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A Responsabilidade Moral

  

A notícia caiu como uma bomba:

– O Papa Bento XVI decidiu proclamar que o uso do preservativo é “aceitável em certos casos”, nomeadamente para reduzir o risco de infecção do HIV.

E a “bomba” é tão fantástica, que temo até que venha por aí um dia destes um qualquer esclarecimento, a dizer que não foi bem isso que o Papa disse.

Mas, ainda assim, algumas coisas há a dizer sobre este assunto.

Em primeiro lugar sobre o autêntico desplante do Papa em declarar que “a partir de agora” o preservativo passa a ser “aceitável”.

Mas quem é que este gajo pensa que é, e por quem se toma?

Em que século é que este facínora pensa que vive, ao ponto de pensar que tem o “direito” de proclamar ao mundo isto ou aquilo? Pensará ele que não há mais do que os atrasados mentais que o seguem para todo o lado e o apoiam acriticamente, diga ele uma coisa ou o seu contrário?

Mas o que mais me choca é isto:

Durante décadas a Igreja Católica determinou que o uso do preservativo era proibido, porque contrariava um estúpido e anacrónico dogma bíblico (Génesis, 38).

Durante décadas, entre queimas rituais de preservativos e da persistência desta estúpida proibição, das Filipinas a toda a África sub-saariana morreram milhares de pessoas, numa pandemia que tem sido um autêntico massacre das populações, para não falar dos órfãos da SIDA, tantos deles infectados também por falta de retro-virais adequados.

E afinal tudo em vão, porque pelos vistos o dogma era mesmo estúpido e anacrónico.

A televisão fez sondagens à saída das missas e, espanto dos espantos: agora toda a gente já está de acordo que o preservativo seja “aceitável”.

Sim, “aceitável”, mas apesar de tudo não muito, porque a típica tara sexual do clero católico ainda persiste, e o preservativo passa a ser “aceitável”, mas… só “em certos casos”.

Mais vale tarde que nunca, sim.

Mas não é por isso que as mortes e o sofrimento de tantas e tantas pessoas deixarão de pesar sobre a Igreja Católica, sobre as cabeças deste Papa e dos que o precederam, e até dos católicos sobre quem pesa a responsabilidade moral de ao longo de todos estes anos terem fechado os olhos e os terem apoiado filosófica e moralmente e de, assim, serem isso mesmo: católicos.

64 thoughts on “A Responsabilidade Moral”
  • antoniofernando

    O Luís Grave Rodrigues já chegou tarde. O essencial da visão nacional- porreirista, sobre esta matéria, já foi aqui, no “D.A.”, assumida pelo Chefe do Nacional- Porreirismo Militante, um tal Baal, abencerragem druida da Floresta dos Carnutos. Mas o Grave Rodrigues quer fazer-lhe concorrência. E nada melhor, ou seja, pior, do que carregar nos tons panfletários, com que já aqui anteriormente se manifestara noustros textos da sua lavra. Este também é mais um dos que tem o assento alapado no conforto da sua casinha, mas que, sobre a tragédia da sida, só sabe arengar contra o que refere o Papa Bento XVI. Pegar na sua pessoa e abalar para terras de África, onde a pandemia assume proporções gigantescas, é o vais, está quieto. Sobre a profilaxia das doenças sexualmente transmissíveis, o Luís Grave Rodrigues também se poupa a tarefas mais pesadas, que isso de ser consequentemente missionário ou intervir em qualquer organização não governamental é para os outros, mas não para ele.Conhece bem o cartaz da Benneton, aliás totalmente desprovido de subliminares intuitos publicitários, está-se mesmo a ver, não está ? E depois o grande culpado do surto da pandemia é o Bento XVI, que ,quanto à Chefe da Igreja Anglicana, está, sobre esta matéria, muda mas não cega. Só que fala poucochinho. O anúncio do noivado do William mereceu-lhe algumas notas soltas. A sida ou a questão do preservativo, nem uma nota de rodapé.Mas que usa belos e acetinados vestidos, ai isso usa.Uma Chefe da Igreja Anglicana deve andar sempre aprumada, ainda que, em termos teológicos ou de incidência pastoral, a dama nada sentencie.

    O Luis Grave Rodrigues mostra-se aparentemente muito contristado com o drama da Sida e, como é muito bem intencionado, distorce totalmente a posição do papa, sobre o assunto, mas é só porque não vê mais,sem pensar que Portugal não se remete à renitente estupidez de alguns nacionais – porreiristas, que contudo, lhe seguem as pisadas.

    Pena é que não tenha citado Bento XVI na parte que aqui relevaria:

    “A mera fixação no preservativo significa uma banalização da sexualidade, e é precisamente esse o motivo perigoso pelo qual tantas pessoas já não encontram na sexualidade a expressão do seu amor, mas antes e apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. É por isso que o combate contra a banalização da sexualidade também faz parte da luta para que ela seja valorizada positivamente e o seu efeito positivo se possa desenvolver no todo do ser pessoal.
    Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por prostitutos, em que a utilização do preservativo possa ser um primeiro passo para a moralização, uma primeira parcela de responsabilidade para voltar a desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade».

    No Uganda, a diminuição drástica dos índice da Sida resultou de uma campanha a nível nacional que enfatizou essencialmente a importância da fidelidade e não promiscuidade sexuais e, em casos de multiplicação de parceiros, o uso conjugado do preservativo.

    Isso quer dizer que Bento XVI tem, em parte razão, e a sua posição é inteiramente respeitável. Só adere à mundividência católica quem quer. Eu, como não católico, não necessito de aguardar por aquilo que Bento XVI diga para determinar a minha conduta.

    Nem eu nem os governantes do Uganda. Nem todos os outros governos e ONGs que se empenhem verdadeiramente na temática da educação sexual. E que vão ao terreno social fazer aquilo que o Grave Rodrigues não faz.

    Vir para aqui arengar contra Bento XVI, como se ele fosse responsável pelas pessoas não usarem preservativos e a responsabilidade social não coubesse a todos nós , traduz a absoluta desqualificação das suas invectivas tão intelectualmente pobres.

    Em África ainda existem muitos que, tendo contraído a sida, procuram relacionar-se com meninas virgens, com o alegado argumento que, dessa forma, poderão salvar-se da doença.

    Que culpa tem Bento XVI da incultura reinante em tantos pontos do globo, que múltiplos indivíduos sejam promíscuos e não usem preservativo, apesar de terem plena consciência de que assim propagam a doença ?

    Grave Rodrigues é jurista. E já o imagino em tribunal, eventualmente defendendo alguém que tenha voluntariamente propagado a doença, tentando justificar a sua pretensa absolvição, com a seguinte pseudo- argumentação:

    ” Senhores Juízes, a culpa não é do arguido mas de Bento XVI”.

    Claro, seria risota ampla no tribunal…

    • Molochbaal

      “nacional- porreirista”

      Ultimamente toda a gente que não esteja de acordo contigo é brindada com esse rótulo.

      Não se percebe o que queres dizer com isso, visto que esquerdistas, direitistas, ateus, agnósticos, tudo é corrido com esse rótulo. Basta não partilhar das tuas superstições.

      Resta perguntar, se toda a gente que não seja devoto é nacional-porreirista tu és o quê ? Internacional-parvalhão ?

      • Anónimo

        Aquele cretino, disfarçado de “Diácono Remédios”, está a candidatar-se ao lugar de provedor do DA. Só que nem o DA precisa de provedores intelectualóides, nem o “Diácono Remédios” merece a comparação que lhe fiz.
        O cretino tem uma habilidade incrível para transformar um debate numa questão pessoal. Não se debate as ideias, combate-se as pessoas que escrevem. Desde que escrevam contra as iluminadas ideias do patarata, aí está ele a disparar em todas as direcções.Chiça, que não há pachorra! Não tarda nada, o gajo vem declarar “urbi et orbi” que é o Napoleão em pessoa.

    • Molochbaal

      “Vir para aqui arengar contra Bento XVI, como se ele fosse responsável pelas pessoas não usarem preservativos e a responsabilidade social não coubesse a todos nós , traduz a absoluta desqualificação das suas invectivas tão intelectualmente pobres.”

      A responsabilidade não é só do papa, tens razão. É também de animais como tu que alinharam na sua campanha criminosa contra o preservativo.

