Loading
  • 19 de Janeiro, 2011
  • Por Ricardo Alves
  • Religiões

Mini-saia desculpa violação, diz sacerdote ortodoxo

Um ilustre membro da igreja cristã ortodoxa russa saiu-se com esta: «Se uma mulher usa minissaia, isso é provocante (…) Se ao mesmo tempo estiver bêbada, isso ainda é mais provocante. E se procura contacto com outras pessoas, não deve ficar surpreendida se esse contacto acabar em violação».

Lembra-me qualquer coisa que um clérigo islâmico disse sobre «carne destapada», a propósito do véu.

Enfim, a fobia ao corpo da mulher parece ser comum às religiões abraâmicas. Há ali qualquer coisa que lhes foge ao controlo…

19 thoughts on “Mini-saia desculpa violação, diz sacerdote ortodoxo”
  • Sara

    pessoas que pensam como ele fizeram o que fizeram com a estudante Geyzi Arruda naquela faculdade imunda.

  • Anónimo

    Eu não diria fobia, mas antes obsessão.
    Obviamente que o corpo das mulheres é atractivo para os homens. Assim como o dos homens o é para as mulheres. É uma questão de sobrevivência da espécie – a atracção sexual.
    A diferença está no facto de termos conseguido, como espécie, ultrapassar o mero instinto através do conceito da moral.
    Infelizmente pelos vistos, há quem ache que a moral é medida pela quantidade de roupa que se usa… enfim, gente cheia de amor no coração e potêncialmente perigosa.

  • Anónimo

    Até as tribos isoladas nos confins da Amazónia têm mais moral que estes sacerdotes, eles andam nus mas não é por isso que se andam a violar….Como disse e bem o papapaulo a moral não é medida pela quantidade de roupa.

    E eu a pensar que Deus tinha criado Adão e Eva nus mas afinal Deus é um malandreco já não bastava entregar as virgens…

  • Anonimo

    Ora eu, que nem sou cristão, ortodoxo ou islâmico, já me tenho perguntado se o conceito de “importunação sexual” não deveria englobar as formas de vestir provocatórias e pouco coerentes.

    • Molochbaal

      Provopcatórias ?

      Assim como uma camisola que grita insultos ?

      Pouco coerentes ?

      Assim como uma mala que não combina com as meias ?

      Quer dizer, vocês querem-nos impor os vossos símbolos nos serviços do estado em nome da “liberdade”.

      Mas depois querem madar na forma como cada um se veste, decretando o que é ou não é “coerente” – o que vocês gostarem que seja, claro.

      És mesmo um hipocritazinho.

      Olha, estás mesmo à altura do outro hipócrita de merda que te respondeu usando o meu nick. Vocês estão mesmo bem uns para os outros.

  • Athan3

    padres e pastores são elementos doentes. Basta intentar mandar nos outros com mentiras e já se fazem mais que doentes, são criminosos. Inventaram a “moral” pra levar pessoas aos tribunais, mas não têm escrúpulo, que é o cerne do norteio do ser humano e próprio aos instintos de seres humanos livres. Seres humanos adestrados por crenças perdem qualquer noção de parâmetros de convivência, enchem-se de “moral” e “respeito” para reprimir os outros e insandescerem com doenças psicológicas graves.

  • Sara

    “Ora eu, que nem sou cristão, ortodoxo ou islâmico, já me tenho perguntado se o conceito de “importunação sexual” não deveria englobar as formas de vestir provocatórias e pouco coerentes”

