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  • 1 de Março, 2011
  • Por Fernandes
  • Imprensa

Douro Religioso

Vêm aí 1.132.548,85€  fresquinhos, para a Igreja esbanjar na recuperação dos seus mamarrachos. Imóveis que como é hábito o clero vota ao abandono na certeza de que o dinheiro dos contribuintes é inesgotável.

Idealizado pela Diocese de Lamego, o “Projecto Douro Religioso” no valor de mais de duzentos e vinte e seis mil contos, em moeda antiga, recupera o Santuário dos Remédios e a Igreja do Desterro em Lamego. Como não bastasse, a autarquia já deliberou a atribuição de um subsídio no valor de 30 mil euros, mediante a celebração de um protocolo a celebrar com a Paróquia da Sé, para auxiliar a execução do “volumoso” investimento na Igreja do Desterro.

Recorde-se que já em 2009, depois de muitos anos votada ao completo abandono e com o telhado em risco iminente de derrocada, este templo foi recuperado na sequência da realização de obras de reconstrução financiadas pela autarquia. D. Jacinto Botelho, Bispo da Diocese de Lamego, já enfatizou a importância do projecto “Douro Religioso”.

A recuperação destes espaços sagrados, a que se junta a requalificação da Igreja Matriz de Vila da Rua, no concelho de Moimenta da Beira, integra o “ambicioso projecto”, que tem como objectivo tornar estes monumentos «mais acolhedores», – dizem eles.

77 thoughts on “Douro Religioso”
  • antoniofernando

    Acho muito bem. Quando um” mamarracho” do estilo do Santuário dos Remédios ou outro desse” baixíssimo” nível e ” escassíssimo” interesse arquitectónico precisar de obras, deixem-se cair de podres e construam-se mais estádios pirosos de futebol para o mundial que um dia nos há-de calhar. Pode-se começar pelo do Lamego e depois pelo do Bom Jesus e pelo Sameiro em Braga.E depois levem-se todos a eito, mas nada de atingir o Mosteiro dos Jerónimos, ok ? Esse poupem-no por favor. Lá por ter o nome de ” mosteiro”, não dormem lá monges. Só baratas e defuntos.

    Quanto aos demais, deitem-se aqueles ” mamarrachos” todos abaixo e construam-se lá pistas de carrinhos de choque e pavilhões de farturas, tão do agrado dos nacionais-porreiristas lusitanos.E muita música do Quim Barreiros e da Ana Malhoa, sobretudo se esta levar as mamas plastificadas a saltar do mini-vestido.

    E, claro, podiam lá pôr o F. Fernandes como coordenador das tarefas de degradação urbanística de tudo o que lhe cheirasse a religioso, que o país ia ficar mais ” laico”, não é ó Fernandes ?

    É com gente deste ” gabarito” que Portugal está no estado deprimente em que se encontra.

    Ou seja: entregue à ” bicharada”…

    • carpinteiro

      Caro Fernando.

      Existe mais vida para além da Senhora dos remédios (dos calos), e dos silicones da Ana.
      Não queira ser redutor e fazer de conta que desconhece os truques de que a Igreja faz uso para se “abarbatar” com o dinheiro não só dos crentes, mas dos contribuintes.

      • antoniofernando

        Carpinteiro:

        Não desconverse. Você sabe ler português e certamente percebeu o que eu escrevi. É absolutamente mesquinho pôr-se em causa, como fez o articulista F.Fernandes, a preservação de qualquer património artístico ou arquitectónico, com valor relevante, como é o caso do Santuário dos Remédios. Apelidar essa obra de ” mamarracho” só mesmo vindo de um intelectualmente indigente. Admitir que qualquer obra com valor arquitectónico, artístico ou cultural, não seja preservada pelo estado é absolutamente inconcebível. Alguém de bom senso, com o menor tino e elementar noção de cultura, admite que uma igreja, um santuário ou um mosteiro, com essa relevância artística, não sejam preservados ? Não. Para talibans já bastam aqueles imbecis que dinamitaram no Afeganistão as estátuas do Buda e você perdeu uma excelente oportunidade de não pactuar com a pobreza de pensamento que deriva deste execrável texto do F. Fernandes…

      • antoniofernando

        Carpinteiro:

        Não desconverse. Você sabe ler português e certamente percebeu o que eu escrevi. É absolutamente mesquinho pôr-se em causa, como fez o articulista F.Fernandes, a preservação de qualquer património artístico ou arquitectónico, com valor relevante, como é o caso do Santuário dos Remédios. Apelidar essa obra de ” mamarracho” só mesmo vindo de um intelectualmente indigente. Admitir que qualquer obra com valor arquitectónico, artístico ou cultural, não seja preservada pelo estado é absolutamente inconcebível. Alguém de bom senso, com o menor tino e elementar noção de cultura, admite que uma igreja, um santuário ou um mosteiro, com essa relevância artística, não sejam preservados ? Não. Para talibans já bastam aqueles imbecis que dinamitaram no Afeganistão as estátuas do Buda e você perdeu uma excelente oportunidade de não pactuar com a pobreza de pensamento que deriva deste execrável texto do F. Fernandes…

    • 1atento

      Também acho que os milhões gastos nos estádios de futebol, foram mal gastos e, contribuiram para o estado de endividamento em que o país se encontra. Mas, gostava de saber o que o antoniofernando acha do milhão de euros com que o estado contribuíu, para a construção da Igreja dos pastorinhos, em Alverca, além do terreno cedido pela autarquia.
      Só os sinos custaram meio milhão de euros!.