      Entretanto já estás farto de saber que números do Uganda não são fiáveis, que o regime desse país, o mesmo que fala em condenar à morte os homosexuais, extrapolou indevidamente os dados de um único hospital para todo o país, sem quaisquer justificação para isso, simplesmente por razões de propaganda da sua cruzada religiosa. A redução que de facto houve no Uganda, muito menor do que a proclamada oficialmente já tinha começado ainda antes desses governo estar no poder, muito antes de aplicar as medidas de “virgindade à força” de que se gaba. O Uganda teve um pico de taxa de infecção durante a guerra civil, quando a guerra acabou, com a melhoria das condições, a taxa baixou, é o NORMAL nestes casos. Aliás, a taxa está a estabilizar em todos os países africanos pelo que até se fala numa perda gradual da virulência do virús. Mas se pensas poder aplicar a política de castidade à força de um país rural africano no mundo desenvolvido está à vontade, todos os folhetos de propaganda do preservativo costumam já aconselhar ter um só parceiro sexual como o modo mais seguro, nada de novo portanto. Simplesmente, como isso é um estado ideal difícilmente alcançável na sociedade em geral, se não te importas, não faças propaganda contra o preservativo que acaba por ser a única arma real, enquanto não formos todos tão puros como tu, contra a sida.

      • Luis Almeida

        Tem razão, Moloch Baal, quanto à posição da ICAR a respeito do uso do preservativo. Mas, a questão é mais funda e prende-se com a odiosa ( criminosa mesmo ) noção ou conceito de “PECADO”. À ICAR é-lhe intolerável que existam pessoas para quem essa noção é totalmente alheia. É a partir da noção de “pecado” que eles vêm a relação sexual. Dizerem que não pode ser banalizado e só deve ser feito quando há amor, já é uma concessão aos tempos actuais, por parte “deles”( deve ser só amor, quando estão a sodomizar rapazinhos nos seminários e colégios católicos ! )
        Ora bem, o “homo sapiens” que eu sou, afirma aqui peremtóriamente que já tive relações sexuais muitíssimo gratificantes com mulheres que eu não amava ( só me excitavam: aquilo que os americanos chamam “body chemistry” e os brasileiros “mal-de-pele” e que em português mais vernáculo se pode traduzir por “davam-me tesão” ). E tive , por outro lado, relações bem menos explosivas com mulhers que eu amava seriamente.
        Com ou sem amor, porém, nunca pensei que poderia estar a pecar…
        Sempre o fiz com muito gosto e sem os inibidores “macaquinhos no sótão” que a ICAR inculca aos seus fiéis e quer, à força, tornar extensivos a nós, não-crentes…
        Já nem muitos católicos lhes ligam nenhuma ( continuam a usar preservativo e a ter relações “sem amor” ), como podemos nós perder tempo com as suas patacoadas ?

        • JoaoC

          “O maior pecado do homem moderno é ter perdido a consciência do pecado” (Sua Santidade Pio XII).

          Tem de haver quem lembre às pessoas…que são PESSOAS e o que devem e não devem fazer para que, a curto prazo, vivam como dignos seres humanos que dizem ser e, a posteriori, mereçam a salvação eterna – A Igreja Católica.

          E tem de haver sempre uns espertinhos que se acham superiores e se consideram auto-suficientes para determinarem “leis” animalescas e instintivas, tal como um primata irracional.

          Assim como é dever da Igreja alertar para o que é bom e mau, o que legítimo e o que não é, assim também há quem tenha o “direito” de rejeitar esses alertas.

          Sujeitam-se.

        • JoaoC

          “Já nem muitos católicos lhes ligam nenhuma ( continuam a usar preservativo e a ter relações “sem amor” )”.

          Esses, que não lhes ligam nenhuma, se não for por ignorância, podem continuar afastados, porque pouca falta fazem. Mas já que são tão “católicos” que não respeitam o Catolicismo e fazem o que lhes dá na real gana, vivam a sua vidinha e abstenham-se de comentários.

      • Carlos_sa

        “”A redução que de facto houve no Uganda, muito menor do que a proclamada oficialmente já tinha começado ainda antes desses governo estar no poder””

        Não é verdade.
        E nenhum país conseguiu apenas com o preservativo baixar o numero de infecções. conclui-se que o preservativo é ineficaz como meio exclusivo para conter a infecção.

        Criminoso é “”chamar crimoso a quem não defende a banalização do preservativo”. Não sou católico e não concordo com o papa e papadores em muitas coisas, mas nesta estamos de acordo.

        Se me chamasses presencialmente criminoso por ser contra a banalização do preservativo, podes ter que a certeza que nos zangavamos a sério.

        No Brasil, e agora em muitos outros países está a aparacer a campanha do preservativo junior, a partir dos 12 anos. Sou completamente contra e chamao a isto um crime igual á pedofilia dos padres.

        Acho que para acabar com a sida é necessário primeiro acabar com todas as pessoas com a vossa mentalidade, com o s interesses economicos. o turismo sexual, a prostituição organizada, os intereeses das fabricantes de preservativos, a mentalidade excessivamente liberal e educar os seres humanos para viver como seres humanos, monogâmicos, responsáveis e com regras.

        • Molochbaal

          “mentalidade excessivamente liberal e educar os seres humanos para viver como seres humanos, monogâmicos”

          Antes de mais nada, só para equilibrar o nível, visto que me estás a chamar animal, começo por te mandar para a puta que te pariu minha grandecísssima besta.

          Está melhor assim ? Já estamos ao mesmo nível ? Pronto, apenas quero que te sintas bem.

          Quanto ao resto, informa-te, não estou para fazer de paizinho a uma besta como tu. Os dados médicos estão em revistas da espeicalidade, como a Lancet.

          Entretanto, a maior parte da humanidade não consegue viver em monogamia absoluta. É um facto, sempre foi assim, até no tempo em que os teus amiguinhos fanáticos religiosos governavam a sociedade a maior parte das pessoas tinha namoros antes do casamento, sempre outras que nunca casaram, outras que depois do casamento tinham amantes, ou que depois de separados ou víuvos voltavam a ter namoros.

          Se para ti 90% da humanidade somos todos uns animais e só tu e os fanáticos religiosos é que são seres humanos, é um problema teu, concretamente um problema mental grave.

          Entretanto, quer queiras quer não, o problema mantém-se – a esmagadora maioria da humanidade NUNCA conseguiu ser estritamente monogâmica.

          Logo, quer queiras quer não a castidade NÃO funciona, na prática, sendo absolutamente necessária a ajuda do preservativo que, embora não perfeito, demonstrou ser a arma mais eficaz, até agora.

          Isto não sou eu que digo, é a própria OMS. Mas calculo que tu saibas mais do que a organização mundial de saúde.

          • Joao_1304

            Ou tu estás a recalcar algo… ou Ganhas à comissão para defender a OMS e a ONU (belas merdas de exemplos de credibilidade), ou…esta semana está mesmo a correr mal e vens para aqui des-stressar!

    • antoniofernando

      “Em que século é que este facínora pensa que vive, ao ponto de pensar que tem o “direito” de proclamar ao mundo isto ou aquilo? Pensará ele que não há mais do que os atrasados mentais que o seguem para todo o lado e o apoiam acriticamente, diga ele uma coisa ou o seu contrário?

      Mas o que mais me choca é isto:

      Durante décadas a Igreja Católica determinou que o uso do preservativo era proibido, porque contrariava um estúpido e anacrónico dogma bíblico (Génesis, 38).”

      Luis Grave Rodrigues

      Portugal está ainda no estado cultural e economicamente atrasado em que se encontra também por causa de tipo como o Luís Grave Rodrigues. Cujas ocas prosas são eivadas de ódio mesquinho e não de exercício de pensamento intelectual minimamente elaborado. Temos infelizmente os Rodrigues,os Baals e quejandos, que não merecemos mas que o nosso triste Fado ainda nos impõe.

      Mas algo pode ser feito contra eles: opor-se-lhes clara refrega ideológica.

      Grave Rodrigues verdadeiramente insulta todos os homens e mulheres de boa vontade que, ao longo de dezenas de anos, têm dado o melhor de si próprios na luta contra a sida, como, por exemplo, entre nós, a Associação Abraço.

      No fundo, o que o articulista nos vem demagogicamente dizer é que aqueles que morreram de sida foi por causa do ” facínora” Bento XVI.

      Ou até pior: que Bento XVI teria sustentado que, quem desejasse envolver-se em vivências sexuais de alto risco, não usasse preservativo.

      Pelo epíteto de ” facínora”, que o Rodrigues usa recorrentemente contra Bento XVI, é isso que ele quer transmitir aos incultos e aos incautos.

      Mas, como digo, o Luís insulta todos aqueles que, consequentemente, ao longo de décadas, têm lutado contra a Sida, nas mais diversas campanhas de profilaxia social.

