Loading
  • 26 de Setembro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Catolicismo

A ICAR e o fascismo

Durante as duas décadas do regime fascista os membros do alto clero louvaram e aprovaram tudo – com algumas ressalvas platónicas: e fizeram-no de forma tão entusiasta e exagerada que até os mais indulgentes tinham de sentir que aquilo não se ajustava ao carácter e à missão evangélica da Igreja.
(A. Todi, jesuíta)

3 thoughts on “A ICAR e o fascismo”
  • antoniofernando

    “Jesus Cristo foi o primeiro comunista. Repartiu o pão, repartiu os peixes e transformou a água em vinho.”

    “Quem trai o pobre, trai a Cristo”

    Fidel Castro

    ” Quando pergunto pelos pobres, dizem que sou santo. Quando pergunto porque há pobres, acusam-me de comunista”

    D. Helder da Câmara

    A missão evangélica de qualquer igreja que queira respeitar integralmente a Doutrina de Cristo não se coaduna com nenhum tipo de mafia teológico-política que, em nome do Nazareno,se coloque ao serviço dos interesses mais obscuros e mesquinhos…

  • Ricardodabo

    Resposta de Dawkins às declarações de Bento XVI sobre ateismo/nazismo.

    http://www.youtube.com/watch?v=I1zB-S7QJCM

  • Molochbaal

    Sem dúvida que a igreja teve atitudes de franco apoio ao fascismo e nazismo, como concordatas, votação favorável do partido católico ás leis de excepção que instituiram a ditadura nazi etc.

    Porém não nos podemos esquecer que também teve medidas em sentido contrário. Por exemplo a Sorge, que não sendo uma condenação absoluta só um ignorante pode não perceber que é uma critíca ao nazismo e coisas como o facto de a igreja católica ter sido a única religião que em certa altura proibiu a TODOS os católicos a aderência ao partido nazi.

    Ou seja, é igualmente hipócrita concluir que a igreja foi sempre antifascista como sempre fascista. A única conclusão lógica é que, simplesmente a igreja jogou ora contra ora a favor do fascismo consonte os seus interesses políticos, isto é, tinha uma agenda própria independente dos interesses fascistas ou antifascistas.

    Por outro lado, a nível pessoal houve milhões de católicos a favor mas também contra o fascismo. Não podemos esquecer que, se houve um Degrelle ou um Udal, também houve um padre Kolbe e um Stauffenberg.

You must be logged in to post a comment.