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VINO SOPITA ECCLESIA EST

Vinho para missas

 

+ BIBETVR «É boa pinga!», dizia o senhor bispo.
[enviada por um leitor devidamente identificado]

43 thoughts on “VINO SOPITA ECCLESIA EST”
  • Anónimo

    “No meu tempo o vinho de missa era o “Lágrima”. Quando eu era sacristão, bebia-o”

    Carpinteiro

    • Zemano

      Não largas a braguilha ao carpinteiro gostas-lhe bem da chupeta.

      • Anónimo

        Eu não sou da tua laia, Lé Lé Camarinha. Disfarças mal. Regressa aos estudos bíblicos, onde és uma ” su midade” à custa do vinho ” Lágrima”, com que te ias emborrachando antes e depois das missa das 17H 30m, no tempo que em foste sacristão… 🙂

        • Zemano

          «Está enganado.Você projecta sobre mim os seus próprios preconceitos, mas eu sou baço para espelho. O mundo está cheio de tipos mesquinhos como você, que estão sempre prontos a julgar a alma dos outros. Só intervêm quando os espaços de intervenção aparecem preenchidos. Quando estão vazios, ficam a remoer pequenas vinganças, ao estilo de ” que bom seria se aquelas caixas comentários aparecessem preenchidas da forma que me daria mais jeito responder”. Gente assim, como você, não age, reage. E normalmente reagem sempre pela mesma medíocre bitola:a pidesca e censória.

          Eu sei do que esta casa gasta.Já estou habituado ao seu estilo de discurso pequenino.Este poderia ser um blogue interessante se não existisse tanta mesquinhez comportamental, como aquela que você exercita e que é apanágio de outros tantos iguais a si. Leia José Gil, que você aparece lá bem retratado…»

          Já agora:

          Vai chamar Carpinteiro à puta-que-te-pariu.
          Cabões como tu conheço-os de gingeira.
          E já te avisei uma vez. Dá algum trabalho localizar-te, mas é possivel fazer-te passar um mau bocado. Eu no teu lugar não arriscava tanto…

          • Anónimo

            Ai que medinho. És tão ” corajoso”.

            Olha, quando quiseres mostrar a tua coragem, aparece…

          • Omar

            ola sou de goiania brasil nao briguem por bobeiras cada um com a sua filosofia de vida torço mas torço muinto pelo abismo sem fim de thanos

          • Anónimo

            Fica tranquilo Carpinteiro / Zemano que os teus comentários estão gravados em print screen para o caso de alguém os querer apagar.

            Quanto a este, a que respondo, põe aí o teu endereço que eu terei muito prazer em enviar-te cópia do mesmo.

            Para bom entendedor…

            E quando quiseres mostrar quão corajoso és ,marca dia, hora e local…

  • Anónimo

    A associação ateísta tem que organizar um jantar com os ateus e tem que se brindar com este vinho… 🙂

  • Leitor Identificado

    “No meu tempo o vinho de missa era o “Lágrima”. Quando eu era sacristão, bebia-o”

    Carpinteiro

  • cfranco

    Um cálice desta vinhaça com uma hóstia em plena missa.

    Juntem-se ao banquete.

  • carpinteiro

    «”No meu tempo o vinho de missa era o “Lágrima”. Quando eu era sacristão, bebia-o”

    Carpinteiro »

    Agradeço que alguém da direcção do DA retire o comentário onde o antoniofernando abusivamente me atribui frases que nunca escrevi.

    Não é a primeira vez que este fulano faz a brincadeira.

    • Anónimo

      Diz à direcção do “D,A.” para ir ao ” disqus” e conferir.

    • Anónimo

      Fica tranquilo que agora fico com os teus comentários em ” print screen” para o caso de alguém os querer apagar…

    • Anónimo

      “Agradeço que alguém da direcção do DA retire o comentário onde o antoniofernando abusivamente me atribui frases que nunca escrevi.

      Não é a primeira vez que este fulano faz a brincadeira”

      Carpinteiro

      Tu és um grande brincalhão, mas eu há muito que te topei a pinta, Carpinteiro/ Zemano/ “Isabelinha” ou qualquer outra das tuas férteis derivações. Só que és muito ” tardio” a mostrares-te indignado. Rectificação purgativa pós- edição de comentários ” oblige”, é Carpinteiro ?

      Bom, ficas mais sossegado se eu disser:

      «”No meu tempo o vinho de missa era o “Lágrima”. Quando eu era sacristão, bebia-o”

      Marceneiro ?”

      Bom, então seja: não foi o Carpinteiro quem bebia vinho lágrima, enquanto sacristão.

      Foi o Marceneiro, aquele que andou num colégio de padres e que ajudava à missa duas vezes por dia .

      Sacristão ? Nem pensar. Pode lá um dito ateu “sempre convicto” como tu ter sido sacristão ?

      Homessa, que grande ofensa a um tipo tão coerente e íntegro como tu.

      Tu serias lá capaz de prostituir as tuas firmes convicções ateístas ? Nem pensar.

      Tudo derivou de um mero erro de leitura. Afinal o Carpinteiro era um simples Marceneiro.

      Desculpa sim Marcen….., quero dizer Carpinteiro ?

