqui publicam, que publicassem e lançassem a discussão declarações destas feitas pelos crentes participantes.  Ilustram muito melhor a demência em que vivem e o perigo que são para a civilização do muitas das vossas “piadas” e anedotas provocativas que, por vezes, levam as pessoas a pensar que vocês são exagerados e caricaturais nas vossas criticas.

    Não há melhor caricatura do que pô-los a falar livremente.

    Por favor, publiquem estas coisas.  

    É um serviço público fazer conhecer o verdadeiro pensamento dos crentes.

    • Mr X

      Até concordo contigo:

      “Queria chamar a atenção dos autores deste blog para declarações criminosas…” que estão aqui a ser feitas por anarcas, libertinos perigosos como este  He-man, que odeia as leis, as regras, a paz, a liberdade, o respeito, a ordem a cultura… etc.

      • HE-MAN

        Portanto, para ti a liberdade e a cultura é queimar as obras literárias e científicas mais importantes do nosso tempo.

        Tu devias estar encerrado num hospício.

        • Mr X

          Estás a delirar.
          Dá-me um exemplo de uma obra de Zola que seja “das mais importantes do nosso tempo”?

  • HE-MAN

    Um crente defendendo o index da igreja a propósito dos escritos de Copérnico, Sartre, Espinoza, Zola, etc

    “Tenho que te chamar outra vez burro. Tu
    confundes as pessoas com a sua obra. Todos o que tu citas, e muitos mais, escreveram
    cosias que merecerem crédito e tem valor,  e outras que merecem ser destruídas e ignoradas
    “ab infinitum”. A tua estupidez leva-te a pensar que um fulano que fez algo de proveitoso,
    é sempre genial e tudo o que faz. Estupidez!!!”
    Mr X Dixit

    Aos donos do blog.

    Por amor de deus publiquem estas coisas !

    • XPTO

      O homem até compara os escritos de Copérnico, Zola, Sartre a manuais para fazer bombas !!!!!

      Estamos a falar com LOUCOS PERIGOSOS.

      O problema é que estes “epifenómenos” não generalizáveis” estão completamente generalizados.

      • Mr X

        Tu é que estás a fazer comparações, não sou eu. 

        Estás com problemas psicológicos?

        • HE-MAN

          Tu disseste que as obras desses autores devem ser destruídas e fizeste a comparação com as obras nazis e manuais para fazer bombas.  Se não sabes escrever não tenho culpa, mas é o que lá está.

        • HE-MAN

          Tu disseste que as obras desses autores devem ser destruídas e fizeste a comparação com as obras nazis e manuais para fazer bombas.  Se não sabes escrever não tenho culpa, mas é o que lá está.

    • Mr X

      Serás burro ao ponto de achar que um escritor que escreveu uma obra de sucesso só faz coisas geniais?

      Não, tu não és burro, tu és demente mesmo!

      • HE-MAN

        Isto é verdadeiramente assustador, uma conversa de doidos.

        Está bem, façamos o teu jogo, diz lá então porque é que é que as obras de Copérnico ou Espinoza merecem ser queimadas.

      • HE-MAN

        Isto é verdadeiramente assustador, uma conversa de doidos.

        Está bem, façamos o teu jogo, diz lá então porque é que é que as obras de Copérnico ou Espinoza merecem ser queimadas.

        • HE-MAN

          E já agora explica também porque é que se deve queimar uma obra científica que afirma que a Terra gira em volta do Sol, mas não uma obra de especulação mística (a bíblia) que ABUSIVAMENTE afirma que deus nos mandou assassinar os não crentes, os crentes de outras religiões, os homosexuais etc etc.

          Estou à espera destas respostas à mais de um dia.

        • HE-MAN

          E já agora explica também porque é que se deve queimar uma obra científica que afirma que a Terra gira em volta do Sol, mas não uma obra de especulação mística (a bíblia) que ABUSIVAMENTE afirma que deus nos mandou assassinar os não crentes, os crentes de outras religiões, os homosexuais etc etc.

          Estou à espera destas respostas à mais de um dia.

        • HE-MAN

          E já agora explica também porque é que se deve queimar uma obra científica que afirma que a Terra gira em volta do Sol, mas não uma obra de especulação mística (a bíblia) que ABUSIVAMENTE afirma que deus nos mandou assassinar os não crentes, os crentes de outras religiões, os homosexuais etc etc.

          Estou à espera destas respostas à mais de um dia.

          • HE-MAN

            Quanto à tua afirmação de que a igreja nada teve a ver com a inquisição ou com o index, não comento afirmações espúrias de atrasados mentais que ainda por cima são mal intencionados.

          • HE-MAN

            Quanto à tua afirmação de que a igreja nada teve a ver com a inquisição ou com o index, não comento afirmações espúrias de atrasados mentais que ainda por cima são mal intencionados.

