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Sexo e religião

Um estudo da Universidade do Kansas sobre sexo e secularismo chegou às seguintes conclusões (a partir de entrevistas a mais de 14 mil e quinhentas pessoas).

  1. Ateus e religiosos começam a ter relações sexuais com a mesma idade, e têm relações sexuais um número semelhante de vezes por semana.
  2. Ambos os grupos admitiram masturbar-se, ver pornografia, ter sexo oral.
  3. A diferença é que os ateus estão mais satisfeitos com a sua vida sexual, enquanto os religiosos se sentem culpados.

Portanto: ateus e religiosos são animais da mesma espécie (o homo sapiens), daí o mesmo comportamento. A culpa é que é um implante cultural. Que torna os religiosos menos felizes.

(Rogo que a caixa de comentários mantenha um nível de discussão elevado sobre este assunto.)

28 thoughts on “Sexo e religião”
  • Kavkaz

    Eles têm culpa, evidentemente. Misturam sexo com religião e são os culpados disso.

    Têm de aprender a distinguir entre “alhos e bugalhos”. Só ganham com isso.

  • Anónimo

    Estive a analisar o estudo do Darrel Ray e não encontrei nenhuma referência ao que o Ricardo afirma nos pontos 1 e 2, e apenas uma ligeira referência final ao ponto 3.
    Quanto aos sentimentos de culpa que cada grupo de crentes ou ateus possa ter relativamente à sua sexualidade, gostaria de saber algo mais desse estudo e não apenas a mera citação que o Ricardo dele faz.
    Já conheci várias pessoas que afirmavam ver pornografia e masturbar-se e outras não.
    E não me apercebi que, entre essas pessoas, do meu círculo de proximidade de conhecimentos,houvesse diferença de equilíbrio humano em relação a qualquer delas, fosse por causa da sua crença ou descrença.
    Há quem não considere a pornografia sexualmente apelativa e o erotismo sim. Há quem aprecie fantasiar sexualmente e outras pessoas que preferem circunscrever a sua sensualidade à pessoa que amam.
    Há quem aprecie masturbar-se e outras pessoas que usufruem maior prazer sexual, resguardando-se para o parceiro que amam ou pela qual se encontrem apaixonados.
    Essa postura não é exclusiva de pessoas crentes, mas de todos quantos seguem uma forma autónoma de pensar e de sentir.
    Há também pessoas, crentes, ateias ou agnósticas, que divergem quanto à preferência de práticas sexuais.
    Seja como for, gostaria de saber elementos mais detalhados desse estudo, o que vou tentar averiguar, para depois me poder pronunciar, sobre o mesmo, com maior conhecimento de causa.

    • bolas

      “Seja como for, gostaria de saber elementos mais detalhados desse estudo, o que vou tentar averiguar, para depois me poder pronunciar, sobre o mesmo, com maior conhecimento de causa.”
      Como se fosse necessário “averiguar” o que todos sabemos desde sempre.

      Existem pessoas que apreciam masturbar-se, ver pornografia, etc etc etc e que se sentem culpadas devido às tretas da religião que lhes metem na cabeça de que tudo é “pecado”, excepto o sexo no casamento, sem preservativo de preferência na posição do missionário.

      Toda a gente sabe isto.  Quem diz que “vai confirmar” está a mentir porque sabe perfeitamente que estes casos existem e estás a aldrabar quando finges que nunca ouviste falar do assunto.

      És o perfeito exemplo de como se pode ser um completo crápula hipocritamente ofensivo mesmo sem usar palavrões.  A tua própria pessoa já é um palavrão, uma monstruosa hipocrisia.