      Ler no link:
      http://embusteiros.blogspot.com/2006/02/milagre-dos-pastorinhos-custou-ao.html

      • antoniofernando

        Acho muito mal essa contribuição, mas nós temos que fazer a necessária destrinça entre verdadeiros mamarrachos e genuínas obras com relevante valor artístico nacional, sejam elas quais forem. Porém, curiosamente, você não emitiu nenhuma palavra de censura sobre este rotundo disparate do F. Fernandes de chamar ” mamarracho” ao Santuário dos Remédios e de censurar a pertinente comparticipação de dinheiros públicos na sua preservação. Só mesmo um crasso inculto ou um insuportável mesquinho é que porá em causa que uma igreja com dimensão artística não seja preservada.Aliás, eu não concebo que um ateu minimamente civilizado conteste que toda e qualquer obra ou edifício, que pertençam ao nosso património artístico, não seja preservada. Alguém imagina, por exemplo, admissível sustentar que o edifício centenário da Sé do Porto não seja preservado ? Ou qualquer outra Sé de Portugal, com idêntica valia artística ou arquitectónica ? F. Fernandes, ou perdeu completamente o tino ao qualificar de ” mamarracho” uma obra artística como o Santuário dos Remédios, ou é do mais insuportavelmente mesquinho que se possa imaginar…

      • Jairo Entrecosto

        Muitos dos sinos foram oferecidos por empresas. Isso está registado nos próprios sinos. Até empresas estrangeiras ofereceram sinos. Outros sinos ainda estavam por vir,até há pouco tempo.

        São vários sinos, porque se trata de um carrilhão. Um instrumento musical.

        Não me importo de discutir a gestão destes dinheiros públicos. Com um critério: primeiro parem de usar os meus impostos para matar bebés nos hospitais portugueses!

      • Jairo Entrecosto

        Muitos dos sinos foram oferecidos por empresas. Isso está registado nos próprios sinos. Até empresas estrangeiras ofereceram sinos. Outros sinos ainda estavam por vir,até há pouco tempo.

        São vários sinos, porque se trata de um carrilhão. Um instrumento musical.

        Não me importo de discutir a gestão destes dinheiros públicos. Com um critério: primeiro parem de usar os meus impostos para matar bebés nos hospitais portugueses!

      • Jairo Entrecosto

        Muitos dos sinos foram oferecidos por empresas. Isso está registado nos próprios sinos. Até empresas estrangeiras ofereceram sinos. Outros sinos ainda estavam por vir,até há pouco tempo.

        São vários sinos, porque se trata de um carrilhão. Um instrumento musical.

        Não me importo de discutir a gestão destes dinheiros públicos. Com um critério: primeiro parem de usar os meus impostos para matar bebés nos hospitais portugueses!

  • Danielbeato

    Um povo sem memoria, é um povo sem futuro! Esta malta do Diario Ateismo só da tiros nos pés, continuem a existir que a malta agradece….lembramo-nos logo dos bons exemplos de ateismo que o mundo já conheceu….

  • Danielbeato

    Um povo sem memoria, é um povo sem futuro! Esta malta do Diario Ateismo só da tiros nos pés, continuem a existir que a malta agradece….lembramo-nos logo dos bons exemplos de ateismo que o mundo já conheceu….

  • Luís

    Sou ateu. Nunca escrevi aqui, mas é este tipo de atitude que não entendo. As autarquias têm todo o direito de ajudar a preservar espaços importantes para a sua população que são também monumentos que atraem turistas. Eu, apesar de não ser crente, aprecio muito arte e arquitectura sacra.

    • carpinteiro

      Caro Luís.

      O que aqui está em causa não é o facto de os imóveis serem ou não recuperados, mas esses imóveis serem pertença da igreja.

      Ora se eu já pago os ordenados e reformas dos professores de Religião e Moral que dão catequese nas escolas públicas,
      pago os carnavais levados a cabo na Cova da Iria,
      pago o finaciamento daquilo a que eles chamam “retiros culturais”, onde fazem lavagem cerebral aos presentes,
      pago a construção de centros de “encriptação mental” a que chamam de templos do senhor (deles),
      e ainda me obrigam a pagar a manutenção e recuperação de todos os seus bens móveis e imóveis,
      eu pergunto:

      Quando é que a Igreja, enquanto instituição, poder económico e instituição financeira que é, (por isso tem banco próprio, o Banco Ambrosiano) resolve abrir os cordões à bolsa, começa a pagar as “suas despesas”, e deixa de ser parasita do estado, que é como quem diz, dos contribuintes?

      • Luís

        Pois, mas as igrejas para além de imóveis das dioceses são também obras com valor cultural e artístico (e turístico!). E há paróquias mais ricas do que outras – ao contrário do que pensa, a Igreja como a descreve pura e simplesmente não existe.

        Por isso diz que a Igreja tem um banco. Não é verdade. A Cidade do Vaticano, como estado, tem um banco. Não é a mesma coisa.

        Sou ateu porque sou descrente, mas isso não pode ser desculpa para confabulações e erros grosseiros.

        • carpinteiro

          Caro Luís.

          A Santa Madre Igreja, dispõe de verdadeiras montanhas de acções e é acionista maioritária de bancos e empresas espalhadas pelo mundo fora.

          Só em Itália, detem o monopólio da distribuição de gaz, tem participação na distribuição da electridade, na rede de transportes, e detem uma das maiores, senão a maior cadeia de hoteis.

          Controlam ainda sociedades imobiliárias e sociedades seguradoras.
          As funções directivas nos conselhos de administração dessas sociedades, quando não são exercidas por membros do clero, são exercidas por «laicos» submetidos evidentemente às directivas do clero, mas as reservas financeiras do Vaticano no estrangeiro estão concentradas essencialmente em Wall Street.

          O dinheiro jorra de todos os lados. Da venda de selos, moedas e medalhas. Da concessão exclusiva para a venda de certos “souvenirs” comemorativos e de artigos para a devoção popular. Da isenção do pagamento de impostos aduaneiros a mercadorias como a gasolina, ou dos ingressos em museus.