          • Mr X

            Vejo que és um gajo muito dado a ver o
            mundo à dimensão dos teus interesses e a com tendência para propagar a mentira

             
            Sim, o Índex existiu  (e ainda bem), tal como existiu uma listagem
            de livros proibidos no comunismo, ou na América durante a guerra-fria, ou em
            muito países do ocidente, nos anos 40,50 e 60.

            Isto não tem a ver com cultura. Nenhum dos
            livros proibidos (ou desaconselhados) é estruturante para a cultura de nenhum
            país. Alguns são mera estupidez.

            Mas, hoje mesmo há livros que são proibidos
            nas escolas, bibliotecas públicas, tal como há censura na Internet que é
            servida para as escolas e bibliotecas públicas. Porquê? Porque os conteúdos
            desses livros ou sites são contrários à cultura dominante e por isso lesivos
            daquilo que consideramos como certo ou moralmente aceitável.

            Tu és apenas mais um burro que não percebe
            isto. Não espero grande coisa de ti.;

            ”Quanto à civilização temos a Inquisição”

            Se tu não sabes o que é uma “civilização”
            como posso explicar-te que a inquisição não era um acto civilizacional, mas sim
            uma arma de controle de poder régio, com o aval da igreja, é certo. Tal como as
            “purgas” do comunismo; 

            O caso de Giordano Bruno é  muito diferente
            de Galileu. Giordano Bruno converteu-se a outra religião, usando isso para
            atacar o catolicismo. Desafiou a igreja com tratados sobre magia e ocultismo,
            coisas que também os ateus abominam.

            Além disso entrou em conflito com familias poderosas., Isso determinou
            a sua expulsão de vários lugares e um bom lote de inimigos, Catolicamente
            defendia coisas que não levariam à sua perseguição:

            que  Deus é infinito e omnipresente, omnipotente  (poder infinito), é sabedoria infinita e amor,
            e os homens têm obrigação de adorar essa infinidade;

             

            As cruzadas não teriam quaisquer
            justificações se seus alvos não tivessem feito o mesmo… mas infelizmente
            fizeram. As cruzadas não nasceram do nada nem sem razão.

            Justificam-se? Sim, no contexto da época
            são perfeitamente justificáveis e aceitáveis.

            Ofendem os princípios do catolicismo? Não,
            de forma alguma.

            Ofendem os princípios da ordem mundial da época?
            Não, de forma alguma.

             Ainda
            hoje se praticam com outro nome e com outras bases ideológicas, por exemplo,
            nas guerras que opõem o Ocidente ao Médio Oriente ou Israel à Palestina.

            A diferença é que hoje justificamos com
            mais facilidade os interesses de uma das partes, embora as guerras sejam muito
            mais mortíferas e destrutivas,

             É
            fantástica a estupidez dos ateus. …. E tu és um excelente exemplo disso.

             

            Pela Última vez, e a ver se consegue
            raciocinar com o único neurónio que ainda te resta.

             

            i  –
            A Igreja fez uma listagem de livros proibidos ou desaconselhados a que se
            chamou “Índex” ?

            Resposta :

            Sim.

            O mesmo fizeram muitas outras correntes ideológicas
            durante o século XX, ou mesmo hoje em dia.

             

            ii – A Igreja tinha poder de impor legalmente
            essa  listagem?

            Resposta:

            Não, a Igreja não tinha poder de impor legalmente
            a listagem. Foi o poder civil (incluindo em países pouco católicos) que o impôs,
            e até se serviu disso.

             

            iii – Na conjuntura histórico-ideológica e
            cultural da época esse facto era criminoso , ilegal ou contrário à cultura dominante
            (assim se afere se era correcto ou incorreco)?

            Resposta:

             Não.

             

            iv – Todas as obras do índex eram
            importantes e correctas?

             

            Resposta:

            Não.

            Muitas delas eram simples romances considerados
            obscenos (alguns sem razão, como o Quo Vadis).

            Outros eram escritos de cariz duvidoso, tais  como tratados sobre bruxaria e magia,

            Outros ainda correspondiam a obras de investigação, não
            validados pela “ciência” da época, embora o conteúdo (em abstracto) alguns
            viessem, no futuro, a ser considerados correctos.

             

            v  – Hoje existe, “escritos”
            que deveriam ser proibidos?

             

            Resposta:

            Sim.

             

            vi – Quais e quem deveria criar essa lista?

             

            Resposta:

            Todos aqueles que, sendo produzidos hoje,  instiguem a violência, a contracultura, representam
            ameaças à paz e à segurança, sejam feitos com intuitos exclusivamente
            insultuosos ou vexatórios  e todos os
            que, de forma gratuita e injustificada, sejam contrários ao bem-estar da sociedade
            em geral.

            Tal listagem deveria ser feita pela ONU, pressupondo que a ONU
            seria um organismo independente e sério.  

             

            Sempre defendi e defendo isso, pois não se trata de censura, mas
            de regulamentar algo que está completamente abandonado à sorte.

             

            Percebeste ou queres um desenho?