  • Anónimo

    Interessante verificar isto:

    1) “Catholics rated their levels of sexual guilt at 6.34 while Lutherans
    came slightly lower at 5.88 . In contrast, atheists and agnostics ranked at
    4.71 and 4.81 respectively”

     http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1388827/Atheists-better-sex-religious-followers-plagued-guilt.html#ixzz1MtrwZgDK

    2) ” Guilt By Denomination”:

    Unitários e Judeus, respectivamente 4,14 e 4,48
    Agnósticos e Ateus, respectivamente 4,71 e 4,81

    http://friendlyatheist.com/2011/05/15/the-results-of-an-atheist-sex-survey/

    E agora, Ricardo Alves, qual o corolário a retirar do facto de os religiosos unitários e judeus figurarem com taxas de sentimento de culpa inferiores aos ateus e agnósticos, em matéria de sexualidade ?

    Está a ver no que resulta não fazer o trabalho de casa completo ?

  • cfranco

    A sexualidade na religião tem como unico proposito procriar. Jámais pada dar e/ou receber prazer.

    Quando o proprio deus de Israel considera a homossexualidade como uma abominação, o que sentem os homossexuais catolicos quando praticam o coito ?

    E as mulheres muçulmanas que não passam de meros objectos sexuais. Terão elas uma vida sexual satisfatoria?

    Sendo os membros do clero sexualmente nulos, não compreendo porque insistem em opinar sobre a sexualidade.

     

    • Kavkaz

      A intelectualidade dos membros do Clero exprime-se em abordar o que não sabem: falam sobre sexo, sobre deuses, sobre a vinda de Jesus. Enfim, coscuvilhices…

    • Anónimo

      “A sexualidade na religião tem como unico proposito procriar. Jámais pada dar e/ou receber prazer”
      Sim ? Eu, enquanto crente, não me revejo nada nesse teu postulado e todos os crentes que conheço também não.
      Era preciso vir um suposto ateu tecer mais uma daquelas habituais tiradas generalizantes, que em nada contribuem para a elevação do debate.
      Para quem tiver dúvidas,pode também conferir aqui:
      http://aprendemos-mikasmi.blogspot.com/2009/01/as-esculturas-erticas-dos-templos.html

    • Anónimo

       o clero catolico tá cheio de gays!

  • Anónimo

    uma musica pra animar o debate….
    http://www.youtube.com/watch?v=TFLRHPUWBI8

  • Anónimo
  • Jesus Cristo

    Mas uma coisa é certa, em desfavor dos ateus:
    – É que, ao contrário dos crentes, os ateus não têm ninguém por quem chamar duramte o orgasmo!…
     

  • Athan3

     O pior de tudo é que mais um “evangélicu” disse que o mundo vai acabar amanhã. A pior desgraça que aconteceu à nós de 90 pra cá foi a infestação social dessa praga chamada “onda evangélica”. E agora deram de plagiar as profecias maias de 2012. Quando esse séquito de zumbis se intrometeu nas pulhíticas dos países para acabar de ensinar a sabedoria de roubar muito e muito e muito e ser larápio ‘abençoado’, e depois assassinos de filhos ‘resgatados’, etc; a Sociedade Civil se atolou de vez na maior escrotidão já esfregada em nossa cara. Agora o salafra-pastuto lá na América diz que terremotos vão engolir os evangélicos tudo. Isso era capaz até de fazer ateu tirar o chapéu para a tal mão “divina”. Vamos combinar: Mas não é só levar fiéis-enganados que podem estar trabalhando honestamente na Sociedade, toda regra tem exceção, é preciso que a “mãozinha do terremoto” pegue uns pulhíticos e os pastutos e padrerastas; porque afinal de contas, se nem no  tal inferno querem esse esgõto, tem que ter um incinerador para satisfazer a gana deles pelo tal “fogo-puro” e pelas labaredas que vivem a praguejar sobre os outros. Quem sabe a gente pode deixar de novo as garotas e garotos andarem felizes nas ruas, sem os “seguranças” deles, e os escroques que nos vigiam dia-e-noite.

  • Andreia_i_s

    Cada um deveria desfrutar a alegra que o sexo pode dar ao casal. Não estou a ver mesmo porque razão é que alguém deveria sentir-se menos feliz com sexo O.o… é estranho.