    O que são as formas de se vestir “provocatórias e pouco coerentes”?Um decote fundo demais,uma saia curta,as pernas de fora?Ou as mãos de fora, uma calça jeans apertada, um batom vermelho?ou será um rosto descoberto,um fio dental,um braço nu?
    Engraçado.O corpo de um homem jamais causou e acho que nunca vai causar tanta ira e terror quanto um corpo feminimo.nunca será tão “transgressor”e cheio de pecado.
    Que tipo de roupa é “adequada” ou menos provocatória?Quem é você pra falar como as pessoas têm que se vestir?que parâmetros você usa para avaliar se alguém está “decente”ou não?
    Não são as mulheres que têm que aprender a se “comportarem”, são os homens que têm que ser educados,para tratarem todos respeitosamente,INDEPENDETEMENTE de como estamos vestidas.Não se controla sexualmente?vai pra uma clínica,amigo.não tenho culpa que sua mãe e seu pai falharam ao educarem você.
    é óbvio que vai vir alguma coisa do tipo”ah, mas cada ocasião pede um comportamento.até na hora de se vestir.não se pode usar uma mini saia em qualquer lugar”.
    porque as pessoas não se preocupam com outras coisas?somos tão mesquinhos,evoluímos(biologicamente,culturalmente e socialmente) tão pouco para entendermos que seres humanos são muito mais do aquilo que vestem?será que aquelas roupas são realmente “imorais,transgressoras,sujas” ou será que outros querem que nós pensamos isso,pois isso fortalecerá preconceitos e dogmas imundos que controlam a sociedade indiretamente(e as vezes diretamente)há muitos e muitos séculos?

    peloamordedeushein.

    • Molochbaal

      È muito interessante este comentário do Anónimo e a resposta da Sara.

      Indaga o Anónimo se o conceito de “importunação sexual” não deveria englobar as formas de vestir provocatórias e pouco coerentes.

      São coisas diferentes, mas às vezes nem por isso.
      A Sara , como é brasileira, não sabe que o Lei portuguesa penaliza alguns comportamentos. O “exibicionismo” e a “importunação sexual” são exemplos.

      O que são as formas de se vestir “provocatórias e pouco coerentes”?
      Porventura será esse o problema: estabelecer o que é ou não provocatório.
      Mas, em Portugal, o costume é uma fonte de direito.

      Um decote fundo demais,uma saia curta,as pernas de fora? …

      A prova de que o Anónimo não disse nenhuma enormidade é que há escolas, empresas, organismos públicos, etc, em Portugal e na maior parte dos países Ocidentais, a estabelecer regras de indumentária. Em Portugal temos escola que proíbem as mini saias muito curtas, as calças a cair, etc. etc.
      E aqui as regras aplicam-se a homens e mulheres.
      Conheço um organismo público português onde duas pessoas foram impedidas de entrar numa reunião por estarem de calção e t-shirt. (era, na circunstância, um homem e uma mulher).

      …nunca será tão “transgressor”e cheio de pecado.

      Se o Anónimo entra pelo campo do “pecado” está errado. Para mim não existe “pecado”, nem sei o que isso incomode alguém, sobretudo aqueles que, como eu, não são crentes de nenhuma ideologia (das religiosas, políticas, anti-crentes/ateias, etc.) .
      Se fala no domínio cultural/social/legal, tem toda a razão.

      Não são as mulheres que têm que aprender a se “comportarem”, são os homens que têm que ser educados…

      Se o comportamento é reprovável, deve ser corrigido no ponto em que ele é reprovável. Ou seja, onde está a causa do desvio à norma.
      Portanto, se o comportamento da mulher é a causa do problema, evidentemente que sim, que deve ser a mulher a corrigir o seu comportamento.
      Pode-se perguntar, inclusive, qual o objectivo da mulher ao “exibir-se de tal forma”? Não será uma forma de tentar provocar “instinto macho” do Homem?
      Estará a Sara a dizer que a mulher pode “ser provocante” da forma que quiser, mas o homem tem que aguentar e não se pode queixar?
      O que diz o tal padre russo faz todo o sentido. Imaginemos uma pessoa a exibir uma grande quantidade de notas e peças de ouro numa das ruas de S. Paulo, ou numa favela do Rio de Janeiro, onde abunda os criminosos. Seria por certo assaltada e, em primeira análise, de quem era a culpa: dos ladrões que não sabem conter os seus instintos ou de quem não teve o cuidado de velar pela sua segurança?

      • Molochbaal

        Cá para mim fazes bem em evitar olhar para mulheres bonitas em minisaia.

        Enfiar crucifixos no cu é muito mais o teu estilo.

