“O Partido focou-se na educação ateísta nas escolas. Esta táctica foi eficaz, principalmente devido à política de aumento da taxa de natalidade encorajada após a guerra. Durante períodos sagrados como o Ramadão ou a Quaresma, muitos alimentos proibidos (lacticínios, carne, etc.) foram distribuídos em escolas e fábricas e as pessoas que recusavam a comer tais comidas eram denunciadas. A partir de 6 de Fevereiro de 1967, o Partido começou uma nova ofensiva contra as religiões. Hoxha, que havia declarado uma “Revolução Cultural e Ideológica” após ter sido parcialmente inspirado pela Revolução Cultural chinesa, encorajou estudantes e trabalhadores comunistas a usarem tácticas mais enérgicas para promover o ateísmo, apesar do uso de violência ter sido inicialmente condenado.
De acordo com Hoxha, o surgimento de atividade antirreligiosa começou com a juventude. O resultado deste “movimento espontâneo, não provocado” foi o fechamento de 2,169 igrejas e mesquitas na Albânia. O ateísmo de estado se tornou a política oficial e a Albânia foi declarada o primeiro estado ateu do mundo. Nomes de vilas e cidades de inspiração religiosa foram mudados, tal como nomes pessoais. Durante este período, nomes de inspiração religiosa também foram declarados ilegais. O “Dicionário de Nomes do Povo”, publicado em 1982, continha 3,000 nomes seculares que eram permitidos. Em 1992, Monsenhor Dias, o Núncio Papal para a Albânia nomeado pelo Papa João Paulo II, disse que dos trezentos padres católicos presentes na Albânia antes dos comunistas chegarem ao poder, apenas trinta sobreviveram.Toda prática religiosa e clerical foi banida e aquelas figuras religiosas que se recusassem a abrir mão de suas posições eram presas ou forçadas a se esconderem.”
Primeiro lema ateísta: NÃO FAÇA COM OS OUTROS AQUILO QUE NÃO GOSTARIA QUE FIZESSEM COM VOCÊ! Por esse motivo é que se encontram muito mais religiosos nas penitenciarias do que ateus. Um ateu JAMAIS iria impor suas crenças e julgar aos outros, ao contrário da maioria das religiões que não respeitam o LIVRE ARBÍTRIO e nos julgam como seres malditos e malvados que não sabem o que é amor. Leia e aprenda sobre sua própria religião antes de chutar a bomba pra alguém…
“Quando, em 10 de Setembro de 1943 os nazistas invadiram Roma, o Papa abriu a Santa Sé aos refugiados, estimando-se que tenha concedido a cidadania do Vaticano a entre 800.000 e 1.500.000 de pessoas, e nos meses em que Roma se encontrava sob ocupação alemã, Pio XII instruiu o clero italiano sobre como salvar vidas usando de todos os meios possíveis. Cento e cinquenta e cinco conventos e mosteiros em Roma deram asilo a aproximadamente cinco mil judeus. Pelo menos três mil encontraram refúgio na residência de verão do pontífice, em Castel Gandolfo. Sessenta judeus viveram por nove meses dentro da Universidade Gregoriana e muitos foram escondidos no subsolo do Pontifício Instituto Bíblico. Seguindo as instruções de Pio XII, muitos padres, monges, freiras, cardeais e bispos italianos empenharam-se para salvar milhares de vidas judias. O cardeal Boetto, de Gênova, salvou pelo menos oitocentas vidas. O bispo de Assis escondeu trezentos judeus por mais de dois anos. O bispo de Campagna e dois de seus parentes salvaram outros 961 em Fiume.”
“Em 1934, Roncalli passou a ser Arcebispo-titular de Mesembria.[9] Em 1935, foi nomeado Delegado Apostólico na Turquia e Grécia. Neste dois países, ele “trabalhou com intensidade ao serviço dos católicos e destacou-se pela sua maneira de dialogar e pelo trato respeitoso com os ortodoxos e os muçulmanos”. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), ele conseguiu salvar muitos judeus com a “permissão de trânsito” fornecida pela Delegação Apostólica.Por isso, em reconhecimento deste trabalho humanitário, a Fundação Internacional Raoul Wallenberg defende actualmente a atribuição do prémio Justo entre as nações a Roncalli.