          O “Óbulo de São Pedro”, – vergonhosa denominação que se aplica actualmente aos dinheiros recolhidos a 29 de Junho de cada ano, na festividade de São Pedro e Paulo, (essa forma de extorção dos crentes, foi restabelecida por Pio IX, que queria assim ressercirse da perda dos Estados Pontifícios) em 1990 esse tal “Óbulo”, deu para superar a totalidade do déficit das contas do Vaticano, que na altura ultrapassava largamente os 72 milhões de euros.

          Acha correcto uma organização financeira com esta envergadura, esta usar o dinheiros dos contribuintes para “tornar mais acolhedores” os seus imóveis?

          • Luís

            Fala da Igreja como organização financeira, como se se tratasse de uma mega firma. Mas depois diz que afinal tratam-se de leigos (ou seja, pessoas que não têm responsabilidades de administração dos vários níveis da Igreja, pessoas do ramo financeiro que por acaso são católicas).

            Lamento, mas não faz ideia do que é a comunidade da Igreja – do que são paróquias, dioceses, conferências particulares com o seu próprio dinheiro e governo, e da sua ligação (“comunhão” como dizem os católicos) com a Santa Sé. Informe-se.

            Não é por patetices destas que sou ateu. Ser ateu dá-me mais vontade de perceber a verdade das coisas. Como disse, por isso nunca tinha escrito aqui. Não me reconheço neste ateísmo de guerrilha e com alvos inventados.

          • carpinteiro

            Caro Luís.

            Se para ser ateu lhe dá «vontade de perceber a verdade das coisas», leia, mas leia o bastante para não fazer papel anjinho:

            Eric fratini; A Santa Aliança- Cinco séculos de espionagem do Vaticano; Campo das letras.
            David Yallop; Em nome de Deus; Dom Quixote.
            Nino lo Belo; O Empório do Vaticano; Editorial Ibis.

            Depois de ler, venha debater connosco sem lamechices, está bem?
            É que você para o ateu que nos diz ser, é muito pouco informado.

            E aqui não se faz guerrilha; não se inventa nada. Esse trabalho deixamo-lo para aqueles que conseguem transubstanciar rodelas de pão.

          • Luís

            Logo vi que se estava a basear em best-sellers com olho no lucro e pouco interesse no rigor. Porque não lê livros de académicos reconhecidos (ou essa é exigência que só devemos fazer a cientistas)?

            Nada disse sobre o que escrevi.

            Se quiser continuar a confundir o Vaticano com a Igreja Católica, esteja a vontade. Lone de mim querer mudar as suas ideias feitas e os seus preconceitos. Vou passear. É tempo melhor empregue.

          • carpinteiro

            «Vou passear. É tempo melhor empregue.»

            Passeie o seu “ateísmo” e volte menos crente 😉

          • Luís

            Ui – vocês são mesmo ressabiados, um grupo que deixou de pensar, que diz todo a mesma coisa, sempre com a mesma atitude agressiva em relação a tudo o que meta “religião”. Eu, olhe, sou apenas ateu, não sou crente – sem precisar de ser cegamente anti-religião por isso. Chama-se liberdade (e respeito pela inteligiência, também).

          • carpinteiro

            Caríssimo Luís:

            Admiro e agradeço a sua preocupação ao nos lembrar em cada comentário que faz, que é ateu.

            O Luís é um dos muitos especímenes que todos os dias nos chegam ao DA, para nos informar o quanto ficam traumatizados com o “tipo de ateísmo” que se pratica por estas bandas.

            Ao Luís , falaram-lhe do “Contra Natura” na catequese, e vem confirmar o que o “Inteligent Design” não contemplou: – os filhos da Babilónia que não acreditam no “relojoeiro” e vivem acantonados no Diário Ateísta.

            O termo, “ressabiado”, na boca de todo o crente que se preze e goste de participar no Diário Ateísta – denuncia-o.

          • Anónimo

            Concordo plenamente com o Luís.

            Isto não é uma discussão de ateus, nem aqui se “pratica ateísmo”.

            Um dos grandes dramas da humanidade é o facto de existirem pessoas com esta forma de pensar. Um bombista suicida pensar que é o maior crente do Islão, é igual a um ateu com estas atitudes pensar que é o melhor ateu do mundo.

            Tenham vergonha e unam-se num projecto válido. Por exemplo: há uma associação católica que ajuda os sem-abrigo. Criem uma dessas associação ateia e façam melhor que os católicos. Mostrem que eles são desnecessários. É assim que se combatem os crentes: fazendo melhor do que eles e mais do que eles.

          • Luís

            Acha portanto que sou crente.

            Ouça, a única questão aqui é que não confundo as árvores com a floresta. Não tenho trauma nenhum de andar na catequese (onde nunca andei, aliás).

            Conheço crentes que são pessoas generosas. Como eu tento ser, unindo-me a eles quando posso. A única diferença é que não sou crente. Respeito-os, como eles me respeitam. Nem eu sou imune à questão de Deus nem eles conseguem lidar sempre com facilidade com o silêncio de Deus.

          • Luís

            Acha portanto que sou crente.

            Ouça, a única questão aqui é que não confundo as árvores com a floresta. Não tenho trauma nenhum de andar na catequese (onde nunca andei, aliás).

            Conheço crentes que são pessoas generosas. Como eu tento ser, unindo-me a eles quando posso. A única diferença é que não sou crente. Respeito-os, como eles me respeitam. Nem eu sou imune à questão de Deus nem eles conseguem lidar sempre com facilidade com o silêncio de Deus.

          • Luís

            Acha portanto que sou crente.

            Ouça, a única questão aqui é que não confundo as árvores com a floresta. Não tenho trauma nenhum de andar na catequese (onde nunca andei, aliás).