  • carpinteiro

    A Vinha do Senhor

    I
    Existiu noutro tempo uma vinha piedosa
    Doirada pelo Sol da alma de Jesus,
    Uma vinha que dava uns frutos cor-de-rosa,
    Vermelhos como o sangue e puros como a luz,

    Inundavam-na d’água os olhos de Maria,
    E os virgens corações dos mártires, dos crentes,
    Eram a terra funda aonde se embebia
    A mística raiz dos pâmpanos virentes.

    Produzia um licor balsâmico, divino,
    Que aos cegos dava luz, aos tristes dava esp’rança,
    E que fazia ver, na areia do destino,
    A miragem feliz da bem-aventurança.

    Aos mortos restituía o movimento e a fala,
    Escravizava a carne, as tentações, a dor,
    E transformou em santa a impura de Magdala,
    Como transformou Abril um verme numa flor.

    Bebê-lo era beber uma virtuosa essência
    Que ungia o coração de perfumes ideais,
    Pondo no lábio um riso ingénuo de inocência,
    Como o d’água a correr, virgem, dos mananciais.

    Dava um tal esplendor às almas, tal pureza,
    Que nos circos de Roma até se viu baixar.
    Diante da nudez das virgens sem defesa,
    Ao magro leão da Núbia o coruscante olhar.

    II
    Mas passado algum tempo a humanidade inteira
    De tal modo gostou desse licor sublime,
    Que o êxtase cristão tornou-se em bebedeira,
    E o sonho em pesadelo, e o pesadelo em crime.

    Nas solidões do claustro as virgens inflamadas
    Co’as fortes atracções da mística ambrosia
    Torciam-se, febris, convulsas, desvairadas,
    Meretrizes de Deus numa piedosa orgia.

    É que no vinho antigo ia à noite o demónio
    Lançar co’a garra adunca uma infernal mistura
    De mandrágora e ópio e heléboro e estramónio,
    Verde-negro e viscoso estrato de loucura.

    Quando uivava de noite o vento nas campinas,
    Via-se pela sombra, oblíquo, Satanás,
    Colhendo aos pés da forca ou buscando entre as ruínas
    Ervas, vegetações, prenhes de essências más.

    Era o filtro subtil dessas plantas de morte
    Que fazia da alma um dervixe incoerente,
    Uma bússola doida à procura do norte,
    Uma cega a tactear no vácuo, ansiosamente!…

    E a taça do veneno estonteador e amargo
    No fúnebre banquete ia de mão em ruão,
    Produzindo o delírio, a síncope, o letargo,
    E em cada olhar sinistro uma cruel visão.

    Uns viam a espectral sarabanda frenética
    De esqueletos a rir e a dançar com furor
    Em torno à Morte podre, impudente, epiléptica,
    Com dois ossos em cruz rufando num tambor.

    Outros viam chegado o pavoroso instante
    Em que um monstro de fogo, um dragão aerolito,
    Dava na terra um nó co’a cauda flamejante.
    Arrebatando-a, a arder, através do infinito.

    E então para fugir ao desespero e ao pânico
    Bebiam com mais ânsia o filtro singular,
    Até à epilepsia, ao turbilhão tetânico
    Do Sabá desgrenhado e erótico, a espumar!

    E à força de beber o trágico veneno
    Tombou por terra exausta a humanidade enfim,
    Como em Londres, de noite, ao pé dum antro obsceno
    Cai sobre a lama inerte uru bêbado de gim.

    III
    Mas nisto despontou a esplêndida manhã
    Dum mundo juvenil, robusto, afrodisíaco:
    A Renascença foi para a embriaguez cristã
    A excitação vital dum frasco de amoníaco.

    E na vinha de Deus ainda florescente
    Começou a nascer por essa ocasião
    Um bicho que enterrava escandalosamente
    Nos pâmpanos da crença as unhas da razão.

    Propagou-se o flagelo; o mal recrudesceu;
    A colheita ficou em duas terças partes:
    Chega o oídio Lutem, o verme Galileu.
    E cai-lhe o temporal de Newton e Descartes,

    Embalde Carlos nove, Inácio e Torquemada,
    Catando esses pulgões das bíblicas videiras,
    Os entregam à roda, ao cadafalso, à espada,
    Ou os queimam por junto aos centos nas fogueiras.

    O estrago cada vez era maior, mais forte;
    Apesar da realeza, o trono e a sacristia
    Andarem sacudindo o enxofrador da morte
    No formigueiro vil das pragas da heresia.

    Por último, Voltaire-filoxera invade
    Essa encosta plantada outrora por Jesus,
    E das cepas ideais da escura meia-idade
    Ficaram simplesmente uns velhos troncos nus.

    IV
    Mas como havia ainda alguns consumidores
    Desse vinho que o Sol deixou de fecundar,
    Uns velhos cardeais, hábeis exploradores.
    Reuniram-se em concilio a fim de o imitar.

    E é assim que Antonelli, o verdadeiro papa,
    O químico da fé, um grande industrial,
    Fabrica para o mundo ingénuo uma zurrapa
    Que ele assevera que é o antigo vinho ideal.