O Tony recorre com frequência à medicina homeopática, onde, como toda a gente sabe, basta que haja um cheirinho do princípio activo, que, mal se misture com a água, reganha toda a sua alma e essência. Tenta vender no DA, litros e litros de água da mais choca (directamente engarrafada da Ribeira dos Milagres), convencendo-nos de que se tratava de Dão Meia Encosta, dando assim o exemplo de como fazer muito, sem quase nada, repetindo até à exaustão um vocabulário gasto mas que impressiona parolos.«Quando Pio XI morreu, a princípios de 1939, o seu secretário de estado Eugénio Pacelli sucedeu-o com o nome de Pio XII. Um ano depois com a 2ª Guerra já em marcha, e quando os soldados alemães entram e Roma, encurralam mais de mil judeus no gueto da cidade. O Cardeal Maglione encontra-se então com o embaixador alemão Ernest von Weizsacker.O embaixador informa-o que a ordem de arresto dos judeus vinha do próprio Hitler. O cardeal respondeu-lhe que o Vaticano se preocupava em não dar a impressão ao povo alemão, de querer prejudicar a Alemanha nesta terrível guerra.Dois dias depois deste encontro, os alemães subiram mais de mil judeus de Roma que haviam acudido à Santa Sede em busca de protecção, num comboio com destino a Auschwitz. Apenas um punhado destes saiu de lá com vida.»Kertzer, David.Los papas contra los judíosLa postura antisemita del Vaticano.Cómo la Iglesia permitió el Holocaustopág. 320-321-
embaixador informa-o que a ordem de arresto dos judeus vinha do próprio Hitler. O cardeal respondeu-lhe que o Vaticano se preocupava em não dar a impressão ao povo alemão, de querer prejudicar a Alemanha nesta terrível guerra.
Portanto, porque este fulano diz que foi assim, trata-se de uma verdade histórica. Como registou o dito “autor” a conversa privada do embaixador com o cardeal.
Sobretudo numa data em que o Vaticano e todas as instituições católicas estavam a abarrotar de judeus refugiados, aí escondidos por ordem expressa de Pio XII.
«Como registou o dito “autor” a conversa privada do embaixador com o cardeal.»
Muito simples meu caro motoqueiro fatimida.
O autor David Kertzer foi um dos primeiros historiadores autorizados a investigar os arquivos secretos do Vaticano, e este diálogo encontra-se registado na página 506 do “caderno de notas” do Cardeal Maglionede, um dos muitos documentos a que o autor teve acesso.
Hitler foi nomeado chanceler pelo então presidente Hindenburg em janeiro de 1933. Em fevereiro, Hitler ordena a seus capangas que ateassem fogo no Reichstag e depois colocassem a culpa nos comunistas. Hitler convenceu Hindenburg a assinar uma lei que decretava o estado de sítio no país.Além disso, os comunistas foram perseguidos e presos e o partido comunista foi posto na ilegalidade.O clima tenso causado pelo Estado de Sítio deu motivo pra Hitler conseguir convocar o Parlamento para promover a votação da “Ermächtigungsgesetz”(Lei de habilitação de grandes poderes). O Ermächtigungsgesetz era um poder especial permitido pela Constituição de Weimar pra dar grandes poderes ao Chanceler pra ele decretar leis sem a intervenção do Reichstag.O Ermächtigungsgesetz só poderia ser votado em casos de estado de sítio (ou emergência). O Ermächtigungsgesetz só poderia entrar em vigor se conseguisse 2/3 dos votos do Reichstag.Hitler fez acordos com vários partidos, que toparam votar em favor dessa lei habilitante. Mas ainda faltava negociar com os deputados do Zentrumspartei (partido católico, cujo líder era o padre Ludwig Kaas) a votarem a favor da lei pra conseguir os 2/3 necessários pra conseguir a aprovação.O Zentrum aceita votar a favor da lei se o NSDAP concedesse privilégios à igreja católica além de assinar uma concordata. No final de março , a lei foi aprovada e o NSDAP ganhou plenos poderes e dissolveu o Reichstag. Depois a Igreja começa a negociar a concordata (Reichskonkordat) com a Alemanha: nesse cenário, ela sacrifica o Zentrum, então o único partido significativo que o NSDAP não tinham proibido. Na realidade ele tinha-o ajudado a ganhar o poder total. Em 5 de julho de 1933, o Zentrum se dissolve sob solicitação da hierarquia católica, deixando o caminho livre para o NSDAP, então partido único. Os nazistas fizeram concordata com o Vaticano.Hitler enviou von Papen(e Kaas) pra Roma para assinar a concordata com o secretário de estado do Vaticano, Eugenio Pacelli, futuro Pio XII(o bispo Montini, futuro Paulo VI, também participou da assinatura da concordata. Anos depois, Montini se envolveria com as Ratlines). A concordata também garantiu o reconhecimento diplomático do regime nazi pelo Vaticano, o que era muito vantajoso pra Hitler no plano internacional. Por outro lado, a Igreja aceitou cooperar com Hitler e fechar os olhos pros abusos cometidos por ele, além disso igreja ganharia escravos do regime nazi.(Curiosidade: o NSDAP teria como membro-honorário o bispo Alois Hudal, que mais tarde seria um dos protagonistas das Ratlines). O NSDAP também faria acordos com as igrejas protestantes. Estas apoiaram os nazis em troca de privilégios. Um dos mais notáveis líderes protestantes pró-NSDAP era o pastor Ludwig Müller, líder do “Deutsche Christen”.
nazistas, católicos e protestantes e adventistas(e alguns ortodoxos) apoiaram Hitler.