            Conheço crentes que são pessoas generosas. Como eu tento ser, unindo-me a eles quando posso. A única diferença é que não sou crente. Respeito-os, como eles me respeitam. Nem eu sou imune à questão de Deus nem eles conseguem lidar sempre com facilidade com o silêncio de Deus.

          • Luís

            Acha portanto que sou crente.

            Ouça, a única questão aqui é que não confundo as árvores com a floresta. Não tenho trauma nenhum de andar na catequese (onde nunca andei, aliás).

            Conheço crentes que são pessoas generosas. Como eu tento ser, unindo-me a eles quando posso. A única diferença é que não sou crente. Respeito-os, como eles me respeitam. Nem eu sou imune à questão de Deus nem eles conseguem lidar sempre com facilidade com o silêncio de Deus.

          • Luís

            Logo vi que se estava a basear em best-sellers com olho no lucro e pouco interesse no rigor. Porque não lê livros de académicos reconhecidos (ou essa é exigência que só devemos fazer a cientistas)?

            Nada disse sobre o que escrevi.

            Se quiser continuar a confundir o Vaticano com a Igreja Católica, esteja a vontade. Lone de mim querer mudar as suas ideias feitas e os seus preconceitos. Vou passear. É tempo melhor empregue.

          • Anónimo

            “Só em Itália, detém o monopólio da distribuição de gaz, tem participação na distribuição da electridade, na rede de transportes, e detém uma das maiores, senão a maior cadeia de hoteis.”

            Tudo isto é completamente falso, acabei de confirmar junto de um velho amigo que me pôs em contacto com a nunciatura apostólica.

            Apesar de eu não ser crente, fui gentilmente convidado para passar na Nunciatura e ficar informado sobre tudo o que quisesse. Fiquei agradecido ao meu velho amigo de muitas lutas e fiquei com algumas certezas que muita gente também não tem (penso eu!).

            Assim posso chamar “MENTIROSO!!!!!!!” ao comentador Carpinteiro.

            Fiquei a saber o valor do DEFICIT do Vaticano.

            A questão do “Óbulo de São Pedro” é a uma coisa que o Carpinteiro conhece, mas que, também, não funciona assim. Fiquei até a saber que no norte de Portugal se recolhe dinheiro na Páscoa para ir para Roma.

            Fui alertado para uma diferença que o Carpinteiro ainda não entendeu: a diferença, em termos jurídicos, entre “o dinheiro dos contribuintes (impostos)” e as “ofertas voluntárias dos crentes”.

            Não sabiam na nunciatura que existia um blog onde se falava de religião com este nível de estupidez, mas também não se mostraram muito interessados, e compararam isto aos cartoons dos jornais: “palhaçadas e menoridades de gente com poucos conhecimentos”, foi como as classificaram.

            Portanto, ÉS UM MENTIROSO, CARPINTEIRO!

          • carpinteiro

            jmc.

            A Acqua Marcia, de seu nome, La Società dell´Acqua Pia Antica Marcia, empresa de distribuição doméstica de água em Roma, é pertença do Vaticano. A companhia de distribuição de gás doméstico em Roma, também. Da companhia de telefones, o Vaticano é o accionista maioritário.
            O Vaticano não se entrega unicamente ao comércio de deus. a sua empresa vai mais além Dele.

      • Luís

        Pois, mas as igrejas para além de imóveis das dioceses são também obras com valor cultural e artístico (e turístico!). E há paróquias mais ricas do que outras – ao contrário do que pensa, a Igreja como a descreve pura e simplesmente não existe.

        Por isso diz que a Igreja tem um banco. Não é verdade. A Cidade do Vaticano, como estado, tem um banco. Não é a mesma coisa.

        Sou ateu porque sou descrente, mas isso não pode ser desculpa para confabulações e erros grosseiros.

      • Luís

        Pois, mas as igrejas para além de imóveis das dioceses são também obras com valor cultural e artístico (e turístico!). E há paróquias mais ricas do que outras – ao contrário do que pensa, a Igreja como a descreve pura e simplesmente não existe.

        Por isso diz que a Igreja tem um banco. Não é verdade. A Cidade do Vaticano, como estado, tem um banco. Não é a mesma coisa.

        Sou ateu porque sou descrente, mas isso não pode ser desculpa para confabulações e erros grosseiros.

    • Anónimo

      CARO LUIS

      AS IGREJAS SÃO PRINCIPALMENTE LOCAIS DE CULTO E NÃO DE ATRACÇÃO TURÍSTICA. POR ISSO, QUEM DEVE INVESTIR NELAS SÃO AQUELES QUE DELAS TIRAM PROVEITO E USO, OU SEJA, NESTE CASO A SANTA ICAR E OS SEUS CRENTES.
      EU TAMBÉM GOSTO DE ARTE E NÃO DEIXO DE IR VER UMA IGREJA COM HISTÓRIA, SE ME INTERESSAR. É POR ISSO QUE OS PRINCIPAIS MONUMENTOS RELIGIOSOS HOJE EM DIA, SÃO PAGOS E BEM PAGOS PARA SEREM VISTOS, EXCEPCÃO FEITA À ZONA DE CULTO. CONSIDERO QUE É ASSIM QUE DEVE SER. AGORA O CONTRIBUINTE ANDAR A PAGAR O ARRANJO DE IGREJAS TENHA PACIÊNCIA…
      EU NÃO CONCORDO…PORQUE NÃO AS USO…

      • Luís

        Já alguma vez “usou” o Teatro Nacional D. Maria? Quer acabar com a ajuda do estado à cultura?

        • Anónimo

          OH LUIS

          EU FALO PORTUGUÊS. NÃO FALO CHINÊS…

          DIGA-ME LÁ O QUE É QUE OS SUBSÍDIOS AO TEATRO NACINAL TÊM A VER COM RELIGIÃO?