    Para isso combina os vários elementos
    Que compõem esta droga: o nome de Maria,
    Anjos e querubins, infernos e tormentos,
    Bastante estupidez e imensa hipocrisia,

    Põe tudo isto a ferver, liga, combina, mexe,
    E, filtrando através duns textos de latim,
    Eis preparado o vinho, ou antes o campeche,
    Que a saúde da alma há-de arruinar por fim.

    Mas como o paladar de muitos europeus
    Quase prefere já (horrível impiedade!)
    À falsificação do vinho do bom Deus.
    O vinho genuíno e puro da verdade;

    E como já por isso, (assim como era dantes)
    A Igreja nos não queime e o rei nos não enforque,
    A cúria procurou mercados mais distantes,
    O Japão, o Peru, a Austrália e Nova Iorque.

    Os comis-vovageurs de Roma – os Lazaristas
    Com as carregações vão através do oceano.
    Por toda a parte abrindo os armazéns papistas,
    A fim de dar consumo ao vinho ultramontano.

    Em cada igreja existe uma taberna franca
    Para impingir a tal mixórdia, o tal horror,
    Ou seca ou doce, ou velha ou nova, ou tinta ou branca,
    Segundo as condições e a fé do bebedor.

    Para Espanha vão muito uns vinhos infernais,
    Um veneno explosivo e forte que produz
    Um delírio tremente – o General Narvais,
    E um vómito de sangue – o Cura Santa Cruz.

    Portugal quer vinagre. A Itália quer falerno.
    Veuillot quer aguarrás que ponha a língua em brasa.
    E John Bull, por exemplo, um pouco mais moderno,
    Manda ao diabo a botica, e faz a droga em casa.

    Ao povo, esse animal que o Padre Eterno monta,
    Como é pobre, coitado, então a Santa Sé
    Fabrica-lhe uma borra incrível, muito em conta,
    Um pouco de melaço e um pouco d’aguapé.

    A fina flor cristã, a flor altiva e nobre,
    O rico sangue azul do bairro S. Germano,
    Para quem o bom Deus é um gentil-homem pobre
    A quem se dá de esmola alguns milhões por ano,

    Essa, como detesta os vinhos maus, baratos,
    Como é de raça ilustre e débil compleição,
    Mandam-lhe um elixir que serve para os flatos,
    Ou para pôr no lenço ou ir à comunhão.

    De resto há quem, bebendo essa tisana impura,
    Sinta a impressão que outrora o néctar produzia.
    São milagres da fé. Ditosa a criatura
    Que no ruibarbo encontra o sabor da ambrosia.

    E eu não vos vou magoar, ó almas cor-de-rosa
    Que inda achais neste vinho o esquecimento e a paz!
    Não insulto quem bebe a droga venenosa;
    Acuso simplesmente o charlatão que a faz.

  • Anónimo

    Sim, creio que, depois do derradeiro sono,
    há de haver uma treva e há de haver uma luz
    para o vício que morre ovante sobre um trono,
    para o santo que expira inerme numa cruz.
    Creio que Deus é eterno e que a alma é imortal.

    Só a alma é imortal; só essa pura essência;
    Jamais se decompõe ou jamais se aniquila;
    O corpo é simplesmente a lâmpada de argila;
    A alma, eis o clarão.”

    Guerra Junqueiro, ” A Velhice do Padre Eterno

    • Elmano1948

      O Tonecas Sacristão… Por acaso não enxergaste no citado livro “O Génesis” de Guerra Junqueiro?
      Então toma lá:

      Jeová, por alcunha antiga – o Padre Eterno
      Deus muitíssimo padre e muito pouco eterno,
      Teve uma ideia suja, uma ideia infeliz:
      Pôs-se a esgaravatar co´o dedo no nariz,
      Tirou desse nariz o que um nariz encerra,
      Deitou isso depois cá baixo, e fez-se a Terra.
      Em seguida tirou da cabeça o chapéu.
      Pô-lo em cima da Terra… e zás, formou o céu.
      Mas o chapéu azul do Padre Omnipotente
      Era um velho penante, um penante indecente
      Já muito carcomido e muito esburacado
      E eis porque o Céu ficou todo estrelado.
      Depois o criador (honra lhe seja feita!)
      Achou a sus obra uma obra imperfeita,
      Mundo sarrafaçal, globo de fancaria
      Que nem um aprendiz de Deus assinaria
      E furioso escarrou no mundo sublunar
      E a saliva ao cair na Terra fez o mar.
      Depois, para que a igreja arranjasse entre os povos
      Com bulas de cruzada, alguns cruzados novos,
      E Tartufo pudesse inda dessa maneira
      Jejuar, sem comer de carne à sexta-feira,
      Jeová fez então para a crença devota
      A enguia, o bacalhau e a pescada-marmota.
      Em seguida meteu a mão pelo sovaco,
      Mais profundo e maior que a caverna de Caco
      E arrancando de lá parasitas estranhos
      De toda a qualidade e de todos os tamanhos
      Lançou-os sobre a Terra, e deste modo insonte
      Fez ele o megatério e fez o mastodonte.
      Depois, para provar em suma quanto pode
      Um criador, tirou dois pêlos do bigode
      Cortou-os em milhões e milhões de bocados
      (Obra em que ele estragou quatrocentos machados)
      Dispersou-os no globo, e foi desta maneira
      Que nasceu o carvalho, o plátano e a palmeira.