        PS

        Então senhor Carlos Esperança ?

        Não lhe vai dizer outra vez, “se reincidir” ?

        • Molochbaal

          Enfiar crucifixos no cu é muito mais o teu estilo.

          No meu não entra nada, apenas sai. No teu, enfia as cruzes que quiseres. Recomendo-te uma daquelas grandes que se vêem de longe.
          De momento não sei onde está nenhuma. Não sou católico e não tenho grande atenção a cruzes. Apesar disso não me embaraçam nada. Podem plantar uma em cada rotunda, uma em cada sala de aula, uma em cada tribunal, uma em cada porta de cada edifício público.
          Não as meto em sitio nenhum, não me estorvam a vida, não me preocupam.

          Se tens o hábito de as meter no traseiro, apesar de achar uma estupidez, por mim podes continuar. Reincide à vontade!

          • Molochbaal

            Não és católico mas és cristão meu lambe cona da mãe. Até nisso és burro caro antoniofernando, o maior mentiroso dos blogs, que até precisa de fingir que é outro.

            Vocês estão tão embrenhados na mentira que isso é mesmo uma doença.

            Já viste que eu te podia fazer o mesmo que me estás a fazer a mim ?

            Sabes porque não faço ?

            Porque não sou um monte de merda como tu, educado com princípios de merda, numa família de merda.

            Mas folgo que os crucifixos não te incomodem (porque será ?) e que gostasses muito de os ver por todo o lado (porque será ?).

            Entretanto, que fiques muito chocado por ver uma mulher de mini saia diz tudo sobre o tarado de merda que és.

            Continua a demonstrar a merda que és. Mente mais. Afunda-te na porcaria.

  • Anónimo

    SE É ASSIM…

    DE QUE SERÁ QUE TÊM MEDO OS PADRES, BISPOS, PAPAS E AFINS, PARA ANDAREM DE VESTIDO COMPRIDO?

    SERÁ QUE TÊM MEDO DE SER VIOLADOS OU DE SEREM TENTADOS A VIOLAR ALGUÉM?

    • Molochbaal

      É, em nome da “liberdade” querem os crucifixos em lugar de honra nos correios, nas escolas, nos tribunais.

      Mas depois até querem decidir a roupa que os outros podem vestir.

      A “liberdade” deles é oprimir os outros.

      • jmc

        por falar em roupa que os outros podem vestir, as limitações à utilização da burqa em certos países não será também uma limitação da liberdade religiosa?

        estou a colocar-me um bocado como advogado do diabo aqui, ainda não tenho posição definida quanto a este assunto

        • Molochbaal

          Concordo absolutamente contigo e já aqui o disse várias vezes.

          As pessoas devem ser livres de usar o que quiserem, quer seja uma burga, um hábito de freira ou uma minisaia.

          Temos de respeitar ao máximo as pessoas e os seus diferentes modos de vida.

          E assegurar a liberdade dos leigos não passa por limitar a liberdade dos religiosos. A não ser, claro, quando esses religiosos pensem que a sua “liberdade” passa por obrigarem os outros a seguir as suas normas.

  • Athan3

    O “respeito” e a “moral” que nos ensina a submissão das crenças está transbordando nas bancas à vista de qualquer um; o “respeito” e a “moral” que as crenças nos entopem estão aí para vender big brother para reprimidos, para alastrar o comércio de putaria em que se refestelam porcamente os mal-resolvidos psicologicamente; São os que escondidos se estragam, do mesmo modo que estragam covardemente as mulheres. O ‘respeito’ e a ‘moral’ que nos empurram goela abaixo faz a disputa das doações nas tragédias, com fiéis difamando-se uns aos outros à mando da lavagem cerebral das crenças (que o deus que pregam sai de fininho com a merda toda em que deixa as pessoas na Sociedade).
    O dinheiro que os fiéis em crenças, e nós (á força de impostos e ‘caridades’ que se mal-direcionam), entregamos enganados e/ou conformados, se tivessem sendo destinados à infra-estrutura social não estaríamos alarmados ante nossos fracos braços diante das intempéries.
    Na pior hora, quando vemos famílias em estado extremo de destruição fisica, emocional, e psicologica, ainda vemos os parasitas alvoroçados em ganância em cima do sofrimento das pessoas. “E VAMOS ADULAR E ENGANAR AS FAMÍLIAS”!!! “Reforça nas famílias”; “Nas meninas, jeosusu, nas meninas, ratatatá …”!!!. Se as polícias tomam conta dos salafras-covardes-parasitas-dos-desgraceiros, resta-nos fazer com que seus crimes sejam sentenciados.

