1- A crueldade é apanágio dos crentes
2-Os tipos da ICAR são todos uns macacos
3- A Igreja Católica é uma organização absolutamente tenebrosa
4- A Igreja Católica é uma associação de malfeitores
5- Bento XVI é um facínora
6-Vozes de burros não chegam aos céus
7- A religião transforma um homem num monte de merda
8- O Ritual Sagrado de Defecação é um ato formal de quem se está cagando para a Igreja Católica
9- Pela minha parte vou passar a retribuir as orações, dos que rezam por mim, com o meu ritual diário de defecação
10- Celebrar a queima de igrejas parece-me de mau gosto e não participaria nisso.
lerdinho,
taralhoco,
imbecil,
hipócrita,
pidesco,
javardo,
pestilento,
Sectário,
Cobardolas
mentecapto
estrebaria
Tomaste a Fernanda Câncio pela p…da tua m….
Nota-se bem pelo teu focinho…
Vai ofender a p…da tua m….
Toda a razão na sua crítica construtiva. Nada melhor do que escolher o alvo das respostas aos civilizadíssimos comentários dos ilustres ateus que aqui nos honram com as suas superiores análises.
Note bem este mais recente primor do nosso colaborador Ricardo Alves:
“Celebrar a queima de igrejas parece-me de mau gosto e não participaria nisso”
Não é lindo termos aqui um colaborador tão esteta como este ? Tão culto e prudente ?Tão republicano e laico ? Tão democrata e progressista ?
Gente de outra figura de trato, habituada a frequentar os mais conceituados museus e as mais modernas ” vernissages” ?
Imagina aqui algum crente a adoptar a subtileza estilística que perpassa da assinalada frase ?
Por certo não. É com comentadores desse gabarito, que não sujam as mãos com actos tão prosaicos como queima de igrejas, que o Ateísmo se dignifica.
Depois, com comentadores lúcidos e imparciais como você, mais o Ateísmo irá de vento em popa até à vitória final.
Se o problema para a queima das igrejas está na sujidade do acto, podem contar com os meus serviços para implodir aquela trampa a custo baixo . Trabalhinho limpo e sem espinhas.
Caso interesse, é só contactar:
Albert Einstein: “Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”,
Jornal Jewish Chronicle, de Londres, em 1942 : “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França… Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”
Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral… No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”
Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa.”
Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.”
Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.”
Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição… Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana… Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”
Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
O rabino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”
Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus – para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam”.
*Tomada de posição oficial do Vaticano contra o nazismo: Encíclica MIT BRENNENDER SORGE, de Pio XI em 1937″.
Albert Einstein: “Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”,
Jornal Jewish Chronicle, de Londres, em 1942 : “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França… Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém.”
Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral… No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica.”
Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa.”
Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano.”
Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão.”
Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição… Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana… Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações.”
Poucos meses depois, o Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada “sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão”.
O rabino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram.”
Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus – para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos.”
O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano, “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.
Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam”.
*Tomada de posição oficial do Vaticano contra o nazismo: Encíclica MIT BRENNENDER SORGE, de Pio XI em 1937″.
O DIÁRIO ATEÌSTA; SEGUNDO OS CRITÈRIOS DE GRAVE RODRIGUES; É NAZI:
“Há casos de abuso sexual que vêm à luz a cada dia contra um grande número de
membros do clero Católico. Infelizmente, não se trata apenas de casos
individuais, mas de uma crise moral colectiva, que talvez nunca antes na
história cultural da humanidade tenha sido vista com uma dimensão tão
desconcertante e assustadora. Numerosos padres e religiosos confessaram. Não há
dúvida de que milhares de casos que vieram à atenção do sistema judicial
representam apenas uma pequena fracção do verdadeiro total, dado que muitos
abusadores foram cobertos e escondidos pela hierarquia.”
QUEM DISSE ISTO FOI GOEBBELS, O PROPAGANDISTA-MOR DO NAZISMOI:
“É uma sujeira e baixeza a Igreja Católica continuar a sua actividade subversiva generalizada, e agora ainda alargar a sua propaganda às crianças protestantes evacuadas das regiões ameçadas por raides aéreos. A seguir aos Judeus, estes políticos-teólogos são a ralé mais repugnante que estamos abrigando no Reich. Tempo virá depois da guerra para um solução definitiva para este problema.”
QUEM ESCREVEU ISTO ACIMA FOI O LÌDER NAZI GOEBBELS!
Acompanhem o link, e vejam que as mentiras neo-ateístas são as mesmas dos neo-nazis. A desmistificação desta propaganda caluniosa contra a igreja católica, foi feita por uma investigação judaica ( NIZKOR PROJECT) que combate o revisionismo do holocausto, feito pelos neo-nazis. Curiosamente, esse trabalho também serve para desmascarar as mentiras dos ateus militantes. Vejam lá quem é que está ideologicamente ao lado do nazismo…
Há 8 anos que o Diário Ateísta repete as mesmas mentiras, para serem desmascaradas, para voltar a repeti-las. Estes “racionais por um mundo melhor” têm uma propaganda muito curta e reciclada:
Compreendo, acordaste e já vinhas aqui todo contente para deixar mais uma treta sobre o catolicismo e o nazismo, mas eis que reparas na refutação da mentira. “Dasse!” Que desilusão, não foi?
Peço-lhe encarecidamente que não se incomode. O “stress” faz mal à saúde e o meu amigo não merece irritar-se com qualquer tipo de distorção da verdade dos factos. A serenidade e a boa compostura ética é apanágio dos ateus. Nunca devemos perder as estribeiras e 3 pontos de exclamação não são necessários para a demonstração das nossas virtudes ateístas. Desejo que o meu amigo ande melhor da sua habitual disenteria. Quanto às suas ofertas gastronómicas, posso asseverar que são deliciosas.
“Pode argumentar-se que, não obstante as suas próprias palavras e as dos seus acólitos, Hitler não era, na realidade, religioso, limitando-se, isso sim, a explorar cinicamente a religiosidade daqueles a quem se dirigia.”
Boa Kavkaz, é mesmo assim que se deve responder. Com culta e profunda análise interpretativa. Discurso solidamente estruturado numa gama de saberes inultrapassáveis. Verdadeiramente exemplar. Como é gratificante para o “D.A.” ter a honra da sua ilustre presença e da sua superior inteligência.
Também eu pensava, Nuno Almeida. Mas há uma sub-espécie, o Troll-Ateu, que mesmo se o deixarem sossegado DURANTE 8 ANOS!! ele não se cala com a mesma lengalenga:
Assim mesmo.O seu contributo para o debate do texto editado suporta-se numa bagagem cultural deveras inultrapassável.Quanto à forma inteligente como argumenta,marca a diferença discursiva que só um instruído citador como o meu amigo é capaz de tecer.
Que brilhantismo de argumentação, que imparcialidade de interpretação. E que desenvolvimento lógico de raciocínio. Tudo numa foto se condensa e se retira quando há indivíduos sagazes como você.Silogismo perfeitamente elaborado, com evidente corolário assertivo e premissas abalizadamente sustentadas.
Dois clérigos aparecem na foto de braço estendido ? Sim. Ao lado de nazis com braços igualmente estendidos ? Sim. Conclusão óbvia, qual é qual é ? Claro: toda a Igreja Católica é fascista.
Hitler foi nazi ? Sim. Hitler acordou com Estaline que este ordenasse a invasão da Polónia ? Sim. Logo Estaline também teve o seu lado nazi.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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37 thoughts on “Cooperação”