As igrejas católica e luterana admitiram ter explorado escravos do nazismo.
http://anticlerical.multiply.com/photos/album/9/Slovakia_nazicatolica
Monsenhor Jozef Tiso (1887-1947) era um sacerdote católico que foi deputado do parlamento tchecoslovaco, membro do governo tchecoslovaco, e finalmente presidente da República Eslovaca “Independente”, entre 1939-1945, protetorado da Alemanha nazi. Tiso deportou judeus, ciganos, comunistas e outros grupos pros campos de concentração nazistas. Tiso mandou tropas pra ajudar Hitler a invadir a Polônia e URSS. Depois da Segunda Guerra Mundial, Tiso foi executado pelas autoridades tchecoslovacas por traição e colaboracionismo.
O padre Andrej Hlinka(1864-1938) foi antecessor de Tiso na liderança do Partido Popular Eslovaco.Curiosamente , ele “emprestaria” seu sobrenome pra terrível milícia do governo Tiso… a Hlinkova Garda (Guarda Hlinka)
Não se sabe por quê os caçadores de nazistas erram o vaticano, eles simplesmente não conseguem enxergar esse endereço. Aliás, toda vez que um filho decepasse a cabeça da mãe, um pai esquartejasse um filho, e po aí afora, em nome do deus da crença deles, os mandantes da crença têm de ser trancafiados ou feito com eles o que seus enganados fiéis ou lacaios fizeram. Sem atropelo, rápido. Mesma questão pro roubo, etc. Tá amancomunado com crença, o mandante e os lacaios vão junto. Sem problema.
Tipo: O vaticano é um estado sumariamente assassino, sua ‘caridade’ é nojenta e repugnante, sua existência é completamente nociva à espécie humana.
Só não estou vendo na foto os amiguinhos ateus de hitler:
Goebbels, Himmler, Heydrich , Bormam, Rudolf Ress.
Talvez estivessem ocupados nos campos de concentração , “trabalhando”.
Himmler, o homem que se gabou de que não aceitava nas SS um homem que não acreditasse em deus, é de facto um exemplo acabado de ateísmo militante.
A vossa treta de classificar de ateus todos aqueles de que não gostem tem muita graça, mas como piada, quando começarem a falar a sério talvez a gente se entenda.
Os crentes deste blog, sempre que se invocam os crimes apoiados ou perpetrados pela ICAR, refugiam-se no argumento de Pol Plot ou já o clássico Estaline.
Olvidam estes, por um lado, curiosamente, que os crimes cometidos por essas personagens terríveis não foram em nome do ateísmo mas em nome da sua demência. Nem nunca a AAP prestou qualquer tipo de apoio a esses regimes. Ao contrário dos crimes do nazismo que foram, em primeiro lugar, considerados “obra de deus” e em segundo tiveram a total cooperação da ICAR e das suas mais altas instâncias.
Mas mesmo que os crimes de Pol Plot e Estaline fossem cometidos inequivocamente em nome do ateísmo, há um facto que nos separa grandemente (já que vocês nos generalizam): a quantidade de crimes cometida por crentes. Desde o judaísmo, ao cristianismo, ao islamismo, ao seu número de seitas que proliferam pela América. São milhões e milhões de vidas perdidas. Em cruzadas, em autos de fé, em apedrejamentos, no apoio a regimes totalitários, em suicídios colectivos, etc, etc, etc, etc, etc, etc. Acho que não vale a pena continuar.
Alguns crentes poderão efectivamente achar que os horrores perpetrados pelos ditadores ateus, foram em nome da sua descrença, o que sendo um disparate, é o que provavelmente os seus gurus religiosos lhes inculcam na cabeça.
Mas não tenha dúvidas que muitos deles, cientes do que é que significa um regime comunista, apenas tentam branquear com isso, todos os massacres que ao longo da história da humanidade foram cometidos explicitamente em nome dos mais diversos deuses.
Tentam branquear mas não conseguem, porque para fazer esse tipo de comparação, tinham também que enfiar no saco dos crimes em nome da religião, todos os crimes cometidos pelos regimes ditatoriais de direita que existiram e ainda existem no mundo. O que também seria errado, uma vez que não é a crença desses ditadores que os move, embora possa ter alguma influência.
Em resumo, não tendo como justificar a ligação da religião às maiores monstruosidades cometidas pela humanidade, o melhor a fazer é tentar desviar as atenções e rotular de “crimes ateus”, tudo que de errado, não tenha sido feito em nome de um qualquer deus.
Muito bem dito papapaulo, estão sempre a justificar os crimes religiosos em detrimento dos pseudo-crimes ateus mas nem conhecem os fundamentos comunismo, como se Estaline tivesse matado todos aqueles milhões só porque acreditavam em Deus……se fosse assim as pessoas diziam “ah sou ateu não me matem”, tenho a certeza que ateus ou crentes desde que fossem da classe do proletariado tinham que trabalhar até à exaustão…
Crentes ou ateus tinham que ir para a Sibéria nos campos de trabalho forçado é claro que a ICAR faz propaganda à sua maneira….
