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  • 23 de Outubro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Vaticano lava bem os pecados e mal o dinheiro

Procuradores italianos contestaram as alegações feitas pelo Banco do Vaticano de que a instituição tenta cumprir com as normas internacionais contra a lavagem de dinheiro.

Eles afirmaram que a investigação que levou à apreensão de 23 milhões de euros de uma conta no Banco do Vaticano mostra “exactamente o contrário”, de acordo com um documento do tribunal obtido hoje pela Associated Press.

13 thoughts on “Vaticano lava bem os pecados e mal o dinheiro”
  • antoniofernando

    Acho muito bem que se investigue tudo. Mas será que nas igrejas protestantes são todos santos ? Nem pedofilia nem lavagens de dinheiro ? E na IURD, o Edir Macedo terá todas as continhas prestadas ao Fisco ? E nas mesquitas islâmicas também não há gestão e aplicação de contributos dos crentes ? Às vezes parece-me que as investigações só apontam para a ICAR numa típica forma de discriminação negativa.Porque será ?…

    • antoniofernando

      ” As saudades que eu já tinha de morar na minha modesta casinha, tão modesta quanto eu…”

      http://www.insoonia.com/a-quem-pertence-esta-mansao/

    • Anónimo

      Caro António Fernando,
      A IURD do Macedo, a IIGD do RR Soares, a IMPD do Valdemiro Santiago, e outras Brasileiras, a operar em Portugal, assim como a, Portuguesa, Maná do Jorge Tadeu, são os maiores vigaristas autorizados pelo Estado e defendidos pelas próprias vítimas.
      Mas não cumprem os requisitos necessários, – art.º 37º Lei nº 16/2001 – para usufruir das regalias concedidas pelo Estado e por isso só afectam os próprios fiéis.
      No caso da ICAR são os impostos de todos os Portugueses, católicos, não católicos, ateus e, até, dos que contribuem para as tais, que a financiam.

      Lei n.o 16/2001 de 22 de Junho
      Lei da Liberdade Religiosa

      Artigo 37.º
      Igrejas e comunidades religiosas radicadas no País
      1 — Consideram-se radicadas no País as igrejas e comunidades religiosas inscritas com garantia de duração, sendo a qualificação atestada pelo membro do Governo competente em razão da matéria, em vista do número de crentes e da história da sua existência em Portugal, depois de ouvir a Comissão da Liberdade Religiosa.
      2 — O atestado não poderá ser requerido antes de 30 anos de presença social organizada no País, salvo se se tratar de igreja ou comunidade religiosa fundada no estrangeiro há mais de 60 anos. O atestado é averbado no registo.
      3 — O requerimento do atestado será instruído com a prova dos factos que o fundamentam, aplicando-se o disposto no artigo 38.º

      • antoniofernando

        Caro 1atento

        São os impostos de todos os portugueses que contribuem para as supostas regalias usufruídas pela ICAR ?
        Compara a Igreja Católica com a IURD ou com a Maná ? Não reconhece múltipla actividade de carácter social à ICAR , em Portugal e em todo o mundo ? Porque razão o Estado financia em 60% as IPSS que, na sua maioria, são de fundação católica ? É fácil: contribuir com 60% é um bocado menos do que com 100% se fosse o Estado a desempenhar autonomamente as múltiplas acções sociais desenvolvidas por essas instituições.Vai negar a acção social das Misericórdias ? O Estado laico supre todas as carências de ordem social ? Os órfãos são todos acolhidos em instituições estatais ? Os portadores de paralisia cerebral são todos acompanhados pelo Estado ou a grande maioria são-nos pelas IPSS ? Conhece alguma obra de solidariedade social da IURD ou da Igreja Maná ? Alguns missionários em terras distantes ? Alguma freira que tenha sido assassinada em África ou em Timor- Leste ? Algum bispo da IURD ou da Maná com a coragem do prémio Nobel Ximenes Belo ? …

        • antoniofernando

          Errata: Onde, por lapso, referi que ” as IPSS que, na sua maioria, são de fundação católica”, queria referir-me exclusivamente à erecção canónica das misericórdias,exceptuado o caso da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, que, presentemente, é uma pessoa colectiva de direito privado e de utilidade pública administrativa. Rectifico portanto esse lapso, dado que, efectivamente, as IPSS são da mais diversa proveniência constitutiva.