      Para o Grave, todo esse enorme esforço foi em vão. Tudo por causa de Bento XVI não vir à varanda do Vaticano dizer, na fraseologia chã, que o Rodrigues entende: ” fodam à vontade mas usem preservativos de boa qualidade”

      Por causa dessa ” imperdoável” omissão é que, segundo o Rodrigues, a pandemia alastrou e todo o empenhamento na luta contra a sida foi em vão.

      Que menoridade de pensamento. Que apoucamento intelectual que o Grave faz de si próprio.

      Resta analisar a falácia do ” argumento” do Génesis 38. Que o Grave até nem se deu ao incómodo de citar. Limita-se a dizer que ” o uso preservativo era proibido porque contrariava um estúpido e anacrónico dogma bíblico”.

      Ficamos na mesma. Aqui o Grave embatucou. Os outros que adivinhem a subtileza do seu ” pensamento superior”.

      Por mim, nunca vi Bento XVI sustentar que o não uso do preservativo se devia a Génesis 38, mas pode ser que o Grave aqui venha gravemente elucidar-nos, em vez de lançar atoardas pela boca fora.

      Repito:

      O caso de sucesso do Uganda mostra que Bento XVI tem razão ao enfatizar a importância da fidelidade sexual nas relações humanas, tendo presente o flagelo da sida.

      Claro que aqueles que têm má consciência de si próprios, que celebram casamentos para não cumprirem o voto de fidelidade a que livremente se obrigam, ou aqueles que preferem andar em relações múltiplas ou em orgias várias,quereriam que fosse Bento XVI a dizer-lhes algo como ” força pessoal, fodam à vontade,mas com bom latex”.

      A essa pretensão é que se chama desonestidade intelectual. Vale o mesmo que aqueles tipos que andam em corridas suicidárias pela ponte Vasco da Gama. E que,depois de provocarem acidentes mortais em terceiros, vêm cândidamente dizer:

      ” O Luís Grave Rodrigues já disse que a culpa é de Bento XVI”…

    • Anónimo

      OH ANTÓNIO FERNANDO
      DESCULPE LÁ MAS NÃO O PERCEBO…

      EM QUE É QUE TUDO O QUE VOCÊ DISSE, ILIBA O FACTO DE O OS PAPAS E A SANTA ICAR DEVEREM TER UMA POSIÇÃO CLARA A FAVOR DO USO DA BORRACHINHA, SE A MESMA PUDER À PARTIDA SALVAR UMA SÓ VIDA QUE SEJA!
      EXPLIQUE LÁ, SE FAZ FAVOR.

      • Molochbaal

        O antonino está a revelar-se o fanaticozinho religioso que tentou esconder por baixo d e uma pele de cordeiro.

        Ele está-se nas tintas para os mortos.

        Borrachinha é que não, que o deus dele não gosta.

        Morram à vontade, pôr coisas no coiso é que não, porque deus não quer.

        Aliás vem na bíblia em… em… em…

        Ora bolas, não consigo encontrar nada na Bíblia acerca do preservativo, embora se saiba que sempre foram usados métodos semelhantes.

        Bem, pronto, deus deve-se ter esquecido de proibir isto, é de facto uma falha grave da sua parte.

        Mas se estes animais dizem que deus não gosta é porque não gosta, ou o gajo pensa que pode contrariar as divagações destes animais ?

        Afinal eles, o papa e o antonino, sabem EXACTAMENTE o que deus quer ou não quer, e ai Dele se os contraria, porque eles trazem deus no bolso. O gajo chamado deus que baixe a bolinha que eles é que sabem. Sabem tudo. Literalmente.

  • JoaoC

    Uma declaração menos feliz do Santo Padre, uma mera opinião pessoal de Sua Santidade. Que em NADA MUDA a posição da Igreja Católica em relação ao uso do preservativo

    A media, satanizada, só deu metade da notícia. Se o Santo Padre disse o que disse – e digamos que foi muito pouco prudente tendo em conta que sabe perfeitamente como o mundo deturpa o que ele diz à maneira que lhe convém – também disse:

    – “Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por VIH/HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade.”

    “Quer isso dizer que, em princípio, a Igreja Católica não é contra a utilização de preservativos?”

    – “É evidente que ela não a considera uma solução verdadeira e moral.” (ou seja continua a ser contra!)

    – “Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por um prostituto, em que a utilização do preservativo possa ser um PRIMEIRO PASSO PARA A MORALIZAÇÃO (o que quer dizer que o preservativo em si NÃO É nem pode ser a solução moral definitiva, mantendo-se assim como prática moralmente reprovável).

    – “O preservativo pode ser um PRIMEIRO PASSO na direcção de uma sexualidade vivida de outro modo, mais humana” (o que quer dizer que o uso do preservativo por si só NÃO É a orma mais aceitável ou mais humana de viver a sexualidade. Pode ser APENAS UM PASSO para isso numa situação extrema de pecado (o exemplo do prostituto).

    A deturpação da notícia doi incríel!

    Desde “Papa admite e aconselha preservativo” (RTP) até às declarações anti-católicas habituais do “já vai tarde” ou “Papa com grande abertura ao mundo” ou “finalmente um progresso na Igreja” (qual Igreja? a Católica ou a Outra? A “católica” de Satanás?

    Mas… ai de quem “blasfemar” contra o São Látex! O dogma supra-sumo do mundo dito “civilizado”!

    A verdade é uma:
    O uso de preservativo continua verdadeiramente a ser condenável MORALMENTE e inaceitável pela Doutrina Católica.

    Ponto.

    • Molochbaal

      Ai afinal já não aceita ? Então continua a ser o mesmo criminoso de sempre ?

      • Molochbaal

        “até às declarações anti-católicas habituais”

        Alto e pára o baile.

        As minhas objecções são apenas contra os católicos idiotas que vivem na idade média.

        Existem muitos católicos que querem reformar a igreja a partir de dentro, nomeadamente para acabar com estes crimes contra a humanidade em que vocês se refastelam em nome de superstições idiotas.

    • Anónimo

      ÉS UM PATETA ACABADO…

    • zeca-portuga

      Caríssimo João

      Concordo consigo. Desde logo porque a imprensa, imbecilizada por alguns ateístas, chama bomba atómica a um estalar de dedos..

      O que o Papa disse já não é novo na posição da Igreja, e a posição da Igreja no mudou sobre este assunto. Como ultimo recurso, numa situação extrema, o preservativo poderá ser o mal menor.

  • Bernardo

    Olá Luís!
    Tudo bem?

    «- O Papa Bento XVI decidiu proclamar que o uso do preservativo é “aceitável em certos casos”, nomeadamente para reduzir o risco de infecção do HIV.»

    O Papa não disse BEM isso, nesses termos. No “post” do João Vasco, coloquei as palavras exactas do Papa.

    «E a “bomba” é tão fantástica, que temo até que venha por aí um dia destes um qualquer esclarecimento, a dizer que não foi bem isso que o Papa disse.»

    Realmente, os “media” distorceram, mais uma vez, as palavras do Papa. É o costume…

    «Em primeiro lugar sobre o autêntico desplante do Papa em declarar que “a partir de agora” o preservativo passa a ser “aceitável”.»

    O Papa não disse isso.

    «Em que século é que este facínora pensa que vive, ao ponto de pensar que tem o “direito” de proclamar ao mundo isto ou aquilo? Pensará ele que não há mais do que os atrasados mentais que o seguem para todo o lado e o apoiam acriticamente, diga ele uma coisa ou o seu contrário?»

    Não percebi: o Papa não pode falar publicamente? Trata-se de uma entrevista: Peter Seewald entrevistou Bento XVI, e essa entrevista vai agora ser publicada. De antemão, a Santa Sé divulgou uns trechos da entrevista. Que parte disto é que é ilegal, Luís?

    «Durante décadas a Igreja Católica determinou que o uso do preservativo era proibido, porque contrariava um estúpido e anacrónico dogma bíblico (Génesis, 38).»

    Hã? Desde quando é que essa é a razão?
    No texto mais recente do Magistério sobre a questão da contracepção (Humanae Vitae, http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae_po.html), não se fala desse trecho do Génesis.

    «Durante décadas, entre queimas rituais de preservativos e da persistência desta estúpida proibição, das Filipinas a toda a África sub-saariana morreram milhares de pessoas, numa pandemia que tem sido um autêntico massacre das populações, para não falar dos órfãos da SIDA, tantos deles infectados também por falta de retro-virais adequados.»

    A Igreja Católica é quem mais trata doentes com SIDA, em África e no mundo inteiro. Isto é um facto.

    Abraço,

    Bernardo Motta

    • Molochbaal

      Portanto, a vossa concepção do “amor humano” é por a gaja a parir até rebentar.