  • Sara

    Molochbaal:

    “A prova de que o Anónimo não disse nenhuma enormidade é que há escolas, empresas, organismos públicos, etc, em Portugal e na maior parte dos países Ocidentais, a estabelecer regras de indumentária. Em Portugal temos escola que proíbem as mini saias muito curtas, as calças a cair, etc. etc.
    E aqui as regras aplicam-se a homens e mulheres”

    Aqui no Brasil, também temos escolas,empresas e organismos públicos que estabelecem regras de vestimenta.Algumas escolas(principalmente públicas)não permitem meninas usarem decotes e saias curtas e meninos usarem regatas e a calça caindo.Agências bancárias privadas e públicas exigem que os funcionários apenas se vistam com roupas de alfaiataria,ou as antigamente chamadas aqui,roupas “sociais”.Muitos tribunais não toleram a entrada de mulheres que não estejam de saia nos joelhos e de homens que não estejam de terno e gravata.Apesar de achar desnecessário uma pessoa ter que usar uma determinada roupa para mostrar o suposto respeito que temos que ter pelo ambiente,são regras sociais que demorarão um pouco a serem mudadas.Se um homem ou uma mulher aparecer de calça jeans num desses locais, será punido por desacatar a regra do ambiente de trabalho.É exatamente isso que acontece com uma pessoa quando ela fuma num local fechado aqui em São Paulo.Ela será repreendida por desobedecer uma regra.São regras que as vezes são quebradas, mas que os infratores são punidos de maneira igual,como você mesmo disse.
    Mas acho que esse não foi o objetivo principal que o autor do post quis dar,e sim ao desrespeito e violação que mulheres podem sofrer por culpa exclusivamente delas,por normas aleatórias que os outros resolvem escolher.(Algo como do tipo”Bom,ela está vestindo uma saia que bate nas coxas.Se batesse no joelho,eu não a estupraria,mas já que não tá…então tá valendo).

    “Se o Anónimo entra pelo campo do “pecado” está errado. Para mim não existe “pecado”, nem sei o que isso incomode alguém, sobretudo aqueles que, como eu, não são crentes de nenhuma ideologia (das religiosas, políticas, anti-crentes/ateias, etc.) .
    Se fala no domínio cultural/social/legal, tem toda a razão. ”

    Sou atéia.Quando disse que apenas o corpo da mulher é algo cheio de “pecado”,quis dizer que o corpo feminino é,há muitos e muitos séculos, retratado como uma das armas mais eficientes da tentação que o demônio judaico cristão se utiliza(além de sermos consideradas propensas ao erro e a desobediência,por isso somos supostamente inferiores).Infelizmente as pessoas ainda tomam determinados dogmas religiosos como bases para moldarem seus comportamentos(se não tomassem,eu não teria feito este tipo de comentário).Obviamente hoje em dia confiamos numa laicidade mais firme e dominante do Estado para o bem estar de toda a população(religiosa e não religiosa).Mas a questão cultural/social/legal é afinal baseada em que?Que parametros podemos nos utilizar para que seja imposto o respeito universal?No afeganistão,para que uma mulher seja “respeitada”, ela precisa estar vestindo uma burka.Aqui no Brasil, uma calça muito apertada, com uma blusa decotada e um batom chamativo já são motivos de comentários porcos e muitas vezes passadas de mão(sem a pessoa dar o mínimo sinal, que não seja sua roupa, de interesse na pessoa que está fazendo tal coisa).Quem sabe da ofensa é o ofendido.