        • No-god

          Ximenes foi apenas defensor dos interesses clericais…. travestido de ativista dos DH

  • No-god

    http://vaticanbankclaims.com/faqs.html
    UPDATED OCTOBER 2007
    What is this lawsuit all about?

    In 1998 the US State Department issued a report implicating the Vatican in the 1945 disappearance of the Treasury of the Nazi Puppet State of Croatia. The purpose of this lawsuit is to obtain legal accounting of the missing funds from the Vatican Bank and Franciscan Order, recover assets and distribute them to survivors and their descendants.

    How much money is involved?

    Nobody knows for sure except perhaps the defendants but estimates have run from several hundred million dollars to sums as high as two billion dollars in year 2008 dollars.

    Who are the defendants?

    Currently the Vatican Bank and the Franciscan Order are named as defendants. Some members of the Franciscan Order of Monks in wartime Croatia were militant Catholics and led pogroms against Orthodox Christian Serbs, Roma and Jews. Franciscans in Rome helped smuggle the Ustasha Tresury and assisted Ustasha war criminals in escaping justice. The Vatican Bank is alleged to have laundered a portion of the Ustasha Treasury.

    What are the Ustasha?

    The Ustasha were the Croatian Nazis who ran the puppet state of Croatia between 1941 and 1945. After 1945 they fled Croatia with the help of Croatian Franciscan priests and others via the infamous ratlines. The Ustasha continued activities against Yugoslavia from bases in Spain, Argentina, Canada and the United States.

    What are the Crimes of the Ustasha?

    The crimes of the Ustasha are too numerous to list here but they massacred over 700,000 Serbs, Jews, Roma, Anti Fascist Partisans, and others between 1941 and 1945. The Ustasha leader Ante Pavelic was given refuge by the Vatican, fascist Spain, and Peronist Argentine. The Ustasha Minister of the Interior, Artukovic, lived openly in California from 1949-1986 when he was finally deported to Yugoslavia and convicted of murder. Thousands of Ustasha escaped justice for their crimes due to their wealth and influence and the backing of the Roman Catholic Church and who along with certain rogue elements in the US and UK governments portrayed these war criminals as anticommunist freedom fighters.

    What is the Position of the Vatican?

    The Vatican Bank has claimed ignorance of any participation in Ustasha crimes or the disappearance of the Croatian Treasury. The Vatican has refused to open its wartime records despite requests from the US government, Jewish and Roma organizations.

    Why was this lawsuit filed in 1999?

    Successes by Holocaust survivors against Austrian, French, and Swiss banks and German and Austrian corporations to name a few provided renewed hope that justice will finally prevail against the Ustasha and their allies.

    Survivors have suffered for years while the killers of their families have enjoyed the wealth stolen from Holocaust victims. The US government finally broke the silence about this little known chapter of the Holocaust in 1998.

    Who are the plaintiffs?

    The plaintiffs consist of individual victims and their families from the United States, Serbia and Ukraine and organizations representing victims from Serbia, the former Soviet Union and the United States.

    As of March 2008 the lawsuit was still pending in federal court in San Francisco. The position of the defendants unfortunately remains unchanged as original survivors of the Croatian Holocaust have died without justice.

  • No-god

    http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=195190
    IGREJA NA ALEMANHA RECONHECE QUE EXPLOROU CERCA DE SEIS MIL DEPORTADOS DURANTE O NAZISMO

    Berlim, 26 (RV) – A Igreja Católica alemã empregou durante o nazismo cerca de seis mil “trabalhadores forçados”, sendo a maioria proveniente da Polônia e das repúblicas da ex-União Soviética.

    É o que revela um documento de mais de 700 páginas que o ex-presidente da Conferência episcopal alemã, Cardeal Karl Lehmann, apresentará oficialmente em 4 de abril em Mogúncia.

    Ontem, a Igreja alemã antecipou que, entre 1939 e 1945, foram utilizados como escravos 4.829 deportados de países do leste europeu e 1.075 prisioneiros de guerra.

    A Conferência Episcopal precisou que o estudo, intitulado “Trabalho coercitivo e Igreja Católica de 1939 a 1945”, constitui “a pesquisa mais ampla das últimas décadas sobre todo o catolicismo alemão”.

    A Igreja evangélica, que também utilizou trabalhadores forçados, decidiu indenizar os sobreviventes com uma contribuição à “Fundação Memória, Responsabilidade e Futuro”, o fundo criado nos anos passados pelo governo alemão.