      E sim, a igreja católica trata muitos doentes, regra geral com o dinheiro dos estados, deve ser por isso que é contra o preservativo.

      Quantos mais doentes, mais doentes pode tratar, mais dinheiro saca ao estado, mais propaganda gratuita à nossa custa e dos doentes.

      É uma verdadeira máquina de fazer dinheiro, que faz propaganda de borla, que faz mais dinheiro, que faz mais propaganda.

      Ah ! Abençoados doentes.

      Não usem preservativo que não dá jeito ao aparelho de assistência da igreja.

      Em verdade vos digo, quantos mais adoecerdes, maior o poder desta santa instituição.

      E não se preocupem, quando estiverem a bater a bota uma freira tratará de vós – paga com fundos públicos claro.

      • Bernardo

        Um comentador que assinou Molochbaal escreveu esta enormidade:

        «Portanto, a vossa concepção do “amor humano” é por a gaja a parir até rebentar.»

        É por frases ordinárias como esta que eu visito cada vez menos o Diário Ateísta.
        O meu comentário era dirigido ao Luís Grave Rodrigues, e não pretendo perder o meu tempo a argumentar com pessoas mal educadas.

        O uso de tal palavreado revela, da parte do comentador, ou uma tremenda falta de educação, ou um tremendo desrespeito pelo sexo feminino, ou ambos.

        • Molochbaal

          Falta de educação e de respeito pelo sexo feminino tens tu, que vens para aqui defender a campanha contra o preservativo e contra os contracepcionais em geral, o que torna o “amor” numa fábrica de bébés à pressão, com risco da vida das mulheres, e numa verdadeira lotaria, no que à sida diz respeito, com risco de vida para todos em geral.

          Estou FARTINHO de gajos muito “educadinhos” que não partem um prato, não dizem “pôrra” sem se benzerem duas vezes, e que depois vêm para aqui defender políticas responsáveis pela morte de milhões.

          De “bonzinhos” e “educadinhos” como vocês está o inferno cheio, seção dos psicopatas genocidas e não tenho pena nenhuma das vossas lágrimas de crocodilo edas vossas sensibilidadezinhas quando vos tocam em vocês- Porque com o sofrimento e a morte dos outros já não têm nenhuma.

          • MO

            verdadeira lotaria, no que à sida diz respeito, com risco de vida para todos em geral

            Como é que isto acontece numa relação matrimonial/fiel? Não se esqueça (muita gente se esquece…) que a posição moral em relação ao contraceptivos implica toda uma concepção moral da sexualidade. Isso aliás ficou bem claro nas palavras do Papa.

            Pax et bonum

          • Jose Moreira

            Pode acontecer, caro MO; já ouviu falar em transfusões de sangue contaminado com o vírus HIV?

          • JoaoC

            Isso é praticamente impossível hoje. Esse problema nem se coloca porque todo o sangue é analisado.

          • Molochbaal

            Que eu saiba nenhuma tecnologia é perfeita e acidentes acontecem.

            De qualquer modo, epatite B , sífilis ou gonorreia podes apanhar simplesmente por usar uma casa de banho pública.

          • Vera L

            ‘Que eu saiba nenhuma tecnologia é perfeita e acidentes acontecem.’

            Também com o preservativo

            Quando estás doente tratas-te responsavelmente.

          • JoaoC

            Isso é praticamente impossível hoje. Esse problema nem se coloca porque todo o sangue é analisado.

          • MO

            Enfim, já devia estar habituado à irracionalidade que grassa por aqui, no suposto reino dos livre-pensadores… Falo em alhos, responde-me bugalhos.

            O que devo pensar? Que se está a referir a transfusões entre marido e mulher? E que relevância tem isso (muito difícil de aconteceu hoje como o João disse)? Acha que o preservativo o pode proteger de sangue contaminado numa transfusão? Deus me dê paciência.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            Como é evidente ele estava a referir-se à transfusão que UM dos cônjugues sofresse e não necessariamente entre os dois. Porque basta um apanhar a sida, em transfusão ou qualquer espécie de acidente, para a transmitir ao outro, se não usar preservativo.

            Isto é simples e evidente. O facto de ter de estar a explicar uma coisa destas é a melhor prova de que vocês nem sequer pensam no que estãoa dizer. Simplesmente aceitam ordens.

          • Molochbaal

            Se se estão a referir apenas a matrimónios fièis porque não se calam com a história do preservativo ?

            É que estão a interferir com as campanhas da OMS e por simples espírito de contradição e irresponsabilidade criminosa estão constantemente a falar contra o preservativo em si.

            Ora se o vosso problema é a castidade, preguem a castidade e deixem o preservativo em paz.

            É que a castidade pouca gente a pratica, a começar por 90% dos católicos que hipocritamente a pregam, por isso o preservativo é o ultimo recurso, a arma PRATICÁVEL mais eficaz contra a sida. Isto porque, se vocês nem nas vossas fileiras conseguem impor a castidade, como é que querem impô-la ao mundo.

            Assim sendo tenham um MÍNIMO de decência humana e calem-se com essa atitude CRIMINOSA.

          • MO

            A castidade, a vida sexual vivida moralmente, é essencial para uma vida sã. Como o Papa já disse noutras ocasiões, e os estudos confirmam, o preservativo não resolve o problema do VIH e uma aposta apenas no preservativo tem tendência para agravar o problema (por causa do que se chama a ‘compensação de risco’, isto é, algumas pessoas sentem-se seguras e são ainda mais promíscuas e depois quando um preservativo se rompe ou tem defeito o mal já está feito…). Como o António já disse, casos como os do Uganda demonstram que apostar no preservativo como solução é uma falácia porque mascara o problema sem o resolver na raiz. A mudança de conduta no Uganda resultou numa baixa incrível da propagação do VIH.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            Se não te importas, em questões de saúde prefiro seguir a opinião da OMS e de 90% dos médicos. Quando quiser ir para o vosso paraíso então recorro ao papa.

            Eu sei que, para vocês o papa é assim uma espécie de faz-tudo, sabe-tudo, entretanto, se a OMS diz que o preservativo é importante para controlar a epidemia da sida eu, sem duvidar que o vaticano possa ser um grande centro de pesquisa médica, em questões de saúde prefiro seguir a opinião da maior parte dos especialistas nesse campo.

            Entretanto qual é a vossa opção ?

            Castidade ?

            Mas a maior parte dos católicos que conheço são grandes putanheiros, pelo que nem na vossa seita vocês conseguem impor a castidade. Logo, como solução, independentemente da teoria, na PRÁTICA é ainda menos eficaz do que o preservativo – simplesmente porque 90% da população é incapaz de a seguir, a começar pelos católicos.

            Logo, putanheiro por putanheiro, católico ou não, mais vale que use a camisinha.

            90% da população não é “casta”, o preservativo oferece quase 100% de eficácia. Logo, uma taxa de falalhanço de 90% para a castidade para uma taxa de êxsito do preservativo de quase 100% está tudo dito.

            Entretanto peço que respeitem a existência de outras morais.

            É extremamente arrogante mal-criado e ofensivo da vossa parte pretenderem que só a castidade é moral.

            Eu já tive muitas relações e NUNCA me portei imoralmente. Nunca menti, nunca enganei, como os católicos costumam fazer, tudo foi feito na maior honestidade e de comum consentimento, sem prejudicar ninguém, antes pelo contrário. Por isso, se querem que respeitemos a vossa moral comecem por respeitar a nossa.

            “A mudança de conduta no Uganda resultou numa baixa incrível da propagação do VIH”

            Já falei várias vezes nessa mistificação. Os dados do Uganda são totalmente subvertidos por um governo de fanáticos religiosos que até já falou na possibilidade de pena de morte para os homosexuais. Se confias mais num governo desses do que, por exemplo, na maior revista médica mundial, Th Lancet, que denunciou essa mistificação, então está tudo dito.

          • MO

            Mas a maior parte dos católicos que conheço são grandes putanheiros, pelo que nem na vossa seita vocês conseguem impor a castidade.

            Falácia. talvez conheça poucos católicos… E mesmo que nenhum católico fosse casto, isso não quer dizer que a castidade não conduza a uma vida sã. É preciso apresentar argumentos para essa posição, em vez se basear em pessoas que conhece. Porque uma relação matrimonial, envolve castidade, confiança, conhecimento, verdadeira intimidade sedimentada – é nesse sentido uma relação fechada onde não entram doenças por via sexual. Qual é a sua alternativa?

            Entretanto peço que respeitem a existência de outras morais.

            Moral há só uma. Ou é um relativista?