Muito bem dito papapaulo, estão sempre a justificar os crimes religiosos em detrimento dos pseudo-crimes ateus mas nem conhecem os fundamentos comunismo, como se Estaline tivesse matado todos aqueles milhões só porque acreditavam em Deus……se fosse assim as pessoas diziam “ah sou ateu não me matem”, tenho a certeza que ateus ou crentes desde que fossem da classe do proletariado tinham que trabalhar até à exaustão…
Crentes ou ateus tinham que ir para a Sibéria nos campos de trabalho forçado é claro que a ICAR faz propaganda à sua maneira….
achar que os horrores perpetrados pelos ditadores ateus, foram em nome da sua descrença, o que sendo um disparate
Disparate é pensar o contrário.
Tudo começou no dia em que Marx apontou a religião como alvo a abater. Satlin repetia várias vezes algo que os ateístas deste blog também dizem (mais ou menos isto) – para uma sociedade justa temos que primeiro acabar, impiedosamente, com todas as religiões.
achar que os horrores perpetrados pelos ditadores ateus, foram em nome da sua descrença, o que sendo um disparate
Disparate é pensar o contrário.
Tudo começou no dia em que Marx apontou a religião como alvo a abater. Satlin repetia várias vezes algo que os ateístas deste blog também dizem (mais ou menos isto) – para uma sociedade justa temos que primeiro acabar, impiedosamente, com todas as religiões.
Acabar com as religiões também é o sonho de Richard Dawkins e Sam Harris,
dois papas do ateísmo. Estão ganhando muito dinheiro com sues livros.
Mas como eles não tem o poder dum lênin, ou de um stalin, ficam só
nas ameaças.
Para Stalin, era acabar com as religiões, com a nobreza, com a burguesia, com o povo, com os partidos, com os ricos, com os pobres, com os comunistas… enfim, era acabar com tudo o que se intrometesse entre ele e o poder absoluto. Podemos até inferir que Stalin não era ateu. Ela tinha um deus: ele próprio.
Mas vejamos o seguinte: The height of the Stalinist repression, known as the Great Terror, lasted from 1936 to 1939. The majority of victims during this period were from the Communist Party, the economic ministries, the military, the Communist International, and minority nationalities.[…]
Historians disagree over the motives behind the terror. Some focus on Stalin’s paranoia and thirst for power, while others cite fears of an internal “fifth column” in the face of pending war and the Nazi threat. Still others argue that the process moved in part from below, due to party in-fighting, the desire to settle personal scores, and anti-elitist sentiments among the rank and file. Stalin’s role as author of the terror, however, is clear: He formulated the majority of the directives and personally commanded and supervised arrests, show trials, and executions.
Fonte: http://www.enotes.com/genocide-encyclopedia/stalin-joseph
Explique-me então como é que matar até os próprios camaradas, encaixa na sua teoria que os crimes comunistas são motivados pelo ateísmo.
“Explique-me então como é que matar até os próprios camaradas, encaixa na sua teoria que os crimes comunistas são motivados pelo ateísmo. ”
É simples.
Quando estava a matar os seus camaradas, fazia-o por razões diferentes do que quando matava para impor o ateísmo.
Acho que não é difícil de perceber, mas quem não quer perceber é o melhor dos burros.
Os programas de imposição do ateísmo são comuns a todas as ditaduras comunistas, são SISTEMÁTICOS e são preconizados pelo próprio marxismo-leninismo que se identifica como uma doutrina materialista inimiga da religião, por outro lado esta doutrina justifica o uso da violência contra os seus inimigos, pelo que não se pode imputar a violência antireligiosa a um capricho deste ou daquele ditador.
Tratou-se de um programa sistemático que foi fiel aos princípios doutrinários e à práxis marxista-leninista. A diferença dos graus de violência empregues pode ter variado com a época ou o ditador, mas os objectivos eram claros, eliminar a religião em proveito da nova sociedade materialista-ateia.
Ao negarem isto vocês estãoa fazer a mesma TRISTE figura dos crentes que negam os episódios históricos de colaboração da igreja com as ditaduras ou que juram que a inquisição nunca mandou matar ninguém.
É simplesmente uma VERGONHA.
Anónimo
Os regimes comunistas têm como objectivo o poder absoluto, como qualquer ditadura de qualquer outra ideologia.
Para atingir os objectivos, tudo é admissível. Todas as forças que lhe façam qualquer sombra, são “arrumadas”. A religião é uma delas.
O ateísmo é uma parte integrante do modelo comunista soviético. Mas não é nem nunca foi o motor da ideologia.
O comunismo não pode ser colocado como contraditório aos crimes cometidos em nome de deus, porque os crimes comunistas, não são, na sua maioria, cometidos por oposição a esse deus.
As ditaduras comunistas são condenáveis por mil e uma razões e o ateísmo radical, é apenas mais uma. Apenas mais uma, e não como vós pretendeis, “A PRINCIPAL”.
Molochbaal
“Os regimes comunistas têm como objectivo o poder absoluto, como qualquer ditadura de qualquer outra ideologia.”
Bem, então por essa brilhante descoberta histórica podemos concluir também que o regime nazi não era anti-semita, “visto que têm como objectivo o poder absoluto, como qualquer ditadura de qualquer outra ideologia.”
O que tem uma coisa a ver com a outra é o que eu gostava de saber. Um ditador pode almejar ao poder absoluto e ser anti-semita – ou não. Um ditador pode almejar ao poder absoluto e ser ateu – ou não.
