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  • 19 de Dezembro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

É preciso topete

Papa diz que Igreja Católica não é grupo de pressão

Bento XVI considera que a Igreja Católica “não age à maneira de um lobby, preocupada apenas com os seus próprios interesses”, procurando antes “honrar a dignidade de cada um dos seres humanos”.

Nota: Basta estar atento ao que se passa em Portugal e em Espanha !

6 thoughts on “É preciso topete”
  • antoniofernando

    Qual é o agrupamento institucional ou humano que não funciona como ” grupo de pressão” ?

    http://ajpierini.blogspot.com/2007/07/grupos-de-presso.html

  • JoaoC

    Exactamente: “honrar a dignidade de cada um dos seres humanos”.

    Ao contrário do reles grupelho ateísta, não chegando abaixo dos calcanhares da Igreja, onde se honra e promove a animalidade, a selvajaria, o crime, a desordem e toda a espécie de mal que do ateísmo resulta.

    • Luciano

      João, estou curioso. Onde encontro estes caras que promovem “a animalidade, a selvajaria, o crime, a desordem e toda a espécie de mal …” ??

      E por toda a espécie de mal, você talvez queira dizer pedofilia, lavagem de dinheiro, proselitismo, perseguição ideológica, criacionismo, etc …

      Abraço

  • Pedro Soares

    “Bento XVI considera que a Igreja Católica “não age à maneira de um lobby, preocupada apenas com os seus próprios interesses”, procurando antes “honrar a dignidade de cada um dos seres humanos.”

    Era bom se isso fosse verdade.
    Não foi o que se viu, pegando na matéria mais polémica que nos últimos meses veio à baila (falo do encobrimento dos casos de pedofilia)… Quando começaram a ser reportados os primeiros casos de violações em 1994, nos EUA, não se viu a Igreja despreocupada a imagem que iria passar para os seus “interesses” [aka crentes] e preocupada com a dignidade suprema do “templo do espírito santo”. Viu-se antes encobrimento, para não passar má imagem, e viu-se o continuar das violações até ao ano de 2009/2010. Só quando a Igreja viu que passividade conivente (e o silêncio atroz) estavam a dar cabo dos “interesses” é que surgiu um ténue e inconsequente “pedido de desculpas pelos pecados da Igreja”.

    Foram décadas (porque faltam-me factos que apoiem a expressão “séculos”) de espezinhamento da dignidade do homem. Enfim…
    Digo-o sinceramente. É uma pena que as palavras do Papa pequem por ser contraditórias.

    Cumprimentos.

  • Joel

    A igreja nunca pressionou politicos que apoiam aborto e eutanasia….(ironic mode).

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