      Por fim com barro vil, assombro da olaria!
      O que é que imaginais que o Criador faria?
      Um pote? Não; um bicho, um bípede com rabo
      A que uns chamam Adão e outros Simão. Ao cabo
      O pobre Criador sentindo-se já fraco,
      (Coitado, tinha feito o universo e um macaco
      Em seis dias!) pensou: Deixemo-nos de asneiras
      Trago já uma dor horrível nas cadeiras
      Fastio…Isto dá cabo até duma pessoa…
      Nada, toca a dormir uma sonata boa!
      Descalçou-se, tirou os óc’los e o chinó
      Pitadeou com delícia alguns trovões em pó
      Abriu, para cair num sono repentino
      O alfarrábio chamado o Livro do Destino
      E enflanelando bem a carcaça caduca
      Com o barrete azul-celeste até à nuca
      Fez ortodoxamente o seu sinal da cruz
      Como qualquer de nós, tossiu, soprou à luz
      E de pança prò ar, num repoiso bendito
      Espojou-se, estirou-se ao longo do infinito
      Num imenso enxergão de névoa e luz doirada.

      E até hoje, que eu saiba, inda não fez mais nada.

      • Anónimo

        Lé Lé:

        Guerra Junqueiro nunca deixou de ser crente. Era anticlerical ? Era, mas, se quiseres, volto a repetir alguns ” desafabos” que ele fez ao Raul Brandão antes de morrer.

        Queres que eu evoque a memória do Guerra Junqueiro em toda a sua amplitude ? Queres Lé Lé ?…

        • Elmano1948

          Pudera.
          Quando a velhice vem e a senilidade aperta
          qualquer velho é presa fácil para os caçadores de “almas”.

          As crianças têm medo à noie, às horas mortas
          Do papão que as espera, hediondo, atrás das portas
          Para as levar no bolso ou no capuz de um frade
          Não te rias da infãncia, ó velha humanidade
          Que tu também tens medo ao bárbaro papão
          Que ruge pela boca enorme do trovão
          Que abençoa os punhais sangrentos dos tiranos
          Um papão que não faz a barba há seis mil anos
          E que mora, segundo os bonzos têm escrito,
          Lá em cima, detrás da porta do infinito.

          Seria só anticlerical? Duvido! Enquanto esteve lúcido desencou fortemente nos mitos e nos negociantes da fé.

          • Anónimo

            Duvidas ? Morreu crente, confessando, à hora da morte, que queria morrer na presença do Padre Cruz, de quem foi Amigo.

            Se ainda tiveres dúvidas, informa-te…

          • Elmano1948

            Não tenho dúvidas. Já te dei inclusivé a razão porque isso aconteceu.
            Quando a lucidez se vai e a senilidade aperta, qualquer velhote é presa fácil dos caçadores de “almas”.
            Mas os versos que afixaste acima não constam do livro – A Velhice do Padre Eterno. Li e reli, e não os encontrei.

          • Anónimo

            Esses versos são do Guerra Junqueiro. Também eu li e reli algures que o ex- sacristão Lé Lé era dado às delicías do vinho ” Lágrima”.

            Mas há sempre quem não se coíba de eliminar o que não lhes interessa que os outros saibam.

            São os chamados ” milagres ateístas” de pós- edição de comentários….

            P.S. O que vale é que o ” print screen” pode esclarecer alguns desses ” milagres”…

          • Anónimo

            AOS SIMPLES

            Ó crentes, como vós, no íntimo do peito

            Abrigo a mesma crença e guardo o mesmo ideal.

            O horizonte é infinito e o olhar humano é estreito:

            Creio que Deus é eterno e que a alma é imortal.

            Toda a alma é clarão e todo o corpo é lama.

            Quando a lama apodrece inda o clarão cintila:

            Tirai o corpo – e fica uma língua de chama

            Tirai a alma – e resta um fragmento d’argila.

            E para onde vai esse clarão? Mistério

            Não sei Mas sei que sempre há-de arder e brilhar,

            Quer tivesse incendiado o crânio de Tibério,

            Quer tivesse aureolado a fronte de Joana d’Arc.

            Sim, creio que depois do derradeiro sono

            Há-de haver uma treva e há-de haver uma luz

            Para o vício que morre ovante sobre um trono,

            Para o santo que expira inerme numa cruz.

            Tenho uma crença firme, uma crença robusta,

            Num Deus que há-de guardar por sua própria mão

            Numa jaula de ferro a alma de Locusta,

            Num relicário d’ouro a alma de Platão.

            Mas também acredito, embora isso vos pese,

            E me julgueis talvez o maior dos ateus,

            Que no Universo inteiro ha uma só diocese

            E uma só catedral com um só bispo – Deus.

            Guerra Junqueiro

            P.S. Não foi feito à hora da morte. Queres mais ?

      • Anónimo

        “O Tonecas Sacristão ” ?

        Tiro ao lado. Foi um tal ” Marceneiro Sacristão “, sabes quem é ? Um gajo armado em chico-esperto, que agora se quer fazer de sonsinho e arvorado em ateu ?