          • Luís

            As igrejas antigas não são apenas templos religiosos, são património cultural e artístico. Preservar a sua beleza é preservar a nossa história.

            Pode reconhecer isso, sem as “usar”. Pode reconhecer isso sem deixar de ser ateu.

          • Anónimo

            OH LUIS
            VAMOS LÁ VER…
            UMA IGREJA PODE SER PATRIMÓNIO OU NÃO DO ESTADO…
            APLIQUE ÀS IGREJAS A MESMA ACTUAÇÃO QUE SE APLICA A QUALQUER EDIFÍCIO CONSIDERADO PATRIMÓNIO CULTURAL SENDO PROPRIEDADE OU NÃO DO ESTADO.
            É MAIS SIMPLES DE RESOLVER DO QUE PARECE…O PROBLEMA É O CONLUIO EXISTENTE ENTRE UM ESTADO QUE SE DIZ LAICO MAS NÃO É E UMA ICAR QUE COÇA SEMPRE PARA DENTRO…

          • Luís

            Aplique você esse critério. O património arquitectónico que pertence a privados (seja qual for o seu uso) é mantido com apoios públicos. Ainda bem.

          • Anónimo

            OH LUIS

            OU É DEFICIÊNCIA PROFISIONAL…OU ÉS TÃO ATEU COMO O PAPA…

          • Luís

            Já cá falava, discordo do “grupinho” dos ateus ignorantes e que espalham a ignorância e por isso não sou ateu. Veja-se ao espelho.

  • carpinteiro

    Confessso que não percebi porque é que o projecto tem o nome de “Douro Religioso”. Ou será que percebi?
    Na aldeia onde os meus pais nasceram existe uma igreja enorme. Também ela foi motivo de (mais uma) intervenção, ficou de “cara lavada”. O aquecimento central entretanto instalado deveria chegar os mais arredados, que a fé também precisa de ser aquecida nos dias de geada, mas até essa sofre da crise.
    Para uma biblioteca nunca o dinheiro chegou, a escola primária onde os meus fizeram a “4ª classe bem feita”, nunca teve direito a restauro, há muito que fechou.

  • carpinteiro

    A Igreja Católica é o BPN deste país, em que os contribuintes são chamados constantemente a pagar os buracos financeiros da fé desta instituição. E ainda existe quem ache “muito bem”. É com esta mentalidade galinácea que este país está “entregue à bicharada”.
    Vem-me à memória o tempo da Outra Senhora, em que só havia uma “Verdade”, – a desta Igreja Verdadeira -, que ditava a um povo com grau de literacia baixíssimo, tudo o que devia ou não fazer, e o punha a ver o sol a dançar na Cova da Iria. Esta fábrica de Jacintas que sofre dos vícios das matronas, muita base, muito baton, muito rimel, roupas vistosas e quinquilharia para encher o olho.
    A esta Igreja que insiste em manter o país refém do mercado de Roma, não nos cansaremos de lhe apontar todos os vícios dos rastos, de que nunca se conseguirá libertar-se.

  • carpinteiro

    A Igreja Católica é o BPN deste país, em que os contribuintes são chamados constantemente a pagar os buracos financeiros da fé desta instituição. E ainda existe quem ache “muito bem”. É com esta mentalidade galinácea que este país está “entregue à bicharada”.
    Vem-me à memória o tempo da Outra Senhora, em que só havia uma “Verdade”, – a desta Igreja Verdadeira -, que ditava a um povo com grau de literacia baixíssimo, tudo o que devia ou não fazer, e o punha a ver o sol a dançar na Cova da Iria. Esta fábrica de Jacintas que sofre dos vícios das matronas, muita base, muito baton, muito rimel, roupas vistosas e quinquilharia para encher o olho.
    A esta Igreja que insiste em manter o país refém do mercado de Roma, não nos cansaremos de lhe apontar todos os vícios dos rastos, de que nunca se conseguirá libertar-se.

  • Anónimo

    O SEU A SEU DONO…

    ACHO MUITO BEM QUE OS MONUMENTOS SEJAM RECUPERADOS,SE ASSIM O ENTENDEREM, MAS QUEM DEVE GASTAR DINHEIRO PARA ISSO DEVEM SER OS SEUS PROPRIETÁRIOS…
    SE O DONO DO MONUMENTO É A IGREJA DEVE SER ELA A DESEMBOLSAR A MASSA E OS CRENTES SE ASSIM O ENTENDEREM…

    AGORA O ESTADO, AS AUTARQUIAS E O CONTRIBUINTE ANDAR A SER USADO PARA ARRANJAR AS CASAS DOS OUTROS???

    VAMOS LÁ PARAR O ABUSO…

  • jmc

    crise, dizem eles…

  • jmc

    crise, dizem eles…

  • Athan3

    O mesmo no Brasil, exatamente o mesmo. Mendigos esfrangalhados nas ruas (torcem-se os narizes para eles), e caem com mulambos nas ruas das belas igrejas, e os fiéis correm rápido a dar atenção e comida para qualquer cachorro que esteja na rua; mas não a um ser humano que tanto têm “caridade”. Escolas, bibliotecas, isso não é importante. O importante é ter na mão o domínio de mutilar uma criança ou um adolescente. Ter o domínio de invadir completamente um ser humano exatamente na sua estrita identidade, na sua sexualidade, nos seus órgãos sexuais. Os canalhas são vidrados na nossa vida sexual. Quando um homem e uma mulher se der conta de que esses canalhas são ávidos em decepar nossa identidade civil, então será a HORA. Não vai ficar um só parasita pra intentar com essa afronta um ser humano, um ser civil.
    Prestem atenção. É bom que saibam.
    “Deixem que perguntem” é o título do post agora lá no Clube Natureza Gleam. Você aí, Esperança, mande a gurizada olhar lá; vão precisar disso, na hora que for impetrada a ação de desenlace contra os SAFADOS.