            Os dados do Uganda são totalmente subvertidos

            Prove-o. Ou os números desceram, ou se mantiveram iguais, ou subiram. Objectivamente, o que aconteceu?

            Pax et bonum

          • Vera L

            Nunca vi, nos relatórios da OMS, nada a desdizer a questão do Uganda. Também não há nenhum país em que o preservativo tenha sido um sucesso. Também nunca vi, nos relatórios da OMS, nenhum caso de sucesso estrondoso do preservativo.

        • Carlos Esperança

          Bernardo:

          Será sempre bem-vindo a este blogue que, por tradição, tem comentários livres, como sabe.

          Não serão as divergências que levarão qualquer de nós ao insulto mas acredite que desde ameaças graves a insultos primários de tudo tenho recebido pelos mais pios comentadores.

          Gosto em revê-lo. Tenho acompanhado a sua produção teológica nas livrarias.

          • Jairo Entrecosto

            Tem recebido insultos, ou têm-no chamado aquilo que o Esperança é?
            Por exemplo, quando escreve “Não serão as divergências que levarão qualquer de nós ao insulto”, o Carlos Esperança sabe que está a mentir. Ou seja, é um mentiroso.

            Quer ver porquê?

            Luís Grave Rodrigues escreveu aqui recentemente no Diário Ateísta: “Não há mesmo nada melhor do que a religião para tornar um homem num monte de merda”. E neste seu mais recente delírio:

            ” Pensará ele que não há mais do que os atrasados mentais que o seguem para todo o lado e o apoiam acriticamente, diga ele uma coisa ou o seu contrário?”

            Mentiroso, Carlos Esperança, é aquilo que o senhor é. Quer provas de que o próprio Carlos Esperança já usou insultos, apenas por discordar das pessoas ? Fique-se, por agora, com uma de 2005.

            http://afixe.weblog.com.pt/arquivo/2005/05/carlos_esperanc.html

        • Carlos Esperança

          Bernardo:

          Será sempre bem-vindo a este blogue que, por tradição, tem comentários livres, como sabe.

          Não serão as divergências que levarão qualquer de nós ao insulto mas acredite que desde ameaças graves a insultos primários de tudo tenho recebido pelos mais pios comentadores.

          Gosto em revê-lo. Tenho acompanhado a sua produção teológica nas livrarias.

  • MO

    Molochbaal:

    Portanto, a vossa concepção do “amor humano” é por a gaja a parir até rebentar.

    Não sei se vale a pena responder. Mas quem falou nisto (ainda para mais nestes termos que vão contra a dignidade das mulheres)? O planeamento familiar é um dever do casal. O respeito pelo corpo e por aquilo que nos torna humanos também (e é isto que a contracepção trai e é contra).

    Mas já agora respondo-lhe: o amor, demasiado sentimentalizado hoje, na concepção cristã, é desejar o bem do outro. Apenas.

    Amar assim, pode envolver a decisão num casal (em que um dos cônjuges tem VIH) de não ter mais relações sexuais, evitando o perigo de contágio (que existe mesmo com o uso de preservativo).

    Pax et bonum

    • Molochbaal

      Para hipocrisias dessas mais valia, de facto, estares calado.

      Condenas milhões à morte em nome de uma superstição completamente idiota que nem sequer vem na bíblia, porque o preservativo lá não vem citado em lado nenhum embora se saiba que SEMPRE foi utilizado, e depois vens chorar lágrimas de crocodilo em relação ás pessoas que mataste ao espalhar essa superstição antihigiènica, ilógica e imoral.

      E já reparámos que a vossa noção do “amor” passa sempre pelo afastamento físico do casal. Ou seja, o vosso “amor” começa logo pelo afastamento das pessoas.

      Só para a gente se rir um bocado, podes dizer qual é a vossa prática quando não querem/podem ter mais filhos ?

      É só “amor”.

      E podes ir desejar paz a outro, porque a tua paz é a paz dos assassinos.

      • MO

        E já reparámos que a vossa noção do “amor” passa sempre pelo afastamento físico do casal. Ou seja, o vosso “amor” começa logo pelo afastamento das pessoas.

        Pelo contrário, o sexo une o casal, tornando-os num só. Coisa que o preservativo impede…

        Só para a gente se rir um bocado, podes dizer qual é a vossa prática quando não querem/podem ter mais filhos?

        O planeamento familiar natural implica respeitar a natureza, perceber os ciclos da mulher, ter auto-controlo e exercer a escolha (em vez de sermos dominados e reféns), tornar o casal mais próximo na procura conjunta dessa sintonia. O sexo não é uma “prática”. Tem um sentido físico e espiritual. Porquê desligar a sexualidade da vida, da partilha, da dádiva, do que é importante?

        Pax et bonum

        • Molochbaal

          “O planeamento familiar natural implica respeitar a natureza, perceber os ciclos da mulher, ter auto-controlo e exercer a escolha”

          Ora, como esses ciclos são variáveis é quase impossível alguma vez não falhar, pelo que simplesmente não podem ter relações sexuais.

          O que se passa, e tu muito bem sabes, é que os católicos acabam por usar contracepcionais. Apenas aceitam tudo o que a igreja diz por simples espírito de carneirada, mesmo que depois façam exactamente o contrário.

          “O sexo não é uma “prática”. Tem um sentido físico e espiritual. Porquê desligar a sexualidade da vida, da partilha, da dádiva, do que é importante?”

          Se o sexo deixa de ser praticado não existe, pelo que a também acabam com a sua dimensão espiritual.

          Também não percebo lá muito bem porque é que a dimensão espiritual tem de estar dependente da chancela da conservatória do registo civil.

          Portanto, os exo só é dádiva na medida em que não é praticado, ou quando é com autorização do burocrata de serviço. Simplesmente não dizes coisa com coisa.

          O sexo pode ser dádiva e espiritualidade independentemente de ter papeis oficiais na gaveta do cura ou do senhor conservador. E não é por ser limitado ou eliminado que é vale mais, isso é hipocrisia pura. Tão hipocrita como referires o teu “respeito” pela mulher quando pertences a uma seita onde a mulher é discriminada e nem pode aceder aos cargos mais importantes simplesmente por ser mulher. Do mesmo modo, a cumprir as vossas normas primitivas e irracionais, a maior parte das mulheres teria gravidezes em série até morrerem das complicações de saúde resultantes. Graças a deus que nem as católicas seguem à risca as vossas teorias fanáticas.

          Vocês insultam os verdadeiros conceitos de amor, espiritualidade e respeito pelo próximo.

          • MO

            A variabilidade dos ciclos é acompanhada por oscilações na temperatura e outros elementos que podem ser verificados fisicamente.

            Não confunda o sacramento do matrimónio com o casamento civil. E antes que substitua conservador (ou burocrata de serviço) por ‘padre’, digo-lhe uma coisa que talvez não saiba: quem celebra o sacramento do matrimónio não é o padre, mas os dois nubentes.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            “A variabilidade dos ciclos é acompanhada por oscilações na temperatura e outros elementos que podem ser verificados fisicamente.”

            Sem dúvida.

            Entretanto, como as oscilações da temperatura de outros dados podem ser devidos a outras causas, esse é o método mais falível de controlo da natalidade. É também o mais limitativo, pois, contanto com as margens de dúvida devidos à falibilidade desse método, implica que grande parte do tempo se tenha de cancelar a vida sexual.

            Essa é a razão porque a maior parte das mulheres, a começar pelas católicas, preferem usar anticoncepcionais.

            “digo-lhe uma coisa que talvez não saiba: quem celebra o sacramento do matrimónio não é o padre, mas os dois nubentes.”

            Ai sim ? Quer dizer que os nubentes podem celebrar o matrimónio sem padre e sem comunicarem a ninguém ? Essas teorias são muito bonitas, mas como na prática não é isso que acontece ficamos na mesma. Sem a sanção oficial (burocrática) não existe o vosso casamento.

            Entretanto continuo a registar que padre ou nubentes, continua a dar a entender que só o casamento, e agora não só o casamento, mas só o casamento religioso pode ter – como dizia você ? –

            “Tem um sentido físico e espiritual. Porquê desligar a sexualidade da vida, da partilha, da dádiva, do que é importante?”

            Ou seja, está a dar a entender que só vocês praticam a dádiva, a espiritualidade, a partilha, ou simplesmente querer bem ao parceiro.

            Por outras palavras, só vocês são seres humanos, todos nós outros somos animais que não sabem o que é a dádiva, a espiritualidade, a partilha ou o bem do próximo.

            Já aqui disse mais de uma vez.