O facto de almejar ao poder absoluto não invalida em NADA o facto de ter outros objectivos, nomeadamente o programa que vai aplicar uma vez que tenha esse poder absoluto.
É uma completa estupidez e falta de carácter pretender que, como um ditador pretende o poder absoluto nada mais lhe pode ser imputado, nenhum objectivo, nenhuma ideologia. Ele quer o poder absoluto porque sim e não pensa em mais nada do que o poder absoluto. Não tem ideias, ideologia, mentalidade de classe, cultura, filosofia, nada, é um vazio absoluto. Tal pretensão é absolutamente idiota, não existe nenhum ser humano assim. Independentemente de desejarem o poder absoluto os ditadores são seres humanos como os outros, nomeadamente têm uma visão do mundo e objectivos consentâneos com essa visão.
“Explique-me então como é que matar até os próprios camaradas, encaixa na sua teoria que os crimes comunistas são motivados pelo ateísmo. ”
Mais uma vez temos então de comcluir que hitler não era nada anti-semita, porque, seguindo esta deturpação mesquinha da história, como se fartou de matar membros do seu próprio partido podemos também perguntar “então como é que matar até os próprios camaradas, encaixa na sua teoria que os crimes comunistas são motivados pelo ateísmo. ”
A pergunta é obviamente boçal e tendenciosa. Porque, obviamente que, ao matarem membros do próprio partido os dois ditadores estavam a assegurar o seu poder no interior dos partidos, depois, ao assassinar padres e destruir igrejas, extinguir ordens religiosas e proibir o ensino da religião, um estava a impor o ateísmo, o outro, ao destruir os judeus, estava a impor o anti-semitismo.
Isto não é assim tão complicado, os ditadores, como toda a gente, tem objectivos diversos ainda que interelacionados, o antisemitismo de um está obviamente relacionado com um certa visão do poder, o ateísmo do outro também, mas isso não invalida que um era antisemita e o outro ateu, senão não teriam implementado políticas no sentido de imporem essas ideologias.
Aliás, Hitler matou muitos mais arianos do que judeus.
Só russos foram 20 milhões. Matou até muitos noruegueses, dinamarqueses, holandeses, de raça ariana mais pura do que o alemão médio. Pretender por isso que não era anti-semita é tão estúpido como pretender que a imposição da doutrina ateia á força nos países de leste não se deve ao facto de os seus líderes pretenderem impor à força a doutrina ateia. A própria proposição é uma completa estupidez e contradita-se a si própria.
Evidentemente que, ao matar Noruegueses, Hitler tinha um objectivo completamente diferente do que quando matava judeus. Assim como, quando matava comunistas, Estaline estava a cumprir umobjectivo diferente de quando matava padres, embora todos esses actos se encaixassem nas respectivas visões de poder dos ditadores, evidentemente que um era um ateu a prosseguir uma política ateia e outro um antisemita a prosseguir uma política antisemita. Isto é claro como a água e só a HIPOCRISIA mais refinada pode tentar baralhar evidências que falam por si.
“O comunismo não pode ser colocado como contraditório aos crimes cometidos em nome de deus, porque os crimes comunistas, não são, na sua maioria, cometidos por oposição a esse deus.
As ditaduras comunistas são condenáveis por mil e uma razões e o ateísmo radical, é apenas mais uma. Apenas mais uma, e não como vós pretendeis, “A PRINCIPAL”. ”
Ah bom.
Então como não é a “principal” já não faz mal que o khmer rouge tenha asfixiado umas dezenas de milhares de monges com sacos de plástico. A coisa torna-se logo corriqueira e sem importância, um verdadeiro fait divers da silly season.
Isto vindo da parte de quem se pretende muito humanitário é simplesmente ASQUEROSO.
Portanto, se um assassinato em massa foi apenas um pormenor na carreira do ditador que se fodam as vitímas que nós já não lhes ligamos nenhuma, visto ser o seu carrasco quem decide se elas tiveram ou não importância.
Eu acho que, para os monges asfixiados, o facto foi da mais extrema importância, e, não sei porquê, quando analisamos um crime do ponto de vista moral eu costumo colocar-me mais do ponto de vista da vitíma do que do assassino. Mas se tu valorisas mais o sistema de valores do assassino tudo bem, os massacres de monges não tiveram qualquer importância, para ti. Mas para os assassinados tiveram imensa importância.
Quanto a mais essa táctica de fugirem às responsabilidades, dizendo que, como não passou de um objectivo secundário do comunismo, então o massacre de monges não teve importância nenhuma é mais outra demonstração de hipocrisia.
Sem dúvida que nem todos os crimes do comunismo se podem atribuir ao ateísmo. Por exemplo o massacre da fome na Ucrânia nada tem a ver com ateísmo. Assim como o bombardeamento de Roterdão por Hilter nada tem a ver com antisemitismo. Mais uma vez isso nada tem a ver com o facto de um ditador ser antisemita e o outro ateu.