  • Anónimo

    “Projecto Douro Religioso”

    a icar agora deu-lhe para o markting…

    COM O DOURO EM VOGA E A ICAR EM QUEDA, LEMBRARAM-SE AGORA DE JUNTAR O NOME DOS DOIS A VER SE A ICAR SAI BENEFICIADA…

    ESQUECEM-SE É QUE O DOURO TEM PESO PRÓPRIO E NÃO TEM A VER COM RELIGIÃO

    • carpinteiro

      «COM O DOURO EM VOGA E A ICAR EM QUEDA, LEMBRARAM-SE AGORA DE JUNTAR O NOME DOS DOIS A VER SE A ICAR SAI BENEFICIADA…

      ESQUECEM-SE É QUE O DOURO TEM PESO PRÓPRIO E NÃO TEM A VER COM RELIGIÃO »

      Caro ajpb.

      O facto é mesmo esse.
      Esta Igreja é um ás em manobras de diversão.
      À pála do Douro, faz proselitismo e tira dividendos.

      Embora o fernando ache que estamos em época de vacas gordas para andar-mos a sustentar esta gente e o seu negócio

      Já aquando foi da vinda do Bento 16 diziam à boca cheia na televisão que não ia ser gasto nem um euro do dinheiro dos contribuintes, tudo ia ser patrocinado por empresas e particulares. No final viu-se o barrete que nos enfiaram, fizeram a festa, deitaram os foguetes e mandaram-nos, (a nós) apanhar as canas.

      Ainda hoje não têm coragem de apresentar as contas dos gastos, e do pouco que transpirou para a comunicação social, foi um balúrdio que nos saiu dos bolsos.

      Basta de hipocrisias. Tanto se me dá que seja o santuário de senhora das dores, dos remédios ou dos medicamentos genéricos. Não nego o valor histórico do que quer que seja, mas, como diz o povo, e muito bem: – Quem come lhe a carne, que lhe roa os ossos.

      • Anónimo

        CARO CARPINTEIRO

        O FERNANDINHO É UM ARTISTA…
        EU DIRIA QUE É UMA PSEUDOGILETE…ELE ACHA QUE CORTA PARA OS DOIS LADOS, MAS CAI SEMPRE PARA O AMOR DA VIDA DELE. É QUE PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA CADA UM TOMA A QUE QUER…
        QUANTO AO RESTO…TODOS SABEMOS QUE A ICAR NÃO OLHA A MEIOS PARA SOBREVIVER E QUE A DITA MORAL É PARA ELES UM CHAVÃO.

        ACHO MESMO QUE SE PRECISO FOSSE, ERAM CAPAZES DE NEGAR O SEU PRÓPRIO DEUS PARA PODEREM CONTINUAR A VIVER COMO NABABOS À PALA DO POVO…

  • Jairo Entrecosto

    Esses imóveis são propriedade da Igreja? A sério? Têm a certeza? Os imóves da Igreja não foram todos nacionalizados há 100 anos, pela vossa querida I República laicista?

    Hum…

    http://neoateismoportugues.blogspot.com/2010/10/diario-ateista-e-o-direito-propriedade.html

    Uma vez também tive de aturar um ateu, raivoso como vocês, que se exaltava porque a Santa Casa da Misericórdia devia estar sob a alçada do Governo. Enfim, apenas o mandei visitar o site da instituição…

    O vosso problema é que nunca exisitu uma civilização ou cultura ateísta, e o património mais rico da nossa história é religioso.

    Expliquem-me lá:

    O estado não deve restaurar e preservar património nacional, se ele for religioso?

    E fundamentam essa idiotice em quê? Ou bem que temos neutralidade religiosa do estado, e neste caso ele restaura e preserva o que for património, não importa se é ou não religioso, ou temos um estado ateu que se afasta de tudo o que é religioso. As duas coisas ao mesmo tempo é que não pode ser, ateuzinhos imbecis.

  • Jairo Entrecosto

    Já agora, para quando um texto no Diário Ateísta, denunciando a psicopatia genocida do ateu Sam Harris, vosso guru?

    “Algumas ideias são tão perigosas, que seria até mesmo ético matar pessoas por acreditarem nelas” Sam Harris, líder neo-ateísta mundial.

    Matar por causa de ideias, aí está uma ideia gira, não é?

    Se nenhum ATEU deste Diário ATEÍSTA criticar e denunciar esta proposta vergonhosa feita por um ATEU, vou ficar chocadíssimo…

    “Ai que a Inquisição era tão má, e nós somos tão diferentes….”

    http://neoateismoportugues.blogspot.com/2011/02/neo-ateismo-o-genocidio.html

    • Anónimo

      “Matar por causa de ideias, aí está uma ideia gira, não é?”
      Realmente, tens razão. Sam Harris não é nada original. Aliás, é um plagiador.
      A Igreja há séculos que vem fazendo isso.

    • Anónimo

      “Matar por causa de ideias, aí está uma ideia gira, não é?”
      Realmente, tens razão. Sam Harris não é nada original. Aliás, é um plagiador.
      A Igreja há séculos que vem fazendo isso.

      • Jairo Entrecosto

        Ateus mataram em semanas aquilo que nenhuma Igreja matou em séculos. Se alguém tem algo a ensinar em termos de matança indiscriminada por delito de pensamento e opinião, são ateus. Isto é histórico. Pergunta a ateus como Walter Block, e eles ensinam-te a História do ateísmo político estatal, burro desgraçado.

        • carpinteiro

          Entrecosto.

          Segundo os teólogos católicos, Gertrudis e Thomas Sartory: «O Cristianismo é a religião mais homicída que jamais existiu».

          – Quando os da casa falam assim, quem somos nós para os desmentir?

