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Justiça permite aborto de feto anencéfalo em SP

Uma vitória do bom senso!

Um casal conseguiu na Justiça, nesta terça-feira (1), liminar que permite o aborto de feto anencéfalo, com cerca de seis meses da gestação. O pedido foi feito pela Defensoria Pública de São Paulo, em São José do Rio Preto (438 km de SP).

Não faz sentido algum, sob a ótica jurídica ou mesmo médica, prolongar uma gestação em que inexiste a possibilidade de sobrevida do feto“, afirmam os defensores Júlio Cesar Tanone e Rafael Bessa Yamamura, na ação.

A Defensoria argumenta que a avaliação médica foi de que não havia possibilidade de tratamento para a má formação do feto e que a continuidade da gravidez poderia trazer riscos físicos e psicológicos à mulher.

16 thoughts on “Justiça permite aborto de feto anencéfalo em SP”
  • Anónimo

    Vitória do bom-senso? Os mesmos que chamam de “abominável” o Holocausto Judeu (para meninos, tendo em conta o número das vítimas do verdadeiro Holocausto actual, seres humanos que se matam antes de nasceram) vêm aqui dizer que a permissão de matar alguém com deficiência é bom-senso…

    Por aqui se vê a (não) seriedade desta “gente” e o carácter macabro e desumano de quem esta notícia defende.

    Deviam ser todos, TODOS presos e condenados e exemplar e severamente castigados os que defendem a fazem apologia à morte e gritam vivas à morte de seres humanos com deficiência!

    “Gente” reles…

    • João Peneda

      Este João é uma besta. E nem sequer deu ainda por isso, por mais que lhe tenham dito.

      No seu entender, anencéfalo quer dizer “que tem uma unha encravada” e assim todo se abespinha com o aborto de um ser humano com uma deficiênciazita, coisa de pouca monta.

      Grande ajuda este imbecil veio dar aos papa-hóstias de serviço…

  • Joca

    Macabro seria levar essa gravidez até ao fim.

  • Joca

    Macabro seria levar essa gravidez até ao fim.

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  • Jairo Entrecosto

    A lógica abortista é demente. Acham-se donos e senhores da vida. Um bebé de seis meses deficiente? Mata-se. De qualquer forma já não vai sobreviver.

    Por essa lógica podíamos matar toda a gente. Ninguém vai sobreviver.

    Bem, e o que dizer do argumento de que o prosseguimento da gravidez poderia criar riscos físicos e psicológicos para a saúde da mãe? É isso mesmo.

    Até porque o abortamento de uma gravidez de seis meses não traz riscos para a saúde física e psicológica da mãe. E riscos nenhuns para o ser humano assassinado, claro.

    Hitler era um aprendiz.
    Ah,

    • Heinz

      ô, filho da igreja… esqueceu que teu amado clero foi cumplice dos piores assassinos ?

  • José Moreira

    Estão a esquecer-se de uma coisa: todos somos criaturas de Deus. Incluindo AQUELA criança. Deus é amor, como sabem. E tudo o que cria é perfeito. Só que, de vez em quando, distrai-se um bocado…
    Do pouco que sei sobre anencefalia, o nascituro teria poucas hipóteses de sobreviver durante muito tempo; mas o pouco que “vivesse” seria em sofrimento. Ora, como todos sabemos, Deus gosta que as pessoas sofram. Basta ir ao joelhódromo de Fátima e constatar isso mesmo.
    Acho, assim, que foi muito chato tirarem a Deus o prazer de ver mais um ser a sofrer.

  • Jairo Entrecosto

    Ah, você é dono e senhor da vida alheia, para determinar que o outro que vai ou está a sofrer merece morrer. Como sabe que ele prefere ou quer morrer?

    O único prazer aqui, parece-me que é o dos abortistas verem mais um ser humanos assassinado, para que paradoxalmente se sintam felizes por terem feito uma grande obra a quem mataram.

    Já agora, porquê só matar bebés deficientes com seis meses que irão sofrer, se eles ainda estiverem dentro do útero materno? Por que não quando eles estão cá fora também. Afinal, até pessoas adultas podem vir a sofrer muito?

    Vá lá, senhor racional, um bom argumento ético ou facto científico para fundamentar uma posição contra a matança generalizada de deficientes que sofrem, sem eles manifestarem qualquer vontade nesse sentido, quando ao mesmo tempo se defende e aplaude como “bom-senso” a nojeira de matar um deficiente inocente e indefeso, só porque ele ainda não nasceu?

  • André

    Segundo o que disseram os médicos a criança não ia sobreviver de certeza e a gravidez ia trazer riscos físicos e psicológicos para a mãe. Não sou a favor do aborto tal como ele é praticado hoje em Portugal, segundo o actual regime legal. No entanto, acho que também não vale a pena pôr em risco uma pessoa por causa de um feto que não vai sobreviver.
    É curioso como são os membros da mesma igreja que refugia pedófilos, defende a pena de morte e pactou com Nazis que aqui vêm defender um feto que não tem hipótese de sobreviver mesmo que isso ponha em risco a vida da mãe.

    • Heinz

      exato… sem falar que alguns notáveis padres da época foram altos serviçais do nazismo…
      ex: Alois Hudal (membro do NSDAP), Jozef Tiso (ditador pró-nazi eslovaco) e Draganovic (oficial e capelão Ustashi).
      Nota: Nenhum dos prelados citados foi excomungado….

    • antoniofernando

      Concordo inteiramente consigo. Sou contra o aborto feito por livre determinação da mulher, sem nenhum outro critério que não seja o da sua vontade, quando realizado até às 10 semanas.

      Mas porquê então já é punido se feito por livre decisão da mulher às 11 semanas e daí em diante ?

      Problemática do aborto clandestino ? Mas às 11 semanas essa problemática já não continua a ocorrer ?

      Contudo,no caso concreto que é referido no texto, não vejo como seja eticamente defensável impor-se a uma mulher que leve a sua gravidez até ao fim, quando o feto não tem hipóteses de sobreviver e há o risco de vida da gestante.

      E também não vejo como seja eticamente sustentável prolongar-se indefinidamente a vida de um ser humano em estado de coma, em nome de uma absurda ” absolutização” do direito à vida.

      Além do mais, viver é um direito, não é um dever…

      E aqueles católicos que só saiam à liça no caso do aborto mas pactuam com a pena de morte são de uma insuportável hipocrisia…

  • Anónimo

    PARABÉNS PARA A JUSTIÇA.

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