        Esse mesmo, o ” culto”, o ” integro”, o especialista em estudos bíblicos.

        Esse mesmo, o tal que gostava de jogar matraquilhos-inter-missas.

        Não sei porquê, mas palpita-me que o conheces bem de mais, Zemano, ai desculpa, Isabelinha, ai desculpa,Domigos, ai desculpa Azedo, ai desculpa está bem ?…

        • Zemano

          O Elmano já anda por aqui há tempo suficiente para não o confundires com ninguém, mas de um anormal como tu tudo se espera.

          Reparo que continuas a chuchar com entusiasmo na chupeta do Carpinteiro. Força pá! não lhe largues a braguilha… (gostos não se discutem não é verdade?!)

          Quanto aos meus comentários, podes limpar o cu a eles e fazer papel de rebuçado para chupares. Tu que tanto gostas de chuchar…
          Bom proveito ó LABREGO! ;-)) Eh eh eh…

          Ah! … já me esquecia!
          Vai chamar Carpinteiro à puta da tua mãe ou ao corno do teu pai. O meu nome é zemano, carpinteiro é a puta que há-de parir (que a que te pariu não tem culpa).

          Nota: Já que gostas tanto de colocar vídeos, coloca um da tua “maravilhosa esposa ateia (com o teu “melhor” amigo também ateu), aqui no blog para apreciarmos, logo se vê. Pode ser que marche, tá?

          Até à próxima, (e desentala o caroço da amêndoa do “rego” que a Páscoa já lá vai) ó LABREGO!

  • Kavkaz

    … e tem a (multiprovação e) aprovação de S. Ex.a Rev.ma o Senhor Bispo do Porto.

    Quem sabe, sabe! E o Sr. Bispo sabia que o “Ferreirinha” é do bom!

  • Kavkaz

    … e tem a (multiprovação e) aprovação de S. Ex.a Rev.ma o Senhor Bispo do Porto.

    Quem sabe, sabe! E o Sr. Bispo sabia que o “Ferreirinha” é do bom!

  • Oliveira

    Um belo vinho portugues, um mé santificado, para matar a sede dos ingenuos e encher o bolso dos clérigos …

  • besta

    Vinho miraculoso que, depois de benzido, se transforma em sangue do “Nosso Senhor Jesus Cristo que morreu, por nós, na cruz para remissão dos nossos pecados.
    E a besta sou eu?!

    • Kavkaz

      Só com vinho é que funciona. Com groselha que também é vermelha já não dá. O truque é do álcool, não é do padre benzer o líquido!

  • Nuno José Almeida

    Por favor não alimentem os TROLS

  • Anónimo

    MUDANÇA DE RUMO

    “Sim, creio que, depois do derradeiro sono,
    há de haver uma treva e há de haver uma luz
    para o vício que morre ovante sobre um trono,
    para o santo que expira inerme numa cruz.
    Creio que Deus é eterno e que a alma é imortal”

    Guerra Junqueiro

    Quando iniciei a minha participação neste blogue, não antecipei o momento da minha saída. No entanto, nunca me permitiria retirar-me no ” calor da refrega”, por qualquer razão que não tivesse exclusivamente que ver com a minha vontade de prosseguir.

    Nenhuma manobra de intimidação ou tentativa de condicionamento surtiria em mim qualquer efeito dissuasor. Nunca receei qualquer tipo de confronto e não seria agora que isso iria acontecer. O que tinha para dizer sempre o disse, com ou sem excessos de linguagem. Mas aqui, neste ” D.A.” não há inocentes, quase todos têm as suas culpas no estado deplorável a que este deprimente blogue chegou.

    Há porém duas pessoas que sempre marcaram a excepção, em relação a todas os demais, pela sua urbanidade de trato: o ateu Jovem 1983 e o crente Pedro, cujos exemplos ora registo e enalteço.

    No fundo, lamento não ter conseguido refrear os meus ânimos, sempre que me considerei ofendido ou sempre que, permanentemente, me tentavam achincalhar com as formas mais inadmissíveis de ataque pessoal.

    Mudei o meu comportamento inicial? Mudei, sim. Mas, a partir de uma certa altura, tornou-se insuportável ter que aturar as constantes e desrespeitosas invectivas de Baal e João C.

    Fartara-me de ser o cristão disponível para constantemente dar a outra face. Cristo quando assim fez, quis suscitar compaixão no agressor, não que O tornassem a agredir.

    Depois, cansei-me dos textos recorrentemente panfletários e sectários de Carlos Esperança, um homem que profundamente me desiludiu e, em relação ao qual, cheguei a sentir sincera estima, na fase em que escrevia belos e talentoso textos.

    Posteriormente, sobreveio o dia em que decidi criticar a falta de ética de José Saramago.

    A partir desse dia, passei a ser constantemente insultado por alguns daqueles que anteriormente me elogiavam, esquecendo-se que sempre critiquei todos os intolerantes, fossem eles Tomás de Aquino, João Crisóstomo ou José Saramago.

    Intencionalmente, não os nomeio. Eles sabem quem são.

    Para mim, um homem progressista tem que ser intrinsecamente democrático e tolerante.

    Se não o for, seja politicamente à direita ou à esquerda, será sempre para mim um reaccionário.