            Não há nada pior do que alguém fingir que é muito bonzinho e educadinho e depois, com mãozinhas húmidas, agredir e insultar o próximo da forma mais abjecta que lhe é possível.

            Francamente considerava-o muito mais educado e até melhor pessoa se me mandasse directamente à merda, que é isso que você está a fazer, mas com voltinhas, meneios, beijinhos, trejeitos, e poses de grande bondade.

          • JoaoC

            (fugindo um pouco ao assunto do post)

            Estudos mostram – e ainda há pouco tempo houve um workshop, como há todos os anos sobre isso – que os métodos naturais são realmente eficazes quando são usados 3 ou mais, conjugados. E quanto a isso, é o “corpo da mulher que manda”, logo, não há muito por onde fugir, quando se trata de determinar os dias em que pode – ou não – ter relações. Normalmente 4-5 dias, em média por mês.

            Bolas! Não seremos capazes de respeitar a natureza, o corpo da mulher e a dignidade da nossa própria espécie, abstendo-nos de relações sexuais durante 4 dias?? Afinal a natureza até nem foi assim tão mazinha…

            Não me venham dizer, porque só por acaso até sei do que falo, que os métodos tradicionais, ou naturais, de controlo de natalidade são ineficazes ou que caíram em desuso. Isso é falso e só demonstra preguiça. E fica mal…

          • MO

            Quanto ao sacramento do matrimónio:

            É verdade que o padre não precisa de lá estar, em teoria. Foi assim durante muito tempo, até se perceber que havia confusões, casais em que uma pessoa dizia que tinha celebrado o sacramento e a outra não, falsas testemunhas relativas a supostas celebrações. Por isso, de alguns séculos a esta parte, o padre está presente – fundamentalmente como testemunha.

            Quanto ao resto:

            Nunca o insultei e tenho aguentado os seus insultos. Estou a defender, racionalmente, uma posição moral. É tudo.

            É o Molochbaal que tem tornado isto numa questão pessoal, de ataque, desde o início – sem explicar porque é que é prejudicial a vida afectiva e sexual casta. Se é prejudicial, apresente argumento. Se não é, e realiza o potencial do ser humano, então…

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            “Nunca o insultei e tenho aguentado os seus insultos. Estou a defender, racionalmente, uma posição moral. É tudo.”

            Ao dar a entender que alguém que tenha vida sexual sem ser casado é imoral, você está-me a insultar. Eu não sou casado e tenho vida sexual mas NÃO sou imoral. Não minto, não roubo, pago os meus impostos, não prejudico ninguém.

            O problema é que vocês estão mal habituados. Habituaram-se a que toda a gente vos repeitasse e a não respeitarem ninguém. Por isso nem consegues perceber que estares a tratar-me de imoral e como um verdadeiro animal que não tem moral nem sentimentos é capaz de ser um bocado chato. Mas folgo que não gostes quando são os outros que te tratam assim, pode ser que um dia compreendas que, para se ser respeitado se tem de respeitar.

            “É o Molochbaal que tem tornado isto numa questão pessoal, de ataque, ”

            Claro, como és tu que o dizes, eu até devia gostar que me tratassem como um animal incapaz de sentimentos espirituais ou morais. Devia ser uma grande honra para mim ser insultado por vocês, só porque vocês gostam.

            “sem explicar porque é que é prejudicial a vida afectiva e sexual casta. ”

            ??????????????????????????????????????????????

            Mas porque é que eu havia de explicar uma coisa que eu NUNCA disse ?

            Sugiro que paste JÁ aqui o texto onde alguma vez eu tenha dito alguma coisa contra a castidade.

            SÃO VOCÊS QUE INSULTAM OS OUTROS POR SEREM DIFERENTES.

            SÃO VOCÊS QUE TRATAM OS OUTROS COMO ANIMAIS IMORAIS POR SEREM DIFERENTES.

            Eu NUNCA defendi NENHUMA forma específica de sexualidade.

            Eu disse que somos todos diferentes e, como tal, temos de nos respeitar.

            Queres ser casto ? Queres até passar uma vida sem sexo ? À vontade, não tenho nada a ver com isso. Até já aqui elogiei as ordens religiosas da igreja.

            Eu próprio, noutras condições, preferia uma vida de castidade, i.e lealdade a uma parceira. Simplesmente, como apredni à minha custa, não pode ser uma qualquer, tem de alguém especial. E como esse alguém pode até nunca aparecer, não vou estar a colecionar casamentos, porque para mim esse é um assunto muito sério, mas também não vou deixar de ter vida sexual, eventualmente para sempre, só porque uns doidos dizem que é imoral a sexualidade fora do casamento.

            Simplesmente, se eu respeito a tua opção, também tens de respeittar a minha e não tratar-me como um animal imoral. Eu sou divorciado, não faço tenções de voltar a casar e também não faço tenções de deixar de ter vida sexual, não sou nenhum animal imoral por causa disso.

            A minha única “critíca” à castidade, que não é critíca nenhuma para quem consiga LER O QUE EU ESCREVO sem estar obsecado por fanatismos, é que, tratando-se de saúde pública, NÃO funciona socialmente, não porque não seja eficaz como meio de evitar doenças sexualmente transmissíveis, mas porque quase ninguém a consegue praticar.

            Mesmo nos tempos da outra senhora era normal, mesmo os senhores “bem” terem amantes, irem às putas, paparem a criada etc etc. Isto SEMPRE foi assim e não dá msotras d emudar, pelo que é CRIMINOSO fazerem campanha contra o preservativo, que, esse sim, ainda ninguém conseguiu mostrar em que é que seja imoral ser usado.

            “Se não é, e realiza o potencial do ser humano, então…”

            Folgo que conheças todos os seres humanos e saibas o que é melhor para eles, mesmo que seja contra a vontade deles. Os seres humanos que eu conheço são diferentes, uns sentem-se bem em castidade, outros são extremamente infelizes nessa situação. Mas como tu deténs toda a sabedoria do universo no teu dedo mindinho, calculo que saibas a melhor maneira de toda a gente viver – por coincidência a maneira como TU gostas de viver. Mas como TU gostas, então todos temos de gostar, certo ?

          • MO

            Vejo que baixou um pouco o volume. Ainda bem. Nunca o chamei de imoral… e não o faço quando defendo o que é moral. Todos nós falhamos. Mas a medida é igual para todos, porque sendo diferentes, sentindo de maneira diferente, todos somos dotados de racionalidade. Isto permite-nos perceber a complementaridade física entre um homem e uma mulher, por exemplo. Isto permite-nos também entender os fins objectivos (não subjectivos) da sexualidade: unitivo e procriativo. Como é óbvio, não é preciso ser crente para chegar a esta conclusão.

            Se a único problema que vê na castidade é o facto de como diz “não funcionar socialmente, não porque não seja eficaz como meio de evitar doenças sexualmente transmissíveis, mas porque quase ninguém a consegue praticar”, então o argumento cai por terra. Porque não é esta dificuldade que anula a moralidade da castidade. Pelo contrário, por vezes os actos morais são os mais difíceis de fazer. Alguém mata a minha mãe, o meu impulso é vingar-me, e matar quem a matou – mas controlo-me para não cometer um acto imoral. Temos que ser senhores do nosso destino. Com desculpas para as nossas fraquezas nunca chegamos à verdadeira liberdade – a de termos consciência das escolhas (do acto de escolher) que fazemos a todo o momento.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            “Se a único problema que vê na castidade é o facto de como diz “não funcionar socialmente, não porque não seja eficaz como meio de evitar doenças sexualmente transmissíveis, mas porque quase ninguém a consegue praticar”, então o argumento cai por terra. Porque não é esta dificuldade que anula a moralidade da castidade.”

            Decididamente, ou estás a gozar comigo ou estás a fazer-te de parvo.

            Eu NUNCA disse que a castidade é imoral. Ou que NÃO implica, ipso facto, que a não castidade o seja.

            Não és capaz de compreender que existem modos de vida diferentes ?

            Não és capaz de respeitar os outros ?

            Eu NÃO sou imoral por ter sexo sem ser casado, Até considero ser moralmente muito superior a ti, porque eu sou capaz de compreender e respeitar a tua forma de vida ao passo que tu não és capaz de respeitar a minha.

            ” Pelo contrário, por vezes os actos morais são os mais difíceis de fazer. Alguém mata a minha mãe, o meu impulso é vingar-me, e matar quem a matou – mas controlo-me para não cometer um acto imoral.””

            És verdadeiramente brilhante. Agora comparas ter sexo fora do casamento com matar alguém.

            Ou seja, eu, por ter sexo sem ser casado sou uma espécie de assassino imoral.

            E depois dizes que não me insultas.