          • Jairo Entrecosto

            Vamos dar essa invenção como 100% segura. Mesmo que o cristianismo fosse a religião mais homicida, não anula o acto da dita “religião mais homicida”, não ter matado em séculos aquilo que os ateus materialistas e gnósticos do século XX matavam em semanas….

        • Anónimo

          “teus mataram em semanas aquilo que nenhuma Igreja matou em séculos.”

          É uma verdade historicamente documentada, Jairo!

  • Anónimo

    “douro religioso” (…?)
    não. não estou de acordo com a forma em que é exposta a questão.
    sejamos sérios…
    em primeiro lugar – trata-se, ou não de património cultural? se sim, justifica-se uma intervenção.
    claro que sim.
    depois… quem é o proprietário? e quais as contrapartidas que oferece.

    o objecto arquitectónico é classificado e o seu proprietário não tem dinheiro para fazer face ao orçamento que implica a recuperação…?
    e o estado entende que é de interesse público…?
    recupere-se.
    mas considerem-se e cumpram-se as contrapartidas
    e fiscalize-se a obra e o cumprimento do seu orçamento.
    tão só isso.
    tudo o resto é retórica de crentes e não crentes.

    o património cultural é património dum povo
    sempre
    seja ele religioso ou não.

    • Anónimo

      MEU CARO

      ESTAMOS A FALAR DA ICAR…
      DESDE QUANDO A ICAR TEM FALTA DE DINHEIRO?
      JÁ VIU O PAPA AFECTADO PELA CRISE ECONOMICA MUNDIAL?

      O PATRIMÓNIO CULTURAL É DO POVO E DEVE SER RECUPERADO… MAS, POR ISSO MESMO O POVO TAMBÉM DEVE SER RESPEITADO E NÃO ROUBADO NEM EXPLORADO…

  • antoniofernando

    1-“Vêm aí 1.132.548,85€ fresquinhos, para a Igreja esbanjar na recuperação dos seus mamarrachos. Imóveis que como é hábito o clero vota ao abandono na certeza de que o dinheiro dos contribuintes é inesgotável.”

    F. Fernandes

    Grande demagogo. Grande patarata:

    http://www.ccr-norte.pt/on2.php?i=361

    2-“Como não bastasse, a autarquia já deliberou a atribuição de um subsídio no valor de 30 mil euros”

    Imagine-se o “desplante” da autarquia: 30 mil euros, tanta fortuna !!!…

    • carpinteiro

      fernando.

      Onde é que nos “eixos prioritários de financiamento”, consta o apoio a mamarrachos vocacionados para a disseminação da superstição?
      Desde quando o meu dinheiro serve para financiar o turismo religioso das seitas?
      Que é isso de: Douro Religioso?

      O Douro já era Douro, mesmo antes de esta ou qualquer outra seita acentar arraiais no rectângulo. Usar estratagemas saloios para sorver dinheiro públicos é que não; seja o Douro religioso ou seja Ateu…

    • carpinteiro

      fernando.

      Onde é que nos “eixos prioritários de financiamento”, consta o apoio a mamarrachos vocacionados para a disseminação da superstição?
      Desde quando o meu dinheiro serve para financiar o turismo religioso das seitas?
      Que é isso de: Douro Religioso?

      O Douro já era Douro, mesmo antes de esta ou qualquer outra seita acentar arraiais no rectângulo. Usar estratagemas saloios para sorver dinheiro públicos é que não; seja o Douro religioso ou seja Ateu…

    • carpinteiro

      fernando.

      Onde é que nos “eixos prioritários de financiamento”, consta o apoio a mamarrachos vocacionados para a disseminação da superstição?
      Desde quando o meu dinheiro serve para financiar o turismo religioso das seitas?
      Que é isso de: Douro Religioso?

      O Douro já era Douro, mesmo antes de esta ou qualquer outra seita acentar arraiais no rectângulo. Usar estratagemas saloios para sorver dinheiro públicos é que não; seja o Douro religioso ou seja Ateu…

    • carpinteiro

      fernando.

      Onde é que nos “eixos prioritários de financiamento”, consta o apoio a mamarrachos vocacionados para a disseminação da superstição?
      Desde quando o meu dinheiro serve para financiar o turismo religioso das seitas?
      Que é isso de: Douro Religioso?

      O Douro já era Douro, mesmo antes de esta ou qualquer outra seita acentar arraiais no rectângulo. Usar estratagemas saloios para sorver dinheiro públicos é que não; seja o Douro religioso ou seja Ateu…

  • Athan3

    É o dinheiro que deveria ir para Estações de Tratamento de Águas( no Brasil – o local que torna a água potável; utilizável ); já viram o “estado” dessas estações? Pra água que bebemos não tem dinheiro, mas para encher nossa cabeça de esgôto, sobra dinheiro. Na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, prédios imensos vivem ilhados por canais de esgôto horrível, a subir os odores das “almas” que ao invés de cuidarem de si e do meio ambiente vão como baratas abrir a mão de vaca para as igrejas, quando não abrem para os seres humanos, nem para si mesmos. Tudo está bem escrachado: é um conluio de ladrões; por isso o ‘chefe’ deles foi pro céu escoltado por dois ladrões (note-se que não eram pessoas que foram pegas injustamente, eram ladrões, facínoras mesmo, que o “chefinho” levou pro inferninho dele; que com certeza, é igual ao do irmãozinho dele, o outro playboy divino que a invenciionice diz que por não ter o que fazer, faz a vontade do velho insano cansado porque fez um paraiso com hienas, cobras, e ratos. Isso que se chama “arte” é um monturo de merdas horrendas e molduradas com figuras de pedófilos-canibais de bebés. É por isso que está aí tanta gente feia, enfeiada tristemente, com seus crucifixos e bibras penduradas em suas vidas. Gente que diz amar os filhos, mas “amam” mesmo é a conivência com canalhas, a ponto de negociar a vida dos próprios filhos, e entregá-las nas garras de SAFADOS DIVINOS.

