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  • 20 de Dezembro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

O ridículo não mata, só a fé…

A família de um aluno muçulmano apresentou queixa de um professor de Geografia de uma escola secundária de Cádiz, Espanha, porque este falou de presunto durante uma aula.

10 thoughts on “O ridículo não mata, só a fé…”

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  • Athan3

    Por isso também, ou, por coisas desse tipo, fui “acusado” de ser uma pessoa ruim, e que “misturava as coisas”; porque num modelo de uma molécula de Hidrogênio representei uma senóide por honra à Proposição da Complementaridade de Bohr e aos rudimentos conceituais de nossa ancestralidade na China.
    A igreja dos pustulas-com-cólicas, e depois a dos putos-stressantes taxaram-me de tudo de ruim. Depois se arvoraram a “ensinar” lutas marciaias dentro de seus covis para “converter” os “chófeins”(jovens).
    São uns desgraçados os que metem crenças na cabeça dos estudantes dentro de escolas. Dos rudimentos simbólicos autênticos que sobraram da sabedoria de nossas civilizações ancestrais (que foram TODAS desgraçadas pelas crenças religiosas), o que restou foi plagiado putridamente para dar azo às crenças dos eternos espertalhões-vagabundos-mandantes-de-crenças.
    Quando mostramos o fio-da-meada, os canalhas ficam espavoridos, pois fica patente toda a covardia que fizeram com nossos pais e mães que nos trouxeram conhecimentos à custa da perseguição e destroçamento que os pulhas das crenças fizeram a eles.
    Espremem os professores e alargam a fossa dos pastutos e padrerastas e outras curriolas do mesmo feitio.

    • Troll Ateu Verdadeiro

      Tem tanto direito ele de não querer o presunto na aula como tu de não querer ver lá um crucifixo, ou não terá?

  • Molochbaal

    O problema dos tabus que as religiões criaram para se distinguir umas das outras é grave.

    Os religiosos conservadores sentem-se ofendidos com o presunto, com o sexo fora do casamento, com as transfusões de sangue, com o preservativo, com a liberdade de pensamento, com posições sexuais que não sejam a do missionário, com filmes ou livros que interpretem as escrituras de forma diferente da sua etc.

    Este constante inventar de proibições disparatadas parece ser uma necessidade da religião conservadora. Inventam uma proibição qualquer e depois entretêm-se a ver se são capazes de a cumprir.

    Isto denota um vazio espiritual, estes verdadeiros concursos de santidade preenchem um verdadeiro vazio da fé, constituindo uma verdadeira actividade de ocupação de tempos livres, o que significa que existem muitos espaços em branco que a fé não preenche e que têm de ser disfarçados por polémicas estéreis em volta do presunto, do preservativo, da posição sexual”certa” ou de outra idiotice qualquer.

    Entretanto vai servindo o controle social. Quem está disposto a abdicar do presunto ou do sexo, já está formatado para abdicar do principal – o tal livre arbitrio de que as igrejas tanto falam mas que tentam destruir. O abdicar do presunto ou do sexo servem simplesmente de prova de que aquela pessoa está sob controle da casta sacerdotal.

  • Pedro Soares

    O caso é de facto hilariante. 🙂
    Mas há uma coisa que me incomoda bastante: se é tal muçulmano foi levado a sério.
    Em alguns casos, na Inglaterra, o holocausto foi retirado do currículo público porque foi considerado insultuoso para os islâmicos. Preocupante.

  • Andreia_i_s

    Só falta na próxima um alunos e queixar á ou ao professora/or porque estava a falar de queijo na aula.

    • Molochbaal

      Entre tantas seitas que existem se calhar alguma até criminalizou o queijo, dizendo que quem goste de queijo é “animalesco”, como as seitas mais conhecidas fazem em relação ao presunto, ao sexo fora do casamento, ao preservativo, à homosexualidade, às tranfusões de sangue etc etc etc.

  • Carlos

    Triste, triste é haver uma coisa como o artigo 525 do código penal espanhol. Será que os “membros de confissão religiosa” são mais atreitos a sentirem-se ofendidos que o resto dos comuns dos mortais?

    O que eu não percebo é que se deus é omnipotente porque é que ele e sus muchachos precisam de proteção especial das leis humanas?

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