            Olha, das duas uma, ou és demasiado parvo para percer o que se passa no mundo ou estás a armar-te em parvo, por isso é melhor ficarmos por aqui.

            Farto dos teus INSULTOS já estou eu.

          • MO

            Bem sei que há diversos modos de vida. Isso é óbvio. Mas nem todos são moralmente correctos. Essa é que a discussão a ter.

            Aliás, é por isso que nunca o julguei ou julgarei (e se quiser releia tudo o que escrevi), nem a si nem a ninguém. Não me compete a mim nem é consistente com a fé cristã. Mas certamente que podemos discutir a moralidade de certos actos ou não?

            Quanto ao resto, comparei a dificuldade que o agir moralmente muitas vezes implica – e para isso dei outro exemplo. Não comparei os actos em si. Leia-me com mais atenção.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            Ou, por outras palavras, visto que continuas a dizer que não me estás a insultar por dares a entender que sou completamente imoral, sem sentimentos, a um nível animalesco, etc etc.

            Depois de te aturar tudo isto, todos estes INSULTOS eu pergunto,

            EM QUE É QUE EU SOU IMORAL, ANIMALESCO, E MAIS ESSAS TRETAS TODAS POR TER NAMORADAS SEM SER CASADO ?

            Outra coisa, quando te fazes de bonzinho, ao mesmo tempo que cheio de orgulho desprezas toda a humanidade, agradecia que ainda por cima não pensasses que somos todos parvos.

            Isto é, de facto nunca me chamaste animal directamente, mas quando consideras imoral e animalesco o meu estilo de vida, naturalmente que isso se aplica a mim. Não é ?

            Por isso mete a treta do bonzinho no saco que és tão agressivo e arrogante como os outros.

          • MO

            Penso que chegámos ao limite do diálogo. Porque para o Molochbaal cada vez que eu falo é contra si – particularmente, contra si, julgando-o.

            Digo-lhe apenas isto: eu sou capaz de apontar quando eu próprio actuo imoralmente e não poucas vezes, por isso se lhe chamei imoral também o chamei a mim (mas não fiz nem uma coisa nem outra).

            A sua ideia parece ser que os cristãos passam atestados de pecado a todos os que não são cristãos – e que eles próprios não têm mácula (quando de facto, para nós, só um ser humano, uma mulher, não a teve). Pelo contrário, o que fazemos é reconhecer as nossas próprias fraquezas, os nossos erros, as nossas ofensas. Para isso é que serve o acto de contrição em cada missa. Para isso é que serve o sacramento da reconciliação (mais conhecido como “confissão”).

            Fique bem.

            Pax et bonum

          • Molochbaal

            “Se a único problema que vê na castidade é o facto de como diz “não funcionar socialmente, não porque não seja eficaz como meio de evitar doenças sexualmente transmissíveis, mas porque quase ninguém a consegue praticar”, então o argumento cai por terra. Porque não é esta dificuldade que anula a moralidade da castidade.”

            Decididamente, ou estás a gozar comigo ou estás a fazer-te de parvo.

            Eu NUNCA disse que a castidade é imoral. Ou que NÃO implica, ipso facto, que a não castidade o seja.

            Não és capaz de compreender que existem modos de vida diferentes ?

            Não és capaz de respeitar os outros ?

            Eu NÃO sou imoral por ter sexo sem ser casado, Até considero ser moralmente muito superior a ti, porque eu sou capaz de compreender e respeitar a tua forma de vida ao passo que tu não és capaz de respeitar a minha.

            ” Pelo contrário, por vezes os actos morais são os mais difíceis de fazer. Alguém mata a minha mãe, o meu impulso é vingar-me, e matar quem a matou – mas controlo-me para não cometer um acto imoral.””

            És verdadeiramente brilhante. Agora comparas ter sexo fora do casamento com matar alguém.

            Ou seja, eu, por ter sexo sem ser casado sou uma espécie de assassino imoral.

            E depois dizes que não me insultas.

            Olha, das duas uma, ou és demasiado parvo para percer o que se passa no mundo ou estás a armar-te em parvo, por isso é melhor ficarmos por aqui.

            Farto dos teus INSULTOS já estou eu.

          • JoaoC

            “Ora, como esses ciclos são variáveis é quase impossível alguma vez não falhar, pelo que simplesmente não podem ter relações sexuais.”

            Mentira. O “planeamento familiar natural” é MUITO MAIS FIÁVEL uma vez que se baseia em sinais e características corporais e fisiológicas. Usando 3 ou mais métodos (nunca menos), a probabilidade de erro é quase nunca. Mesmo para mulheres com ciclos irregulares é muito mais confiável porque, ocorrendo a ovulação, que é o que provoca as alterações fisiológicas, elas são logo perceptíveis e o erro de falhar é pequeníssimo porque se baseia na observação dos sinais do próprio corpo.

            Dá trabalho? Dá e ninguém está para isso., Afinal, é muito mais fácil ser um animal e fornicar sempre, sendo mais fácil meter uma borrachinha pela pila abaixo ou esterilizar temporariamente as mulheres com pílulas.

            .E, mais chocante ainda, chamam isto de “amor” e de humano!!

          • Molochbaal

            Sim, muito mais humano é usar cilícios como os tarados do opus dei, ou chibatadas com o cinto, como o maluco do santinho JP II, para tentar destruir a sexualidade.

            Entretanto os vossos métodos dão trabalho de facto, e por isso mesmo são mais sujeitos a erro humano, etndo taxas de falibilidade de 25%, muito mais elevadas portanto do que os outros métodos, muito mais simples.

            “Afinal, é muito mais fácil ser um animal e fornicar sempre, sendo mais fácil meter uma borrachinha pela pila abaixo ou esterilizar temporariamente as mulheres com pílulas.”

            Sim, é muito mais humano fazer contas de calculadora em punho, negar sistematicamente o amor e enfiar termometros no rabo antes do grande momento romântico do que enfiar simplesmente um preservativo. Curiosamente também nenhum animal enfia preservativos…

            O que nos volta ao mesmo de sempre.

            Vocês, debaixo da conversa da treta do amor e da humanidade, são a coisa mais raivosa, odiosa, agressiva e maldosa que existe.

            Então eu não sou humano por usar preservativo ?

            Só é “humano” quem pertença à vossa seita ?

            Olha, respondo-te com a mesma agressividade que me demonstras, mas com muito mais honestidade pois não estou a fingir que sou muito educado e bonzinho quando insulto os outros, como vocês fazem.

            Respondo-te que podes ir para o CARALHO MAIS A PUTA DA TUA SEITA.

            Os únicos “humanos” do planeta – pfffff. Grande merda de humanos.

            Só pela vossa arrogância, segundo os vossos próprios mandamentos, vocês iam todos direitinho para o mais fundo dos infernos.

          • Molochbaal

            “Afinal, é muito mais fácil ser um animal e fornicar sempre, sendo mais fácil meter uma borrachinha pela pila abaixo ou esterilizar temporariamente as mulheres com pílulas.”

            Digo-te que podes ir chamar animal à puta da tua mãe, visto que já o fizeste à minha, que sempre usou preservativo.

            Justo não ?

          • Molochbaal

            Claro. É facílimo.

            Basta usar ” 3 ou mais métodos (nunca menos),”.

            Se não consegues perceber que te estás a contradizer a ti próprio então mais vale que a conversa foque por aqui porque realmente não consegues perceber nada. O melhor parvo é realmente o que NÃO QUER perceber.

            E aliás, se fosse assim tão fácil e infalível porque é que milhões de mulheres casadas iam gastar fortunas em pílulas e prevervativos ?

            Deve ser porque a maioria da população é burra e só vocês são inteligentes.

  • Luis Almeida

    Em vez de um comentário meu, peço-vos que leiam este post publicado no blogue setubalense ” Praça do Bocage”
    http://pracadobocage.wordpress.com/2010/11/22/o-papa-quer-nos-papar/#comment-341

  • Luis Almeida

    Em vez de um comentário meu, peço-vos que leiam este post publicado no blogue setubalense ” Praça do Bocage”
    http://pracadobocage.wordpress.com/2010/11/22/o-papa-quer-nos-papar/#comment-341

  • Luis Almeida

    Luís Grave Rodrigues,
    “E afinal tudo em vão, porque pelos vistos o dogma era mesmo estúpido e anacrónico.”
    Afinal sempre deixo um comentário, caro LGR:
    Como sabe, Qualquer dogma é sempre estúpido e anacrónico…

  • zeca-portuga

    Uma das pessoas mais imbecis execraveis do mundo todo, este animal a que puseram o nome de Grave Rodrigues (ficava-lhe melhor um nome mais canino como sckubi, boby ou rafeiro) demonstra aqui a mais parva e monstruosa ignorância.