Entretanto, os programas de ateízação forçada do comunismo não sendo o objectivo fundamental do comunismo, foram ainda assim UM dos seus OBJECTIVOS fundamentais, porque era considerado como indispensável ao obejctivo central, o estabelecimento do homem novo de filosofia materialista.
Nesse processo dezenas de milhares de pessoas foram mortas, meios enormes foram aplicados, na sua prossecução os ditadores comunistas arriscaram a oposição interna e externa mais feroz, toda a população foi reeducada nesse sentido e até a cultura popular foi transformada com esse objectivo substituindo a filosofia religiosa pela materialista.
Sem dúvida que não foi o objectivo primordial, mas pretender que todo esse gigantesco movimento de engenharia cultural foi um pormenorzinho sem importância nenhuma é simplesmente não ter VERGONHA nenhuma na cara.
Mas mesmo que fosse apenas um pormenorzinho, esse pormenorzinho não deixava de ter existido e esse pormenorzinho sem importância nenhuma era nem mais nem menos do que A IMPOSIÇÃO DO ATEÍSMO PELA FORÇA.
Logo toda a vossa argumentação não passa da mais VERGONHOSA tentativa de branqueamento, exactamente ao nível de um zeca tuga que nega o facto histórico da votação do partido católico a favor de Hilter com o “argumento” de vir citado num site ateu.
Uma coisa são argumentos sérios, outra é a pouca vergonha desenfreada de quem pensa que pode endrominar os papalvos.
Molochbaal
“Tudo começou no dia em que Marx apontou a religião como alvo a abater. Satlin repetia várias vezes algo que os ateístas deste blog também dizem (mais ou menos isto) – para uma sociedade justa temos que primeiro acabar, impiedosamente, com todas as religiões.”
Onde Marx “apontou” tal coisa? A crítica da religião é de uma corrente de filósofos que se autodenominava “crítica-crítica”, anterior a Marx. Criticar a religião era, evidentemente, necessário, no parecer de Marx. Mas a questão central era, antes de tudo, se perguntar, afinal por que os homens produzem seus deuses? A frase “a religião é ópio do povo” não é de Marx, apesar de ele a referir na Crítica da Filosofia do Direito de Hegel – Introdução, mas é de Bruno Bauer, um dos expoentes da Crítica-Crítica. Marx no mesmo texto diz ser a religião “um coração de um mundo sem coração”, algo bem diferente de meramente denunciar a falsidade da religião. A crítica da religião deve tornar-se a compreensão crítica de uma realidade social real que faz com que os homens precisem inventar para si deuses, forças sobrenaturais, heróis míticos, etc. A coisa é bem mais complicada. Antes de falar de um pensador ou de um cientista, faço o favor de estudá-lo ao menos um pouco, e não ficar a repetir o bestial festim de estultíces do senso-comum!
Molochbaal
“Onde Marx “apontou” tal coisa? A crítica da religião é de uma corrente de filósofos que se autodenominava “crítica-crítica”, anterior a Marx.Antes de falar de um pensador ou de um cientista, faço o favor de estudá-lo ao menos um pouco, e não ficar a repetir o bestial festim de estultíces do senso-comum!”
TRETAS.
Conheces tanto o pensamento marxista como eu conheço as regras gramaticais básicas do mandarim.
Estou farto que IGNORANTES crentes ou ateus se venham armar em grandes sábios só para esconder vergonhosamente os podres das vossas doutrinas. Voc~es são simplesmente NOJENTOS.
Qual era o verdadeiro pensamento Marxista ? Deixemos Marx falar.
“The abolition of religion as the illusory happiness of the people is the demand for their real happiness. To call on them to give up their illusions about their condition is to call on them to give up a condition that requires illusions.”
Karl Marx
Introduction to A Contribution to the Critique of Hegel’s Philosophy of Right
Ou seja, para Marx a coisa mais improtante do mundo e da história era a revolução E PARA ELE A REVOLUÇÃO SÓ PODIA SER ALCANÇADA PELA ABOLIÇÃO DA RELIGIÃO.
Depois disto dizer que o ateísmo não tinha importância no pensamento marxista leninista, quando para os marxistas a revolução só podia triunfar pela abolição da religião É SER UM PORCALHÃO DE MERDA !
E quais eram os meios que os comunistas estão dispostos a usar para alcançar essa revolução que só é possível pela abolição da religião ? Qual os meios que estão dispostos a usar para alcançar esses dois objectivos para eles necessariamente interligados ? Vejamos o que Marx e Engels dizem no manifesto comunista.
“Os comunistas não se rebaixam a dissimular suas opiniões e seus fins. Proclamam abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados pela derrubada violenta de toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam à idéia de uma revolução comunista!
(MARX, Karl e ENGELS, Friedrich, Manifesto do Partido Comunista – 1848)
Resumindo a revolução só pode ser alcançada pela eliminação da religião, isso é um objectivo sine qua non para que a revolução possa triunfar E ESTÃO DISPOSTOS A USAR A VIOLÊNCIA PARA ALCANÇAR OS SEUS FINS.
