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Colégio das Onze Mil Virgens

Onze Mil Virgens aqui? Catolicismo venceu o Islamismo.
Colégio das Onze Mil Virgens ou de Jesus – Estabelecido em 1542 pela Companhia de Jesus (frades Jesuítas). Foi o primeiro Colégio Jesuíta em todo o Mundo e o maior de Coimbra. A sua igreja passou à categoria de Sé Catedral (Sé Nova) de Coimbra em 1772, e o seu edifício, com a reforma pombalina da Universidade, foi adaptado entre 1773 e 1775 para albergar o Museu de História Natural (Museu Zoológico), que lá se mantém ainda hoje.

Se aos custos actuais uma obra destas custaria uma alta fortuna, imagine-se no século XV.
Afinal os frades até que viviam muito bem neste resort religioso.

(Imagem e informação extraída do álbum de fotos antigas de Bea Contente online)

30 thoughts on “Colégio das Onze Mil Virgens”
  • HTU

    Como é que sabem que eram TODAS mesmo virgens ?

    O senhor bispo foi lá sondar ?

    Brincadeiras à parte, neste post os ateus deviam era estar muito caladinhos.

    Porque nos estão a lembrar uma das grandes virtudes da religião – ter servido de inspiração à maior parte das mais grandiosas obras de arte da história da humanidade.   

    Seja perante uma estátua de júpiter, seja perante uma catedral, os ateus têm a melhor prova de que, a par das negtivas, a religião também tem muitas coisas positivas.

    E eu sou insuspeito porque sou agnóstico.   Mas a verdade é para se dizer.

  • HTU

    Como é que sabem que eram TODAS mesmo virgens ?

    O senhor bispo foi lá sondar ?

    Brincadeiras à parte, neste post os ateus deviam era estar muito caladinhos.

    Porque nos estão a lembrar uma das grandes virtudes da religião – ter servido de inspiração à maior parte das mais grandiosas obras de arte da história da humanidade.   

    Seja perante uma estátua de júpiter, seja perante uma catedral, os ateus têm a melhor prova de que, a par das negtivas, a religião também tem muitas coisas positivas.

    E eu sou insuspeito porque sou agnóstico.   Mas a verdade é para se dizer.

  • HTU

    Como é que sabem que eram TODAS mesmo virgens ?

    O senhor bispo foi lá sondar ?

    Brincadeiras à parte, neste post os ateus deviam era estar muito caladinhos.

    Porque nos estão a lembrar uma das grandes virtudes da religião – ter servido de inspiração à maior parte das mais grandiosas obras de arte da história da humanidade.   

    Seja perante uma estátua de júpiter, seja perante uma catedral, os ateus têm a melhor prova de que, a par das negtivas, a religião também tem muitas coisas positivas.

    E eu sou insuspeito porque sou agnóstico.   Mas a verdade é para se dizer.

    • Kavkaz

      Os ateus “deviam estar caladinhos” porquê? Porque você não percebe nada do que os ateus afirmam? O que está escrito no post fez-lhe “comichão”? O que é está lá escrito que está errado?

      Quando quiser “mandar calar” alguém fale em sua casa. Aqui NÃO manda calar os ateus. Se está mal, mude-se.

      A religião pode existir, mas isso não quer dizer que os deuses existam. E a Verdade é para se dizer. Tem alguma coisa contra a Verdade?

      • HTU

        OOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!

        Ficou irritadinho.  Coitadinho.

        Claro que podem falar.  Podem é fazer figura de idiotas ao gozar com o nome de um edifício, como eu gozei, mas ao contrário de mim não repararem que esse edifício é em si mesmo e contém algumas das mais belas obras de arte de Coimbra.   Gozam com um pormenor sem importância e esquecem coisas importantíssimas como o facto de a religião ter inspirado 99% das obras de arte da história da humanidade.

        Ao fingirem que não reparam nos aspectos positivos da religião tornam-se tão idiotas e mentirosos como os religiosos que fingem não ver os aspectos negativos da religião.

