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  • 28 de Janeiro, 2011
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Acto de contrição

Em 2006, o Papa visitou o campo de extermínio de Auschwitz, e o memorial de Yad Vashem, em Jerusalém, em 2009. “Que o holocausto induza a humanidade a reflectir sobre a imprevisível potência do mal quando este conquista o coração do homem”: é uma dentre as muitas considerações que o Santo Padre já fez a respeito do tema.

“Falar nesse lugar de horror, de acumulação de crimes contra Deus e contra o homem é uma tarefa quase impossível”, disse o Papa quando esteve em Auschwitz. “É particularmente oprimente para um cristão, para um Papa proveniente da Alemanha”, ressaltou na ocasião.

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3 thoughts on “Acto de contrição”
  • Anónimo

    Se já visitaste um campo de concentração e não sentiste o mesmo, fico preocupado.

    Os nazi, crentes ou ateus, porque os houve de todos os tipos, são gente que merecem nenhuma referencia positiva. Mas tu preocupas-te mais com a questão das palavras do papa do que com a verdadeira razão da condenação de tais actos.
    Também tu já foste católico e nada disseste nesse tempo.
    Os ateus internacionais nada disseram nesse tempo e calaram-se até muito recentemente.
    Os ateus continuam calados, alguns vadios que envergonham os ateus verdadeiros é que fazem a feira toda!

  • Athan3

    Chega a ser um criminoso imbecil que revela claramente a mentira que prega: Como se existisse um “deus”, alguém poderia cometer um crime contra o manda-chuva-fodão? Realmente pra bitolados por crenças se pode pregar qualquer idiotice que se desdiz, é uma palhaçada que não tem tamanho. E os países pagam, gastam dinheiro (até de ateus) para um energúmeno desse “pastorá”, ou, espalhar capim pra burro comer. É tanta mentira que o chapeuzinho-vermelho depravado se enrola todo.

  • Anónimo

    será que deus omnipotente e omnisciente perdoou hitler e mantem-no bem nutrido a seu lado, quanto mais não seja como exemplo das suas superiores virtudes e capacidades para perdoar?
    bem que ele podia dizer qualquer coisa…

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