  • Mr X

     Este é um exemplo de como um “estudo” de uma universidade
    pode ser estúpido, a ponto de demonstrar que os estudos das universidades não
    merecem crédito algum.

    Não admira que tenham esta qualidade, pois os actuais “académicos”  são, via de regra, perfeitos ignorantes.

     

    Veja-se, apenas, isto:

     

    « 1. Ateus e religiosos começam a ter relações sexuais com
    a mesma idade, e têm relações sexuais um número semelhante de vezes por semana.»

     

    a)     
    Nunca seria “ateus” e “religiosos”, mas sim “não
    crentes/ateus” e “crentes”.

    b)       Religiosos,
    por exemplo no cristianismo católico e ortodoxo, são os clérigos e os que vivem
    a vida consagrada ou monástica.

    c)       
    Em algumas religiões os religiosos(as) fazem
    voto de castidade e sabe-se que mais de 90% cumpre, embora os ateus digam,
    desonesta e estupidamente que não.

    d)       A
    fazer verdadeira esta afirmação, significativa que também há ateus que fazem
    voto de castidade.

    e)       
    No universo estatísticos dos “religiosos”, mesmo
    chamando “religiosos a todos os crentes, é absurdo e uma prova de ignorância e
    imbecilidade dizer que uma freira e uma ateia têm o mesmo comportamento sexual.
     

    f)       
    Esta afirmação permite, no máximo, aferir que os
    comportamentos ateus são copiados dos comportamentos dos crentes e a crença ou
    falta dela não são factor que influencie a vida sexual das pessoas.

    g)       
    Há estudos bem mais sérios que
    chegam a resultados mais conclusivos, bastante diferentes e muito mais
    rigorosos.

    h)       Aqui fica a mais lustrosa prova de ignorância, de imbecilidade e
    de rigor dos “estudos das universidades” de hoje, com professores ignorantes,
    sem o mínimo de formação, completamente afastados da realidade social e
    cultural, os tais que até são coisas que nem sabem o que são, mas que, apesar
    da  manifesta falta de capacidade  e inteligência, se acham mais inteligentes do
    que a média das pessoas. Por via de regra, demonstra uma forma de demência que
    os leva a imaginar que são os únicos que estão correctos, quando sozinhos remam
    contra a maré. Disso são exemplos os Ricardos, os Ludwings e similares.

  • Rjgalves2001

    A sua crítica resume-se ao facto de eu ter usado «religioso» com o significado de «crente».

    Vejamos o dicionário.

    «religioso
    (ô)

    adj.
    1.
    Pertencente ou relativo à religião.
    2.
    Conforme com a religião, piedoso.
    3.
    Pio, observador dos preceitos religiosos.
    4.
    Inspirado pela religiosidade.
    5.
    Profundo, austero, respeitoso.
    6.
    Sagrado, santo, não profano.
    7.
    Pertencente ou relativo a instituto monástico.
    8.
    Fig. Pontual, escrupuloso.
    s. m.
    9.
    Frade, monge.
    Plural: religiosos |ó|.»

    http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=religioso

    Portanto, como vê, o significado que dei ao termos é perfeitamente legítimo.

    E só alguém muito ignorante acharia que eu estava a escrever sobre freiras e padres…

    • Mr X

      E se tu não fosses ignorante tinhas visto que citaste o significado de um ADJECTIVO, para justificar aquilo que escreveste como um substantivo. 

      Para a outra vez ficas calado.
      Repara: 
      como substantivo masculino (s.m.), significa, apenas, “frade ou monge”; como adjectivo (adj.) é que pode ter toda essa pafernália  de significados. 
      Percebeste, Zeca?

  • Ricardo Alves

    Tome lá, «Sr. X»:

    «nome masculino1. pessoa que professa uma religião2. pessoa que ingressou numa ordem ou num instituto religioso; frade; monge;»
     http://www.infopedia.pt/pesquisa.jsp?qsFiltro=0&qsExpr=religiosos

    E seja mais bem educado.

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