        Mas fala à vontade, se não tens medo de fazer figura de parvo…

        A começar por nem sequer teres percebido nada da minha critíca, nem equer lido o que eu escrevi, pois estás para aí a falar como se eu fosse um monge beneditino quando eu escarrapachei na minha critíca, que não sou crente mas agnóstico.

        Por isso, a tua afirmação, à laia de desafio, de que deus pode não existir, deve preocupar-me mesmo muito.  É o chamado desafio da treta.

        • Kavkaz

          Você pensa que é muito espertinho, mas já deu o braço a tocer. Já escreveu que os ateus podem falar… E eles continuarão a falar, sempre. É do Direito Constitucional.

          Eu li todo o seu comentário despropositado. Ele não tem nada a ver com o tema do post. Você simplesmente fala doutro tema e não está relacionado com o que foi escrito no post. Escolhe a táctica do “desviar a conversa” para se mostrar muito “inteligente”. Quer mostrar-nos que sabe “muito”. Mas o que você sabe sabe já é conhecido há muito. Mas os ateus sabem mais do que isso…

          Há aqui comentaristas disfarçados de “ex-ateu”, “impertinente”, agnóstico”, etc., etc., todos eles são raivosos disparatados que não sabem conversar… Fazem figuras imbecis! 

      • HTU

          

        Se é assim tão inteligente como apregoa, devia ter reparado  que o tema é sobre o custo do edifício.

        Eu apenas observei que, atendendo a que se trata do maior monumento artístico da cidade de Coimbra, o dinheiro foi   muito bem gasto.

        Entretanto é verdade que muitos crentes aqui se fazem passar por outros.  Deixo-lhes essa vergonha.

        Mas também é uma vergonha para si, pensar que, por alguém fazer uma observação positiva a respeito de alguma ideologia, tenha necessariamente que pertencer a essa ideologia.

        O seu pensamento denota pobreza de espirito e é a melhor prova de que não há diferença nenhuma entre um fanático religioso e um fanático ateu.

        Eu estou contra ou a favor de quem tiver ou não tiver razão, caso a caso, independentemente da cor da camisola de quem apoio ou critico.  Fazer de cão submisso de uma ideologia não é o meu estilo.

  • Alfredodinis Facfil

    “Colégio das onze mil virgens?” –  o anedótico no seu melhor!

                      Alfredo Dinis

  • Anónimo

    O colégio das onze mil virgens é o grande tema filosófico deste ano, mas só no ” D.A.”
    E do Colégio das Artes, não falas, Abraão ?
    De quanto custaram o Mosteiro de Alcobaça e os Jerónimos ?
    O Passos Coelho nem imagina quanto perdeu em não te convidar para ministro das Finanças.
    O dinheirinho que tu farias ao venderes os mosteiros lusos daria para endireitar a economia nacional.
    Infelizmente, Portugal, em ti, perdeu um génio economicista, mas o Herman José e os Gato Fedorento que se cuidem com a tua concorrência…

  • Kavkaz

    A Igreja Católica é imensamente rica. Têm belos imóveis, bem colocados, muitas obras de arte e peças preciosas. A religião gera muita riqueza. É um grande negócio!

    • Alfredodinis Facfil

      Isso vem a propósito do post?

    • HTU

      A riqueza que foi usada em obras de arte foi muito BEM usada.

      • Kavkaz

        É a sua opinião… Foi usada em proveito de alguns e há custa de muitos.

        • HTU

          Como toda a gente pode visitar a catedral, todos podem usufruir da beleza da sua arte.

          Eu sou agnóstico mas ninguém me pediu o recibo da côngrua em dia quando fui lá admirar aquilo.  Logo, todos usufruem.  Faz parte da nossa história, sejamos ou não crentes.

          Se métodos pouco sérios foram usados para que aquilo fosse possível é outra questão.  Temos de velar para que tais métodos – imposição forçda da religião – não possam voltar a ser usados.   Entretanto aquilo é uma obra de arte, e, já que existe, ainda bem que a podemos admirar.

          Digo o mesmo dos monumentos dos regimes comunistas que tentaram impor o ateísmo à força.  