    “Portanto, se o comportamento da mulher é a causa do problema, evidentemente que sim, que deve ser a mulher a corrigir o seu comportamento.
    Pode-se perguntar, inclusive, qual o objectivo da mulher ao “exibir-se de tal forma”? Não será uma forma de tentar provocar “instinto macho” do Homem?
    Estará a Sara a dizer que a mulher pode “ser provocante” da forma que quiser, mas o homem tem que aguentar e não se pode queixar?”

    Queixar?Meu caro,me perdoe, mas nunca vi um homem chegar numa mulher que esteja andando com uma roupa”imprópria” e falar “Olhe,estou ofendido com suas roupas curtas e chamativas.Não sou obrigado a ver seu corpo pelas frestas dos seus panos.Por favor, pode para o meu bem estar físico e mental,colocar roupas mais longas e largas?”.Não,sabemos que não é desta forma que funcionam as coisas.Muitos homens se contentam apenas com um olhar,outros cuspindo palavras a torto e a direito, outros com uma passada de mão, outros encurralando e estuprando a vítima.E SIM, a mulher pode se vestir do jeito que quiser e o homem precisa se controlar,meu caro.Isso você apontou certo.O respeito independe de qualquer comportamento “considerado impróprio e provocante”.Vivemos numa sociedade, em que as pessoas não fazem aquilo que não querem que seja feito para elas mesmas.Pensamos coletivamente.A liberdade está para minha pessoa assim como está para o outro.E não deve ser ceifada a troco de ninguém se comportar como todos deveriam se comportar: de forma humana.O objetivo não deve ser questionado.As pessoas se vestem assim porque querem,porque acham confortável,porque querem chamar a atenção,e daí?Quem as pessoas pensam que são para questionarem o “por que” de eu estar vestida de tal forma?O que eu devo a elas,a não ser o meu tratamento respeitoso que eu teria com qualquer um?

    “O que diz o tal padre russo faz todo o sentido. Imaginemos uma pessoa a exibir uma grande quantidade de notas e peças de ouro numa das ruas de S. Paulo, ou numa favela do Rio de Janeiro, onde abunda os criminosos. Seria por certo assaltada e, em primeira análise, de quem era a culpa: dos ladrões que não sabem conter os seus instintos ou de quem não teve o cuidado de velar pela sua segurança?”

    hahahaha.Adorei a parte das ruas de São Paulo e as favelas do Rio de Janeiro.Gosto de rir com esses tipos de declarações,tão estupidamente carregados de um ingênuo desprezo,preconceito e imagem tão pobrezinha que as pessoas engolem com facilidade e acham normal.O suposto “instinto do criminoso” ,em melhores palavras, o ato do criminoso, é circundado por diversos fatores sociais,políticos,mentais,culturais.Assim como as favelas do Rio,que de acordo com você tem “criminosos em abundância”giram em torno daqueles fatores.Procure buscar outras fontes sobre as sociedades “dentro” das favelas,como as pessoas vivem lá e quem realmente são esses “criminosos”que provavelmente te apresentam pelos telejornais aí em Portugal.
    Para finalizar.O padre é um indivíduo digno de atitudes drásticas,até porque ele é uma autoridade religiosa,ou seja,deve ter muita influência no meio em que atua.É um espelho para muitas pessoas, e está justificando um crime tão bárbaro quanto um estupro.Digno de nojo e repulsa.Provavelmente ele nunca foi e nunca será vítima de um abuso sexual pra falar uma coisa dessas.não duvido que ele seja um estuprador de criançinhas para dizer tal coisa,criminoso proteje criminoso.
    E você Molochbaal,é tão digno de repulsa e desprezo quanto ele por concordar com tal absurdo.

    • Molochbaal

      Evidentemente que não estás a falar com o verdadeiro Molchbaal.

      Para ficar fora de si por causa de uma minisaia é preciso ser um cristão depravado, coisa que nunca fui.

      Gostava de saber o que andam os responsáveis por este blog a fazer, para além de dizerem que “se reincidir” a um tipo que já reincidiu umas dez vezes.

      Ele está a gozar com vocês todos.

You must be logged in to post a comment.