  • Zeca-portuga

    De quem são as igrejas?

    São do povo. Dos católicos anónimos que tudo pagam neste país. São daqueles que lá queiram entrar; são do povo de Deus, são dos filhos da igreja – os fregueses.
    É justo que seja paga com o dinheiro do povo.

    Os ateístas acham que o seu dinheiro não deve ser empregue nestes casos. Como eles são tão pouquinhos, o mais certo é o seu dinheiro nem lá chegue, mas, mesmo que chegue, como não é possivel separá-lo do dinheiro dos crentes, há que aguentar, como os crentes aguentam a pagar os abortos, os ordenados dos professores parasitas anti-cristãos e ateus, os políticos anti-crentes, etc., etc.

    Eu também não quero pagar o ordenado do indivíduos que não têm valor e que parasitam a sociedade, como o LK, o Baal ou o Ricardo da mafia republicana, a reforma do sr. Esperança e quejandos,,, mas não posso fazer nada.

    • carpinteiro

      «Os ateístas acham que o seu dinheiro não deve ser empregue nestes casos. Como eles são tão pouquinhos,…»

      Caro Zeca.

      Sei que tamanho não é documento, mas…

      Há tantos cristãos “registados” quanto ateus no mundo:
      Aproximadamente 2 mil milhões para cada grupo.

      • Zeca-portuga

        Como vossemecê está errado!…

        Não há nenhum registo de ateistas, mas apenas estimativas e nem se aproximam de um décimo do que diz.

        Evidentemente que pode dizer que os ateistas são seis biliões…. tretas!
        Em Portugal são pouco mais de uma centena. Resultado: o ateismo é uma doença rara.

        • Anónimo

          Onde foi o Zequinha buscar os dados estatísticos? Pouco mais de uma centena? Ganhe juízo, homem. Olhe que muito mais que isso estão nas prisões. Sim, porque os crentes cumprem a lei do deus deles – do respectivo, entenda-se – e não vão para as prisões. Os ateus, esses patifes, é que são presos.
          E não se esqueça: foram ateus, TODOS, os que votaram SIM no referendo do aborto.

  • carpinteiro

    Sou capaz de concordar que o termo “mamaracho” não será o melhor epíteto para definir os postos de revenda do mercado da fé.
    Fernando, o nosso bem amado timoneiro e grande provedor do DA, sonhou um dia ser funcionário da ASAE no Diário, e eis que o sonho se tornou realidade, insurge-se (com o direito que lhe assiste) não querendo aceitar o eufemismo, evitando assim abordar o esbanjamento de capitais, de que, em época de crise, a Igreja enquanto instituição de apoio social que diz ser, se devia coibir, ficando de fora a questão:

    Deveria ou não a Igreja autofinanciar-se?

  • carpinteiro

    Sou capaz de concordar que o termo “mamaracho” não será o melhor epíteto para definir os postos de revenda do mercado da fé.
    Fernando, o nosso bem amado timoneiro e grande provedor do DA, sonhou um dia ser funcionário da ASAE no Diário, e eis que o sonho se tornou realidade, insurge-se (com o direito que lhe assiste) não querendo aceitar o eufemismo, evitando assim abordar o esbanjamento de capitais, de que, em época de crise, a Igreja enquanto instituição de apoio social que diz ser, se devia coibir, ficando de fora a questão:

    Deveria ou não a Igreja autofinanciar-se?

  • Anónimo

    No fim de contas, até sou capaz de concordar com o epíteto “Douro Religioso”. É tudo uma questão de tolerância e, principalmente,de estratégia de mercado.
    Os comentadores que aqui têm escrito acerca do assunto, estão mal informados. TODOS, ateus e crentes. Na verdade a denominação “Douro Religioso” é o primeiro passo para a elaboração de uma nova concordata, não entre o Estado português e a Igreja, mas entre esta e o Instituto do Vinho e da Vinha (IVV). A Igreja vai criar o “Douro Religioso”, e o IVV vai criar a “Fátima Vinhateira”,substituindo aquele enorme terreno deserto em frente à basílica por uma plantação de vinho, vinho este que terá a designação de “Vinho de Fátima”. Nos termos do acordo, está previsto que metade de produção se destine ao Vaticano, e a outra metade a ser consumido nas missas portuguesas. Com o dinheiro que se poupa, a Igreja criará estruturas para internamento compulsivo de crentes que se dedicam à criação de deuses privativos, vulgo “o meu conceito de deus”, e à reeducação dos que acham que odiar ateus é um desígnio divino.

  • Anónimo

    No fim de contas, até sou capaz de concordar com o epíteto “Douro Religioso”. É tudo uma questão de tolerância e, principalmente,de estratégia de mercado.
    Os comentadores que aqui têm escrito acerca do assunto, estão mal informados. TODOS, ateus e crentes. Na verdade a denominação “Douro Religioso” é o primeiro passo para a elaboração de uma nova concordata, não entre o Estado português e a Igreja, mas entre esta e o Instituto do Vinho e da Vinha (IVV). A Igreja vai criar o “Douro Religioso”, e o IVV vai criar a “Fátima Vinhateira”,substituindo aquele enorme terreno deserto em frente à basílica por uma plantação de vinho, vinho este que terá a designação de “Vinho de Fátima”. Nos termos do acordo, está previsto que metade de produção se destine ao Vaticano, e a outra metade a ser consumido nas missas portuguesas. Com o dinheiro que se poupa, a Igreja criará estruturas para internamento compulsivo de crentes que se dedicam à criação de deuses privativos, vulgo “o meu conceito de deus”, e à reeducação dos que acham que odiar ateus é um desígnio divino.

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