          • Kavkaz

            Conseguirá perceber que o tema da sua conversa é perfeitamente diferente do assunto do post? Você fala em beleza, obra de arte, blá-blá-blá… O post questiona os custos de tal obra para a época em que muitos precisariam de ajuda. Uma obra faraónica à custa do Povo, como sempre.

            O que é que interessa saber se você é agnóstico, benfiquista ou amante de doces? Não interessa nada para o caso. Interessaria que você comentasse o que foi escrito no post e não respondesse despropositadamente.

          • XPTO

            Continuo a não perceber em que é que é despropositado.

            Vocês dizem que foi dinheiro mal gasto, eu digo que foi um BOM INVESTIMENTO EM ARTE. 

             Podes estarem desacordo, mas daí a dizeres é despropositado só porque não concordas comigo é um abuso da tua parte.  Para ser “propositado” sou obrigado a concordar que foi dinheiro mal gasto ?

            Então também foi “mal gasto” o dinheiro “desbaratado” em cultura pelo estado laico que gasta milhões a financiar obras de arte quando, todos sabemos que “muitos precisariam de ajuda”.   Isso não impede que, em filmes, peças de teatro, esculturas, decoração de estações de metro e de comboios, monumentos etc etc etc, o estado invista milhões.  Tal como investiu na obra de que falamos.  É exactmente a mesma coisa.

            Se tens argumentos em contrário usa-os.  Não venhas é com a TRETA do despropositado só porque não gostas da resposta.

          • Kavkaz

            Para si foi um bom investimento em “arte” porque você não o pagou. Naquela época seria uma obra “faraónica” à custa da miséria e da escravidão dos muitos que trabalharam na sua construção. Isso você não recorda. Apenas se preocupa com a imagem nos dias de hoje. Está no seu direito de apenas apreciar o superficial e os floriados… Mas eu também estou no meu direito de ir muito mais longe que você e dizer que o Clero vivia no luxo à custa do Povo. O Colégio “faraónico” para aquela época é apenas uma das confirmações dessa Verdade!

          • HTU

            As pirâmides do egipto, a Ópera de Paris, o Museu do Louvre, Stonehenge, o Fórum de Roma, o monumento aos mortos em Estaligrado, também foram construídos à custa da sujeição do povo.

            Sem dúvida que isso foi um factor negativo, que é necessário evitar no futuro, mas não tira que tais obras sejam positivas em si mesmas e que valeu a pena serem construídas.

            A seguir o teu critério não haveria uma única obra de arte em todo o planeta, porque no passado toda a economia que as permitia produzir assentava na escravidão.   Ainda hoje, os nossos amigos neoliberais nos querem reconduzir a esses tempos e muito do que é feito hoje também assenta na exploração desumana.

            Com isto quero dizer que, apresentar a religião e as suas obras apenas nos seus aspectos positivos ou nos seus aspectos negativos é igualmente demagógico.

            Vocês, crentes e ateus, comportam-se como hooligans.  Só vêem os defeitos do árbrito quando ele apita os vossos jogadores…

          • Kavkaz

            Você gosta HOJE dessas obras. Mas no tempo em que foram construidas você contribuiria voluntariamente para a construção delas? Muitos tiveram que o fazer à custa da própria vida. Você isso não falou antes de eu questionar esse problema. Já vem tarde!

            Você realça questões artísticas e estéticas, eu realçei questões económicas e humanitárias. Cada tem os seus interesses principais…

          • XPTO

            Caro Kavkaz,

            Mais uma vez, insiste em apenas ver o lado negativo da questão.

            Sim, para mim, apesar dos aspectos negativos, ainda bem que existem as pirâmides e o mosteiro da batalha.  Já vi que, para ti, nada disso existiria que não faz falta nenhuma por não passarem de “artísticas e estéticas”, como se esses monumentos se resumissem a isso e como se mesmo essas questões não tivessem importância nenhuma.

            Até nas questões económicas o teu fanatismo em só ver os aspectos negativos não te permite compreender que esses monumentos dão LUCRO sendo um principais suportes da economia mundial.  