Posto isto;
AGRADECIA QUE VOSSAS EXCELÊNCIAS CRENTES E ATEUS SE DEIXASSEM DE FAZER DE PARVINHOS PARA ESCONDER OS VOSSOS CRIMES.
Vocês todos são UM NOJO.
Molochbaal
“Onde Marx “apontou” tal coisa? A crítica da religião é de uma corrente de filósofos que se autodenominava “crítica-crítica”, anterior a Marx.Antes de falar de um pensador ou de um cientista, faço o favor de estudá-lo ao menos um pouco, e não ficar a repetir o bestial festim de estultíces do senso-comum!”
TRETAS.
Conheces tanto o pensamento marxista como eu conheço as regras gramaticais básicas do mandarim.
Estou farto que IGNORANTES crentes ou ateus se venham armar em grandes sábios só para esconder vergonhosamente os podres das vossas doutrinas. Voc~es são simplesmente NOJENTOS.
Qual era o verdadeiro pensamento Marxista ? Deixemos Marx falar.
“The abolition of religion as the illusory happiness of the people is the demand for their real happiness. To call on them to give up their illusions about their condition is to call on them to give up a condition that requires illusions.”
Karl Marx
Introduction to A Contribution to the Critique of Hegel’s Philosophy of Right
Ou seja, para Marx a coisa mais improtante do mundo e da história era a revolução E PARA ELE A REVOLUÇÃO SÓ PODIA SER ALCANÇADA PELA ABOLIÇÃO DA RELIGIÃO.
Depois disto dizer que o ateísmo não tinha importância no pensamento marxista leninista, quando para os marxistas a revolução só podia triunfar pela abolição da religião É SER UM PORCALHÃO DE MERDA !
E quais eram os meios que os comunistas estão dispostos a usar para alcançar essa revolução que só é possível pela abolição da religião ? Qual os meios que estão dispostos a usar para alcançar esses dois objectivos para eles necessariamente interligados ? Vejamos o que Marx e Engels dizem no manifesto comunista.
“Os comunistas não se rebaixam a dissimular suas opiniões e seus fins. Proclamam abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados pela derrubada violenta de toda a ordem social existente. Que as classes dominantes tremam à idéia de uma revolução comunista!
(MARX, Karl e ENGELS, Friedrich, Manifesto do Partido Comunista – 1848)
Resumindo a revolução só pode ser alcançada pela eliminação da religião, isso é um objectivo sine qua non para que a revolução possa triunfar E ESTÃO DISPOSTOS A USAR A VIOLÊNCIA PARA ALCANÇAR OS SEUS FINS.
Posto isto;
AGRADECIA QUE VOSSAS EXCELÊNCIAS CRENTES E ATEUS SE DEIXASSEM DE FAZER DE PARVINHOS PARA ESCONDER OS VOSSOS CRIMES.
Vocês todos são UM NOJO.
Zeca-portuga
Ao contrário dos crimes do nazismo que foram, em primeiro lugar, considerados “obra de deus” e em segundo tiveram a total cooperação da ICAR e das suas mais altas instâncias.
Consideradas obras de Deus por quem?
Não foi pelos cristãos nem pela Igreja.
Total cooperação da Igreja Católica? Onde viu a Igreja a incentivar os crimes ou os padres em acção no campo de concentração?
Está, portanto, a mentir.
Não vi nenhuma prova de que os ateístas, tivessem um papel visível contra o nazismo. Mas havia muitos ateístas nazis.
Sabe-se que Hitler tencionava acabar com todas as religiões e criar uma espécie de culto próprio. Isso é típico do ateísmo, idolatrando facínoras e crápulas como Dawkins.
A Igreja Católica não cooperou com o nazismo: não forneceu armas, não combateu, não geriu campos de concentração (onde morreram muitos padres – como o grande Kolbe -, freiras e católicos laicos).
Onde e quando cooperou com Hitler?
Por que, em muitos casos e sabiamente, se remeteu ao silêncio? Essa foi a mais sábia e justa posição do Vaticano. Mas a Igreja sempre combateu as atrocidades do nazismo. Infelizmente, de um forma vil e desonesta, os ateistas-comunas nunca reconheceram o papel dos católicos. Um exemplo entre tantos outros: Irena Sendler.
“A Igreja Católica não cooperou com o nazismo: não forneceu armas, não combateu, não geriu campos de concentração (onde morreram muitos padres – como o grande Kolbe -, freiras e católicos laicos).
Onde e quando cooperou com Hitler?”
Se te deres ao trabalho e ler os textos do Hans, já sabes onde e quando.
Quanto à desculpa de que, por estarem publicados num site ateu têm de ser mentira, é mais uma prova da tua falta de seriedade moral. Como se, para alguma coisa ser verdade, tivesse necessariamente de vir na primeira página do Cavaleiro da Imaculada.
Esses textos já eu tos tinha dado, publicados por historiadores, em enciclopédias etc.
Estas a fazer EXACTAMENTE a mesma coisa que os ateus estão a fazer quando juram que os crimes cometidos pelos ateus comunistas nos seus programas de ateízação forçada nada têm a ver com o ateísmo – o que seria se tivessem…
Nenhum de vocês tem vergonha na cara ?