    Não vou abandonar definitivamente o ” D.A.”. Conto cá continuar a vir de forma, porém, mais espaçada, para comentar qualquer texto que me motive, como é o caso dos interessantes textos de Ludwig Krippahl.

    Lamento não poder fazer a vontade àqueles que gostariam que abandonasse definitivamente o ” D.A.”

    Mas um livre-pensador, seja crente, ateu ou agnóstico, determina-se exclusivamente pelo imperativo categórico da sua determinação interior.

    E essa nunca me faltou nem faltará…

  • Anónimo

    Como atrás disse, aqui não há inocentes, nem do lado dos crentes, nem dos ateus, exceptuando os casos exemplares de Jovem 1983 e Pedro.

    Aqueles que quiseram reflectir sobre as suas próprias responsabilidades têm aqui muito por onde ponderar:

    1- A crueldade é apanágio dos crentes
    2-Os tipos da ICAR são todos uns macacos
    3- A Igreja Católica é uma organização absolutamente tenebrosa
    4- A Igreja Católica é uma associação de malfeitores
    5- Bento XVI é um facínora
    6-Vozes de burros não chegam aos céus
    7- A religião transforma um homem num monte de merda
    8- O Ritual Sagrado de Defecação é um ato formal de quem se está cagando para a Igreja Católica
    9- Pela minha parte vou passar a retribuir as orações, dos que rezam por mim, com o meu ritual diário de defecação
    10- Celebrar a queima de igrejas parece-me de mau gosto e não participaria nisso.
    11- Jesus Cristo. Solteiro. De falinhas mansas. Nunca dormiu com uma mulher. Gostava de andar rodeado por doze ” discípulos”. Mas alguém tem dúvidas?
    12- Jesus paneleiro
    13- Maria de Magdala uma reles e vulgar meretriz
    14-O judeu é o herói máximo dos católicos! Até o comem às rodelas.
    15- Há medida que escrevo irei apresentando alguns dos meus argumentos
    16- O problema é que os religiosos faltam sempre à verdade! “Deus” não existe!
    17-Para os cristãos se calhar era melhor sémen do que urina pois sémen é sempre a semente de Deus
    18-Não tenho o mínimo problema em ver um crucifixo mergulhado em urina
    19-Se eu tenho vergonha de mim próprio? Eu respondo-te que sim.
    20-O teu herói judeu era tresloucado. O tipo tinha a mania que era filho de um deus e que havia de ser rei algures. Ora um indivíduo arruaceiro e antisocial que não trabalhava só poderia acabar mal.Na altura não havia ainda o Hospital Júlio de Matos onde costumam observar indivíduos com tais sintomas. Os “médicos” daquela época tratavam os doentes de forma radical. Aliás era o que o judeu também queria como o reconheceu antecipadamente. Queria ser MÁRTIR para encher os bolsos ao Clero!
    21-Na cruz deveria estar o peixe da Sexta-Feira santa. Domingo o cabrito representaria melhor o papel de mártir.
    22-A figura semi-nua do J.C. na cruz, exibindo aquele olhar paneleirote que todos lhe conhecemos.
    23-Parece que o cabrão do seu pai divino, teria comprado um balde de pipocas para, frente ao LCD (no céu existem LCDs e outras merdas do género) para ir mastigando, enquanto aguardava a execução do seu único filho. Muito se riu o malvado, parece até que se masturbou como um porco, quando viu o imbecil, revirar os olhos, cuspir uma mistura de saliva e sangue para cima dos que assistiam à execução enquanto dizia com voz suave: “Ai pai, que já me fod….”
    24-Jesus era um mentiroso de primeira; em primeiro que ele jurava que era virgem, mas tinha filho com Madalena.
    25- Ahahahah! Realmente é de andar ocupado com um judeu tresloucado que se suicidou há 2.000 anos
    26- Allô, allô, o judeu já morreu? É que tenho de temperar o cabrito para a ressurreição!
    27- O corpo do judeu já entrou. O médico já esteve a fazer a autópsia e registou a presença de alcool superior à norma no sangue. Pelo visto terá havido excessos na “Última Ceia”.
    28-O seu deusinho judeu, que se suicidou na cruz e que gostava de umas chicotadazitas nas costas e que lhe espetassem uns preguitos nas mãos e nos pés.
    29-Há quem considere a gravura um insulto aos cristãos. Se calhar é. Concordo, e compreendo perfeitamente. Mas eu, como ateu, também me sinto insultado quando entro numa igreja e ouço o padre a garantir que aquelas rodelas de pão ázimo são o “corpo de Cristo. Um dia, enchi-me de coragem e fui manifestar o meu sentimento ofendido ao padre. Vocês sabem o que foi que o malcriadão me respondeu? “Se o senhor se sente ofendido ao entrar numa igreja, tem um remédio: não entre.”
    30- Nós estamos na nossa pocilga.
    31- Chamar traidor a Judas, é um insulto que só pode vir de quem é ignorante.
    32-Sou do tempo em que ia à missa duas vezes por dia. Às oito da manhã, porque era obrigado, às 5,30 da tarde, porque o padre me dava, por ajudar à missa, uma c`rôa (cinco tostões), que eu usava-os para jogar matrecos.
    33- Sabia que os funcionários de deus são, percentualmente, os maiores clientes das clínicas de abortos?
    34- Porque não beatificam já agora os médicos nazis que é graças às suas experiências desumanas em Judeus que a medicina evolui drasticamente?
    35– Eu tenho valores e muitos e bons. Tenho muitas outras referências muito boas em particular
    36- Caro antoniofernando
    Lendo os comentários que tem deixado escritos, no D.A. e, em alguns deles, me instigar a que me pronuncie sobre o insulto que o Luís Grave Rodrigues proferiu contra Sua Santidade O Papa Bento XVI, chamando-lhe de facínora; embora eu não me sinta na obrigação de o fazer – porque cada ateu só deve responder pelos seus próprios actos – devo reconhecer que esse impropério do Luís Grave Rodrigues, é demasiado ofensivo.
    Quero, aqui, manifestar que, hoje, eu não concordaria com essa afronta e acho que o Dr. Luís Grave Rodrigues lhe deve um pedido de desculpas não só a si, antóniofernando, em particular, mas a todos os verdadeiros facínoras como
    Dizer que Bento XVI é um facínora é uma ofensa intolerável a todos os facínoras, como você, que se prezam.
    37- Esta Igreja adora pôr os meninos a mamar no Santíssimo Sacramento
    É a Santa Igreja do Zeca, Jota, Tony, Entrecosto.
    38- Mas qual crítica? sua fístula hemorroidal!