            Para já não falar do que seria do egipto sem as pirâmides,  sem a torre de belém, os jerónimos, a batalha, etc etc, o nosso turismo, um dos factores chave da economia, seria uma fração daquilo que é.  

            As pessoas deslocam-se aos milhões para ver esses desprezíveis e meramente “artísticos e estéticos”, monumentos, talvez porque tais questões sejam mais importantes do que tu possas pensar para um ser humano bem formado.  

            Mas pronto.  Tratando-se de um monumento religioso tu só vês o que possa ser negativo e daí ninguém te tira.   

             

          • XPTO

            Caro Kavkaz,

            Mais uma vez, insiste em apenas ver o lado negativo da questão.

            Sim, para mim, apesar dos aspectos negativos, ainda bem que existem as pirâmides e o mosteiro da batalha.  Já vi que, para ti, nada disso existiria que não faz falta nenhuma por não passarem de “artísticas e estéticas”, como se esses monumentos se resumissem a isso e como se mesmo essas questões não tivessem importância nenhuma.

            Até nas questões económicas o teu fanatismo em só ver os aspectos negativos não te permite compreender que esses monumentos dão LUCRO sendo um principais suportes da economia mundial.  

            Para já não falar do que seria do egipto sem as pirâmides,  sem a torre de belém, os jerónimos, a batalha, etc etc, o nosso turismo, um dos factores chave da economia, seria uma fração daquilo que é.  

            As pessoas deslocam-se aos milhões para ver esses desprezíveis e meramente “artísticos e estéticos”, monumentos, talvez porque tais questões sejam mais importantes do que tu possas pensar para um ser humano bem formado.  

            Mas pronto.  Tratando-se de um monumento religioso tu só vês o que possa ser negativo e daí ninguém te tira.   

             

  • Milson

    Como ateu, não acredito que deus existe, até que de fato se prove.
    E também só acreditaria que as onze mil eram de fato virgens se eu mesmo comprovasse.

    MILSON

    • HTU

      Só se fosses necrófilo, pois as virgens, coitadinhas, foram todas mortas pelos hunos infiéis.

      É o que se chama um verdadeiro desperdício de virgens, coisa tão rara nos dias que correm.   

      Mas também, a lenda não especifica a idade das senhoras e se calhar eram um bando de velhas jarras cacarejantes.  O que terá suscitado a justa ira dos hunos que, ao ouvir falar em virgens, devem ter oensado que se tratava de teenagers loiras e ardentes.  

      Imaginem o choque quando os pobres hunos deram com os frascos !  Sendo assim, esta minha interpretação, ajuda a estabelecer a imagem dos hunos como vitímas inocentes levadas, talvez, a um extremo, mas por circunstãncias adversas.   O que torna a lenda muito mais politicamente correcta.

      http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Onze_mil_virgens

  • Alfredodinis Facfil

    Alguém me sabe indicar onde posso encontrar a referência “Colégio das Onze Mil Virgens”?

         Obrigado.

                      Alfredo Dinis

  • Kavkaz

    Pode-se ler sobre a lenda das onze mil virgens aqui:

    http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Onze_mil_virgens

  • Verdade

    A igreja sempre esteve associada a ignorância e a riqueza Acontece que este colégio não era um resort, mas sim um dos primeiros edifícios da universidade de coimbra construído pela companhia de jesus, num espécie de parceria público-privada de agora, só que não ruinosa. Mais tarde, o Marques de Pombal expulsou os jesuítas e ficou com os edifícios.
    A história avança mas a natureza humana estagna. Basta falar em virgens e temos logo assunto. Baseada numa lenda católica, provavelmente, por erro de tradução do latim passaram de onze virgens martiriizadas (O V M) para onze mil virgens (OMV), quase como a primeira página do correio da manhã. Para a actual Sé Nova de Coimbra e edifícios da universidade, a lenda deu nome a vários monumentos e até territórios. É dai que vem o nome das ilhas Virgem e não duma qualquer história mais sórdida ou excitante que possam imaginar.

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