          • Mr X

            A Bíblia não em anda a ver com ciência, não é uma obra de especulação e muito menos manda assassinar ninguém. 

            A ciência não é ideológica. Não está ligada a nenhum ideologia (nem aos crentes nem aos ateus), mas há quem se queira aproveitar dela. Noutros tempos foram os crentes, hoje são os ateus. Este aproveitamento é ilícito  e estúpido. Sem deu maus resultados. A ligação entre a ciência a alguma ideologia (hoje é o ateísmo) só pode ser invocada por pessoas com pouco honestas.  Um “aparte”:Numa guerra, como as Cruzadas, não existem assassínios nem os combatentes são assassinos. Em todas as guerras ou lutas se aplica isto.  No caso da teoria heliocêntrica, as pessoas não foram incomodadas pro razões cientificas, mas sim porque tal chocava com os conhecimentos e cultura da época e essa era a regra social. Eu não disse que se deve queimar tal obra.Já um tratado pseudo-cientifico, mas que na verdade é mera especulação e estupidez, como tenho visto, por exemplo sobre os gays, pode livremente ser queimado, pois daí só advém lucro para o Homem.

          • OY

            És um verdadeiro animal.

            Continuas a dizer que index e inquisição nada tinhama ver com a igreja, mas só com o poder temporal. o que prova a tua falsidade e má fé.

            É verdade que era o poder temporal que matava, mas a mando da igreja, que tinha a iniciativa do processo, do interrogatório, da tortura e da condenação.  Depois o braço temporal, de acordo com a igreja, pois o estado ASSUMIA-SE COMO CATÓLICO, assumia-se plenamente como parceiro da igreja, matava aqueles que a igreja lhes tinha entregado para serem mortos.

            Dizeres que isto é a igreja não ter nada a ver com as mortes, apenas prova que és um verdadeiro animal raivoso que queres repetir todos esses crimes outra vez. 

            Entretanto não respondeste a NADA em relação a porque é que os livros de autores como Copérnico etc foram muito bem queimados.   

            As tretas de que giordanno Bruno tinha muitos inimigos não explicam porque é que a igreja fez muito bem em queimar as suas obras.  Muito menos as de copérnico ou de Galileu.

            Continuo à espera de uma explicação.

            Quanto a dizeres que a Bíblia não manda matar ninguém, apenas comprova que és verdadeiramente um monstro imoral, um mentiroso compulsivo que mente mesmo quando todos sabem que está a mentir.

            Lê lá uns exemplos entre CENTENAS meu adrabão rasca;

            LevíticoQuem trabalha, ou até mesmo acende um fogo no Sábado sagrado será morto. [35:2-3] “mate cada um a seu irmão””E caíram do povo, aquele dia, uns três mil homens.” [32:27-28]
            “O que sacrificar aos deuses e não só ao SENHOR será morto.”o. [22:20]

            “A feiticeira não deixarás viver.”[22:18]

            Mulheres com “espírito adivinho” serão apedrejadas até a morte. [20:27]

            Serão executados todos os adúlteros. [20:10]

            “Se um homem fizer sexo com outro homem, ambos morrerão.” [20:13]

            “Quando a filha de um sacerdote se prostituir; com fogo será queimada.” [21:9]

            Um homem amaldiçoou e blasfemou o nome do Senhor. Moisés pergunta a Deus o que fazer sobre isto. Deus diz que a toda a comunidade deve apedrejá-lo até a morte. “E fizeram os filhos de Israel como o SENHOR ordenara a Moisés.” [24:10-23]

            Deves pensar que somos os analfabetos  lá da tua paróquia.

            Só nestes exemplos, entre centenas de outros, temos ordens assassinas de “deus” – PFFFFFF, de um anormal como tu – bem humano, que se faz passar por “deus”.  Ordens assassinas que dão apra assassinar os membros de todas as outras religiões, os ateus. os homosexuais, etc etc.

            As taus respostas são só MENTIROSA E DESAVERGONHADAMENTE negar crimes destes ?

            Quanto ao facto de estas coisas não serem crimes na época, também atirar cristãos aos leões em Roma, e matar judeus em Auschwitz não eram crimes naquelas épocas, sob aqueles estados.  

            Mas dizer que as pessoas que cometeram essas barbaridades são modelos morais, como tu fazes em relação aos hierarcas da igreja e escritores da bíblia, é ser um PORCO IMORAL  como tu.

        • HE-MAN

          E já agora explica também porque é que se deve queimar uma obra científica que afirma que a Terra gira em volta do Sol, mas não uma obra de especulação mística (a bíblia) que ABUSIVAMENTE afirma que deus nos mandou assassinar os não crentes, os crentes de outras religiões, os homosexuais etc etc.

          Estou à espera destas respostas à mais de um dia.

      • HE-MAN

        Isto é verdadeiramente assustador, uma conversa de doidos.

        Está bem, façamos o teu jogo, diz lá então porque é que é que as obras de Copérnico ou Espinoza merecem ser queimadas.

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