    Pergunta o execrável verme que, para mal dos ateístas, milita nas suas fileiras:

    Mas quem é que este gajo pensa que é, e por quem se toma?

    Essa pergunta aplica-se ao imbecil Grave. Não se aplica ao Papa que é uma das personalidades mais importantes e influentes do mundo.
    Um ridículo imbecil, ignorante e estúpido, a comparar-se com o Papa, é algo de tão absurdo que só cabe na cabeça de um eunuco.

    Em que século é que este facínora pensa que vive, ao ponto de pensar que tem o “direito” de proclamar ao mundo isto ou aquilo?
    Facinora será o imbecil prosador Grave que vive na cavernícula idade da pré civilização, muito antes do início da civilização humana.

    O Papa tem todo o direito e autoridade para proclamar aquilo que quiser, já que tem credibilidade e autoridade moral, coisa que ridículo imbecil Grave terá que esperar uns milénios, umas largas encarnações, uns milhões de paginas para estudar, uns tratamentos psiquiátricos intensivos e muito mundo para conhecer.

    E, “atrasados mentais” serão os amigos, confrades, as filhas e os pais do tal Grave. O mundo é composto por gente biliões de vezes mais digna do que o Grave e aqueles que o seguem ou lhe são próximos.

    Imagino a vergonha, o asco e o desgosto dos parentes deste verme.

    E,
    os atrasados mentais que o seguem para todo o lado e o apoiam acriticamente, diga ele uma coisa ou o seu contrário?

  • Andreia_i_s

    Eles deveriam era ter aceite isto mais cedo.

  • Molochbaal

    Vera L,

    Nunca ouviu desdizer os relatórios do governo do Uganda ?

    Mas porque é que não estou espantado ? Vocês NUNCA ouvem nada do que não vos convenha. Se for preciso daqui a 5 minutos “esquece-se” desta conversa.

    Os relatórios do Uganda têm vindo a ser contradidados pelas maiores instituições médicas independentes, que apontam uma série de incongurências de eu já falei aqui umas 50 vezes, mas que vocês, espertamente, nunca “ouvem”. Quer que eu escreva mais alto ? 🙂

    Estas incongurências são:

    – Extrapolações abusivas de dados de um único hospital de uma zona onde a prevenção foi mais aplicada, para, abusivamente, apresentar esses dados como representativos de todo o país.

    – O facto de ser normal a taxa de infecção subir para picos altos em alturas de conflitos e estabilizar depois, como foi o caso do Uganda e outros países vizinhos. Tanto assim que a taxa d einfecção já tinha começado a descer ANTES das políticas de “castidade” do governo.

    – O facto de inicialmente, os programas eram totalmente abrangentes, sob a égide de organizações internacionais e só depois, sob influências religiosas se terem concentrado na abstinência. Ora acontece que, precisamente, se suspeita que o governo do Uganda esteja a esconder dados acerca de uma AUMENTO da taxa d einfecção devido ao “abstinence only” dos programas religiosos, que serão menos eficazes doq ue os programas normais da OMS que defedem o uso de TODOS os meios, tanto propaganda da castidade como do preservativo.

    – Para compreendermos o que o governo do Uganda basta pensar que ainda há pouco tempo membros deste governo estavam a fazer uma campanha para a homosexualidade ser punida com a pena de morte. Alguém que prefira os dados apresentados por um governo destes aos de institiuições médicas reconhecidas está ele próprio “apresentado” e não vale a pena falar mais do assunto.

    The scope of Uganda’s success has come under scrutiny from new research. Research published in The Lancet medical journal in 2002 questions the dramatic decline reported. It is claimed statistics have been distorted through the inaccurate extrapolation of data from small urban clinics to the entire population, nearly 90 per cent of whom live in rural areas.[10] Also, recent trials of the HIV drug nevirapine have come under intense scrutiny and criticism.[11]

    US-sponsored abstinence promotions have received recent criticism from observers for denying young people information about any method of HIV prevention other than sexual abstinence until marriage. Human Rights Watch says that such programmes “leave Uganda’s children at risk of HIV”.[12] Alternatively, the Roman Catholic organization Human Life International says that “condoms are adding to the problem, not solving it” and that “The government of Uganda believes its people have the human capacity to change their risky behaviors.”[13] Other critics have argued that Uganda’s success story has been hugely exaggerated as a combatant to donor fatigue, and to bolster the US Republican case for Abstinence only campaigns in Africa.

    It is feared that HIV prevalence in Uganda may be rising again; at best it has reached a plateau where the number of new HIV infections matches the number of AIDS-related deaths[citation needed]. There are many theories as to why this may be happening, including the government’s shift towards abstinence-based prevention programmes, and a general complacency or ‘AIDs fatigue’. It has been suggested that antiretroviral drugs have changed the perception of AIDS from a death sentence to a treatable, manageable disease; this may have reduced the fear surrounding HIV, and in turn have led to an increase in risky behaviour.

    Although abstinence has always been part of the country’s prevention strategy it has come under scrutiny since 2003 following significant investment of money for abstinence-only programmes from PEPFAR, the American government’s initiative to combat the global HIV/AIDS epidemic. It is felt that PEPFAR has shifted the focus of prevention in Uganda from the comprehensive ABC approach of earlier years. PEPFAR is channelling large sums of money through pro-abstinence and even anti-condom organisations that are faith-based, and believe sexual abstinence should be the central pillar of the fight against HIV. Abstinence-only is also being encouraged by evangelical churches within Uganda, and by the First Lady, Janet Museveni.

    This money is making a difference – some Ugandan teachers report being instructed by US contractors not to discuss condoms in schools because the new policy is ‘abstinence only’. Dozens of billboards around the country have sprung up promoting only abstinence to prevent HIV infection and sometimes discouraging condom use. Some leaders of small community-based organisations also report they are aware that they are more likely to receive money from PEPFAR (which is the largest HIV-related donor to the country) if they mention abstinence in their funding proposal.[14]

    There have been calls for a more nuanced view of Uganda’s response to HIV/AIDS. There is no doubt that there has been sustained, long term political commitment at the highest levels of government on this issue. In other countries such as Zimbabwe or South Africa, inept leadership has led to a serious crisis; some such as former President Thabo Mbeki deny the link between HIV and AIDS.

    One aspect of the response to HIV in Uganda bridges the Millenium Development Goals and prevention – that is vertical transmission or Prevention of Mother To Child Transmission (PMTCT). Through the Global Fund’s Born HIV Free campaign BornHIVFree the need and impact of PMTCT is made clear. Funding is encourged by UNITAID and MassiveGood”

    Calculo que vás “esquecer” rapidamente de tudo isto, pelo que é melhor ficarmos por aqui.

  • Molochbaal

    MO

    “Penso que chegámos ao limite do diálogo.”

    Diálogo ainda não tinha visto nenhum. Apenas orgulho e desprezo pelos outros.

    Estou-me nas tintas para os teus salamaleques de passar por muito bonzinho quando só estás a demonstrar soberba e desprezo.

    Assim, acho muito bem que fujas à discussão e não tentes seuqer responder à pergunta que te fiz, onde me ias elucidar se me estavas ou não a insultar, explicando-me, ponto por ponto, em que é que é imoral alguém que não é casado ter uma vida sexual normal.

    A tua fuga é muito simples.

    É que nem tu fazes a mínima ideia, não passa de um tabú primitivo e idiota que provocou a infelicidade a milhões de pessoas e que tu segues porque sim, como seguirias qualquer outra coisa que te mandassem.

    Á falta de explicação mantenho portanto a minha ideia, quando tratas de imorais e animalescos as pessoas simplesmente por se portarem nornalmente, por exemplo, tendo vida sexual independentemente de serem ou não casadas, estás efectivamente a insultá-las, porque nem tu fazes a mínima ideia porque seja isso imoral. É imoral porque te dizem que é. Ponto.

    Quanto à tua teoria de não me posso sentir atingido embora estejas a falar do meu tipo de vida, compreendo que vos seja útil, poder insultar toda a gente e o pessoal fingir que não percebe que está a ser insultado. É de facto esse o nosso comportamento habitual, para evitar conflitos, mas isso criou-vos o mau hábito de um sentimento de inpunidade em que podem fazer e dizer tudo o que quizerem, estando-se a marimbar para os sentimentos dos outros, enquanto exigem muito respeitinho por vocês prórios e pelas vossas crenças.

    O respeito que demonstras por mim e pelos meus valores é zero, quero lá saber se o dizes na cara ou indirectamente.

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