    39- Quero, desde já, informar que a criação de um blogue é grátis e cada um pode fazer o seu! Há-os de todas as espécies: exibicionistas, egocêntricos, populistas, demagógicos, promocionais, filosóficos, poéticos, etc. Com certeza que alguma categoria vos há-de servir. Este, fundamentalmente, impele à reflexão séria e ao debate intelectualmente honesto sobre religião e ateísmo. Assim, os comentários que não se integrem neste propósito, devem procurar outras publicações online mais adequadas à frivolidade do discurso.
    40- Sendo mais explícito, os homens portugueses são criados para servir um género mais masculino do que eles, que são as mães autoritárias, as austeras beatas de Fátima, ou as palestinianas da Beira, talvez a pior coisa que produzimos, se excetuarmos as variantes, que Darwin nunca estudou, e dão em Mães-de-Cantanhede, uma coisa extinta em todo o mundo, exceto nas kasbahs do Médio Atlas, e nas aldeias do Sul do Líbano, antes de serem bombardeadas terapeuticamente por Israel.
    41- “Virgem” Maria era tão lésbica que até teve de realizar inseminação artificial.
    42-Não virei aqui escrever nem mais uma linha, enquanto os administradores do Diário Ateísta permitirem que sejam publicados comentários, insultuosos, que chegam ao ponto de, os próprios provocadores ironizarem, escrevendo:
    “Sê sincero, notas aqui algum ateu culto e instruído para além da gandulagem ateísta que por aqui anda? ”
    43-O que eu faço na minha vida privada não é da tua conta, idiota! Eu nunca afirmei que as pessoas devem jogar ao berlinde para ultrapassar a crise económica de Portugal
    44- Milagre da propagação da SIDA, reconhecido, irá acelerar a beatificação de João Paulo II.
    45-Todos nascemos ateus. E quem sois vós para virdes a um lugar ateu fazer juízos de valor acerca dos ateus ó palonços?!
    46-Como toda a gente sabe, Jesus nunca existiu.
    47- Ó troglodita então porque é que quando os da tua espécie se despedem dizem:- Adeus??
    48-Confundes tom com tonalidade. Desconheces a diferença entre ligadura de prolongação e expressão.
    49– Na taxonomia, o homem pertençe ao Reino Animal.
    50- Já agora diga-me: Maria foi fecundada pelo espírito santo, ou não foi necessária esta intervenção? E a pomba era realmente pomba ou neste caso podemos dizer que era pombo? Partindo do princípio que era pomba, estaria esta sujeita ao toque rectal para comprovação dos divinos ovos que então debitava do sagrado gargalo?
    51- Para estes ressentidos provincianos, com uma infância à antiga portuguesa, de porcos no andar de baixo, e uma família de bigode no andar de cima, são tão horríveis as calúnias que lançam sobre a Santa Madre Igreja como sobre o Paulo Pedroso. Para mim também.
    52-O pequeno cristiano ronaldo que cada português frustrado arrasta no seu libidinoso limbo, no Zeca transforma-se numa daquelas enxovalhadeiras esganiçadas das telenovelas venezuelanas, destravadas e com tendências histéricas do síndroma do coito interrompido, que começam por dar a todos, e só depois, lá bem no fim da telenovela é que se aviam com o homem certo, no momento certo, e no dia da procriação!
    53- Mas tu sabes não sabes meu cabrão de merda?
    54- Vai chamar grunho À puta que te pariu. Filhos da puta como tu só percebem esta linguagem não é meu cabrão de merda?
    55- Estou-me mesmo cagando para o seu deus, para a sua virgem, para o seu Cristo, para o Pinóquio, para a bela adormecida, para os unicórnios, fadas e santo António de Lisboa, só não estou cagando para o seu papa, porque preciso da roupa dele, preciosamente imaculada, para limpar o cu
    56- João Paulo II apadrinhou a SIDA, Bento XVI a PEDOFILIA.
    Quem tem poder de encarcerar estes criminosos e ilegalizar a seita?
    57- No caso particular que a Bíblia relata sabemos que o que nos contam é que Jesus saberia ao que ia antecipadamente. É o que diz o relato. Não sou eu. Eu parto do que está lá escrito. Entendo que não tenho que chorar quem se dá ao luxo de se crucificar porque assim quis.
    58- Eheheheheh… Excelente ideia! “Deus”, em vez de crucificar o “próprio” filho para meter dó aos crentes, deveria ter enviado um robot. Foi falta de “alembradura inteligente” ou talvez tenha falta de conhecimentos tecnológicos.
    59- Deuterónimo 5, 8-10, segundo mandamento do Decálogo bíblico.
    60- É péssimo quando se vem discutir para este blog, pensando que o nível cultural dos ateus que frequentam este espaço é igual ao dos crentes de Fátima.
    61-Das frases mais abjectas que ainda hoje se ouve da boca de um funcionário de deus durante a homilia é: «”Tomai, todos, e comei, isto é o meu Corpo (…) Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu Sangue”.
    62- Stalin não foi ateu.
    63- Por favor não nos acusem de falar-mos mal da Igreja. Não é preciso ser inteligente para perceber que estas afirmações representam um eloquente exemplo de estupidez humana.
    64- O ateu é um ser honesto nas suas dádivas, dá sem esperar nada em troca. O crente porém não é assim, ele dá porque espera ser recompensado aqui na terra ou em última instância no céu.
    65- Digo-te mais, se eu fosso dono deste site, fazia como fazem os teus queridos religiosos, os comentários só apareceriam depois de censurados.
    66- No meu tempo o vinho de missa era o “Lágrima”. Quando eu era sacristão, bebia-o.
    67-Eu não chamei macacos aos crentes, esses são mais pró carneiros, chamei macacos aqueles que marcaram a concentração de crentes para o 1 de Maio
    68-E embora defensor da liberdade de expressão, considero que não deviam ser toleradas asneiras neste blogue. Quanto ao debate, considero que muito haveria a ganhar se o mesmo fosse obrigado a ser baseado em factos comprovados. Acabava-se logo com as crendices e aldrabices. Era giro, ora digam lá…
    69-Vai chamar Carpinteiro à puta-que-te-pariu. Cabões como tu conheço-os de gingeira.
    E já te avisei uma vez. Dá algum trabalho localizar-te, mas é possivel fazer-te passar um mau bocado. Eu no teu lugar não arriscava tanto…
    70- Jesus xenófobo e racista
    71- Não me incomodam as estravagâncias de que se reveste o dia-a-dia destes crentes
    72- Rodrigues, o ridículo é tanto que apesar de não existir uma única fotografia nem prova do filho do mito, exigem respeito pela imagem do fulano!
    73- Qual é a diferença entre um crente e um cavalo? Um cavalo utiliza umas palas para perder a visão periférica o crente não precisa de palas.

