E se o Cristo, um dia lá naquelas palestras que o tipo dava, se peidasse a níveis audíveis? Será que a respeitabilidade do «advogado do Nada» [De um Deus com QI superior ao do religioso, que é de média 40: Nietzsche] seria severamente afectada? E se o peido não fosse audível? Sentir-se-ia o nosso advogado na legitimidade perfeita de que tanto peito fazia «ninguém vem ao Pai senão por mim». Foda-se pá. É interessante pensar nestas entrelinhas que relacionam as motivações intrínsecas com as circunstâncias, não é?
Religiosos: cambada de brochistas das instrospecções delirantes de um carpinteiro (provavel que se tenha peidado fartas vezes).
Mas queres mais peidão do que o editorialista vigente ? O gajo bem se esforça por conter os peidos,só que,quando larga o derrame intestinal, farta-se de bombar estrume que até mete nojo.Ele agora só defeca porque já nem consegue vir-se à insistência de punhetagem, o labrego.É todo caganças, o finório, mas larga em peidos e vomita em bílis o que lhe falta em tesão.Ele lá sabe porque é que tanto se revê na ponta de um corno.
Não há dúvida: para conhecer bem os crentes, a sua moralidade, a sua educação e a forma como amam o próximo não há melhor que as caixas de comentários do Diário Ateísta.
Bem metida Luís fode essa cambada de brochistas que andam a foder-te o juízo e a julgarem que aqui se podem peidar mais do que nós. Se não os travas com a tua grandeza moral, qualquer dia ainda aparecem na nossa tasca a dizer badalhoquices, tais como o ateísmo transforma um homem num monte de merda e que tu és um facínora.
Ateu, o tanas, estás a querer gozar com os papalvos ? Então pode lá um ateu dizer badalhoquices brochistas e peidantes como o BBB do primeiro comentário ?
Volta para as tuas surrealistas e delirantes introspecções e, se te peidares à tripa forra, pelo menos que seja num espaço amplo e arejado onde possas bombar à vontade sem enojares gente decente.
Nós, ateus, gostamos da badalhoquice, por ela existe, e assim não evitamos. Os crentes é que, para fazerem as fadas deles, tentam retirar a badalhoquice animal de que são feitos, indo para as merdas introspectivas e fazendo sínteses estéticas por meio de metáforas, adjectivos morais e metonímias capazes de inverter Cronos. São assim a modo que umas cavalgaduras intelectuais com imaginação feliz. Hipócritas de feno sem integridade. Até um peido é-lhes superior. Que ridículo. Bem hajam colegas, por terdes cabeças limpas com ateísmo.
É a mesma força que teem os esquizofrénicos! Mas ao menos as pessoas com distúrbios paranóides, teem a suficiência e integridade saudável, de modo que exteriorizam a força, os crentes são só espantalhos de imaginação feliz. Eles sabem que tudo aquilo é um delírio, «a força colossal» do ‘bem’ – que em tempos idos serviu para legitimar fogueiras, caças a bruxas, etc… – , das ‘concentrações’, ‘meditações’ e quejandos supersticiosos e bacocos do género!
Admitem que são doentes e fracos com a linguagem (o pecado – a redenção)! Que filha-da-putice tão estúpida!
É a mesma força que teem os esquizofrénicos! Mas ao menos as pessoas com distúrbios paranóides, teem a suficiência e integridade saudável, de modo que exteriorizam a força, os crentes são só espantalhos de imaginação feliz. Eles sabem que tudo aquilo é um delírio, «a força colossal» do ‘bem’ – que em tempos idos serviu para legitimar fogueiras, caças a bruxas, etc… – , das ‘concentrações’, ‘meditações’ e quejandos supersticiosos e bacocos do género!
Admitem que são doentes e fracos com a linguagem (o pecado – a redenção)! Que filha-da-putice tão estúpida!
Tu não sabes o que é uma esquizofrenia, um
distúrbio ou uma paranóia. Mas esse assunto também não é chamado aqui.
Já a questão, desonestamente apresentada
por ti, de que, a religião “que em tempos idos serviu para legitimar fogueiras,
caças a bruxas, etc..”, é outra manifestação de má-fé e ignorância.
Para ser honesto, não podes separar os
factos da conjuntura. Repara que as “fogueiras, caça às bruxas, etc”, eram validadas
(e executadas) pelo poder laico e temporal dos monarcas. O que eles pretendiam
era extirpar todo o mal da sociedade. E, por muito que custe, na conjuntura
social e cultural da época, estava
correcto.
Repara que a mesma “caça às bruxas se
passou” durante a guerra-fria, nos dois blocos, por motivos ideológicos
perfeitamente laicos (e até ateus).
Cada facto histórico tem que ser visto na conjuntura que o
enquadra, e só está certo ou errado nessa conjuntura. O resto é treta.
Porque é que fugiste para a visibilidade? Não precisas de me dar licções de história. O meu comentário falava da natureza das «forças», dessa imbecilidade taciturna e mágica de dar um sentido à «moral», que depois transforma-se na desgraça dos absolutos, legitimando as acções pela «lei»…
Diz-me, qual é a «força colossal» dos meditismos? Foste tu quem escreveu isto. Anda, diz lá qual é a necessidade intrínseca que te leva a querer demonstrar a «força colossal». Homem, se não queres estar no mundo, pega numa pistola, e rebenta os miolos. Vai ter com as tuas meditações e imaginações etéreas da força colossal.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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23 thoughts on “Oração”