    Já a Igreja Católica preferiu criar seu próprio fundo para o ressarcimento das vítimas mediante a criação, em 2000, de um fundo especial de 2,55 milhões de euros. Em 2005, foram identificados cerca de cinco mil trabalhadores sobreviventes, 590 dos quais já receberam a indenização de 2.556 euros.

    Entretanto, as Nações Unidas decretaram o 25 de março o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravatura e Tráfico Transatlântico.

    O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, lembrou as vítimas da escravidão e exortou a comunidade internacional a agir contra seus equivalentes modernos, como o tráfico de pessoas, o trabalho forçado e a exploração sexual.

    O tráfico de escravos foi “uma das maiores atrocidades da história”, disse Ban ao comemorar o primeiro dia das vítimas da escravidão e do comércio transatlântico de escravos. Ban lamentou “as atrocidades cometidas contra incontáveis vítimas” e destacou a coragem dos “que se levantaram para superar o sistema que os oprimia”.

    “Esses valentes indivíduos e os movimentos abolicionistas que inspiraram devem servir de exemplo para que todos nós continuemos lutando contra as formas contemporâneas de escravidão, que mancham nosso mundo hoje.”

    Milhões de pessoas no mundo são vítimas de trabalho forçado, exploração sexual e tráfico humano, incluindo crianças. “Estamos todos envergonhados com esses crimes repugnantes e todos desafiados a reagir”, disse Ban.

    As Nações Unidas estimam que mais de 250 mil crianças-soldados lutam em conflitos no mundo e que muitas meninas são usadas como escravas sexuais.

    A Organização Internacional para as Migrações estima que cerca de 700.000 pessoas são traficadas a cada ano no planeta. (BF/CM)
    http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=47351
    IGREJA CATÓLICA ALEMÃ INDENIZA 594 ESCRAVOS DO NAZISMO

    Berlim, 31 ago (RV) – A Igreja Católica na Alemanha indenizou, com uma quantia simbólica de € 2.556,00 cada um, 594 trabalhadores forçados e estrangeiros que se viram obrigados a trabalhar nas 27 dioceses do país, durante o III Reich, sob a tirania de Adolf Hitler.

    O Presidente da Conferência Episcopal Alemã, Cardeal Karl Lehmann, e o Presidente da Caritas-Alemanha, Dom Peter Neher, fizeram hoje, em Mainz, um balanço do fundo de indenizações para os trabalhadores forçados do Nazismo, criado pela Igreja Católica no país.

    Enquanto a Igreja Evangélica Alemã preferiu contribuir com o fundo criado pelas companhias alemãs, para indenizar os trabalhadores forçados, a Conferência Episcopal Alemã criou, em agosto de 2000, um fundo próprio, depois que ficou demonstrado que a instituição usou escravos do Nazismo em algumas paróquias alemãs.

    O Cardeal Karl Lehmann assegurou hoje, que o pagamento dessa indenização aos escravos do Nazismo significa “um gesto de desculpas e de reconciliação, que tem um grande significado para as pessoas afetadas”.

    O Presidente dos bispos alemães precisou que, até agora, foi pago um valor de 1,49 milhões de euros dos 2,5 milhões que compõem o fundo de indenizações da Igreja Católica alemã.

    A maior parte das 594 pessoas que receberam a indenização da Igreja Católica são originárias da Polônia (289) e da Ucrânia (150).

    A Igreja Católica alemã destinou também 2,5 milhões de euros do chamado “fundo de reconciliação” para financiar 175 projetos no leste europeu. (MZ)

  • Anónimo

    Oh coitados, eles bem tentam cumprir as regras. Só foram 23 milhões de euros que não foram declarados, coitadinhos.

    Se calhar foi Satanás que os manipulou com lavagens de dinheiro. hum? Acho que o numero de benzas vai aumentar.

    Bem agora vão ter que rezar 23 milhões de “pai nossos” no purgatório.

  • Antonioporto

    O amor ao dinheiro é a raíz de todos os males.

  • Anónimo

    ESTA GENTALHA DO VATICANO QUER FAZER DOS OUTROS BURROS…
    SERÁ QUE SE NÃO TIVESSE HAVIDO A INVESTIGAÇÃO OS 23 MILHÕES SERIAM IDENTIFICADOS?
    O BRANQUEAMENTO DE DINHEIRO E A RELIGIÃO SEMPRE ANDARAM JUNTOS.
    A MÃO NO FOGO SÓ PONHO PELO BANCO DOS ATEUS…QUE NÃO EXISTE.

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