  • Amarquespinto

    Lamento que este espaço que tratava com seriedade as questões a que se propõe, se deixe degradar com “comentários” grosseiros que só empobrecem uma obra inicialmente muito digna. Assim não tarda que os ateus se voltem para Deus – seja isso o que for – à procura de respeito.
    Aos autores originais – se não são os mesmos – os melhores cumprimentos.

    • Kavkaz

      “Assim não tarda que os ateus se voltem para Deus…”

      Mas o seu “Deus” começou a existir?

  • Anónimo

    Eu só não sabia era que o JC tinha bebido Vinho do Porto na última ceia. Sempre pensei que tivesse sido com vinho da adega. Sendo assim, verifico que o Vinho do Porto é muito mais antigo do que eu pensava. É pena que o tenham bebido todo… Uma pinga com 2000 anos deve ser de estalo.

    • besta

      Ó Zé! O vinho da última ceia foi, milagrosamente, transformado a partir da água do rio jordão.
      Cultiva-te pá!!!

    • Kavkaz

      O vinho da última ceia era vinho barato. Agora, bebe-se do melhor e à frente dos crentes. Bebem na missa (belo local para ingerir bebidas alcóolicas) e não oferecem aos “irmãos”. Está quieto… Eles que o comprem. Ficam só a ver como é!

  • Kavkaz

    A televisão está hoje ao serviço dos beatos. Desliga-se e pronto. Aproveita-se o sol para um bom passeio. E está-se muito bem!

    • carpinteiro

      Carcaça de João Paulo II, o Papa da Sida, já está à superfície, para ser submetida a mais uma fraude do Milénio.
      A Igreja Romana foi forçada, por Ratzinger, a ter um novo Beato, com milhões de mortos de culpa.
      A beatificação de Ratzinguer já está na calha.

    • carpinteiro

      Carcaça de João Paulo II, o Papa da Sida, já está à superfície, para ser submetida a mais uma fraude do Milénio.
      A Igreja Romana foi forçada, por Ratzinger, a ter um novo Beato, com milhões de mortos de culpa.
      A beatificação de Ratzinguer já está na calha.

  • besta

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