Vocês são todos umas BESTAS de primeira.
Fanáticos ateus e fanáticos religiosos, vocês são todos a mesma MERDA.
A inocência do ateísmo diante das atrocidades é patética.
Ninguém mata “em nome do ateísmo”, é o argumento mais usado pelos ateus.
Como o ateu é materialista , nada incomum que se mate para preservar o que é material.
Ou talvez seja só coincidência que os maiores genocidas do planeta tenham sido ateus.
Pra quem disse :deus está morto, não há nada de errado matar os seus servos.
espera lá…!
estás a dar a volta ao texto, ou acreditas – mesmo – no que está a dizer?
mataram, os que mataram, em nome de muitas coisas…
mas mais em nome dos deuses que em nome do ateísmo.
mas mataram.
cometeram-se crimes…
cometem-se todos os dias.
é ver… não faltam as fontes.
crimes em nome de deus
crimes em nome dos que apregoam ser a religião o ópio do povo
quem branqueia a situação com argumentos falaciosos?…
quem?…
explica lá isso melhor que não estou a perceber…
“mas mais em nome dos deuses que em nome do ateísmo.”
É mentira!
Em nome do ateísmo, só o bandido Mao tse-tung matou mais do que todas as campanhas das cruzadas mais a inquisição mais tudo o quiseres juntar.
A base dos comunismos – o marxismo é iminentemente ateísta e até ferozmente anti religioso.
Em alguns casos, os ateístas-comunas-marxistas tomaram um atitude prudente de permitir uma religião que se submetesse aos seus interesses.
crimes em nome de deus
Imaginemos as cruzadas. As cruzadas eram guerras. Sá falta agora dizer que as mortes que ocorrem durante uma batalha são crimes.
Os bandalhos como Mao ou Stalin mataram cruamente o seu povo, em tempo de paz.
Em parte tens razão, claro. Está historicamente estabelecido que Mao foi o maior genocida da história, logo seguido por estaline, vindo Hitler (que NÃO era ateu) em terceiro lugar.
Nesse sentido sem dúvida que os ateus são os maiores genocidas da história.
O que já não faz sentido é que isso sirva de desculpa para tentar branquear os crimes da religião.
Nas cruzadas houve batalhas “limpas” sim, guerreiro contra guerreiro e que vença o melhor. Mas também houve massacres de cidades inteiras, na tomada de Jerusalém os cruzados andavam atascados no sangue de civis, homens, mulheres e crianças. No caminho para Jerusalém foram massacrando, ainda na Europa, as pacíficas comunidades judaicas que iamencontrando pelo caminho.
E sem dúvida que as cruzadas não massacraram as dezenas de milhões que um Mao ou estaline massacraram. Mas isso foi simplesmente porque as regiões onde operaram provavelmente nem cehgavam a ter essa população nem existiam os meios técnicos à disposição de um Mao ou Estaline. Passaram-se na idade média, a população total da Europa e zona mediterrânica não devia chegar aos 50 milhões que um Mao matou, por isso, evidentemente que nunca poderiam ter matado tanto.
Mas À ESCALA da população e dos meios técnicos da época, as cruzadas, guerras religiosas e pogroms medievais e renascentistas foram perfeitamente equivalentes aos massacres em massa dos ditadores do Séc XX.
Aquilo que vocês, crentes e ateus estãoa a fazer é simplesmente ASQUEROSO, minimizam os próprios crimes e propagandeiam os dos outros, servem-se dos crimes dos outros para justificar os próprios etc.
Em resumo, uma verdadeira ORGIA DE FILHA DA PUTICE.
Nãoi tenho outras palavras para descrever a MERDA que estou a ver.
“os ateus sao maiores genocidas da historia!!!”
Argumento de crente desesperado!!!! Conta outra, aldrabão!!!
Molochbaal
“os ateus sao maiores genocidas da historia!!!”
Argumento de crente desesperado!!!! Conta outra, aldrabão!!!”
Pôrra que são mesmo burros.
EU NÃO SOU CRENTE.
Apenas estou a admitir a REALIDADE, Estaline e Mao são so maiores genocidas da história, Estaline e Mao sáo ateus, logo, os maiores genocidas da história são ateus.
Não há volta a dar.
Temos pena.
Antonio Porto
A inocência do ateísmo diante das atrocidades é patética.
Ninguém mata “em nome do ateísmo”, é o argumento mais usado pelos ateus.
Como o ateu é materialista , nada incomum que se mate para preservar o que é material.
Ou talvez seja só coincidência que os maiores genocidas do planeta tenham sido ateus.
Pra quem disse :deus está morto, não há nada de errado matar os seus servos.
São da mesma categoria do sr. Esperança, Baal, Msousa, Ricardo, etc. etc, que também são católicos de raiz… e, quiçá o Hans (não conheço, logo não sei) também!
“É que eu nem sou baptizado, não posso aspirar a tanto…” – Não mintas. Um dia destes arranjo a tua certidão de baptismo. A Bela sabe onde tu foste baptizado!
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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